<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816</id><updated>2012-01-30T19:21:27.764-02:00</updated><category term='Comitê'/><category term='Refugiados'/><category term='poesia'/><category term='conflito'/><category term='Sarau Coletivo Trinca'/><category term='vídeo'/><title type='text'>LIBERDADE PALESTINA</title><subtitle type='html'>Amado Povo Palestino estamos juntos na construção da Palestina Livre. No Solo inteiro da Palestina histórica
الشعب الفلسطيني الحبيب، ونحن معا في بناء فلسطين الحرة. في أرض فلسطين التاريخية بأكملها</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>174</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-1755066944144472095</id><published>2012-01-20T20:14:00.000-02:00</published><updated>2012-01-20T20:20:03.710-02:00</updated><title type='text'>Ashraf Abu Rahmah foi condenado pelo Tribunal Militar de Israel a seis meses e meio de prisão</title><content type='html'>Baby Siqueira Abrão&lt;br /&gt;Correspondente no Oriente Médio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Tribunal Militar da prisão israelense de Ofer condenou no domingo, 15 de janeiro, o ativista de direitos humanos Ashraf Abu Rahmah a seis meses e meio de prisão e ao pagamento de 3 mil shekels (a moeda de Israel). O “crime” de Ashraf: participar das passeatas não violentas contra o muro e as colônias construídos ilegalmente por Israel em terras palestinas.&lt;br /&gt;A reportagem de Brasil de Fato estava presente à manifestação de Bil’in em que Ashraf foi preso e viu sua prisão. Em 21 de outubro de 2011, uma sexta-feira nublada e enevoada de outono, ele pouco se aproximou do muro que separa a área C do vilarejo da colônia judaica de Modi’in Illit. Permaneceu quase o tempo todo numa colina próxima, conversando com um amigo inglês que não via há anos. No final da manifestação – particularmente violenta, com o exército israelense atirando, quase sem parar, balas de metal cobertas de borracha, granadas e bombas de gás que provocavam queimadas –, Ashraf tomou a estradinha que leva ao centro de Bil’in, de volta para casa.&lt;br /&gt;Mas jipes do exército entraram no parque Abu Lemon, onde as manifestações terminam. E prenderam Ashraf. Ativistas palestinos e israelenses, e a reportagem de Brasil de Fato, correram em sua direção. Alguns ainda tentaram evitar o aprisionamento, conversando com os soldados, mas não houve jeito. Ashraf foi empurrado para um dos jipes e levado para a prisão.&lt;br /&gt;Para justificá-la, e para mantê-lo atrás das grades, os soldados alegaram que Ashraf atirara pedras contra eles. Na primeira audiência, fotos, vídeos e testemunhas desmentiram essa versão. Por isso, o tribunal precisou de outra justificativa. Para casos assim, ela é bem conhecida: o acusado estava em zona militar fechada, onde só é permitido o acesso do exército de Israel. Essa é outra solução encontrada pelos sionistas para criminalizar os ativistas de direitos humanos que participam das passeatas não violentas das sextas-feiras, organizadas na maioria das vilas palestinas. Ao declará-las zonas militares fechadas, eles se dão o direito de prender e punir não apenas os ativistas, mas, se quiserem, todos os habitantes dos vilarejos.&lt;br /&gt;Ashraf é irmão de Bassem e Jawaher Abu Rahmah, assassinados por soldados sionistas em abril de 2009 e janeiro de 2011, respectivamente. Bassem foi atingido por um cânister de diâmetro largo, atirado a pouca distância com uma espingarda de alta pressão, e morreu na hora. Jawaher, intoxicada pelos gases expelidos por bombas e granadas, desmaiou e foi levada ao hospital de Ramala em 31 de dezembro de 2010. Morreu um dia depois. Alguns médicos desconfiam de que, pelos efeitos devastadores dos gases no corpo de Jawaher, foi adicionado fósforo branco à composição das bombas.&lt;br /&gt;Apesar do drama familiar, Ashraf é um homem bem-humorado, que gosta de estar com os amigos, de visitá-los. Suas gargalhadas altas costumam ecoar pelo centro da vila, provocando empatia nos moradores. É um ativista corajoso, que conhece os riscos e não foge deles. Sua bravura e sua admiração por Che Guevara fizeram com que recebesse o apelido de “Che Guevara palestino”. Vítima do desemprego causado pela ocupação israelense, ele coloca seu tempo à disposição de todos, ajudando no que for necessário. Nos sete meses em que a reportagem de Brasil de Fato ficou sediada em Bil’in, Ashraf foi presença constante, levando notícias sobre a vila e a resistência, convidando para o falafel vendido na esquina e para cafés em sua casa.&lt;br /&gt;Os soldados o conhecem bem. Sabem que ele é incapaz de cometer atos violentos e de causar mal a quem quer que seja. Sua prisão se deveu a motivos políticos: humilhar os palestinos até que saiam de suas terras, para que elas possam ser anexadas a Israel. Uma lei israelense torna possível, ao governo, a posse de qualquer propriedade palestina da qual o dono tenha se afastado por um determinado período. Mas os palestinos, como se sabe, continuam resistindo. E, como Ashraf sempre fazia quando em liberdade, afirmam que nada os fará desistir.&lt;br /&gt;A Coordenação dos Comitês da Luta Popular Não-Violenta Contra o Muro e as Colônias, com sede em Ramala, Palestina, declarou que a prisão de Ashraf não vai impedir a realização das passeatas das sextas-feiras em toda a Cisjordânia.&lt;br /&gt;Veja o vídeo da manifestação e da prisão de Ashraf: &lt;a title="http://youtu.be/ovmEgBpnrrM" href="http://youtu.be/ovmEgBpnrrM" target="_blank"&gt;http://youtu.be/ovmEgBpnrrM&lt;/a&gt;. Aqui, momentos do ativismo de Ashraf, homenagem prestada pelo amigo Hamde Abu Rahmah e postada no dia seguinte à prisão: &lt;a title="http://youtu.be/BokjumcHWPs" href="http://youtu.be/BokjumcHWPs" target="_blank"&gt;http://youtu.be/BokjumcHWPs&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Neste outro vídeo (&lt;a title="http://youtu.be/ohPea5e11Qw" href="http://youtu.be/ohPea5e11Qw" target="_blank"&gt;http://youtu.be/ohPea5e11Qw&lt;/a&gt;), você verá o parque Abu Lemon e, atrás do muro construído em Bil’in, a colônia de Modi’in Illit. Também ouvirá Ashraf criticar os organizadores das passeatas, ligados ao Fatah (maior partido da Palestina), os quais, segundo ele, cooptam os moradores de Bil’in, bem como ativistas israelenses e estrangeiros, para servir à propaganda da Autoridade Palestina. O resultado dessa cooptação é a queima de oliveiras e de carvalhos, além de ferimentos, prisão, mortes, intoxicações e incursões militares que espalham terror nas vilas. “Quem perde com isso?”, Ashraf questiona. E responde: “Nós perdemos”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-1755066944144472095?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/1755066944144472095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=1755066944144472095&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/1755066944144472095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/1755066944144472095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2012/01/ashraf-abu-rahmah-foi-condenado-pelo.html' title='Ashraf Abu Rahmah foi condenado pelo Tribunal Militar de Israel a seis meses e meio de prisão'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-4932069405330959730</id><published>2012-01-14T21:40:00.002-02:00</published><updated>2012-01-14T21:44:12.031-02:00</updated><title type='text'>LIBERDADE PARA MAHMOUD ZWAHRE E YOUSEF ABDEL HAQ! LIBERDADE PARA TODOS OS PRESOS POLÍTICOS PALESTINOS!</title><content type='html'>MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA&lt;br /&gt;MST BRASIL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIBERDADE PARA MAHMOUD ZWAHRE E YOUSEF ABDEL HAQ,&lt;br /&gt;AMIGOS DO MST E DA VIA CAMPESINA PRESOS PELO&lt;br /&gt;GOVERNO FASCISTA DE ISRAEL&lt;br /&gt;São Paulo-Brasil, 13 de janeiro de 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST vem a público para denunciar a prisão ilegal de Mahmoud Zwahre (liderança dos Comitês Populares-Palestina) e do Dr. Yousef Abdel Haq (intelectual palestino de esquerda, de 70 anos, grande militante da luta contra a ocupação israelense).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois companheiros são amigos do MST e da Via Campesina, e apóiam a luta dos trabalhadores do Brasil por terra e reforma agrária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O companheiro Yousef esteve contribuindo como expositor no 1º. Encontro de Camponeses, Trabalhadores Rurais e Pescadores da Palestina, organizado pela União dos Comitês de Trabalho Agrícola (UAWC-Palestine), MST (Brasil), Centro de Informação Alternativa (AIC-Palestine), União dos Comitês de Mulheres Palestinas (UPWC-Palestine) e MUNDUBAT, em novembro de 2011. Ele emocionou a todos com suas palavras de solidariedade para com as lutas populares do povo brasileiro e sobre a necessidade de unir os movimentos sociais do Brasil e da Palestina na luta pela construção de uma sociedade mais justa e fraterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O companheiro Mahmoud nos honrou com sua presença no 1º. Encontro Nacional de Solidariedade ao Povo Palestino, que ocorreu em novembro de 2011 na Escola Nacional Florestan Fernandes, a nossa escola de formação política, em São Paulo – Brasil. Além de falar sobre a importância da resistência popular civil nas diversas vilas e cidades palestinas, ele conheceu as lutas de trabalhadores rurais e urbanos, e nos ajudou a compreender melhor a situação de apartheid imposta por Israel ao povo palestino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois são companheiros e amigos d@s trabalhadores e trabalhadoras do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, do MST, convocamos todas as forças progressistas, populares e de esquerda do Brasil a repudiar este ato ilegal do Estado colonialista israelense. Dos campos e cidades de nosso imenso país enviamos um grande e fraterno abraço de solidariedade aos lutadores Mahmoud e Yousef, com a certeza de que nada nem ninguém pode deter um povo que luta pela sua libertação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta do povo palestino por sua terra, por democracia, justiça, transformações sociais e pelo retorno dos refugiados é um direito inalienável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resistência popular palestina é uma luta legítima pela libertação nacional, por soberania e autodeterminação e não pode ser criminalizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo fim da ocupação israelense na Palestina!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIBERDADE PARA MAHMOUD ZWAHRE E YOUSEF ABDEL HAQ!&lt;br /&gt;LIBERDADE PARA TODOS OS PRESOS POLÍTICOS PALESTINOS!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA- MST BRASIL&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-4932069405330959730?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/4932069405330959730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=4932069405330959730&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/4932069405330959730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/4932069405330959730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2012/01/liberdade-para-mahmoud-zwahre-e-yousef.html' title='LIBERDADE PARA MAHMOUD ZWAHRE E YOUSEF ABDEL HAQ! LIBERDADE PARA TODOS OS PRESOS POLÍTICOS PALESTINOS!'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-6022188794510910918</id><published>2011-12-15T18:38:00.000-02:00</published><updated>2011-12-15T18:39:54.659-02:00</updated><title type='text'>Ataque a mesquita é uma declaração de guerra,</title><content type='html'>&lt;p&gt;Autoridade Nacional Palestina (ANP) considerou o incêndio de uma mesquita na Cisjordânia, supostamente provocado por colonos judeus, uma verdadeira "declaração de guerra", informou nesta quinta-feira um porta-voz oficial.&lt;br /&gt;"O ataque de lugares de culto supõe uma declaração de guerra por parte dos colonos (judeus) contra o povo palestino", declarou Nabil Abu Rudeina, porta-voz da Presidência da ANP, à agência oficial palestina "Wafa".&lt;br /&gt;Segundo Rudeina, o Governo israelense deve adotar medidas urgentes para conter a violência e os ataques dos radicais judeus, assim como a própria comunidade internacional.&lt;br /&gt;O primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad, também condenou a violência diária dos extremistas israelenses contra propriedades e indivíduos palestinos, além da falta de punição por parte do Governo israelense para conter estes atos, que, por sinal, se multiplicaram nas últimas semanas.&lt;br /&gt;Em comunicado, Fayyad declarou à comunidade internacional que o Executivo israelense é o principal responsável pelo aumento da violência por parte dos colonos.&lt;br /&gt;O Governo palestino denunciou que as forças israelenses fazem um uso excessivo da força para conter manifestações palestinas - assim como ocorreu na última sexta-feira, quando um palestino morreu com o disparo de uma granada de gás lacrimogêneo na região de Nabi Saleh -, enquanto não fazem nada para contornar essa crescente violência por parte dos colonos.&lt;br /&gt;"Esta política encoraja os crimes de ódio contra os palestinos e seus lugares de culto, como o assalto de uma mesquita de Burka, em Ramala, e o episódio da última quarta-feira em Jerusalém", expressou o comunicado.&lt;br /&gt;Além de considerar que os ataques tendem a continuar por conta da passividade das autoridades israelenses, o Executivo da ANP destacou que mais de dez mesquitas foram atacadas ou queimadas por extremistas judeus desde 2009.&lt;br /&gt;"Israel não condenou nenhum dos autores destes atos, não desenvolveu investigações sérias e não mostrou interesse em levantar pesquisas apropriadas", assegurou a nota.&lt;br /&gt;Segundo a ANP, esses episódios de violência demonstram todo o desprezo de Israel em relação à lei e à comunidade internacional. "Os ataques também mostram o desprezo pelas vidas, pela religião e pelas propriedades palestinas", completou.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5520037-EI308,00-Ataque+em+mesquita+e+uma+declaracao+de+guerra+diz+ANP.html#tarticle"&gt;http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5520037-EI308,00-Ataque+em+mesquita+e+uma+declaracao+de+guerra+diz+ANP.html#tarticle&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-6022188794510910918?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/6022188794510910918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=6022188794510910918&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6022188794510910918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6022188794510910918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/12/ataque-mesquita-e-uma-declaracao-de.html' title='Ataque a mesquita é uma declaração de guerra,'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-9016926905808627608</id><published>2011-11-24T20:06:00.011-02:00</published><updated>2011-11-28T18:56:25.266-02:00</updated><title type='text'>29 DE NOVEMBRO: Dia Internacional de Solidariedade ao povo palestino.</title><content type='html'>Foi escolhida essa data porque em 29 de novembro de 1947, a Assembléia Geral da ONU aprovou a divisão da milenar Palestina em dois Estados: O Estado de Israel (judeu) e o Estado da Palestina (árabe), sendo que o segundo - o palestino - jamais se realizou. Na partilha, Israel ficou com a maior e mais rica parte do território. Sendo assim, desde a proclamação do Estado de Israel, os conflitos se agravaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palestinos e judeus, ambos são descendentes de Abraão, a quem, segundo a Bíblia, teria sido prometida a terra de Canaã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A origem do povo palestino remonta a 16 séculos antes da era cristã, quando cananeus, filisteus e outros povos habitavam a região. O território foi inúmeras vezes invadido, mas a população original resistiu, permaneceu na Palestina e deu-lhe o seu nome: "Filistin" (Terra de Gigantes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a violenta ocupação romana, os judeus desertaram da resistência contra os invasores e espalharam-se pelo mundo no ano 135.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Europa, os judeus ricos começaram a se organizar em torno do movimento sionista para retornar à Palestina, no final do século XIX. Compraram terras, instalaram colônias, mas não levaram em conta o povo que habitava a região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conflitos começaram a aparecer a partir da década de 20 e, após a II Guerra Mundial (1945), o mundo descobriu, horrorizado, o massacre de judeus feito pelos nazistas e apoiou a criação de um Estado que abrigasse os sobreviventes do holocausto e impedisse que a situação tornasse a se repetir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À proclamação do Estado de Israel em 15 de maio de 1948 seguiram-se seis guerras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com ajuda dos Estados Unidos, Israel contituiu uma enorme e terrível força bélica e, massacrando aldeias inteiras os israelenses foram ocupando gradativamente o território do eventual Estado Palestino, até a totalidade. A maior parte da população palestina foi expulsa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exilados, nos países vizinhos, os palestinos organizaram-se para atacar Israel e chamar atenção do mundo para a injustiça histórica cometida contra o povo palestino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, todos os acordos feitos em busca da paz encontram-se na estaca zero. A esperança de paz na região depende de o povo palestino ver assegurado o seu direito de existir numa terra que é e sempre foi sua, onde seus direitos sejam respeitados e para onde possam voltar os exilados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-9016926905808627608?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/9016926905808627608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=9016926905808627608&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/9016926905808627608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/9016926905808627608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/11/dia-internacional-de-solidariedade-ao.html' title='29 DE NOVEMBRO: Dia Internacional de Solidariedade ao povo palestino.'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-5416268781164537448</id><published>2011-11-17T08:19:00.035-02:00</published><updated>2011-11-20T22:33:21.408-02:00</updated><title type='text'>O fracasso do Brasil na assistência aos refugiados palestinos</title><content type='html'>Em 1948 foi fundado o Estado de Israel no território da Palestina. Desde então começou a tragédia do povo palestino, a perseguição, os assassinatos, as prisões, as torturas, a destruição das suas casas, a expulsão e o refúgio em outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-EFzB1KyBKiY/Tsf8a4i_L5I/AAAAAAAAAcU/rusP6W9MVho/s1600/Mapa%2Bda%2Bpalestina%2Bantes%2Be%2Bdepois%2Bda%2Bocupa%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bisraelense.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676783394109730706" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-EFzB1KyBKiY/Tsf8a4i_L5I/AAAAAAAAAcU/rusP6W9MVho/s400/Mapa%2Bda%2Bpalestina%2Bantes%2Be%2Bdepois%2Bda%2Bocupa%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bisraelense.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Esta sequência do mapa da Palestina mostra a evolução da ocupação israelense do território palestino a partir de 1946. A área verde representa a população palestina e a área branca a população israelense.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quando em 2003, George Bush ordenou a invasão do Iraque pelas forças militares estadunidense e passou a financiar mercenários xiitas iraquianos para perseguir e assassinar os sunitas, iniciou-se uma caçada aos palestinos que lá viviam, obrigando-os a procurar refúgio nos países vizinhos para não serem dizimados pela fúria assassina dos militares dos Estados Unidos e dos mercenários. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-OWZ9akT9Ub4/TsWSIiScMTI/AAAAAAAAAaE/bgWuARTszbI/s1600/DSC00022.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; FLOAT: left; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676103580711137586" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-OWZ9akT9Ub4/TsWSIiScMTI/AAAAAAAAAaE/bgWuARTszbI/s400/DSC00022.