Não patrocine massacres. Boicote produtos israelenses.

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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Poema escrito por um palestino em situação de refúgio em Mogi das Cruzes

Esse poema demonstra a bondade e sensibilidade de um palestino,
a verdadeira imagem do povo palestino, longe da imagem distorcida
de terroristas passada por Israel a todo o mundo, com a criminosa intenção
de criar e alimentar o ódio dos ignorantes contra todo um povo pacífico,
honesto e íntegro que é o povo palestino.

ESFORÇA-TE, ANIMA-TE

Não entristeça ó filho da Palestina
O Brasil nos aceitou
Em seus lares nos abrigou

O Brasil, país abundante,
povo honesto e consciente,
sem racismo,
repleto de piedade e ternura.

A Arábia nos recusou,
de traição nos acusou.
Acusaram-nos por politicagem.
Alguns dizem terroristas.
Não quero falar de mim
Peço a Deus, o exaltado

Não se entristeça, ó filho da Palestina
Desafia-te o impossível.
Há um Deus e o Brasil
no colo nos tomou;
de sobre nós o mal tirou,
nos recebeu, pequenos e grandes.

Não possui balbuciantes
nem sectários religiosos.
Sua bondade maior prova.

No deserto nos jogaram,
por loucos nos chamaram,
assassinos e falangistas.
O amanhã trará as provas,
nada do que me afligir.

O Brasil continua honrado.
Há um Deus, é o Brasil.

PORTO ALEGRE (RS) TORNA-SE BASE DA INDÚSTRIA SIONISTA

O prefeito de Porto Alegre, José Fogaça (PMDB), está dando benefícios fiscais para a indústria sionista de armamento bélico Elbit ampliar suas ações na cidade. O jornal Zero Hora, na edição de sábado, página 39, requenta matéria publicada em outubro de 2009, quando informou que a empresa, fornecedora da Agência de Inteligência Estadunidense (CIA) e símbolo da opressão aos palestinos, estava por investir US$ 50 milhões na capital gaúcha.



Um dos equipamentos a serem produzidos é o Drone (FOTO), avião não tripulado de espionagem e caça. De acordo com organizações de solidariedade ao povo da Cisjordânia e Faixa de Gaza, cerca de cem palestinos foram assassinados em decorrência destes veículos não-tripulados na Operação Chumbo Derretido, ocorrida no segundo semestre de 2009. Os robôs são muito utilizados nos assassinatos seletivos de lideranças da Resistência Palestina.



A matéria do ZH, veículo pertencente à Rede Brasil Sul de Comunicação (RBS), comandando pela família Sirotsky, simpatizante do regime sionista de Israel, coloca um torrão de açúcar sobre um assunto amargo e trágico: indústria bélica, robôs assassinos, muro de apartheid e guerra. É o real objetivo dos investimentos da empresa israelense em Porto Alegre: guerra, morte e destruição. Mas ZH apenas mostra que a simpática cidade de Haifa quer se tornar comunidade-irmã de Porto Alegre.



E o resto da história? Por que essa súbita fraternidade entre duas comunidades que se desconhecem? Por que a RBS está interessada nesse arranjo afetuoso?



É o que vamos contar, agora.



No dia 27 de outubro de 2009, o jornal Zero Hora informava sobre os projetos da empresa israelense Elbit para Porto Alegre. Na verdade, a empresa de tecnologia de guerra já opera na cidade desde 2001 com o nome fantasia 'Aeroeletrônica'. Agora, os israelenses querem investir, segundo eles, para "modernização de aviões bélicos", seja lá o que isso signifique. Lanternagem de aviões? Funilaria de máquinas de matar? "Martelinho de ouro" de aviões avariados? Ou fábrica de robôs assassinos?



O que Zero Hora oculta é o seguinte. A Elbit Systems Group, empresa privada, está implicada na construção de um dos trechos do famigerado muro do apartheid, na Cisjordânia. Fornece ao exército sionista de Israel veículos não-tripulados, manipulados por controle remoto, conhecidos como Drones, a rigor, robôs assassinos.



Os robôs são muito utilizados nos assassinatos seletivos de lideranças da Resistência Palestina. Além da Palestina, esses robôs Drones estão sendo usados no Iraque, Afeganistão e Paquistão, atualmente.