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sr. Teisir (foto), reassentado palestino no Rio Grande do Sul, pai de duas crianças, incapacitado para o trabalho e sem acesso ao benefício do INSS pela evidente deficiência no braço. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Na fuga, o grupo de palestinos, que hoje se encontra no Brasil, tentou entrar na Jordânia através do deserto de Ruweished, mas foram barrados quando já se encontravam 70 Km dentro daquele país, e, com a intervenção da ONU, foram conduzidos ao campo de refugiados de Ruweished onde já viviam milhares de refugiados palestinos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-onuIEfAPCXU/Tsf9nE27CKI/AAAAAAAAAdE/6gl5gJnjXh8/s1600/Salah-01-G.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 266px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676784703084628130" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-onuIEfAPCXU/Tsf9nE27CKI/AAAAAAAAAdE/6gl5gJnjXh8/s400/Salah-01-G.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Salah, 65 anos. Tem curso superior de contabilidade e letras. Fala àrabe e inglês e vive sozinho em Mogi das Cruzes. Precisa de assistência médica e odontológica, mas, o programa de reassentamento brasileiro não prevê a disponibilização de intérprete para acompanhá-lo.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;Não pode trabalhar no Brasil, devido a idade e o idioma.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Era para ser uma permanência curta naquele acampamento, mas arrastou-se por cinco longos anos, vivendo sob as piores condições imagináveis: tendas de lona, temperaturas altíssimas, acima de 50 graus durante o dia e baixíssimas à noite, enfrentando tempestades de areia e cobras e escorpiões do deserto. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-su5qGp2wR8c/TscFtbULCHI/AAAAAAAAAa0/x92-MonNzds/s1600/Acampados%2Bna%2BMesquita%2B2009_2010%2B042.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; FLOAT: left; HEIGHT: 243px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676512133308418162" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-su5qGp2wR8c/TscFtbULCHI/AAAAAAAAAa0/x92-MonNzds/s400/Acampados%2Bna%2BMesquita%2B2009_2010%2B042.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Barracas são a moradia da família Orabi, em Brasilia. Loai (em pé) sofre de uma doença respiratória rara que o obriga a viver ligado a um botijão de oxigênio e não tem a menor assistência humanitária dos órgãos e ONGs responsáveis pelo reassentamento dos palestinos no Brasil. Inicialmente reassentados no Rio Grande do Sul, foram para Brasília na tentativa de conseguir o direito de ser reassentado em outro país que dê o tratamento que o Loai precisa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Em 2007, quando lhes foi dada a notícia de que a Jordânia havia determinado a desativação do acampamento e que o vários países estavam dispostos a recebê-los, ficaram felizes, pois o pesadelo finalmente parecia estar terminando. Mas, já no decorrer dos procedimentos para definir quantos e quais deles iriam para qual país, começaram a se desfazer as ilusões.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LkZs9Q3fXeo/Tsf6Yp6GZHI/AAAAAAAAAbA/rklTX81LSdw/s1600/acampadosnoacnur1jpg.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 317px; FLOAT: left; HEIGHT: 263px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676781156797146226" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-LkZs9Q3fXeo/Tsf6Yp6GZHI/AAAAAAAAAbA/rklTX81LSdw/s400/acampadosnoacnur1jpg.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Foto que ilustra a página inicial do blog "acampados do acnur", blog construído por pessoas solidárias ao protesto dos palestinos em Brasília.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://acampadosnoacnur.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;http://acampadosnoacnur.blogspot.com/&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Os países dispostos a recebê-los informaram a ONU a quantidade que receberiam, sem direito de escolha para os palestinos. Com isso, famílias foram separadas, indo membros de uma mesma família para países distintos. Só os que persistiram muito conseguiram seguir com a família unida para um único país.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-y1n35wIuVYk/Tsf7qIEmT_I/AAAAAAAAAbw/VWyUb5lpKXI/s1600/Handam.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 260px; FLOAT: left; HEIGHT: 195px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676782556463648754" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-y1n35wIuVYk/Tsf7qIEmT_I/AAAAAAAAAbw/VWyUb5lpKXI/s400/Handam.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Sr. Hamdan, faleceu em 21 de outubro de 2009, em Brasília, onde estava em protesto junto com outros 21 palestinos contra o descaso brasileiro com a precária situação em que foram deixados os refugiados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Para os que vieram para o Brasil, o pesadelo não acabou e já há quatro anos aqui, a tragédia parece infindável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wxKSG4rBBL8/Tsf76t30qRI/AAAAAAAAAb8/PfdHsLipBnw/s1600/HudaDawaimeh15b-1.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 233px; FLOAT: left; HEIGHT: 302px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676782841488517394" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-wxKSG4rBBL8/Tsf76t30qRI/AAAAAAAAAb8/PfdHsLipBnw/s400/HudaDawaimeh15b-1.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Huda Dawaymeh (em pé), grávida de 8 meses, quando protestava em Brasília, juntamente com outros palestinos de Mogi e do Rio Grande do Sul, para serem tratados com dignidade pelo governo brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O Brasil, revelou-se um dos piores paises (senão o pior) na recepção a refugiados de qualquer nacionalidade, mas neste artigo pretendo deter-me à recepção feita pelo Brasil em 2007 aos refugiados palestinos do acampamento de refugiados de Ruweished.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-kR-gg7ClQcY/Tsf7DYRQIZI/AAAAAAAAAbY/5V7YTyH6gZw/s1600/04-04-2010_200994940.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; FLOAT: left; HEIGHT: 225px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676781890796790162" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-kR-gg7ClQcY/Tsf7DYRQIZI/AAAAAAAAAbY/5V7YTyH6gZw/s400/04-04-2010_200994940.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Sr. Khaled Sabri. Faleceu em abril de 2010.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Com uma população de 190 milhões de habitantes e apenas pouco mais de quatro mil refugiados de várias nacionalidades, ainda assim esses poucos refugiados recebidos pelo Brasil, uma vez em solo brasileiro são completamente abandonados à própria sorte, humilhados quando procuram ajuda, justamente pelas partes que recebem as verbas da ONU e têm a estrita função de assití-los, sem nenhuma assistência direta por parte do governo, seja federal, estadual ou municipal, sem nenhuma consideração e respeito ao seu traumático passado que os levaram a necessitarem de refúgio em outro país, ou seja, o governo brasileiro parece não entender que, em se tratando de refugiados, principalmente de idioma e cultura tão diferentes da brasileira, não basta aceitar recebê-los, é preciso e necessário acolhê-los com espírito humanitário e garantir-lhes a máxima facilidade, a mínima burocracia para sua perfeita e rápida integração à nova sociedade que as circunstâncias lhes impuseram viver.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-uIZbSdLhVZo/Tsf6uRBssCI/AAAAAAAAAbM/1W3pdkRD69s/s1600/acampadosnoacnur.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676781528075251746" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-uIZbSdLhVZo/Tsf6uRBssCI/AAAAAAAAAbM/1W3pdkRD69s/s400/acampadosnoacnur.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Sr. Farouk, mostrando a barraca em que ficou vivendo na frente da sede da ACNUR-Brasil, em protesto contra o descaso. O protesto foi para que os representantes da ACNUR lhes concedesse o direito de serem reassentados com mais dignidade em outro país.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Os palestinos de Ruweished recebidos pelo Brasil eram em quantidade, segundo fontes extra oficiais, 117, trazidos em quatro grupos entre setembro e novembro de 2007, já, as fontes oficiais informam que foram 107, trazidos em três grupos, entre setembro e outubro daquele ano. A estranheza que tange a questão dos refugiados palestinos no Brasil já começa por essa discrepância na verdadeira quantidade que foram trazidos pela ACNUR.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8TKGMb9i2uA/Tsf7URLBUoI/AAAAAAAAAbk/YLB4Sv4l7wc/s1600/escuta15b-2.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 350px; FLOAT: left; HEIGHT: 284px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676782180949381762" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-8TKGMb9i2uA/Tsf7URLBUoI/AAAAAAAAAbk/YLB4Sv4l7wc/s400/escuta15b-2.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Micro-escuta encontrada por um dos refugiados na fechadura do guarda-roupa doado pela Cáritas Brasileira de Mogi das Cruzes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Os locais de reassentamento desses palestinos também causam estranheza; ao invés de serem reassentados todos numa única cidade e próximos umas famílias das outras, foram 57 reassentados na cidade de Mogi das Cruzes, no Estado de São Paulo e os demais em Venâncio Aires, no Rio Grande do Sul. Essa é a informação veiculada quando da vinda deles para o Brasil. E, dentro dessas cidades também foram instalados distantes umas famílias das outras. Esse fato e o fato de terem sido deixados em dificuldade financeira extrema, deixam claro que havia o objetivo de impedir que formassem uma comunidade unida e organizada para lutarem pelos seus direitos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZjRJLp3AVjo/TsWpDogSICI/AAAAAAAAAaQ/HnF9xKxERy4/s1600/m0907291111011.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 389px; FLOAT: left; HEIGHT: 270px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676128785247903778" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZjRJLp3AVjo/TsWpDogSICI/AAAAAAAAAaQ/HnF9xKxERy4/s400/m0907291111011.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;Nouzha H. M. Allouh (foto), depois de 9 anos separada do filho Hossam, um dos reassentados em Mogi das Cruzes, foi trazida no programa de reunião familiar, vindo a falecer após três meses no Brasil.&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O CONARE (Comitê Nacional para Refugiados), órgão do governo federal, subordinado ao Ministério da Justiça, resumiu-se a dar a autorização para que a ACNUR-Brasil (Auto Comissariado das Nações Unidas no Brasil) os trouxesse, eximindo-se assim de qualquer responsabilidade pelo descaso. A ACNUR, que também exime-se de qualquer responsabilidade pelo descaso, escondendo-se atrás de uma certa "imunidade diplomática", resumiu-se à tercerizar as suas funções e responsabilidades às ONGs Cáritas Brasileira e a partir de 2010 ao Centro de Defesa de Direitos Humanos Padre João Bosco Burnier", sediado na cidade de Guarulhos para assistir aos reassentados em Mogi das Cruzes e ASAV - Associação Padre "Antônio Vieira" para cumprir com essa função aos reassentados em Venâncio Aires, ONGs essas que também eximem-se de responsabilidades. Sendo assim, não se trata de uma parceria público/privada para ajudá-los, mas sim, um conluio entre Governo, ACNUR, Cáritas Brasileira, CDDH de Guarulhos e ASAV, para prejudicá-los e dificultar a definição de responsáveis pelo mal tratamento dispensado a esses palestinos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_1IhHH1IpGo/TsWrs7tsWCI/AAAAAAAAAac/1tB2dK6BbIw/s1600/m1103120636231.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 307px; FLOAT: left; HEIGHT: 390px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676131693802313762" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-_1IhHH1IpGo/TsWrs7tsWCI/AAAAAAAAAac/1tB2dK6BbIw/s400/m1103120636231.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Sr. Mohammad, faleceu em 05 de março de 2011, aos 70 anos, pelo descaso dos responsáveis pelo reassentamento com sua idade avançada e seus problemas de saúde.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O fato concreto é que entre todos os entes governamentais e não governamentais envolvidos diretamente no processo de reassentamento dos palestinos parece ter havido um conluio para que as famílias permanecessem "invisíveis" ao público brasileiro e estrangeiro, para que as notícias das mazelas que cometem contra eles não cheguem ao conhecimento do grande público e se transforme em verdadeiros escândalos políticos na imprensa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-OpyXRzOm4fQ/TsWuoBigAMI/AAAAAAAAAao/5TGwenxgxSE/s1600/foto%2Bfamilia%2Babut%2Btaha%2B2%2BMN.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 310px; FLOAT: left; HEIGHT: 207px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676134908001517762" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-OpyXRzOm4fQ/TsWuoBigAMI/AAAAAAAAAao/5TGwenxgxSE/s400/foto%2Bfamilia%2Babut%2Btaha%2B2%2BMN.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Sr. Khaled Said Abu Taha, vítima do descaso, faleceu em novembro de 2010, por ter seu laudo médico extraviado pelos responsáveis pelo reassentamento e esse laudo indicava necessidade de cirurgia devido a um nódulo na tireóide que acabou evoluindo para neoplasia malígna e foi a causa da sua morte.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Contra a vontade deles e da Autoridade Palestina, o Brasil ofereceu-se, insistiu e fêz promessas para trazê-los, promessas estas jamais cumpridas em quase a totalidade, de olho na candidatura brasileira a uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas. Não é à toa que todas as notícias veiculadas pela ACNUR-Brasil tratam de supervalorizar o feito de o Brasil ter trazido os palestinos como um ato de benevolência e solidariedade do nosso país, mas, longe do conhecimento público, trata de tentar calá-los à força, cortando (como cortou) a ajuda humanitária dos que ousaram protestar contra o descaso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Xve5ki_TPrI/Tsf9KIlkjCI/AAAAAAAAAcs/TQ0G1nnETPI/s1600/P1010140.JPG"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; FLOAT: left; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676784205869386786" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-Xve5ki_TPrI/Tsf9KIlkjCI/AAAAAAAAAcs/TQ0G1nnETPI/s400/P1010140.JPG" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Sr. Ghazi Shahin, 65 anos. Era músico de renome no mundo árabe e diretor do cineteatro de Bagdah. É excelente cozinheiro também. Sem poder trabalhar, devido a idade avançada, saúde fragilizada e à dificuldade idiomática, foi punido com a suspensão do seu auxílio subsistência por alguns meses após reclamar da irresponsabilidade dos funcionários da CDDH de Guarulhos que até hoje, desde que assumiu o lugar da Cáritas Brasileira não encaminhou a correção dos dados para regularização do seu RNE e da sua família junto à polícia federal.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O CONARE jamais se manifesta, mesmo quando provocado, a ACNUR se defende alegando "imunidade diplomática" para não arcar com suas responsabilidades e as ONGs responsáveis simplesmente agem como uma extensão da ACNUR na defesa aguerrida do programa de reassentamento e também nos maus tratos aos palestinos que procuram por ajuda. As prefeituras das cidades de reassentamento não só deixam de ajudar como também, os exclui de programas sociais garantidos constitucionalmente a brasileiros e estrangeiros que, por pouco que representem, faz muita falta a eles e a imprensa empresa dessas cidades deixam de publicar matérias que possam evidenciar a verdadeira situação a que os palestinos foram submetidos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-dy1h7t_hnik/Tsf8LFbalsI/AAAAAAAAAcI/QxQRcjqrlcg/s1600/Ibtissam-01-G.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 266px; FLOAT: left; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676783122689726146" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-dy1h7t_hnik/Tsf8LFbalsI/AAAAAAAAAcI/QxQRcjqrlcg/s400/Ibtissam-01-G.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Ibtissam, 68 anos, viúva do Sr. Mohammad Tamimi que faleceu em março de 2011.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O objetivo do conluio dos órgãos oficiais e entidades responsáveis de mantê-los "invisíveis" e de o descaso perdurar e não virar notícia de jornal parece ter sido alcançado plenamente, visto que pouquíssimos brasileiros têm conhecimento da existência desses palestinos entre nós e, desses poucos, a maioria desconhece os problemas que eles passam realmente ou têm uma visão fabricada e deturpada por uma mídia "vendida" de que eles têm melhores condições econômicas e sociais do que nós brasileiros. Alguns brasileiros até chegam a acreditar que eles recebem um tratamento privilegiado e são ingratos por protestar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--jb4ttRVAIc/Tsf9Wxn4z9I/AAAAAAAAAc4/utLwRe0Cr_M/s1600/Rachida27-01-2010_329313847.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 141px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676784423043387346" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/--jb4ttRVAIc/Tsf9Wxn4z9I/AAAAAAAAAc4/utLwRe0Cr_M/s400/Rachida27-01-2010_329313847.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Sra. Hachida, faleceu em 2010.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;É inadmissível que um país rico como o Brasil, que tem fama mundial de ter um governo democrático e um povo solidário, trate com tanta irresponsabilidade e descaso a questão do refúgio de estrangeiros no nosso país. É preciso que essa verdade cruel seja denunciada ao mundo todo, que a vergonha do Brasil seja exposta para o povo brasileiro e para o mundo todo ver e saber o que realmente se passa.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Pessoas em situação de refúgio precisam ser recebidas com a máxima atenção. A solução de seus problemas têm que ser rápidas e eficazes. Como acontece na Suécia, por exemplo, é preciso que o Brasil tenha funcionários disponibilizados em quantidade suficiente, 24 horas por dia e devidamente treinados para auxiliá-los em todas as suas demandas, em especial nas áreas de assistência social, médica/odontológica, idiomática, educacional, econômica, habitacional e jurídica para lhes garantir inclusão social, acessibilidade, adaptação e integração na nova sociedade em que as trágicas circunstâncias passadas em suas vidas lhes obrigaram a viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que ninguém se engane com o Brasil. Enquanto outros países realmente acolheram refugiados palestinos com dignidade, respeito a todos os seus direitos de pessoas humanas que são e verdadeira motivação humanitária, o Brasil simplesmente os "sequestrou", os confinou em território brasileiro, negando-lhes o direito de procurar refúgio em outro país, trata-os com crueldade, não lhes dá assistência devida e, como se não bastasse, tenta calá-los a qualquer custo quando ousam exigir seus direitos; mas, alardeia aos quatro cantos do planeta o contrário disso para fazer crer aos menos avisados de que eles são os ingratos, numa repugnante tentativa de autopromoção perante os outros países.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Alguém em sã consciência poderia acreditar que uma pessoa em situação de refúgio, de idioma árabe, com a saúde debilitada, teria condições de adaptar-se e integrar-se numa sociedade completamente estranha à sua, de idioma português, péssimo sistema de saúde e custo de vida altíssimo, com um auxilio subsistência miserável de apenas 350 dólares por mês e sem uma casa própria, num programa pré-concebido para encerrar-se em dois anos? Pois é, qualquer um de nós sabe ser impossível, mas o Brasil insistiu em trazê-los mesmo assim. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-5416268781164537448?