O governo norueguês tomou a decisão de retirar o seu investimento da empresa israelense Elbit Systems Ltd, pelo seu papel central na construção do muro de apartheid na Palestina. Enquanto isso, ao propor reduzir o ISSQN de 5% para 2%, o prefeito José Fogaça (PMDB) ajuda a financiar esta empresa e associa o cidadão porto-alegrense - e a imagem de Porto Alegre - a essa usina de barbárie e ódio. Uma indústria de morte e destruição.



Não se pode permitir que José Fogaça, candidato da direita ao Palácio Piratini – sede do governo gaúcho - transforme Porto Alegre em seu contrário. Conhecida mundialmente por ter sido sede de protestos e conferências pacifistas e que lutam por um outro mundo possível, Porto Alegre - pela estreiteza do prefeito Fogaça - corre o risco de ficar conhecida pelo contrário de sua fama - por abrigar empreendimentos de morte, desumanidade, racismo e intolerância. (CMI Brasil)



Edição: Ibei



O original encontra-se em: http://www.ibeipr.com.br/noticias.php?id_noticia=617

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Ato em repúdio ao ataque à frota humanitária



Todos somos Palestinos! Não toleraremos fascismo, racismo, imperialismo e genocídio contra ninguém! Expressamos nosso inteiro repúdio à ação do Estado fascista de Israel contra a frota humanitária que levava ajuda ao povo de Gaza!
Por uma solidariedade internacional de todos os movimentos de trabalhadores para com os presos políticos desta ação terrorista do Estado de Israel e para com os nossos irmãos trabalhadores palestinos!
Comitê Autônomo de Solidariedade ao Povo Palestino


ATO NESTA SEXTA-FEIRA

REPÚDIO AO ATAQUE À AJUDA HUMANITÁRIA

A Frente em Defesa do Povo Palestino, movimentos sociais e populares brasileiros, forças políticas progressistas e membros das comunidades árabe e muçulmana realizam nesta sexta-feira, dia 4 de junho, a partir das 15h, no vão livre do Masp, na Capital paulista, ato público em repúdio ao ataque aos barcos de ajuda humanitária pelo exército israelense. Venha manifestar sua indignação, protestar contra mais essa arbitrariedade e dizer basta à ocupação de
territórios palestinos. Compareça!

Data: 4 de junho de 2010 (sexta-feira)
Concentração às 15h
Vão livre do Masp, São Paulo/SP

A história de um povo


Em memória das vítimas do ataque à ajuda humanitária e de Rachel Corrie

Filhos da Nakba - A história de um povo

Por Mohammad Al Tamimi [*]

Testemunhem, ó estrelas
Registrem, ó céus
Escrevam na história,
Escrevam-a pelo sangue:
Quem teve misericórdia de mim
Quem me consolou na tragédia.
É a Nakba [1] de um povo
Que não experimentou
O sabor da felicidade

Sessenta anos sem abrigo,
Sem barraca ou lar.
Invejá-lo a uma caverna
Cavada pelos antigos!
Viveu nela com as cobras,
No seu corpo criou pestes
Sofreu muitas doenças
Sem médico nem remédio.
Viveu sem identidade,
Andando na escuridão

Fora, pela força o tiraram
E no ar livre o jogaram
Basta que Deus testemunhe,
A obra dos desprezíveis.

Presas caíram as unidades,
Sabra e Chatila [2] foram mártires
Onde estão os habitantes,
Do acampamento de velhos e mulheres?
Milhares de mártires!
Eram desarmados e inocentes…

Pátria minha, como estás?
E meus filhos, e meu lar?
Meu pai, minha mãe,
Minha vida, meu viver?
Por ti minha alma redentora
E pela sua fidelidade, ninguém conta

Que o amor à minha terra encheu meu coração
E foi o remédio para a minha moléstia
Dela, a terra alumiou a verdade, e sua luz
Os berços dos profetas
Sua glória permanece e voltarão
E os amigos te visitarão
Até se morrermos,
Redenção a ti!
Somos dignos à redenção

Pela escuridão da noite andemos,
Sobre espinhos e pedregulhos
Caminhamos atravessando as fronteiras,
Insistindo em te encontrar
Quantos batalhadores, quantos lutadores
Sobre teu solo foram mártires
Símbolo do meu amor, ó minha pátria
Sejas o memorial eterno!