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/5416268781164537448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=5416268781164537448&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/5416268781164537448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/5416268781164537448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/11/brasil-uma-vergonha-para-o-mundo-na.html' title='O fracasso do Brasil na assistência aos refugiados palestinos'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-EFzB1KyBKiY/Tsf8a4i_L5I/AAAAAAAAAcU/rusP6W9MVho/s72-c/Mapa%2Bda%2Bpalestina%2Bantes%2Be%2Bdepois%2Bda%2Bocupa%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bisraelense.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-6381881824593829504</id><published>2011-11-13T11:50:00.003-02:00</published><updated>2011-11-13T12:14:37.982-02:00</updated><title type='text'>Movimentos brasileiros contra o apartheid de Israel</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Por: Frente em Defesa do Povo Palestino-SP*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes dias, em várias partes do mundo, têm sido realizadas iniciativas contra o apartheid na Palestina. As atividades integram a Semana Global contra o Muro, que vai até 16 de novembro. Capitaneada pela ONG Stop the Wall, que promove em três locais na Cisjordânia manifestações no período, esta teve início não por acaso no dia 9.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A data marca a queda do muro do Berlim, ocorrida em 1989.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale destacar que enquanto aquele tinha três metros de altura e 155 km de extensão, a barreira na Cisjordânia, território ocupado ilegalmente por Israel, chega respectivamente a nove metros e terá, quando concluída, 770 km de comprimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A construção foi iniciada em 2002 e, apesar de condenada dois anos depois pelo Tribunal Penal Internacional de Haia, não foi interrompida. Tal, como lembrou o historiador André Gattaz em artigo de sua autoria intitulado “Ilusões sobre o processo de paz na Palestina”, trata-se na verdade de “um complexo de fortificações composto por muros, cercas, fossos, barreiras, portões de controle, torres de segurança e equipamentos de vigilância eletrônica, orçado em mais de um milhão de dólares o quilômetro”. Ainda conforme o especialista, “embora o governo israelense denomine-o ‘cerca de segurança’, vem sendo conhecido no restante do mundo como ‘muro da vergonha’ ou ainda ‘muro do apartheid’, numa triste recordação dos tempos do apartheid que separava negros e brancos na África do Sul 9(...)”. Não à toa: juntamente com os postos de controle, estradas exclusivas, assentamentos e outros aparatos da ocupação israelense, além de anexar terras, separa famílias e restringe ainda mais o acesso a direitos fundamentais aos palestinos, tais como a ir e vir, à educação, à saúde, ao trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra isso, ativistas em dezoito países encamparam a ideia da Semana Global, nos diversos continentes. No Brasil, um debate intitulado “O muro do apartheid e a resistência palestina”, promovido no dia 8 último pela Frente em Defesa do Povo Palestino de São Paulo e Apropuc (Associação dos Professores da PUC), nessa universidade na Capital paulista, integrou a iniciativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Destaque ao BDS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Além de contextualização histórica pela jornalista brasileira que reside na Cisjordânia e de relato do líder palestino Abdallah Abu Rahmah sobre a resistência contra o muro na pequena aldeia de Bil´in, a oportunidade serviu para se refletir sobre estratégias para fazer frente ao apartheid de Israel a partir do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, atendendo a chamado da sociedade civil palestina que vem sendo feito desde 2005, a Frente em Defesa do Povo Palestino e a Frente Palestina da USP (Universidade de São Paulo) lançaram no dia 20 de setembro último a campanha brasileira por BDS (boicotes, desinvestimento e sanções).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta conta com o aval de várias organizações da sociedade civil brasileira, tais como comitês de solidariedade e sociedades árabes-palestinas em diversos estados brasileiros, Marcha Mundial de Mulheres, Movimento Mulheres em Luta, MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), CUT (Central Única dos Trabalhadores), CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular), PSOL-SP (Partido Socialismo e Liberdade, mandato do deputado federal Ivan Valente), PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado), PCB (Partido Comunista Brasileiro), Revolutas, Mopat (Movimento Palestina para Tod@s), UNI (União Nacional das Entidades Islâmicas), Assisp (Associação Islâmica de São Paulo), Liga da Juventude Islâmica do Brasil e Anel (Assembleia Nacional dos Estudantes Livre).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ano, o pleito central da campanha global é que nos diversos países se priorize o embargo militar integral a Israel, até que se cumpram as reivindicações fundamentais dos palestinos, a saber: o fim imediato da ocupação militar e colonização de terras árabes, e a derrubada do muro do apartheid, que vem sendo construído na Cisjordânia desde 2002, dividindo terras, famílias e impedindo os palestinos do direito elementar de ir e vir; o reconhecimento dos direitos dos cidadãos palestinos à autodeterminação, à soberania e à igualdade; o respeito, proteção e promoção do direito de retorno dos refugiados palestinos às suas terras e propriedades, das quais vêm sendo expulsos desde 1948, quando foi criado unilateralmente o Estado de Israel, até os dias atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principal campanha internacional de solidariedade ao povo palestino e contra qualquer forma de discriminação naquelas terras, a campanha do BDS redundou em conquistas importantes em diversas outras partes do mundo, como o rompimento de contratos milionários com empresas que atuam na construção do muro, de assentamentos ilegais ou de outros aparatos que sustentam a segregação na Palestina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de esse movimento vir se expandindo em todo o globo, no Brasil algumas ações vão na contramão dessa corrente, como a adesão do País ao TLC (Tratado de Livre Comércio) Mercosul-Israel e negociações comerciais bilaterais com a potência ocupante, incluindo a assinatura de acordos militares e de tecnologia bélica. Amplo estudo promovido pela Stop the Wall denuncia que o TLC inclui a venda em território brasileiro de produtos e serviços feitos em assentamentos israelenses ilegais na Cisjordânia, bem como de tecnologias de defesa e segurança, as quais têm sido usadas nos ataques contra os palestinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda na contracorrente, a cidade de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, passou a abrigar instalações da empresa israelense Elbit Systems, que atua na área de tecnologia militar e é especialista em construção de veículos não tripulados, os quais foram amplamente usados nos ataques aos palestinos de Gaza em final de 2008 e início de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das 12 companhias envolvidas na construção do muro do apartheid, a Elbit já assinou contratos no Brasil, como com a Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica) e as Forças Armadas. Ademais, a Taurus, instalada também em Porto Alegre, passou a montar o rifle israelense Tavor. Além disso, conceituadas universidades têm firmado acordos de cooperação e intercâmbio com instituições israelenses, sobretudo nos últimos anos. Entre elas, a USP, que fechou nos últimos quatro anos 15 convênios do gênero em diversas áreas. Um deles inclusive com universidade situada num dos maiores assentamentos ilegais na Cisjordânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organização Stop the Wall alertou, em relatório, que essas iniciativas garantem que as guerras, ocupação e colonização israelenses continuem a gerar lucros. E enfatizou: &lt;em&gt;“Esses laços militares põem em questão o compromisso do governo brasileiro em apoiar os direitos humanos, a paz e a criação de um Estado palestino e parecem contradizer as atuais alianças brasileiras e interesses na região. É preocupante que o Brasil entregue o dinheiro dos impostos dos seus cidadãos às empresas de armamento israelenses. O Brasil não pode conciliar a cumplicidade com as graves violações da lei internacional por parte de Israel e as aspirações a potência mundial emergente, defensora do respeito à lei internacional e aos direitos humanos.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Perante esse cenário, a campanha nacional reivindica que o governo brasileiro e suas instituições, bem como empresas públicas e privadas nacionais e/ou instaladas neste País, imponham embargo militar e econômico a Israel, através do rompimento de acordos, contratos e suspensão na aquisição de produtos e serviços, os quais financiam cotidianamente a violação dos direitos humanos do povo palestino e a ocupação de suas terras. Para tanto, a ideia é intensificar as iniciativas em prol do BDS no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de pressionar o Executivo Federal para que promova sanções e desinvestimentos, outra frente de atuação recomendada, nesse sentido, é por boicotes cultural, acadêmico e a produtos e serviços que financiam a ocupação israelense. No Brasil, a proposta central aos consumidores é que boicotem a Café Três Corações. Principal indústria do produto no mercado mineiro, tal está nas mãos da empresa israelense Strauss-Elite. Com 18 fábricas espalhadas pelo mundo, sendo nove delas em Israel, essa companhia, segundo denunciado na internet, tem apoiado a colonização e opressão do povo palestino. Em seu site em hebraico, constaria o suporte explícito às forças de ocupação israelenses, inclusive com a cessão de equipamentos de lazer aos militares.&lt;br /&gt;Brigadas envolvidas nos ataques à faixa de Gaza em 2008-2009, que resultaram na morte de 1.400 palestinos, incluindo 350 crianças, têm contado com o apoio da Strauss-Levi. Portanto, comprar o Café Três Corações e marcas adquiridas por essa indústria, tais como Fino Grão e Santa Clara, é dar lucro para grupo que investe na matança de palestinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Europa, o boicote a produtos e empresas da Strauss-Elite já pegou. Aqui, o grupo é o vice-líder do segmento, atrás apenas da estadunidense Sara Lee, que também tem investido pesado nesse mercado. O Brasil, que já foi considerado o país do café, está sendo alvo de Israel e dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como lembra Gattaz no mesmo artigo, o País, como signatário da Convenção de Genebra, se não por razões humanitárias, em cumprimento à lei internacional não pode se calar diante da opressão e da injustiça. Todavia, enquanto a sociedade civil organizada se manifesta, é o que autoridades, algumas empresas e universidades vêm fazendo, ao negociar com Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista ao Le Monde Diplomatique, em maio de 2008, o ativista palestino Mustafá Barghouti destacou que &lt;strong&gt;mais terrível do que a situação a que são submetidos os palestinos diariamente é o silêncio internacional&lt;/strong&gt;. &lt;em&gt;“Chegamos a pensar que o mundo não quer tomar conhecimento de nossa tragédia. Que fechou olhos, boca e orelhas. A desgraça palestina está órfã.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Semana Global contra o Muro do Apartheid é mais uma oportunidade para que se exija do governo brasileiro e dessas instituições que façam diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Formada quando dos ataques israelenses a Gaza em 2008/2009, a Frente em Defesa do Povo Palestino-SP reúne dezenas de organizações da sociedade civil brasileira e integra este movimento em apoio ao povo palestino.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-6381881824593829504?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/6381881824593829504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=6381881824593829504&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6381881824593829504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6381881824593829504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/11/movimentos-brasileiros-contra-o.html' title='Movimentos brasileiros contra o apartheid de Israel'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-5280995595973777410</id><published>2011-11-08T08:53:00.005-02:00</published><updated>2011-11-08T09:21:46.897-02:00</updated><title type='text'>Palestra: A Palestina vista de dentro</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O que realmente acontece na Palestina, os brasileiros desconhecem. As grandes empresas da mídia capitalista, colaboracionistas com o Israel, em geral nos mostra Israel como vítima e os palestinos como vilões e essa é a imagem que fica em nossas mentes e falseiam a realidade. Por isso, compareça à palestra de Abdallah Abu Rahmah , uma das mais destacadas lideranças da resistência pacífica palestina, e Bernadette Siqueira Abrão (Baby Abrão), que acontecerá neste sábado em Mogi das Cruzes, em dois locais: às 14 horas, na Mesquita de Mogi das Cruzes (av. Henrique Eroles, 200 - Alto do Ipiranga) e às 18 horas na subsede da APEOESP (rua Barão de Jaceguai, 84 - Centro).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 494px; DISPLAY: block; HEIGHT: 622px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672576675680021666" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-ru1Eu6NabGA/TrkKbpMS7KI/AAAAAAAAAYc/hBvo7naNpVw/s400/Cartaz%2BPalestina.jpg" /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wLPUNuP8Bj0/TrkKyykd_wI/AAAAAAAAAYo/1aKSaf1QYf0/s1600/Cartaz%2BPalestina%2B2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 495px; DISPLAY: block; HEIGHT: 653px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672577073334320898" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-wLPUNuP8Bj0/TrkKyykd_wI/AAAAAAAAAYo/1aKSaf1QYf0/s400/Cartaz%2BPalestina%2B2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-5280995595973777410?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/5280995595973777410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=5280995595973777410&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/5280995595973777410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/5280995595973777410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/11/palestra-palestina-vista-de-dentro.html' title='Palestra: A Palestina vista de dentro'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ru1Eu6NabGA/TrkKbpMS7KI/AAAAAAAAAYc/hBvo7naNpVw/s72-c/Cartaz%2BPalestina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-3961222908028734127</id><published>2011-11-06T18:22:00.002-02:00</published><updated>2011-11-06T18:56:57.954-02:00</updated><title type='text'>Palestina para os palestinos</title><content type='html'>Os sionistas orquestraram a invasão da Palestina desde o final do século XIX para alí criarem um estado judeu e chegaram ao seu intento em 1948 e contra a justa e necessária resistência do povo palestino contra essa invasão, Israel se utiliza permanentemente de ataques bélicos brutais que assassinam milhares de palestinos e dizem que fazem isso em legítima defesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como pode Israel alegar legítima defesa, se quem teve a terra invadida foi a Palestina?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os palestinos sim, têm legitimidade e justiça para alegar legítima defesa e expulsar os que assassinam palestinos para se adonar de suas terras. Os palestinos, sim, merecem a solidariedade de todas as pessoas de bem, de qualquer parte do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O território onde hoje denominam de Israel é e sempre será a Palestina e os invasores são os sionistas e seus seguidores que criaram o fictício estado de Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, não importa quanto tempo ainda demore, mas, com a determinação e resistência do povo palestino e a rede de solidariedade espalhada em todos os países, a Palestina voltara a ser dos palestinos, sem discriminação contra os judeus que lá queiram morar, como sempre foi, antes de 1948.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-3961222908028734127?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/3961222908028734127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=3961222908028734127&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3961222908028734127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3961222908028734127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/11/palestina-para-os-palestinos.html' title='Palestina para os palestinos'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-512566744754109101</id><published>2011-10-21T19:14:00.003-02:00</published><updated>2011-10-21T19:20:53.872-02:00</updated><title type='text'>CONFORME SUA PALAVRA EMPENHADA, KHADAFI MORREU COMBATENDO, DEFENDENDO O POVO LÍBIO DA INSANIDADE IMPERIALISTA</title><content type='html'>KHADAFI MORREU COMBATENDOCOM DIGNIDADE E COERÊNCIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miguel Urbano Rodrigues&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A foto divulgada pelos contra-revolucionários do CNT elimina dúvidas: Muamar Khadafi morreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notícias contraditórias sobre as circunstâncias da sua morte correm o mundo, semeando confusão. Mas das próprias declarações daqueles que exibem o cadáver do líder líbio transparece uma evidência: Khadafi foi assassinado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento em que escrevo, a Resistência líbia ainda não tornou pública uma nota sobre o combate final de Khadafi. Mas desde já se pode afirmar que caiu lutando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A midia a serviço do imperialismo principiou imediatamente a transformar o acontecimento numa vitória da democracia, e os governantes dos EUA e da União Europeia e a intelectualidade neoliberal festejam o crime, derramando insultos sobre o último chefe de Estado legitimo da Líbia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa atitude não surpreende, mas o seu efeito é oposto ao pretendido: o imperialismo exibe para a humanidade o seu rosto medonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agressão ao povo da Líbia, concebida e montada com muita antecedência, levada adiante com a cumplicidade do Conselho de Segurança da ONU e executada militarmente pelos EUA, a França e a Grã Bretanha deixará na História a memória de uma das mais abjectas guerras neocoloniais do início do século XXI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a OTAN começou a bombardear as cidades e aldeias da Líbia, violando a Resolução aprovada sobre a chamada Zona de Exclusão aérea, Obama, Sarkozy e Cameron afirmaram que a guerra, mascarada de «intervenção humanitária», terminaria dentro de poucos dias. Mas a destruição do país e a matança de civis durou mais de sete meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os senhores do capital foram desmentidos pela Resistência do povo da Líbia. Os «rebeldes», de Benghazi, treinados e armados por oficiais europeus e pela CIA, pela Mossad e pelos serviços secretos britânicos e franceses fugiam em debandada, como coelhos, sempre que enfrentavam aqueles que defendiam a Líbia da agressão estrangeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram os devastadores bombardeamentos da OTAN que lhes permitiram entrar nas cidades que haviam sido incapazes de tomar. Mas, ocupada Tripoli, foram durante semanas derrotados em Bani Walid e Sirte, baluartes da Resistência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta hora em que o imperialismo discute já, com gula, a partilha do petróleo e do gás libios, é para Muamar Khadafi e não para os responsáveis pela sua morte que se dirige em todo o mundo o respeito de milhões de homens e mulheres que acreditam nos valores e princípios invocados, mas violados, pelos seus assassinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Khadafi afirmou desde o primeiro dia da agressão que resistiria e lutaria com o seu povo ate à morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Honrou a palavra empenhada. Caiu combatendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que imagem dele ficará na História? Uma resposta breve à pergunta é hoje desaconselhável, precisamente porque Muamar Khadafi foi como homem e estadista uma personalidade complexa, cuja vida reflectiu as suas contradições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três Khadafis diferentes, quase incompatíveis, são identificáveis nos 42 nos em que dirigiu com mão de ferro a Líbia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem oficial que em 1969 derrubou a corrupta monarquia Senussita, inventada pelos ingleses, agiu durante anos como um revolucionário. Transformou uma sociedade tribal paupérrima, onde o analfabetismo superava os 90% e os recursos naturais estavam nas mãos de transnacionais americanas e britânicas, num dos países mais ricos do mundo muçulmano. Mas das monarquias do Golfo se diferenciou por uma politica progressista. Nacionalizou os hidrocarbonetos, erradicou praticamente o analfabetismo, construiu universidades e hospitais; proporcionou habitação condigna aos trabalhadores e camponeses e recuperou para uma agricultura moderna milhões de hectares do deserto graças à captação de águas subterrâneas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas conquistas valeram-lhe uma grande popularidade e a adesão da maioria dos líbios. Mas não foram acompanhadas de medidas que abrissem a porta à participação popular. O regime tornou-se, pelo contrário, cada vez mais autocrático. Exercendo um poder absoluto, o líder distanciou-se progressivamente nos últimos anos da política de independência que levara os EUA a incluir a Líbia na lista negra dos estados a abater porque não se submetiam. Bombardeada Tripoli numa agressão imperial, o país foi atingido por duras sanções e qualificado de «estado terrorista».