Maio de 2009


Notas

[*] Poeta palestino refugiado.

[1] Nakba significa Grande Tragédia. É o nome dado ao processo da criação do Estado de Israel e à expulsão e massacre do povo palestino.

[2] Referência ao massacre dos campos de refugiados de Sabra e Chatila, no Líbano, onde milícias cristãs de extrema-direita, com apoio militar israelita, fizeram cerca de 3000 mortos, em 1982.

Vale a pena ler: textos de Mauricio Tragtenberg sobre questão palestina



Textos do professor Mauricio Tragtenberg, um intelectual judeu anti-sionista e socialista libertário, sobre a questão palestina e o fascismo de Israel, disponíveis no livro "A falencia da política", de incrível atualidade:

http://books.google.com.br/books?id=BmsDafV7y60C&printsec=frontcover&dq=tragtenberg+falencia+politica&source=bl&ots=U12xgCgz_X&sig=Hhnvfp7HIURwAbHkYLzLyCM7A4E&hl=pt-BR&ei=vcMGTKjhJ4OglAeguv3_Cg&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=4&ved=0CB4Q6AEwAw#v=onepage&q&f=false




Palestinos: o Dia da Terra
por Maurício Tragtenberg**

Amanhã, dia 30, o povo palestino comemora o “Dia da Terra”, que surgiu como lembrança histórica da resistência que em 1976, os vários palestinos da Galiléia (território ocupado em 1948) manifestaram contra a invasão e ocupação de suas terras pelo Estado em Israel.

Como acontece nessas ocasiões houve repressão e violência por parte das autoridades militares de ocupação, onde foram indiscriminadamente atingidos homens, mulheres, velhos e crianças. É impossível destruir um povo que por mais de trinta séculos construiu sua cultura, suas obras materiais e espirituais.

Enquadrada no plano da destruição da cultura e identidade do povo palestino estão as universidades palestinas construídas nas ‘zonas ocupadas’ pelo Estado em Israel.

Através da Ordenança Militar 854, uma das 1.080 ordenações militares que modificam a legislação jordaniana, em vigor na Cisjordânia, o Estado detém em suas mãos a permissão de funcionamento de qualquer instituição educacional, que implica no controle pelas autoridades do pessoal acadêmico, dos programas e manuais de ensino.

Uma das iniciativas que afetou gravemente o funcionamento das universidades palestinas nas ‘zonas ocupadas’ foi que a partir de 1983 os professores estrangeiros – na realidade palestinos com passaportes de diversas nacionalidades estrangeiras – tenham que assinar uma declaração, segundo a qual, comprometem-se a não dar apoio algum à OLP nem a qualquer organização terrorista. Ante a recusa unânime do corpo de professores em assinar tal ignominioso papel, a repressão foi terrível.

A Universidade d’An-Najah teve dezoito professores expulsos, enquanto outros três que estavam no Exterior foram proibidos de ingressar na Cisjordânia. Bir-Zeit perdeu cinco e a Universidade de Bethléem perdeu doze de seus professores.

O fechamento temporário de universidades é outra medida que as “autoridades” de ocupação lançam mão; entre 1981/2 a Universidade de Bir-Zeit ficou fechada sete meses. A Universidade de An-Najah em 1982/3 ficou fechada durante três meses consecutivos, as Universidades de Bethléem e Hebron conheceram igual destino.

Com o fim de vencer a resistência cultural palestina, a detenção de estudantes pelos motivos mais fúteis é coisa comum em todas as universidades da Cisjordânia. Os detidos são confinados na prisão de Fara’a, no Vale do Jordão. Segundo a advogada Lea Tsemel, o detido, conforme a “lei de urgência” (do período do Mandato Britânico) pode ficar incomunicável durante dezoito dias, sem culpabilidade definida nem visita de advogado. Por trazer consigo um panfleto ilegal o detido pode assim ficar durante 48 dias.

O “tratamento” é o mais degradante possível: duchas frias, golpes, insultos.