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa estranha metamorfose surgiu então um segundo Khadafi. Negociou o levantamento das sanções, privatizou empresas, abriu sectores da economia ao imperialismo. Passou então a ser recebido como um amigo nas capitais europeias. Berlusconi, Blair, Sarkozy, Obama ,Sócrates receberam-no com abraços hipócritas e muitos assinaram acordos milionarios , enquanto ele multiplicava as excentricidades, acampando na sua tenda em capitais europeias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na última metamorfose emergiu com a agressão imperial o Khadafi que recuperou a dignidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li algures que ele admirava Salvador Allende e desprezava os dirigentes que nas horas decisivas capitulam e fogem para o exílio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer paralelo entre ele e Allende seria descabido. Mas tal como o presidente da Unidade Popular chilena, Khadafi, coerente com o compromisso assumido, morreu combatendo. Com coragem e dignidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independentemente do julgamento futuro da História, Muamar Khadafi será pelo tempo afora recordado como um herói pelos líbios que amam a independência e liberdade. E também por muitos milhões de muçulmanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Resistência, aliás, prossegue, estimulada pelo seu exemplo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-512566744754109101?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/512566744754109101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=512566744754109101&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/512566744754109101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/512566744754109101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/10/conforme-sua-palavra-empenhada-khadafi.html' title='CONFORME SUA PALAVRA EMPENHADA, KHADAFI MORREU COMBATENDO, DEFENDENDO O POVO LÍBIO DA INSANIDADE IMPERIALISTA'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-6173485408988640474</id><published>2011-10-21T18:39:00.000-02:00</published><updated>2011-10-21T18:40:12.774-02:00</updated><title type='text'>Pela liberdade, justiça e dignidade dos presos políticos palestinos</title><content type='html'>As organizações da sociedade civil brasileira abaixo assinadas solidarizam-se com os presos políticos palestinos em greve de fome desde 27 de setembro de 2011 e exigem justiça, dignidade e liberdade aos detidos. Sua luta é contra as condições desumanas a que estão submetidos nos cárceres israelenses, as quais têm se deteriorado ainda mais nos últimos meses. A punição coletiva por parte de Israel vem se agravando, e não poupa nem mesmo os muitos que estão à espera de julgamento e os cerca de 200 em prisão administrativa. A tortura sistemática, a humilhação cotidiana, inclusive nas inspeções, o confinamento prolongado, a negação de visitas até mesmo de advogados, a não permissão de reagrupamento familiar, a violação de direitos humanos fundamentais, como à educação, têm sido a regra.&lt;br /&gt;Contra esse regime de opressão, a greve foi iniciada e conta com a adesão de diversas lideranças, de vários partidos e organizações. As mulheres também estão participando do movimento. Como punição, todos têm sofrido repressão, isolamento, transferências arbitrárias e maus tratos. Numa tentativa de desmobilização, muitos líderes têm sido deslocados para paradeiros desconhecidos. Essas práticas comuns têm sido intensificadas com o intuito de quebrar a resistência manifestada com a greve de fome. Fazendo frente a isso, além da recusa a se alimentar, os prisioneiros anunciaram a rejeição de todas as ordens na prisão, como o uso dos uniformes, as chamadas e os horários nos centros de detenção.&lt;br /&gt;As detenções ilegais são praxe por parte do Estado de Israel desde sua criação unilateral, em 1948. Segundo a Adameer – Associação de Direitos Humanos e Apoio aos Prisioneiros Palestinos divulga em seu site, somente de 1967 para cá mais de 650 mil palestinos já foram detidos – ou seja, pouco menos de 20% do total da população dos territórios ocupados naquele ano, durante a chamada Guerra dos Seis Dias. Atualmente, calcula-se que estejam nos cárceres israelenses cerca de 7 mil cidadãos palestinos, entre os quais 340 crianças e 120 mulheres. Por volta de 115 presos encontram-se há mais de 20 anos nessas cadeias e 26, há mais de 25 anos.&lt;br /&gt;Conforme a Adameer, cerca de 24 centros de detenção, cinco centros de interrogação, sete casas de detenção, três campos militares e nove outras prisões na Cisjordânia e Gaza integram o complexo do aparelho repressivo do Estado israelense. Em todos, a violação às convenções de Genebra, sobretudo quanto ao tratamento digno às pessoas nessas condições, é comum.&lt;br /&gt;A solidariedade internacional é fundamental para denunciar esse estado de coisas. Exigimos respeito aos direitos humanos dos presos políticos palestinos em greve de fome e a libertação imediata de todos os detidos, bem como a intervenção da Cruz Vermelha Internacional neste momento. Esperamos que as vozes a partir do Brasil sejam ouvidas para garantir a dignidade desses cidadãos e cidadãs e impedir a contínua punição coletiva e maus tratos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frente em Defesa do Povo Palestino&lt;br /&gt;Anel - Assembleia Nacional dos Estudantes - Livre&lt;br /&gt;Associação Islâmica de São Paulo&lt;br /&gt;Centro Cultural Árabe-Palestino Brasileiro de Mato Grosso do Sul&lt;br /&gt;Centro Cultural Árabe-Palestino do Rio Grande do Sul&lt;br /&gt;Ciranda Internacional da Informação Independente&lt;br /&gt;Comitê Catarinense de Solidariedade ao Povo Palestino&lt;br /&gt;Comitê Democrático Palestino no Brasil&lt;br /&gt;CSP-Conlutas - Central Sindical e Popular-Coordenação Nacional de Lutas&lt;br /&gt;CUT - Central Única dos Trabalhadores&lt;br /&gt;Intersindical&lt;br /&gt;MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra&lt;br /&gt;Mopat - Movimento Palestina para Tod@s&lt;br /&gt;PCB - Partido Comunista Brasileiro&lt;br /&gt;PSTU - Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado&lt;br /&gt;Sociedade Árabe-Palestina de Corumbá&lt;br /&gt;Sociedade Árabe-Palestina de Brasília&lt;br /&gt;Sociedade Árabe-Palestina de Chuí&lt;br /&gt;Sociedade Árabe-Palestina de Santa Maria&lt;br /&gt;UNI - União Nacional das Entidades Islâmicas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-6173485408988640474?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/6173485408988640474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=6173485408988640474&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6173485408988640474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6173485408988640474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/10/pela-liberdade-justica-e-dignidade-dos.html' title='Pela liberdade, justiça e dignidade dos presos políticos palestinos'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-6785229634024814670</id><published>2011-10-21T18:26:00.000-02:00</published><updated>2011-10-21T18:26:32.155-02:00</updated><title type='text'>Nos porões de Israel</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Jn00Srf0NCc/TqHVOYCkpSI/AAAAAAAAAQY/ltX-8FujOZw/s1600/arton5882-0433c.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236px" rda="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-Jn00Srf0NCc/TqHVOYCkpSI/AAAAAAAAAQY/ltX-8FujOZw/s320/arton5882-0433c.jpg" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quarta-feira 19 de outubro de 2011, por Soraya Misleh&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento em que se realiza a primeira parte do acordo entre o Hamas e o Governo de Israel para troca de 1.027 prisioneiros políticos palestinos – com a libertação de 477 desses, incluindo 27 mulheres – pelo soldado Gilad Shalit, uma outra luta entra em fase decisiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra as condições desumanas a que estão submetidos nos cárceres israelenses, as quais têm se deteriorado ainda mais nos últimos meses, centenas dos mais de 6 mil que continuam detidos estão em greve de fome desde 27 de setembro último. Além da recusa a se alimentar, eles vêm rejeitando todas as ordens na prisão, como o uso dos uniformes, as chamadas e os horários nos centros de detenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 18 de outubro, anunciaram sua primeira vitória: a conquista de um termo de compromisso que prevê, entre outros pontos, o fim do isolamento e confinamento prolongados, a restauração de direitos à comunicação, visita e educação, suspensos após a captura de Shalit em junho de 2006 pelo Hamas. No aguardo de que o acordo seja concretizado, os presos políticos palestinos decidiram pela suspensão da greve de fome nos próximos três dias. Contudo, lideranças como Ahmad Saadat, da Frente Popular pela Libertação da Palestina, não voltaram a se alimentar, para assegurar que o acerto seja cumprido. No site Free Ahmad Saadat, que divulga campanha por sua libertação, consta que, mesmo hospitalizado após ter-lhe sido recusado, assim como a outros manifestantes, na prisão o sal – único item que vinha consumindo, juntamente com água –, ele se manteve firme na determinação de não interromper temporariamente a greve de fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de firmar o acordo, Israel endureceu ainda mais no trato com os prisioneiros, com transferências arbitrárias e maus tratos. O tiro aparentemente saiu pela culatra: não dobrou a espinha dos já sofridos palestinos, cujo movimento iniciado há mais de 20 anos chama atenção para a punição coletiva por parte de Israel, a qual vem se agravando, e não poupa nem mesmo os muitos que estão à espera de julgamento e os cerca de 200 em prisão administrativa (aqueles que se encontram encarcerados, embora sem acusação formal). A tortura sistemática, a humilhação cotidiana, inclusive nas inspeções, o confinamento prolongado, a negação de visitas até mesmo de advogados, a não permissão de reagrupamento familiar, a violação de direitos humanos fundamentais, como à educação, são praxe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Detenções ilegais&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas são comuns por parte do Estado de Israel desde sua criação unilateral, em 1948 – após a expulsão de cerca de 800 mil palestinos de suas casas e destruição de aproximadamente 500 aldeias. Segundo a Adameer – Associação de Direitos Humanos e Apoio aos Prisioneiros Palestinos divulga em seu site, somente de 1967 para cá mais de 650 mil palestinos já foram detidos – ou seja, pouco menos de 20% do total da população dos territórios ocupados naquele ano, durante a chamada Guerra dos Seis Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme a Adameer, cerca de 24 centros de detenção, cinco centros de interrogação, sete casas de detenção, três campos militares e nove outras prisões na Cisjordânia e Gaza integram o complexo do aparelho repressivo do Estado israelense. Em todos, a violação às convenções de Genebra, sobretudo quanto ao tratamento digno às pessoas nessas condições, é comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solidariedade internacional é fundamental para denunciar esse estado de coisas e fazer cumprir o acordo firmado agora com Israel. Do Brasil, várias organizações – entre centrais sindicais, movimentos da juventude, islâmicos, de mulheres e sem terra, centros, comitês e sociedades árabes-palestinas de diversos estados e partidos políticos – aderiram a manifesto redigido pela Frente em Defesa do Povo Palestino de São Paulo. O documento foi enviado em 18 de outubro ao Comitê da Cruz Vermelha Internacional em Brasília. Atendendo a pedido do movimento palestino, exige a intervenção dessa organização para assegurar o respeito aos direitos humanos dos presos políticos palestinos. Reivindica ainda justiça, dignidade e a libertação imediata de todos os detidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois acontecimentos – a greve de fome e o acordo para troca de prisioneiros políticos palestinos – lançam holofotes sobre as detenções como parte da estratégia de Israel de sufocar a resistência à ocupação ilegal de territórios. Resistência essa que é direito legítimo, como reconhece a lei internacional e a própria ONU (Organização das Nações Unidas) em várias de suas resoluções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ciranda.net/brasil/article/nos-poroes-de-israel?var_mode=calcul"&gt;http://www.ciranda.net/brasil/article/nos-poroes-de-israel?var_mode=calcul&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-6785229634024814670?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/6785229634024814670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=6785229634024814670&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6785229634024814670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6785229634024814670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/10/nos-poroes-de-israel.html' title='Nos porões de Israel'/><author><name>Mauro Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13273183024087653411</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_l67McEedyms/TEnJMexTkII/AAAAAAAAANU/pwZPn6Stxj8/S220/de+maos+dadas4.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Jn00Srf0NCc/TqHVOYCkpSI/AAAAAAAAAQY/ltX-8FujOZw/s72-c/arton5882-0433c.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-5328807846194997073</id><published>2011-10-18T23:04:00.007-02:00</published><updated>2011-10-18T23:40:25.615-02:00</updated><title type='text'>Em dia de festa, famílias se reencontram com emoção e lágrimas na Palestina</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-x7c_qsU_FjQ/Tp4pTc3KpTI/AAAAAAAAAX8/uSD4oS6Uvz8/s1600/SAM_6180.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 225px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665010795420493106" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-x7c_qsU_FjQ/Tp4pTc3KpTI/AAAAAAAAAX8/uSD4oS6Uvz8/s400/SAM_6180.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Famílias inteiras saíram às ruas receber palestinos libertados de prisões israelenses&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-fAWz5vyS-DY/Tp4k_0UXEmI/AAAAAAAAAXk/-bWv4PzGLDo/s1600/SAM_6450.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 244px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665006060073063010" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-fAWz5vyS-DY/Tp4k_0UXEmI/AAAAAAAAAXk/-bWv4PzGLDo/s400/SAM_6450.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;No dia em que recuperou a liberdade, Sana’a Sh’haded fez questão de orar em homenagem ao líder Yasser Arafat &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 225px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665004549121450738" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-wggd1UBR3MI/Tp4jn3lbIvI/AAAAAAAAAXY/uuPt3WCS_C8/s400/SAM_6419.jpg" /&gt; &lt;em&gt;Os irmãos Omar e Jihad reencontram o pai depois de 16 anos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ElbqA_jEsAw/Tp4iO0kNRMI/AAAAAAAAAXM/Ty27MtuNs4E/s1600/SAM_6260.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 225px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665003019302683842" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-ElbqA_jEsAw/Tp4iO0kNRMI/AAAAAAAAAXM/Ty27MtuNs4E/s400/SAM_6260.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Um israelense por 1.027 palestinos. Dentre os prisioneiros libertados nesta terça, 285 crianças&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Era a terceira vez que Omar, de 21 anos, tentava escrever seu nome e telefone em um pedaço de papel. A nova tentativa foi em vão. As mãos tremiam muito e os dedos – pálidos como o rosto – mal seguravam a caneta. Na quinta tentativa o nome saiu, em letras de forma, mas o número do celular foi anotado pelo irmão, Jihad, de 17 anos. Morador da pequena vila de Qibid, perto de Ni’lin, distrito de Ramallah, Omar conversou com o Opera Mundi enquanto aguardava a chegada do pai, Khaled, um dos 477 presos palestinos – incluindo 285 crianças – libertados por Israel nesta terça-feira (18/10). Em Israel, o soldado Gilad Shalit reviu seus familiares após cinco anos de cárcere. Na Palestina, foram centenas de reencontros. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Leia mais: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/conteudo/noticia/HAMAS+DIZ+QUE+ACORDO+COM+ISRAEL+INCLUI+RELAXAMENTO+DO+BLOQUEIO+A+GAZA+_16037.shtml"&gt;Hamas diz que acordo com Israel inclui relaxamento do bloqueio a Gaza&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/conteudo/noticia/LONGE+DE+ISRAEL+HA+5+ANOS+SHALIT+ENCONTRARA+UM+PAIS+MAIS+REPRESSIVO+E+CONSERVADOR_16040.shtml"&gt;Longe de Israel há 5 anos, Shalit encontrará um país mais repressivo e conservador&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/conteudo/noticia/SOLDADO+ISRAELENSE+E+SOLTO+EM+TROCA+DE+PRESOS+COM+HAMAS_16026.shtml" target="_blank"&gt;Soldado israelense é solto em troca de presos com Hamas&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/conteudo/especial/INFANCIA+ENTRE+GRADES+CRIANCAS+PALESTINAS+SAO+ALVO+DE+TORTURA+E+DETENCOES+ILEGAIS+EM+ISRAEL_15956.shtml"&gt;Infância entre grades: crianças palestinas são alvo de tortura e detenções ilegais em Israel&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.blogger.com/conteudo/noticia/ACORDO+ISRAELHAMAS+OFUSCA+ABBAS+MAS+RESGATA+ESPERANCA+NAS+NEGOCIACOES+DIZ+ESPECIALISTA_15959.shtml"&gt;Acordo Israel-Hamas ofusca Abbas, mas resgata esperança nas negociações, diz especialista&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Há 16 anos, os quatro irmãos, duas irmãs e a mãe de Omar aguardavam a libertação de Khaled, que ficou todos esses anos em uma prisão israelense, onde deveria cumprir mais 50 anos de pena. O acordo firmado entre Israel e o Hamas, que levou à soltura do soldado israelense Gilad Shalit, mudou a história da família, que hoje retornou unida a Qibid.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;“Foi muito difícil crescer sem meu pai”, contou Omar. “Eu tinha cinco anos quando ele foi preso e meu irmão mais velho, 11. Meu outro irmão tinha nove; minhas duas irmãs quatro e três e Jihad, um. Minha mãe nos criou sozinha, com muito sacrifício”, disse, orgulhoso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;As histórias de Omar se misturavam às outras contadas hoje em Ramallah, quando centenas de famílias se reencontraram, depois de anos de separação forçada. Fadeleh Atuya Ajula veio de Tulkarem, de vestido novo e cartaz na mão, recepcionar Majdi, há mais de 20 anos detida e sentenciada à prisão perpétua.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Familiares e amigos de Sana’a Sh’haded, 36, quase 10 anos de cadeia e também condenada à prisão perpétua, deram as mãos e formaram um corredor para que ela, pálida e trêmula pela emoção e pelos 20 dias de greve de fome, caminhasse amparada pelos pais até o túmulo do líder palestino Yasser Arafat, onde fez uma prece antes de seguir para casa, em Jerusalém.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Neste 18 de outubro de festa, até os funcionários públicos decidiram coletivamente tirar um dia de folga e as escolas liberaram os alunos para celebrar a chegada dos ex-prisioneiros. Antes das 09h, dezenas de milhares de pessoas já se reuniam diante do portão do centro de detenção de Ofer, área da vila de Betunya controlada pelo exército israelense.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Na grande área em frente ao Ofer, caminhões de som do Hamas, do Fatah e da FPLP (Frente Popular para a Libertação da Palestina) tocavam os hinos dos partidos e canções que celebravam a luta palestina, além de servir de palco para líderes locais, que gritavam palavras de ordem repetidas por correligionários. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Às 11h30, a multidão começou a caminhar para a Muqata, sede da ANP (Autoridade Nacional Palestina) em Ramallah, onde, às 12h, Mahmoud Abbas recebeu os 133 ex-presos da Cisjordânia. No espaço reservado aos eventos públicos, na parte baixa do terreno à direita do túmulo de Arafat, todos se comprimiam em uma área com capacidade para até 50 mil pessoas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;“Graças a Deus vocês voltaram sãos e salvos para seus familiares e para sua pátria, depois desse afastamento forçado, causado pela luta por esta terra. Seu sacrifício, esforço e trabalho não foram em vão. Vocês verão o resultado disso tudo no Estado independente da Palestina”, discursou Abbas, capitalizando o acordo do Hamas em causa própria. Abbas também homenageou os líderes Marwan Barghouti (Fatah) e Ahmad Sa’adat (FPLP), que continuaram na prisão, agradeceu o Egito pela intermediação nas negociações e prometeu levar adiante a reconciliação entre o Fatah e o Hamas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Pouco mais de uma hora depois, a multidão começou a se dispersar, tomando as ruas do centro de Ramallah e bloqueando completamente o trânsito. Com bandeiras, sinais de vitória, assobios e buzinaços, a comemoração se estendeu por quilômetros, até todos voltarem para casa, onde a festa continuaria até tarde da noite. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Gaza &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Na Faixa de Gaza, para onde seguiu a maioria dos 477 prisioneiros libertados, a celebração na praça Al-Katiba, patrocinada pelo Hamas, reuniu cerca de 200 mil pessoas. O tráfego foi proibido nas ruas da Cidade de Gaza para que os oito ônibus vindos do Egito por Rafah, sul da faixa litorânea palestina, chegassem mais depressa. Lá, num palco enorme, Ismail Haniyeh, primeiro-ministro de Gaza, deu boas vindas aos ex-presos. Centenas deles subiram ao palco para destruir as paredes de uma cadeia simbólica. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Em Israel, o soldado Gilat Shalit, depois de afirmar ter sido bem tratado na prisão, assumiu o compromisso de trabalhar pela paz e fazer o que estiver a seu alcance para que palestinos e israelenses convivam sem conflitos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;Fotos de Baby Abrão&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Siga o Opera Mundi o &lt;a href="http://www.twitter.com/operamundi" shape="rect" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Conheça nossa página no &lt;a href="http://www.facebook.com/pages/Opera-Mundi/182895504119" shape="rect" target="_blank"&gt;Facebook&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Fonte: &lt;a href="http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticia/EM+DIA+DE+FESTA+FAMILIAS+SE+REENCONTRAM+COM+EMOCAO+E+LAGRIMAS+NA+PALESTINA_16047.shtml"&gt;http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticia/EM+DIA+DE+FESTA+FAMILIAS+SE+REENCONTRAM+COM+EMOCAO+E+LAGRIMAS+NA+PALESTINA_16047.shtml&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-5328807846194997073?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/5328807846194997073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=5328807846194997073&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/5328807846194997073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/5328807846194997073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/10/em-dia-de-festa-familias-se-reencontram.html' title='Em dia de festa, famílias se reencontram com emoção e lágrimas na Palestina'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-x7c_qsU_FjQ/Tp4pTc3KpTI/AAAAAAAAAX8/uSD4oS6Uvz8/s72-c/SAM_6180.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-3136021649492017669</id><published>2011-10-16T20:51:00.000-02:00</published><updated>2011-10-16T20:52:54.039-02:00</updated><title type='text'>Prisioneiros palestinos em Israel: a “Guerra das Barrigas Vazias”</title><content type='html'>16/10/2011, Saleh Al-Naami, Al-Ahram Weekly, Cairo &lt;a href="http://weekly.ahram.org.eg/2011/1068/re1.htm"&gt;http://weekly.ahram.org.eg/2011/1068/re1.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No silêncio geral, o som da queda de Jamal Hassan em sua cela na Prisão Shatta em Israel soou muito alto, na tarde da 6ª-feira. Quando os guardas abriram a cela, encontraram-no caído, com sangue na cabeça e inconsciente. Jamal foi levado a um hospital próximo. 31 anos, Jamal é um das centenas de prisioneiros palestinos que há nas prisões de Israel que, há 18 dias iniciaram greve de fome para protestar contra as terríveis condições a que são submetidos todos os prisioneiros. Entre outras medidas punitivas, inclui-se uma longa série de procedimentos ordenados recentemente pelo gabinete de Binyamin Netanyahu, como tentativa para pressionar o Hamás a apressar a troca de prisioneiros e desistir de suas exigências para devolver o soldado Gilad Shalit, capturado em combate (não ‘sequestrado’, como dizem os jornais ‘livres’).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hassan, que cumpre prisão perpétua, não resistiu à desnutrição, à sede e ao confinamento em solitária. As autoridades de Israel não estão distribuindo informações sobre seu estado de saúde, enquanto fontes palestinas dizem que os israelenses estão ocultando o fato de que transferiram grande número de prisioneiros palestinos para hospitais, preocupados com a possibilidade de que notícias sobre as condições dos palestinos nas prisões israelenses desencadeie reação de indignação entre a população palestina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as medidas punitivas ordenadas por Netanyaju contra prisioneiros palestinos estão a transferência dos principais líderes para celas (de fato, são jaulas) solitárias que medem 1mx1m e 50cm de altura, onde têm de dormir, comer e fazer suas necessidades. Os israelenses também limitam os tipos de alimento servido aos prisioneiros, impedem-nos de deixar as celas e aumentaram o número de revistas (os prisioneiros são obrigados a despir-se, sob o pretexto de que poderiam esconder armas). Os prisioneiros estão sendo torturados por esquadrões especialmente treinados para tortura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes disseram a Al-Ahram Weekly que Israel está usando uma tática de ‘porrete e cenoura’ com os prisioneiros mais importantes, aumentando a tortura e os maus tratos e, simultaneamente, facilitando o contato entre eles e o Hamás, tentando fazê-los pressionar o Hamás para que reduza as exigências para devolver Shalit, em troca de melhor tratamento aos prisioneiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Líderes dos prisioneiros palestinos disseram que os guardas da polícia política israelense têm treinameno especial e são excepcionalmente brutais com os detentos, porque os líderes mais destacados não apenas não aceitaram o que lhes oferecem as autoridades da prisão, como, também, exigiram que o Hamás não ceda em nenhuma das exigências que fez para devolver o soldado israelense capturado em combate. Entre as exigências do Hamás estão a libertação de todos os prisioneiros condenados a penas perpétuas, além de todas as mulheres, todas as crianças e todos os doentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa ação dos líderes presos fez aumentar ainda mais a agressão aos prisioneiros. Os que estão em greve de fome só estavam ingerindo água salgada, mas, agora, as autoridades israelenses proibiram o sal nas prisões. Os prisioneiros não recebem roupas para trocar e são obrigados a cobrir-se com trapos sujos, mais uma tática de tortura, para pressioná-los psicologicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resposta, os prisioneiros palestinos têm-se recusado a usar os uniformes distribuídos nas prisões, não saem das celas quando são convocadas as revistas gerais e interromperam qualquer contato com a administração das prisões. Os prisioneiros palestinos chamam sua luta contra a violência do estado judeu de “Guerra das Barrigas Vazias”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Líderes de prisioneiros dizem que respondem à política de violência e opressão do estado judeu, resistindo à fome, à sede e ao confinamento em celas solitárias. Dizem que, se nem assim o estado judeu suspender as medidas ilegais e desumanas contra os prisioneiros palestinos, manterão até a morte a atual greve de fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes disseram a nossos jornalistas que os líderes dos prisioneiros palestinos adiaram o anúncio da greve de fome, para que não coincidisse com a missão dos palestinos à ONU pelo reconhecimento do estado da Palestina. Temiam que sua luta tivesse efeito negativo com vistas àquele objetivo. As fontes dizem que as novas medidas excepcionalmente violentas contra os líderes políticos presos, e a decisão do estado judeu de expandir o confinamento em celas solitárias convenceu os prisioneiros a iniciar imediatamente a greve de fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mesmas fontes disseram a esse jornal que os primeiros a iniciar greve de fome foram Ahmed Saadat, secretário-geral da Frente Popular [ing. Popular Front for the Liberation of Palestine (PFLP)], e Jamal Abu Al-Heja, destacado membro do Hamás, ambos cumprindo pena de prisão perpétua. Há três anos, ambos foram postos em celas especiais, sem qualquer contato com o mundo exterior. As fontes dizem que Saadat e Al-Heja distribuíram mensagem na 5ª-feira, destacando a importância de a greve de fome ser mantida até que as forças de ocupação israelenses aceitem todas as exigências dos prisioneiros palestinos, inclusive o fim do confinamento em celas solitárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mesmas fontes acrescentaram que as autoridades da prisão isolam qualquer prisioneiro que entre em greve de fome e, depois, formam comissões para negociar com o prisioneiro o fim do jejum. Há informes também de que as autoridades israelenses foram surpreendidas pelo fato de que todos os prisioneiros palestinos, em várias prisões, apresentaram exatamente as mesmas exigências. O grupo ADDAMEER – associação para defesa de direitos humanos e apoio a prisioneiros – disse que, agora, as autoridades prisionais em Israel começaram a promover sessões coletivas de espancamento e tortura, na tentativa de abalar a moral dos presos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro palestino para Prisioneiros Detidos e Libertados, Eissa Qaraqa, disse que “a Guerra das Barrigas Vazias visa a ala mais extremista do governo direitista de Netanyahu e a Autoridade Prisional de Israel. Qaraqa disse que a luta continuará até que todas as exigências dos prisioneiros sejam atendidas. “Se a força ocupante não suspender as medidas de tortura, a luta contra a ocupação não mais poderá ser contida dentro dos muros das prisões de Israel” – disse ele. – “E chegará à rua palestina”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os palestinos têm organizado dezenas de manifestações de protesto em solidariedade com os familiares presos em Israel, e vários palestinos também já iniciaram greve de fome em apoio aos prisioneiros. Representantes de todos os grupos políticos palestinos montaram tendas à frente das instalações da Cruz Vermelha, para manifestar solidariedade com os prisioneiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sherine Iraqi, advogada do Ministério Palestino para Prisioneiros, disse que os detentos com os quais teve contato levavam algemas nos pulsos e nos tornozelos e que, na prisão de Shatta, são revistados despidos sempre que são levados de uma parte a outra da prisão. Iraqi disse também que já são críticas as condições de saúde de vários dos prisioneiros em greve de fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Hamás convocou seus grupos de resistência a aumentar as ações contra a ocupação israelense, como resposta ao que descreveu como “crimes contra prisioneiros”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cercados pelo silêncio omisso da comunidade internacional e pela fraqueza de árabes e islâmicos, defenderemos nós mesmos os prisioneiros palestinos que estão sendo sacrificados nas prisões de Israel e continuaremos a resistir contra a ocupação, em todos os lugares” – disse Khalil Al-Hayya, importante figura do Hamás, em enorme marcha organizada pelo Hamás em Gaza, na tarde de 6ª-feira, de solidariedade com o movimento dos prisioneiros. “Não descansaremos até termos libertado todos os nossos companheiros que hoje sofrem nas jaulas da ocupação.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al-Hayya disse que só a resistência, em todas as suas modalidades, conseguirá salvar os cidadãos prisioneiros, proteger os cidadãos livres, salvaguardar a dignidade de todos e defender os homens e mulheres e crianças cuja dignidade, direito à vida e propriedades são violados pela ocupação israelense. “Em resposta à arrogância da ocupação, que viola direitos humanos básicos de nossos companheiros, manteremos nossa resistência e faremos processar todos os israelenses culpados de crimes de guerra. Mais cedo ou mais tarde, todos eles pagarão por seus crimes” – disse Al-Hayya.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Hamás considera Israel responsável pela vida dos 7.000 prisioneiros que estão em greve de fome na “Guerra das Barrigas Vazias”, e convocou o povo palestino a cerrar fileiras e unir-se na defesa dos prisioneiros. Al-Hayya também convocou os povos livres do mundo e todos os cidadãos árabes a dar prioridade à luta para salvar os prisioneiros palestinos torturados nas prisões israelenses – “para que Israel saiba que os prisioneiros palestinos não estão sozinhos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milhares de prisioneiros palestinos enfrentam hoje a violência da máquina israelense de opressão. Contam com os palestinos da Cisjordânia, da Faixa de Gaza e da Diáspora, que não os podem abandonar ao próprio destino. Contam também com que a consciência do mundo acabará por despertar e ver, afinal, esse sofrimento inadmissível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-3136021649492017669?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/3136021649492017669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=3136021649492017669&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3136021649492017669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3136021649492017669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/10/prisioneiros-palestinos-em-israel.html' title='Prisioneiros palestinos em Israel: a “Guerra das Barrigas Vazias”'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-8241548507349740779</id><published>2011-10-13T20:15:00.000-03:00</published><updated>2011-10-13T20:15:14.711-03:00</updated><title type='text'>Netanyahu quer legalizar colônias em solo particular palestino</title><content type='html'>11 de outubro de 2011 • 05h16 • atualizado às 06h47 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, pediu a criação de um grupo de trabalho para estudar a possível legalização de colônias judaicas levantadas sobre terras palestinas privadas, que a própria lei israelense considera ilegais, informou nesta terça-feira o diário Ha'aretz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As instruções de Netanyahu, que respondem - segundo o periódico - à pressão dos colonos e da extrema-direita, contradizem a posição da Suprema Corte de Israel, que desde 1979 considerara ilegal a construção de casas para judeus em terras particulares palestinas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde fevereiro, o governo israelense ordenou ao Exército desmantelar vários assentamentos e colônias, o que gerou uma forte pressão do movimento colono e da extrema-direita sobre o primeiro-ministro, indica o Ha'aretz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último domingo, Netanyahu cedeu à pressão e ordenou ao ministro da Justiça, Yakob Niman, criar um grupo de trabalho que estude a maneira de legalizar também as colônias levantadas sobre terra roubada aos palestinos, segundo o diário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os colonos exercem pressão para que o governo utilize para isso estratagemas legais, como questionar os títulos de propriedade, compensar economicamente os donos ou declará-los "ausentes", um mecanismo já usado em diversas ocasiões para suprimir direitos de propriedade palestinos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comunidade internacional considera ilegais todas as colônias judaicas nos territórios palestinos da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental, ocupados desde 1967, mas as autoridades israelenses fazem a distinção entre assentamentos "legais" e "ilegais" segundo a propriedade do terreno e a data de estabelecimento, considerando fora da lei todos os construídos a partir de março de 2001. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em fevereiro, Netanyahu acordou junto com vários ministros de seu governo e a Procuradoria Geral ordenar o desmantelamento de vários assentamentos na Cisjordânia em terras privadas, ao tempo que prometia aos colonos legalizar de maneira retroativa colônias construídas sobre terras palestinas sem dono particular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel também tenta legalizar as colônias construídas - sem planejamento autorizado nem permissões governamentais - sobre terra estatal palestina, e pediu aos tribunais a legalização de 326 casas permanentes e outras 344 temporárias, assegura o Ha'aretz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: &lt;a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5404706-EI308,00-Netanyahu+quer+legalizar+colonias+em+solo+particular+palestino.html"&gt;http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5404706-EI308,00-Netanyahu+quer+legalizar+colonias+em+solo+particular+palestino.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-8241548507349740779?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/8241548507349740779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=8241548507349740779&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/8241548507349740779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/8241548507349740779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/10/netanyahu-quer-legalizar-colonias-em.html' title='Netanyahu quer legalizar colônias em solo particular palestino'/><author><name>Mauro Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13273183024087653411</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_l67McEedyms/TEnJMexTkII/AAAAAAAAANU/pwZPn6Stxj8/S220/de+maos+dadas4.