O presidente do Conselho de Estudantes de An-Najah, condenado a seis anos de prisão em 1974, não só afirmou ter sido torturado como também afirmou: “todos os prisioneiros palestinos são torturados.”

Porém, a Universidade de Bir-Zeit é um foco de resistência cultural palestina; organiza atividades culturais fundada na cultura popular palestina. Possui uma biblioteca significativa aberta à consulta pública.

Os dados a respeito da situação de resistência cultural palestina acima descrita nos foram fornecidos por Sônia Dayan-Herzbrun e Paul Kessler, que testemunham: “O fato de sermos judeus não afeta nossa objetividade em relação ao tema tratado. A consciência de nossa identidade judaica e das responsabilidades inerentes a ela nos levaram a participar do Centro de Cooperação com a Universidade Bir-Zeit.” (Le Monde Diplomatique, julho de 1984).

É o que também pensamos. O “Dia da Terra” é a reafirmação de um povo que pode ser expropriado, espezinhado, torturado, caluniado; vencido nunca.


__________
* Publicado in: Folha de S. Paulo, 29.03.1985; e, também, na Revista Espaço Acadêmico, nº. 28, setembro de 2003, disponível em http://www.espacoacademico.com.br/028/28mt_02041984.htm
** Maurício Tragtenberg, 54, professor do Departamento de Ciências Sociais da Fundação Getúlio Vargas (SP) e da PUC-SP, escreveu, entre outros livros, “Administração, Poder e Ideologia".

De perseguidos a perseguidores: a lição do sionismo

De perseguidos a perseguidores: a lição do sionismo
2 de Junho de 2010

Não é exclusivo dos judeus o facto de entre os perseguidos se ter gerado uma reacção nacionalista que se converteu em imperialismo. Esta é a armadilha que o nacionalismo coloca às pessoas de esquerda.

Por João Bernardo

fonte: http://passapalavra.info



Pensando um pouco sobre a recente agressão de Israel ao navio Mavi Marmara e o à-vontade e a impunidade com que esse país tem espalhado o terror em seu redor, parece-me que a maior parte dos comentadores se limita ao óbvio para evitar a conclusão mais importante.

É do conhecimento geral que os judeus foram vítimas de grandes perseguições e que o nazismo fez do anti-semitismo um dos seus eixos principais. Desde o primeiro dia o regime de Hitler perseguiu os judeus e durante a segunda guerra mundial pretendeu exterminá-los. É também amplamente conhecido o tratamento que o Estado de Israel inflige aos palestinianos, espoliando-os e impondo-lhes um sistema de terror que ultrapassa tudo o que os racistas sul-africanos conseguiram fazer no tempo do apartheid. Ora, entre estes dois factos, os judeus como vítimas e Israel como agressor, não existe uma contradição mas, pelo contrário, um nexo lógico, e é para ele que procurarei chamar a atenção neste artigo.

Continue lendo o artigo em:


http://passapalavra.info/?p=24723

NOTA DO MOPAT DIANTE DO ATAQUE À FROTA DA LIBERDADE

NOTA DO MOPAT DIANTE DO ATAQUE À FROTA DA LIBERDADE


Mais uma vez o estado de Israel choca o mundo com mais um ato bárbaro de violação dos direitos humanos e das leis internacionais. O ataque à “Frota da Liberdade”, que transportava mais de 750 pessoas além de 10 toneladas de produtos destinados a prover ajuda humanitária à população da Faixa de Gaza, levando à morte de 19 pessoas e dezenas de feridos, provocou uma onda de protestos no mundo todo.

Na reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, o representante de Israel afirmou que não existe “crise humanitária em Gaza” e que esse território "é ocupado por terroristas que expulsaram a Autoridade Palestina mediante um violento golpe e que introduzem armas, incluindo por via marítima". Alegou ainda que a frota não tinha propósitos humanitários.

Mais uma vez o discurso israelense mescla o cinismo e a hipocrisia para justificar seus atos terroristas que atingem não só a população palestina, mas toda a humanidade. Ainda estão frescas na memória de milhões as cenas aterradoras do último ataque israelense a Gaza, quando os alvos eram idosos, mulheres, crianças sem qualquer distinção. Para Israel são terroristas todos aqueles que resistem ao sionismo que vem usurpando as terras e expulsando palestinos, transformando Gaza em uma verdadeira prisão a céu aberto. Afirma agir em defesa de suas “segurança”, mas ao mesmo tempo não nega o fato de que o ataque foi desfechado em águas internacionais.