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-1270569617131748134</id><published>2011-10-13T19:23:00.002-03:00</published><updated>2011-10-13T19:23:58.422-03:00</updated><title type='text'>Liga Árabe pedirá investigação de situação de presos palestinos</title><content type='html'>13 de outubro de 2011 • 14h36 • atualizado às 15h16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Liga Árabe anunciou nesta quinta-feira que pedirá a ONU o envio de uma comissão internacional para investigar a situação dos presos palestinos nas prisões de Israel. Após uma reunião realizada no Cairo, o Conselho de Delegados Permanentes da Liga Árabe decidiu pedir ao grupo de países árabes em Nova York que façam esta solicitação às Nações Unidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em comunicado, a organização pan-árabe informou que a comissão deverá se assegurar do grau de cumprimento dos pactos internacionais sobre prisioneiros por parte das autoridades israelenses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a Liga indicou que seu pedido respalda a recomendação feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em maio de 2010 de enviar uma delegação junto à Cruz Vermelha Internacional para investigar as precárias condições sanitárias dos presos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta decisão coincide com a advertência feita hoje no Cairo pelo ministro palestino de Assuntos para os Prisioneiros, Issa Qaraqea, que disse que "é possível que haja uma catástrofe" nas prisões de Israel, se suas autoridades não responderem às reivindicações dos presos palestinos em greve de fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outra parte, a Liga Árabe anunciou que realizará uma conferência mundial no início de 2012 em sua sede do Cairo para divulgar a causa desses prisioneiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a organização pediu à Cruz Vermelha Internacional em Genebra para enfrentar sua responsabilidade jurídica e humanitária com os presos palestinos, e intensificar seus contatos com as autoridades israelenses para que cessem as perigosas violações que perpetram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse contexto, a Liga lembra que esses presos palestinos são prisioneiros de guerra que têm o direito de lutar "contra a ocupação" (israelense).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organização também exigiu a libertação imediata e incondicional de todos os cidadãos palestinos e de outros países árabes reclusos em prisões israelenses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entidade pan-árabe manifestou sua satisfação pela troca de prisioneiros acordada entre Israel e o movimento islâmico palestino Hamas na terça-feira passada e agradeceu ao Egito por seus esforços que tornaram possível o sucesso dessa iniciativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na terça-feira passada, Israel anunciou um acordo com o Hamas no qual está prevista a libertação de 1.027 palestinos em troca do soldado israelense Gilad Shalit, capturado em junho de 2006 por três grupos palestinos em Gaza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-1270569617131748134?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/1270569617131748134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=1270569617131748134&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/1270569617131748134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/1270569617131748134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/10/liga-arabe-pedira-investigacao-de.html' title='Liga Árabe pedirá investigação de situação de presos palestinos'/><author><name>Mauro Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13273183024087653411</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_l67McEedyms/TEnJMexTkII/AAAAAAAAANU/pwZPn6Stxj8/S220/de+maos+dadas4.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-7398196486096888998</id><published>2011-10-02T19:48:00.000-03:00</published><updated>2011-10-02T19:48:43.516-03:00</updated><title type='text'>O que a Imprensa-empresa nunca irá mostrar, nem dizer:</title><content type='html'>================================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - SEJA KADDAFI O BIZARRO QUE FOR, A ONU CONSTATOU EM 2007 QUE A LÍBIA TINHA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;================================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da África (até hoje é maior que o do Brasil);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Ensino gratuito até à Universidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - 10% dos alunos universitários estudavam na Europa, EUA, tudo pago;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Ao casar, o casal recebia até 50.000 US$ para montar casa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - Sistema médico gratuito, rivalizando com os europeus. Equipamentos de última geração, etc.;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - Empréstimos pelo banco estatal sem juros;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - Inaugurado em 2007, o maior sistema de irrigação do mundo, vem tornando o deserto (95% da Líbia) em fazendas produtoras de alimentos.;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - PORQUE "DETONAR" A LÍBIA ENTÃO?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três principais motivos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Tomar o seu petróleo de boa qualidade e com volume superior a 45 bilhões de barris em reservas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Fazer com que todo o mar Mediterrâneo fique sob o controlo da OTAN. Só falta agora a Síria;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - E provavelmente o principal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Banco Central Líbio não é atrelado ao sistema financeiro mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As suas reservas são toneladas de ouro, que dão respaldo ao valor da moeda, o dinar, que desta forma está resguardado das flutuações do dólar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O sistema financeiro internacional ficou possesso com Kaddafi, após ele propor, e quase conseguir, que os países africanos formassem uma moeda única desligada do dólar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;==========================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - O QUE É O ATAQUE HUMANITÁRIO PARA LIVRAR O POVO LÍBIO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;==========================================&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - A OTAN comandada, como se sabe, pelos EUA, já bombardearam as principais cidades Líbias com milhares de bombas e mísseis em que um único projétil é capaz de destruir um quarteirão inteiro. Os prédios e infra estruturas de água, esgotos, gás e luz estão sèriamente danificados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - As bombas usadas contêm DU (Urânio depletado) que tem um tempo de vida de cerca de 3 bilhões de anos (causa cancro e deformações genéticas);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Metade das crianças líbias estão traumatizadas psicologicamente por causa das explosões que parecem um terremoto e racham as estruturas das casas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Com o bloqueio marítimo e aéreo da OTAN, as crianças sofrem principalmente com a falta de medicamentos e alimentos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - A água já não mais é potável em boa parte do país. De novo as crianças são as mais atingidas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - Cerca de 150.000 pessoas por dia, estão deixando o país através das fronteiras com a Tunísia e o Egito. Vão para o deserto ao relento, sem água nem comida;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - Se o bombardeio terminasse hoje, cerca de 4 milhões de pessoas estariam precisando de ajuda humanitária para sobreviver: Água e comida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uma população de 6,5 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma: O bombardeio "humanitário", acabou com a nação líbia. Nunca mais haverá a "nação" Líbia tal como dias de hoje.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-7398196486096888998?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/7398196486096888998/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=7398196486096888998&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/7398196486096888998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/7398196486096888998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/10/o-que-imprensa-empresa-nunca-ira.html' title='O que a Imprensa-empresa nunca irá mostrar, nem dizer:'/><author><name>Mauro Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13273183024087653411</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_l67McEedyms/TEnJMexTkII/AAAAAAAAANU/pwZPn6Stxj8/S220/de+maos+dadas4.bmp'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-4198095196005483483</id><published>2011-09-24T13:46:00.002-03:00</published><updated>2011-09-24T13:54:32.994-03:00</updated><title type='text'>Resoluções adotadas pela ONU no conflito palestino-israelense</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Desde que a Palestina foi dividida pelas Nações Unidas em dois Estados em 1947, um judeu e o outro palestino, a ONU adotou as seguintes resoluções sobre este conflito.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;29 de novembro 1947 - Resolução 181&lt;/strong&gt; (Assembleia Geral).- Aceita, apesar da oposição da Liga Árabe e dos palestinos, a criação de dois Estados, um judeu e um árabe, no antigo protetorado britânico da Palestina, com Jerusalém sob mandato internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11 de dezembro 1948 - Resolução 194&lt;/strong&gt; (Assembleia Geral).- Estabelece que os refugiados têm direito a retornar a suas casas, agora em território de Israel, ou a receber uma indenização caso não desejarem voltar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11 de maio 1949 - Resolução 273&lt;/strong&gt; (Assembleia Geral).- Israel é admitido como membro da ONU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9 de dezembro 1949 - Resolução 303.-&lt;/strong&gt; "Jerusalém será administrada pelas Nações Unidas sob um regime internacional".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;22 de novembro 1967.- Resolução 242&lt;/strong&gt; (Conselho de Segurança). Pede a retirada de Israel dos territórios ocupados na Guerra dos Seis Dias e "o reconhecimento da soberania, integridade territorial e independência política de todos os Estados da região e seu direito a viver em paz".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;19 de dezembro 1968.- Resolução 2443&lt;/strong&gt; (Assembleia Geral). Exige que Israel "desista de destruir casas de civis" nas áreas ocupadas e expressa sua preocupação "pela violação dos direitos humanos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;22 de outubro 1973.- Resolução 338&lt;/strong&gt; (Conselho de Segurança) .- Pede o cessar-fogo aos participantes da Guerra do Yom Kippur (quando Síria e Egito atacaram Israel) e o cumprimento da Resolução 242 do Conselho de Segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10 de novembro 1975.- Resolução 3379&lt;/strong&gt; (Assembleia Geral).- "O sionismo é uma forma de racismo e de discriminação racial". Foi cancelada em 17 de dezembro de 1991.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;22 de março 1979.- Resolução 446&lt;/strong&gt; (Conselho de Segurança).- A política israelense de promover "assentamentos nos territórios palestinos e árabes ocupados não tem validade legal e constitui um sério obstáculo" para a paz no Oriente Médio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5 de junho 1980.- Resolução 471&lt;/strong&gt; (Conselho de Segurança).- Condena o atentado contra os prefeitos de Nablus, Ramala e Al-Bireh e solicita a imediata prisão dos assassinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7 de janeiro 1992.- Resolução 726&lt;/strong&gt; (Conselho de Segurança).- Condena a deportação de 12 palestinos por Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18 de dezembro 1992.- Resolução 799&lt;/strong&gt; (Conselho de Segurança).- Condena a deportação de centenas de civis palestinos e exige seu "imediato retorno".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;19 de março 1994.- Resolução 904&lt;/strong&gt; (Conselho de Segurança).- Condena o massacre de 29 palestinos na mesquita de Hebron e exige presença internacional na Cisjordânia e em Gaza para proteger os palestinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13 de março 1997.- Resolução 51/223&lt;/strong&gt; (Assembleia Geral). Aconselha Israel a não construir assentamentos nos territórios ocupados, especialmente em Jerusalém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9 de fevereiro 1999.- Resolução 10/6&lt;/strong&gt; (Assembleia Geral).- Condena o descumprimento das resoluções da ONU por Israel e pede a interrupção dos assentamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12 de março 2002 .- Resolução 1397&lt;/strong&gt; (Conselho de Segurança).- Apoia "o conceito de uma região em que dois Estados, Israel e Palestina, vivam um ao lado do outro dentro de fronteiras seguras e reconhecidas" e exige o fim da violência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;30 de março 2002.- Resolução 1402&lt;/strong&gt; (Conselho de Segurança).- Pede a Israel a retirada das cidades palestinas, incluindo Ramala, onde os escritórios de Arafat estão sendo bombardeados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;24 de setembro 2002.- Resolução 1435&lt;/strong&gt; (Conselho de Segurança). Exige que Israel acabe com o cerco a Arafat e que se retire às posições anteriores à Segunda Intifada (28 setembro 2000).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 de dezembro 2002.-&lt;/strong&gt; A Assembleia Geral aprova seis resoluções: três referentes a organismos criados pela ONU para amenizar a situação dos palestinos, uma sobre Jerusalém, outra sobre as Colinas de Golã e uma última sobre a solução pacífica do conflito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;15 de abril 2003.-&lt;/strong&gt; A Comissão dos Direitos Humanos da ONU condena Israel por violar os direitos humanos nos territórios ocupados e pela "restrição dos movimentos" de Arafat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;19 de setembro 2003.- Resolução 10/12&lt;/strong&gt; (Assembleia Geral). Exige o fim da violência e que Israel não deporte ou ameace a integridade de Arafat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;21 de outubro 2003.- Resolução 10/13&lt;/strong&gt; (Assembleia Geral). Pede a Israel a eliminação do muro que constrói em território palestino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;19 de maio 2004.- Resolução 1544&lt;/strong&gt; (Conselho de Segurança).- Condena Israel pelos massacres dos últimos dias em Gaza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;21 de julho 2004 .-&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Resolução 10/15&lt;/strong&gt; (Assembleia Geral).- Exige que Israel cumpra a sentença que declara o muro ilegal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9 de janeiro 2009.-&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Resolução 1860&lt;/strong&gt; (Conselho de Segurança).- Pede a Israel e ao Hamas o cessar-fogo em Gaza, a retirada israelense e a entrada sem impedimentos de ajuda humanitária no território palestino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;16 de outubro 2009.-&lt;/strong&gt; O Conselho de Direitos Humanos condena Israel e o Hamas por crimes de guerra durante a ofensiva de dezembro de 2008 e janeiro de 2009 em Gaza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;26 de fevereiro 2010.-&lt;/strong&gt; A Assembleia Geral pede a Israel e aos palestinos que investiguem possíveis crimes de guerra em Gaza, denunciados em 2009 pelo relatório Goldstone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;24 de março 2010.-&lt;/strong&gt; O Conselho de Direitos Humanos condena os assentamentos israelenses, defende a autodeterminação palestina e denuncia Israel por violação de direitos humanos nos territórios ocupados e nas Colinas de Golã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 de junho 2010.-&lt;/strong&gt; O Conselho de Direitos Humanos condena Israel pelo ataque contra uma pequena frota humanitária que se dirigia a Gaza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-4198095196005483483?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/4198095196005483483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=4198095196005483483&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/4198095196005483483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/4198095196005483483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/09/resolucoes-adotadas-pela-onu-no.html' title='Resoluções adotadas pela ONU no conflito palestino-israelense'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-48210861432543083</id><published>2011-09-21T20:35:00.000-03:00</published><updated>2011-09-21T20:35:45.606-03:00</updated><title type='text'>O Oriente Médio nunca mais será o mesmo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O Oriente Médio nunca mais será o mesmo &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20/9/2011, Robert Fisk, The Independent, UK – http://www.independent.co.uk/opinion/commentators/fisk/robert-fisk-why-the-middle-east-will-never-be-the-same-again-2357514.html &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os palestinos não conseguirão seu estado essa semana. Mas os palestinos provarão – se obtiverem votos suficientes na Assembleia Geral e se Mahmoud Abbas não sucumbir à sua subserviência característica ante o poder de EUA-Israel – que já fizeram por merecer ser estado. E estabelecerão para os árabes o que Israel gosta de chamar – enquanto amplia suas colônias em terra roubada – “fatos em campo”: nunca mais EUA e Israel estalarão os dedos e verão árabes bater continência perfilados. Os EUA perderam a aposta que fizeram para o Oriente Médio. Acabou: fim do “processo de paz”, do “mapa do caminho”, do “acordo de Oslo”. Esse fandango já é história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente, acho que “Palestina” é estado-fantasia, já impossível, agora que Israel já roubou quase toda a terra dos árabes, para os projetos coloniais israelenses. Quem duvidar, que dê uma olhada na Cisjordânia. Colônias em massa, exclusivas para judeus, as daninhas restrições que impedem palestinos de construírem casas de mais de um piso, e a destruição, como castigo, do sistema de esgotos urbanos, os “cordões sanitários” ao lado da fronteira com a Jordânia, as estradas exclusivas para colonos israelenses, tudo isso converteu o mapa da Cisjordânia em pára-brisa esfacelado de carro detonado. Às vezes, suspeito que a única força que impede que haja ali a “Grande Israel” é a obstinação daqueles palestinos incansáveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, agora, se fala afinal de temas maiores. Essa votação na ONU – na Assembleia Geral e no Conselho de Segurança; em certo sentido, nem faz diferença – dividirá o ocidente: EUA de um lado; árabes, de outro. Abrirá em fendas as divisões que há dentro da União Europeia, entre europeus do leste e europeus do oeste; entre Alemanha e França (Alemanha apoiando Israel pelas razões históricas de sempre; a França atormentada pelo sofrimento dos palestinos). E, claro, será como cunha cravada entre Israel e a União Europeia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Décadas de poder, brutalidade e colonização, pelos militares israelenses; milhões de europeus, já conscientes da responsabilidade histórica que pesa sobre eles pelo holocausto de judeus e conhecedores da violência das nações muçulmanas, já não se deixam acovardar na crítica, por medo de serem ofendidos, acusados de antissemitismo. Há racismo no ocidente – e temo que sempre haverá – contra muçulmanos e africanos e judeus. Mas as colônias israelenses na Cisjordânia nas quais não podem viver árabes palestinos muçulmanos são o quê, além de expressão de racismo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel sofre parte dessa tragédia, é claro. O insano governo israelense levou os israelenses por esse caminho de perdição, que se viu adequadamente sintetizado no medo que lhes causou a democracia na Tunísia e no Egito. O principal aliado de Israel é hoje a Arábia Saudita, o que é caso exemplar de toda essa insensatez. E a cruel recusa, por Israel, a desculpar-se pela matança de nove turcos, ano passado, em ataque contra a Flotilha da Paz em Gaza, e de cinco policiais egípcios durante incursão de palestinos em Israel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isso, adeus aos únicos aliados que Israel ainda tinha na região, Turquia e Egito, no curto espaço de 12 meses. No governo de Israel há hoje gente inteligente, potencialmente equilibrados, como Ehud Barak, e loucos, como o ministro dos Negócios Exteriores Avigdor Lieberman (...). Sarcasmos à parte, os israelenses merecem coisa melhor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estado de Israel talvez tenha sido criado por ato injusto – a Diáspora Palestina é prova disso – mas foi criado por ato legal. Os fundadores foram perfeitamente capazes de construir acordo com o rei Abdullah da Jordânia depois da guerra 1948-49 para dividir a Palestina entre judeus e árabes. Mas foi a ONU, que se reuniu para decidir o destino da Palestina dia 29/11/1947, quem deu a Israel sua legitimidade, com EUA como primeira nação a votar a favor de criar-se o estado de Israel. E agora – por uma suprema ironia da história –, Israel quer impedir que a ONU garanta legitimidade aos árabes palestinos e os EUA serão a primeira nação a votar contra essa legitimidade justa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel não tem direito de existir? É a velha armadilha, estupidamente repetida pelos assim ditos “apoiadores de Israel”, também para mim, pessoalmente, muitas vezes repetida, embora, ultimamente, cada vez menos frequentemente. Cabe aos estados – que não são seres humanos – assegurar a outros estados o direito de existir. Para que indivíduos façam a mesma coisa, é indispensável que considerem um mapa. Porque, afinal, onde, exatamente, geograficamente, fica Israel? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel é a única nação do planeta que não sabe e não diz onde está sua fronteira leste. Acompanha a velha linha do armistício da ONU, a fronteira de 1967, que Abbas tanto ama e Netanyahu tanto odeia? Exclui toda a Cisjordânia palestina menos as colônias exclusivas para israelenses... Ou exclui toda a Cisjordânia? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mostrem-me mapa do Reino Unido que inclua Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte, e o Reino Unido tem direito de existir. Mas mostrem-me mapa do RU que pretenda incluir no RU os 26 condados da Irlanda independente e mostre que Dublin seria cidade britânica, não cidade irlandesa, e direi não: essa nação não tem direito de existir nessas fronteiras inchadas. No caso de Israel, aí está a razão pela qual quase todas as embaixadas ocidentais, inclusive as embaixadas dos EUA e da Grã-Bretanha, estão instaladas em Telavive, não em Jerusalém. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No novo Oriente Médio, com o Despertar Árabe e a revolta de povos livres que exigem dignidade e liberdade, esse voto da ONU – aprovado pela Assembleia Geral, vetado pelos EUA se for para o Conselho de Segurança – constitui uma espécie de pino que faz girar tudo que a ele esteja ligado: vira-se aí uma página, e marca-se também o fracasso do império. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A política externa dos EUA tornou-se de tal modo presa a Israel, tão temerosos, tão assustadiços ante Israel tornaram-se quase todos os deputados, deputadas, senadores e senadoras dos EUA – a ponto de amarem mais Israel que os EUA –, que os EUA, essa semana, deixarão de ser a nação que gerou Woodrow Wilson e seus 14 princípios de autodeterminação, não o país que combateu o nazismo e o fascismo e o militarismo japonês, não o farol da liberdade que, como nos dizem, os seus Pais Fundadores representaram –, e se revelarão ao mundo como estado autista, intratável, acovardado, cujo presidente, depois de prometer novo afeto ao mundo muçulmano, é forçado a apoiar uma potência ocupante contra um povo que nada pede além do reconhecimento do estado independente ao qual tem perfeito direito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será o caso de dizer “pobre velho Obama”, como eu disse em outros tempos? Acho que não. Bom de retórica, vão, superficial, distribuindo fingido respeito em Istanbul e no Cairo poucos meses depois de eleito, essa semana o mesmo Obama comprovará que a reeleição parece-lhe mais importante que o futuro do Oriente Médio; que sua ambição pessoal de continuar no poder supera, em importância, os sofrimentos de um povo que sobrevive sob ocupação. Nesse específico contexto, chega a ser bizarro que alguém que se apresenta como homem de tão altos princípios aja tão covardemente. Para o novo Oriente Médio, onde árabes exigem para eles os mesmos direitos e liberdades dos quais Israel e EUA dizem-se campeões, é tragédia profunda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na fonte de tudo estão os fracassos dos EUA, que não se ergueram para enfrentar Israel e que não insistiram em obter acordo de paz justo na “Palestina”, atrelados ao herói da guerra do Iraque, Blair. Os árabes também são responsáveis, por terem permitido que as ditaduras durassem tanto tempo, tentando conter dunas de areia com falsas fronteiras, velhos dogmas e petróleo (e que ninguém acredite que alguma “nova” “Palestina” seria um paraíso para seu próprio povo). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Israel também é responsável, porque é dever de Israel acolher respeitosamente o pedido dos palestinos que requerem à ONU que reconheça o estado palestino e que cumpra todas as suas obrigações de garantir, com o reconhecimento, como de tantos outros estados-membros, segurança e paz também aos palestinos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nada disso acontecerá. O jogo está perdido. O poder político dos EUA no Oriente Médio essa semana será sacrificado aos pés de Israel. Servicinho vagabundo, esse, dos EUA, em nome da liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estado Palestino e Processo de Paz&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moisés Storch&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pedido de adesão dos palestinos à ONU é mais que legítimo. Já em 1947, a ONU sancionou a partilha da Palestina entre um Estado Judeu e um Estado Árabe. A mesma resolução internacional que legitimou a criação do Estado de Israel, legitima igualmente a construção de um Estado Palestino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À época daquela decisão da ONU, palestinos e países árabes, em bloco, recusaram a partilha. Por muito tempo pregaram o boicote e a destruição de Israel. Em meados dos anos 70, esta rejeição começou a se dissolver, o que levou à assinatura de acordos de paz de Israel com Egito e Jordânia. O reconhecimento mútuo da OLP e Israel, em 1993, criou condições para uma partilha negociada e a coexistência de dois Estados - Israel e Palestina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;» Pressionar EUA na ONU é única alternativa dos palestinos, opina Salem Nasser&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Liga Árabe aprovou uma proposta, em março de 2002, onde todos seus membros estabeleceriam relações pacíficas com o país, sob a condição de Israel recuar de todos os territórios ocupados em 1967. Jerusalém Oriental seria a capital do Estado Palestino e o problema dos refugiados palestinos teria uma solução acordada com Israel conforme a Resolução 194 da ONU (a redação deste aspecto é um tanto dúbia, mas poderia ser esclarecida logo no início das eventuais conversações).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo Sharon simplesmente ignorou a proposta (que vige até hoje), assim como a Iniciativa de Genebra (www.pazagora.org/genebra), onde personalidades israelenses e palestinas chegaram a um acordo não-oficial que oferecia soluções de compromisso para cada tema crítico do conflito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O atual presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, antes de suceder Yasser Arafat, já condenava publicamente os ataques terroristas palestinos (posição rara àquele tempo). A principal plataforma na sua eleição, que sempre honrou, é a busca da solução de dois Estados, mediante negociações com Israel. Vários de seus ministros participaram ativamente da Iniciativa de Genebra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abbas, certamente, é o melhor interlocutor potencial para se chegar a um acordo de paz. Mas praticamente não encontrou eco nas autoridades israelenses. E jamais houve governo tão averso ao diálogo quanto o atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, com a longa estagnação do processo de paz, o pedido de admissão na ONU é uma cartada arriscada, mas talvez não haja outra forma de assegurar a calma na Cisjordânia, face ao contínuo avanço dos assentamentos judeus sobre terras palestinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clima crescente de frustração dos palestinos, que apostaram na promessa de Abbas construir um Estado, pode hoje resultar numa "primavera" árabe-palestina que ameace o governo da Fatah (partido de Abbas) e fortaleça o Hamas e outros grupos extremistas que pregam a destruição de Israel. Se Abbas cair, é muito grande a probabilidade de uma nova Intifada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ida à ONU talvez seja o último recurso pacífico, neste momento, para o reinício das negociações e a construção efetiva do Estado árabe-palestino, dada a obstinação do governo Netanyahu em boicotar o processo de paz e prosseguir na política suicida de ocupação da Cisjordânia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É vital que Israel adote atitudes imediatas e decisivas para catalizar positivamente este momento delicado e histórico. Caso não haja o atendimento mínimo dos legítimos anseios do povo palestino, a violência explodirá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A política externa de Israel, conduzida pelo ultra-direitista Avigdor Lieberman, tem sido absurdamente autodestrutiva. Israel, cada vez mais isolado acaba de perder seus principais aliados no Oriente Médio, Egito e Turquia. Se as relações exteriores do país continuarem seguindo este modelo, a perspectiva será desastrosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As centenas de milhares de israelenses, que têm ido às ruas protestar contra o governo Netanyahu/Lieberman, começam a correlacionar seu empobrecimento com os enormes investimentos de dinheiro público canalizados para os assentamentos na Cisjordânia ocupada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A ocupação está destruindo Israel e o processo de paz.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ministro–Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, apóia Ato em prol do Estado Palestino em Foz do Iguaçu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Brasil já reconhece a criação do Estado Palestino, conforme as fronteiras de 1967, incluindo a Cisjordânia, a Faixa de Gaza, e Jerusalém Oriental.Nossa expectativa é de que a Assembléia-Geral da ONU efetive também este reconhecimento”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mônica Nasser- Assessora de imprensa da Mesquita de Foz do Iguaçu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs: para assistir o ato completo em Video acesse : http://vimeo.com/29352021&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há 64 anos está sendo postergada a tão sonhada criação do Estado da Palestina. Quando foi criado pela ONU o Estado de Israel, deveria ter sido também criado o Estado da Palestina. A causa Palestina hoje já virou uma luta mundial em prol da liberdade de um povo que tem sido impedido de viver como uma nação livre e soberana. Para lembrar esta questão mundial, um Ato realizado no mundo inteiro ganhou força em vários estados do Brasil, como RGS, RJ, PR e SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Foz do Iguaçu, a segunda maior colônia muçulmana do País, a manifestação reuniu diferentes credos, etnias, autoridades e representantes de inúmeras entidades na busca da paz e de uma solução para o conflito.Os participantes se reuniram no centro da cidade, 20 de setembro, às 17h, para o ato em prol do reconhecimento do Estado Palestino, uma visão compartilhada pelo Governo Federal e pela presidente, Dilma Rousseff. Uma expectativa que segue até o dia 23, quando o presidente da Palestina, Mahmoud Abbas entrega ao Conselho da ONU o pedido para o recuo de Israel do território ocupado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um dos líderes religiosos presentes, o Chaikh Mohsin Alhassani, da Mesquita Omar Ibn Al-Khattab de Foz do Iguaçu, a ação ajuda e incentiva a sociedade internacional. “É como a promessa da presidente do Brasil, Dilma Rousseff, em apoiar este pedido justo e ninguém duvida disto, e da importância desta ação.Convidamos a mídia, e todas as pessoas com ética e conscientes da sua responsabilidade no mundo, a estar junto conosco e não somente nesta simbólica manifestação. Sabemos o sabor da democracia aqui no Brasil, e o valor da justiça.Nós andamos de cabeça erguida, e é isto que queremos para o povo palestino também, eles têm o direito à sua liberdade”, completou Alhassani.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o porta voz dos palestinos em Foz do Iguaçu, Nasser Hassan Ashkar, o ato mostra o apoio que a causa Palestina recebe de todo o mundo. “Hoje já são mais de 100 países reconhecendo o Estado da Palestina, e isto vem fortalecer e muito o pedido da Autoridade palestina pelo reconhecimento do Estado, e por uma cadeira permanente na ONU. A nossa idéia é mostrar o grande apoio no mundo, e sabemos que o reconhecimento de dois Estados, um Israelense e outro Palestino, é o caminho para a paz.No caso de Israel, isto já esta concretizado, e pedimos pela Palestina e este pedido acontece no mundo todo.Estamos unidos aqui na tríplice fronteira em busca de paz”, finalizou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o jornalista, Ali Farhat, a ação vai muito além. “É engano pensar e acreditar que estamos aqui fazendo um pedido por um povo sofrido, por uma pátria perdida, estamos aqui para declarar nossa responsabilidade pela justiça a tempo distorcida e pela pátria anulada e pelo ser-humano massacrado e por estas ações que fazem da morte uma rotina”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo Federal também esteve presente na manifestação com a presença de Joel de Lima, que veio representando o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Jorge Samek. “Eu trouxe uma manifestação do ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho.Queremos deixar claro o nosso apoio incondicional a esta causa palestina”, ressaltou Lima. Durante o Ato, Joel de lima leu o discurso de Gilberto Carvalho. “Apoiamos a criação de um Estado Palestino soberano e independente.O Brasil já reconhece a criação do Estado Palestino, conforme as fronteiras de 1967, incluindo a Cisjordânia, a Faixa de Gaza, e Jerusalém Oriental.Nossa expectativa é de que a Assembléia-Geral da ONU efetive também este reconhecimento em nome da comunidade internacional e seja coerente com o direito fundamental do povo palestino, de ter seu território, sua liberdade e sua autonomia de conduzir seu destino.Deixo um abraço fraterno, Gilberto Carvalho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a manifestação crianças da Escola libanesa de Foz do Iguaçu cantaram pela paz. “Somos pessoas de diferentes etnias, crenças e pensamentos que nos unimos no senso de justiça e humanidade.É a nossa consciência política que nos impulsiona nesta nobre causa da defesa da autodeterminação de um povo. Infelizmente sabemos que o governo israelense não respeita as leis internacionais e age com imperialismo e sem respeito ao ser-humano. Estas manifestações são para mostrar que queremos um Estado Palestino soberano”, lembrou o integrante da comunidade islâmica, Adnan Al Sayed.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Chaick Muhammad Khalil, da Sociedade Beneficente Islâmica de Foz do Iguaçu, as manifestações são feitas há anos em prol da liberdade dos palestinos. “É para que o Oriente Médio conviva com harmonia, mas quem impedi esta convivência e esta paz, e este amor entre os povos, é o egoísmo das autoridades internacionais.Este momento é uma manifestação modesta, mas que será marcada na história de Foz do Iguaçu, é uma medalha para nossa cidade que é um símbolo da paz, da liberdade, e da harmonia entre todos os cidadãos e os povos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um pouco da história&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa história registra um fato importante a famosa conhecido como “a traição”.A Declaração de Balfour dava sinal verde ao projeto sionista, o que culminou com uma revolta árabe entre os anos 1920 e 1930. O resultado foram 5 mil palestinos mortos, 10 mil feridos e quase 6000 presos. Uma limpeza étnica no período que antecedeu a criação do Estado de Israel, o sionismo e com o apoio do mandato britânico promovendo assim grandes massacres que prevalecem até os dias de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1948, com a consolidação do projeto sionista, tem início a segunda fase da limpeza étnica, que tem como conseqüência mais de 800 mil palestinos expulsos de suas terras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1967, o Estado de Israel expande-se e ocupa praticamente 80% do território, incluindo Gaza, Cisjordânia e Jerusalém Oriental. O fato é considerado ilegal pela própria ONU. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo há hoje em torno de 8 milhões de refugiados palestinos, cujo direito ao retorno, observado pelas Nações Unidas desde 1948, continua a ser negado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um muro em construção desde 2002, corta a Cisjordânia ao meio. Centenas de checkpoints e assentamentos sionistas, com estradas exclusivas proibidas a palestinos, é considerado um símbolo do apartheid no território ocupado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Obama ignora completamente o povo palestino, diz Hamas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21 de setembro de 2011 • 16h26 • atualizado às 17h01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo islâmico Hamas classificou o pronunciamento do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que discursou nessa quarta-feira na ONU, de tendencioso, ressaltando que a única forma da Palestina ser reconhecida como um estado é por meio da resistência e da luta armada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O discurso de Obama mostra que os EUA são claramente a favor de Israel e a ninguém surpreende que o presidente americano cite a todo momento a segurança israelense e o sofrimento do povo judeu, e ignore completamente o povo palestino", disse o porta-voz do Hamas, Fawzi Barhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No pronunciamento de Barack Obama, realizado durante a Assembleia Geral da ONU, o presidente insistiu que o reconhecimento do estado palestino deve acontecer mediante conversas diretas com Israel, sem atalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repercussão do discurso pode aumentar ainda mais a tensão na região. O porta-voz do Hamas recomendou que o líder da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, "termine o diálogo com Israel, pois a Palestina independente não virá por meio de negociações com a ONU, mas sim através da união nacional".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deputado do grupo nacionalista Fatah, Mohammed Laham, declarou que o "discurso de Obama está infestado de ódio e é totalmente pró-Israel" em seu discurso na Assembleia Geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar disso, o presidente da ANP deverá reivindicar o reconhecimento da Palestina no Conselho de Segurança das Nações Unidas em seu discurso na Assembleia Geral da entidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-48210861432543083?