As respostas dos governos diante das ações sionistas têm sido marcadas por eventuais endurecimentos retóricos, mas sem nenhuma ação concreta capaz de produzir resultados efetivos. No Brasil, o governo brasileiro convocou a Embaixada israelense para prestar esclarecimentos sobre o ataque à ‘Frota da Liberdade’, e expressou sua condenação diante do ataque israelense. Mas por mais importantes que sejam, tais ações não bastam. É preciso atitudes mais enérgicas e eficazes como o cancelamento do Tratado de Livre Comércio (TLC) Mercosul-Israel.

Contudo, as respostas mais efetivas têm vindo da sociedade civil. Manifestações massivas em várias partes do mundo têm cumprido um papel decisivo para desmascarar Israel, demonstrar a natureza terrorista daquele Estado e para mostrar a real situação de opressão bárbara a que está submetida a população palestina.

O MOPAT considera que é inadmissível tal situação. E conclama todos movimentos sociais, organizações da sociedade civil e organizações políticas a assumirem uma postura firme de condenação a mais esse ato lesa-humanidade e a unir forças para combater o sionismo e prestar solidariedade ativa com a causa palestina.

MOPAT - Movimento Palestina Para Tod@s

http://www.palestinalivre.org/node/2101

Exército de Israel ataca barco de ajuda humanitária para Gaza

Exército de Israel ataca barco de ajuda humanitária para Gaza


O Exército israelense atacou na madrugada desta segunda-feira um barco da Frota 'Free Gaza', que tentava levar 10.000 toneladas de ajuda humanitária (entre materiais de construção, medicamentos, alimentos, e materiais de necessidade básica) para a Faixa de Gaza. No ataque, foram mortas 19 pessoas e outras 30 ficaram feridas. A frota, composta de seis barcos e tripulada por gente de vários países, buscava romper o bloqueio que o Estado de Israel mantém sobre a Faixa de Gaza. Além do crime de atacar civis, o Exército israelense realizou o ataque em águas internacionais, o que é ilegal por acordos internacionais. Não é a primeira vez que Israel impede um barco de ajuda humanitária chegar em Gaza.

Gaza é a maior prisão ao ar livre do mundo, e o campo de concentração não declarado do século XXI. O Estado de Israel mantém no isolamento um milhão e meio de pessoas, sob uma ocupação militar intensa. Há pouco mais de um ano Israel realizou uma ofensiva militar contra a Faixa de Gaza, que deixou centenas de mortos e milhares de feridos (leia também:: A guerra dos túneis: os aspectos econômicos do ataque israelense a Gaza).

(fonte: centro de midia independente)
http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2010/06/472495.shtml

Mais informações:: Rebelion.org (em espanhol) Indymedia Israel
http://www.rebelion.org/apartado.php?id=351

http://israel.indymedia.org/

terça-feira, 1 de junho de 2010

Abaixo assinado internacional - assine e divulgue

No dia 31 de maio de 2010, mais uma vez o governo israelense, em nome de um cruel bloqueio que mantém contra o povo palestino, desferiu um covarde ataque militar. Desta vez foi contra a "Flotilha da Liberdade", um comboio de 6 navios com cerca de 750 pessoas solidárias de 60 paises, em águas internacionais, que levava ajuda humanitária aos habitantes da Faixa de Gaza, que vivem na mais absoluta pobreza em consequência do bloqueio israelense.
Nesse novo ataque, os militares israelenses mataram 9 pacifistas (número divulgado pelo governo israelense, mas há informações extra oficiais que afirmam ter sido pelo menos 26 mortos de diferentes países) e prenderam seiscentos. De ataque em ataque, Israel aumenta a cada dia sua extensa lista de crimes contra a humanidade.
Acesse o abaixo assinado que está no link abaixo e seja mais um a exigir que sejam devidamente punidos os responsáveis por mais esse ato de terror.

http://www.avaaz.org/po/gaza_flotilla/97.php?cl_tta_sign=ade2b8c4c1213b632259c1fdba225b4f