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/48210861432543083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=48210861432543083&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/48210861432543083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/48210861432543083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/09/o-oriente-medio-nunca-mais-sera-o-mesmo.html' title='O Oriente Médio nunca mais será o mesmo'/><author><name>Mauro Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13273183024087653411</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_l67McEedyms/TEnJMexTkII/AAAAAAAAANU/pwZPn6Stxj8/S220/de+maos+dadas4.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-7822862866031306867</id><published>2011-09-16T22:16:00.003-03:00</published><updated>2011-09-16T22:24:09.783-03:00</updated><title type='text'>PALESTINA: lançamento da Campanha por boicotea a Israel e outras notícias</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Campanha por boicotes a Israel será lançada nesta terça em São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atendendo a chamado da sociedade civil palestina, será lançada na próxima terça-feira, dia 20 de setembro, às 18h30, na Faculdade de Direito São Francisco da USP (Universidade de São Paulo), a campanha por boicotes a produtos e serviços de Israel no Brasil. No mesmo dia, às 10h, será feito plantio de uma muda de oliveira na Praça Estado da Palestina, próxima à Av. 23 de Maio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em iniciativa conjunta da Frente em Defesa do Povo Palestino e da Frente Palestina da USP (Universidade de São Paulo), será lançada na próxima terça-feira (20 de setembro) a campanha por BDS (boicotes, desinvestimento e sanções) ao apartheid de Israel. A atividade terá lugar na Faculdade de Direito São Francisco da USP (Universidade de São Paulo) e começará às 18h30. Na oportunidade, será distribuído amplo material com informações sobre a campanha, incluindo um manifesto que conta com a adesão de dezenas de entidades representativas da sociedade brasileira (em anexo).&lt;br /&gt;No mesmo dia, às 10h, será feito o plantio de uma muda de oliveira na Praça Estado da Palestina, num gesto simbólico em prol da Palestina livre, laica e democrática. Está confirmada a presença da assessoria da deputada federal Luiza Erundina (PSB), que inaugurou a praça quando de sua gestão à frente da Prefeitura de São Paulo, entre 1989 e 1993.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A CAMPANHA POR BOICOTES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A campanha atende a chamado da sociedade civil palestina, que neste ano tem solicitado que nos diversos países se priorize o embargo militar integral a Israel, até que se cumpram as reivindicações fundamentais dos palestinos, a saber: o fim imediato da ocupação militar e colonização de terras árabes, e a derrubada do muro do apartheid, que vem sendo construído na Cisjordânia desde 2002, dividindo terras, famílias e impedindo os palestinos do direito elementar de ir e vir; o reconhecimento dos direitos dos cidadãos palestinos à autodeterminação, à soberania e à igualdade; o respeito, proteção e promoção do direito de retorno dos refugiados palestinos às suas terras e propriedades, das quais vêm sendo expulsos desde 1948, quando foi criado unilateralmente o Estado de Israel, até os dias atuais.&lt;br /&gt;Principal campanha internacional de solidariedade ao povo palestino e contra qualquer forma de discriminação naquelas terras, a campanha do BDS redundou em conquistas importantes em diversas outras partes do mundo, como o rompimento de contratos milionários com empresas que atuam na construção do muro, de assentamentos ilegais ou de outros aparatos que sustentam a segregação na Palestina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apesar de esse movimento vir se expandindo em todo o globo, no Brasil algumas ações vão na contramão dessa corrente, como a adesão do País ao TLC (Tratado de Livre Comércio) Mercosul-Israel e negociações comerciais bilaterais com a potência ocupante, incluindo a assinatura de acordos militares e de tecnologia bélica. Amplo estudo promovido pela organização Stop the Wall denuncia que o TLC inclui a venda em território brasileiro de produtos e serviços feitos em assentamentos israelenses ilegais na Cisjordânia, bem como de tecnologias de defesa e segurança, as quais têm sido usadas nos ataques contra os palestinos.&lt;br /&gt;Ainda na contracorrente, a cidade de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, passou a abrigar instalações da empresa israelense Elbit Systems, que atua na área de tecnologia militar e é especialista em construção de veículos não tripulados, os quais foram amplamente usados nos ataques aos palestinos de Gaza em final de 2008 e início de 2009. Uma das 12 companhias envolvidas na construção do muro do apartheid, a Elbit já assinou contratos no Brasil, inclusive com as Forças Armadas e com a Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica). Além disso, conceituadas universidades têm firmado acordos de cooperação e intercâmbio com instituições israelenses, sobretudo nos últimos anos.&lt;br /&gt;A organização Stop the Wall alertou, em relatório, que essas iniciativas garantem que as guerras, ocupação e colonização israelenses continuem a gerar lucros. E enfatizou: “Esses laços militares põem em questão o compromisso do governo brasileiro em apoiar os direitos humanos, a paz e a criação de um Estado palestino e parecem contradizer as atuais alianças brasileiras e interesses na região. É preocupante que o Brasil entregue o dinheiro dos impostos dos seus cidadãos às empresas de armamento israelenses. O Brasil não pode conciliar a cumplicidade com as graves violações da lei internacional por parte de Israel e as aspirações a potência mundial emergente, defensora do respeito à lei internacional e aos direitos humanos.”&lt;br /&gt;Perante esse cenário e atendendo a pleito da sociedade civil palestina, ao lançar essa campanha, a Frente em Defesa do Povo Palestino e Frente Palestina da USP reivindicam que o governo brasileiro e suas instituições, bem como empresas públicas e privadas nacionais e/ou instaladas neste País, imponham embargo militar e econômico a Israel, através do rompimento de acordos, contratos e suspensão na aquisição de produtos e serviços, os quais financiam cotidianamente a violação dos direitos humanos do povo palestino e a ocupação de suas terras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 de setembro de 2011, em São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10h Ato público pela Palestina com plantio de muda de oliveira&lt;br /&gt;Praça Estado da Palestina, perto da Av. 23 de Maio, no Paraíso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18h30 Lançamento da campanha no Brasil por BDS (Boicotes, desinvestimento e sanções) a Israel&lt;br /&gt;Faculdade de Direito São Francisco da USP&lt;br /&gt;Sala dos Estudantes - Largo São Francisco, no Centro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realização:&lt;br /&gt;Frente em Defesa do Povo Palestino&lt;br /&gt;Frente Palestina da USP (Universidade de São Paulo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato com a imprensa:&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:frentepalestina@yahoo.com.br"&gt;frentepalestina@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entenda a tentativa palestina de se tornar membro efetivo da ONU&lt;br /&gt;DA BBC BRASIL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na próxima semana, durante a Assembleia Geral da ONU, Mahmoud Abbas deve pedir a inclusão da Palestina como membro-pleno das Nações Unidas.&lt;br /&gt;O presidente palestino deve reivindicar o reconhecimento internacional do Estado com as fronteiras de 1967 e com Jerusalém Oriental como capital.&lt;br /&gt;Israel e seu principal aliado, os Estados Unidos, se opõem veementemente ao plano.&lt;br /&gt;Abaixo, um guia sobre o que pode acontecer e sobre o significado político da ação palestina.&lt;br /&gt;O que pedem os palestinos?&lt;br /&gt;Representados pela Autoridade Palestina, os palestinos há tempos tentam estabelecer um Estado independente e soberano na Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental, ocupados por Israel desde a guerra de 1967.&lt;br /&gt;No entanto, duas décadas de períodos intermitentes de negociações de paz não produziram um acordo. A última rodada de negociações foi abandonada há um ano.&lt;br /&gt;No ano passado, lideranças palestinas adotaram uma nova estratégia: começaram a pedir para que países reconheçam, individualmente, um Estado Palestino com as fronteiras de 1967. Agora, eles querem que a ONU faça o mesmo. Eles pedem representatividade integral como país-membro na entidade. Atualmente, a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) tem apenas status de observador.&lt;br /&gt;Isso teria implicações políticas e daria aos palestinos acesso aos tribunais internacionais onde eles poderiam, em tese, abrir processos contra a ocupação israelense de seu território.&lt;br /&gt;Como é o processo?&lt;br /&gt;Não se sabe ainda qual será a estratégia exata dos palestinos. No entanto, há procedimentos claros na ONU, que inicia os debates em sua Assembleia Geral em Nova York no dia 21 de setembro.&lt;br /&gt;Para que a admissão de um Estado Palestino seja votada por todos os membros, os 15 integrantes do Conselho de Segurança devem aprovar a iniciativa.&lt;br /&gt;O presidente palestino, Mahmoud Abbas, pode submeter um pedido ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, durante o esperado encontro bilateral de 20 de setembro.&lt;br /&gt;Ban passaria o pedido ao Conselho de Segurança que estabeleceria um comitê que teria um prazo máximo de 35 dias para fazer uma recomendação.&lt;br /&gt;Para aprovar a decisão, o Conselho precisa de nove votos entre 15 e que nenhum membro-permanente vete o pedido. No entanto, os EUA já deixaram claro que usariam seu poder de veto. Grã-Bretanha e França devem se abster e, até agora, não reconheceram o Estado Palestino.&lt;br /&gt;Outra opção para os palestinos seria usar um mecanismo introduzido em 1950, conhecido como Unidos pela Paz, no qual uma maioria de dois terços na Assembleia Geral pode substituir o Conselho de Segurança nesta questão, se ele falhar na tarefa de manter a paz e a segurança internacional.&lt;br /&gt;Isso seria o equivalente a 129 votos se todos os 193 membros da ONU estiverem presentes. Até agora, 125 países teriam reconhecido a Palestina, mas os palestinos calculam que teriam o apoio de até 150 se escolherem este caminho.&lt;br /&gt;A alternativa final é pedir para a Assembleia Geral adotar uma resolução clara. Uma votação pode acontecer dentro de um prazo de 48 horas contadas após o pedido ser submetido, mas provavelmente seria atrasado até, pelo menos, outubro, após um amplo debate.&lt;br /&gt;Isso daria mais tempo para a negociação de um texto que tivesse mais apoio, especialmente de países europeus. Para sua aprovação, seria necessária uma maioria simples.&lt;br /&gt;O que diria uma resolução?&lt;br /&gt;Uma resolução pode pedir apoio para a admissão dos palestinos na ONU como um Estado "observador não membro", status que tem atualmente o Vaticano. Isso permitiria aos palestinos ingresso em entidades da ONU, mas não um caminho direto ao Tribunal Penal Internacional.&lt;br /&gt;Há dúvidas ainda se o eventual Estado da Palestina, na condição de observador, pode representar a comunidade de refugiados da diáspora da mesma forma que faz a OLP.&lt;br /&gt;Diplomatas dizem que elementos de uma resolução da Assembleia Geral poderiam incluir o registro do número de países que reconheceram o Estado palestino nas fronteiras de 1967 e um pedido para que o Conselho de Segurança analise o tema positivamente e busque parâmetros para pressionar israelenses e palestinos a retomar as negociações.&lt;br /&gt;Os palestinos podem seguir tanto o caminho do Conselho de Segurança ou da Assembleia Geral. O presidente Abbas pode divulgar seus planos antes de viajar aos EUA e desenvolvê-los durante o discurso na Assembleia, no dia 23 de setembro.&lt;br /&gt;Seria uma mudança apenas simbólica ou traria mudanças concretas?&lt;br /&gt;Conseguir o reconhecimento da ONU de um Estado Palestino com as fronteiras de 1967 teria um valor majoritariamente simbólico, que se somaria a resoluções prévias.&lt;br /&gt;A resolução 242 do Conselho de Segurança, que se seguiu ao conflito de 1967, exigia a "retirada das Forças Armadas israelenses de territórios ocupados no recente conflito".&lt;br /&gt;Embora Israel conteste o significa preciso da resolução, há ampla aceitação internacional de que as fronteiras anteriores ao conflito de 1967 devem ser a base de um acordo de paz.&lt;br /&gt;O problema para os palestinos é que o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, não concorda com esta premissa. Em maio, quando o presidente americano, Barack Obama, pediu para que as negociações se baseassem nas linhas de 1967, Netanyahu classificou o pedido de "irreal" e "indefensável".&lt;br /&gt;É improvável que o reconhecimento de um Estado Palestino pela ONU convença Israel a ceder a posse de terra ocupada. Os governos israelenses vêm insistindo ao longo dos anos que novos fatos concretos foram criados desde 1967.&lt;br /&gt;Quase meio milhão de israelenses vivem em 200 assentamentos e postos na Cisjordânia e Jerusalém Oriental. Trocas de terras concordadas mutuamente foram sugeridas como forma de resolver a questão e podem ser viabilizadas apenas por meio de negociações.&lt;br /&gt;Os palestinos argumentam que o reconhecimento de um Estado palestino fortaleceria seu poder de barganha nas negociações de paz com Israel. Eles dizem que o diálogo precisa ser retomado para a resolução de outros temas como segurança, água, refugiados e os discussões para a partilha de Jerusalém, que ambos os lados pretendem declarar como sua capital.&lt;br /&gt;No entanto, lideranças israelenses se opõem ao reconhecimento do Estado antes destes temas, dizendo ser "colocar a carroça antes dos burros".&lt;br /&gt;Por que isso acontece agora?&lt;br /&gt;O principal motivo é o impasse nas negociações de paz. No entanto, palestinos também argumentam que seu plano de levar a questão à ONU segue um prazo acordado.&lt;br /&gt;O Quarteto para o Oriente Médio - EUA, União Europeia, Rússia e ONU -, se comprometeu a atingir a solução de dois Estados até setembro de 2011. O premiê da Autoridade Palestina, Salam Fayyad, diz que os palestinos foram bem-sucedidos em constituir instituições estatais e estão prontos para terem seu próprio Estado.&lt;br /&gt;Recentes levantes árabes parecem também ter inflamado a opinião pública palestina. Lideranças palestinas vêm pedindo para que grupos da sociedade civil realizem manifestações pacíficas para mostrar seu apoio à opção da ONU.&lt;br /&gt;Por que esta é diferente de declarações prévias?&lt;br /&gt;Em 1998, o líder palestino Yasser Arafat declarou unilateralmente a criação de um Estado. Ele recebeu o reconhecimento de cerca de 100 países, a maioria árabes, comunistas e países não alinhados, muitos deles da América Latina.&lt;br /&gt;O reconhecimento de um Estado Palestino como país soberano pela ONU teria impacto maior por este ser o mais importante órgão de supervisão mundial, uma fonte de autoridade e leis internacionais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quem apoia e quem é contra as opções da ONU?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos palestinos apoia a opção, segundo pesquisas recentes, embora exista menos entusiasmo por parte do Hamas, grupo islâmico que controla Gaza e rivaliza com o secular Fatah de Abbas.&lt;br /&gt;Líderes do Hamas disseram recentemente, após um acordo de reconciliação entre as duas facções, que há consenso entre os palestinos sobre um Estado usando as fronteiras de 1967, embora eles sigam se recusando a reconhecer formalmente Israel.&lt;br /&gt;Alguns políticos importantes do Hamas declararam ser contra tentar a alternativa da ONU, classificando-a de "farsa política".&lt;br /&gt;Os 22 membros da Liga Árabe manifestaram apoio à iniciativa.&lt;br /&gt;A oposição mais forte vem de Israel. "A paz só pode ser alcançada por meio de negociações. A tentativa palestina de impor um acordo não trará paz", disse Netanyahu durante audiência conjunta ao Congresso americano em maio.&lt;br /&gt;Integrantes do governo israelense também argumentam que o reconhecimento da ONU pode estagnar permanentemente o processo de paz e alerta para um possível aumento das tensões e até violência.&lt;br /&gt;Colonos em assentamentos judaicos na Cisjordânia vêm recebendo treinamento militar em preparação para este cenário.&lt;br /&gt;Os EUA se juntaram aos israelenses em pedir com veemência para que os palestinos voltem para a mesa de negociações - que foram paralisadas por causa do tema dos assentamentos - desistindo de ir diretamente para a ONU.&lt;br /&gt;Em seu recente discurso sobre o Oriente Médio, Obama classificou a iniciativa palestina como "um ato simbólico para isolar Israel na ONU". A Casa Branca mandou dois enviados para a região no início de setembro para tentar persuadir os palestinos a mudar de idéia, sem sucesso.&lt;br /&gt;Apenas nove de 27 países da União Europeia formalmente reconheceram um Estado Palestino até agora. No entanto, algumas das mais importantes nações parecem tender cada vez mais a favor da ideia.&lt;br /&gt;O principal motivo disso é a decepção com o governo Netanyahu sobre as negociações de paz. Grã-Bretanha, França e Alemanha devem apoiar uma resolução da Assembleia Geral se ela incluir uma cláusula citando a volta das negociações.&lt;br /&gt;No início de dezembro do ano passado, ainda sob o governo Lula, o Brasil reconheceu o Estado palestino nas fronteiras existentes em 1967.&lt;br /&gt;Nas próximas semanas, delegações palestinas e israelenses vão embarcar em um esforço diplomático para convencer demais países de seus pontos de vista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Israel mobiliza exército para possíveis revoltas palestinas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;16 de setembro de 2011 • 06h28 • atualizado às 07h15&lt;br /&gt;O Exército israelense aumentou seu nível de alerta e mobilizou unidades de reserva para reforçar suas tropas na Cisjordânia, preparando-se assim para possíveis revoltas palestinas na próxima semana após o pedido de reconhecimento à ONU.&lt;br /&gt;O Comando Central do Exército pôs comandantes de prontidão na Cisjordânia e convocou unidades de três regimentos da reserva na última semana para aumentar sua presença nesse território palestino ocupado, informou o serviço de notícias Ynet.&lt;br /&gt;Israel também mantém unidades em alerta para o caso de precisarem ser utilizadas se for declarado o estado de emergência. O mesmo acontece com unidades de reserva do Comando Sul, que podem ter de reforçar a fronteira com o Egito.&lt;br /&gt;As tropas que estão sendo desdobradas na Cisjordânia foram treinadas para o uso de equipamentos de dispersão para fazer frente aos manifestantes.&lt;br /&gt;O Exército também treinou civis residentes nas ilegais colônias judaicas em território palestino para a possibilidade de os protestos palestinos se tornarem violentos.&lt;br /&gt;Os dirigentes palestinos asseguraram que serão pacíficas as manifestações que darão apoio à solicitação da Palestina de ser admitida como membro de pleno direito na ONU.&lt;br /&gt;O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, deve apresentar seu pedido à ONU após seu discurso na Assembleia Geral, no próximo dia 23.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O longo caminho em direção a um Estado da Palestina&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;15 de setembro de 2011 • 12h24 • atualizado às 12h38&lt;br /&gt;As principais datas que marcaram o caminho dos palestinos em direção à criação de um Estado são as seguintes:&lt;br /&gt;- 29 de novembro de 1947: A Assembleia Geral da ONU adota a resolução 181 sobre a partição da Palestina, então sob mandato britânico, e a criação de dois Estados, um judeu e outro árabe, deixando Jerusalém com status internacional. Esta resolução é rejeitada pelos países árabes.&lt;br /&gt;- 28 de maio de 1964: Criação da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) durante o Primeiro Congresso Nacional palestino (CNP, Parlamento). Adoção de uma Carta reivindicando o direito à autodeterminação e à soberania para os palestinos e rejeitando a criação de Israel.&lt;br /&gt;- 1-9 de junho de 1974: A OLP aceita a ideia de uma autoridade nacional em "qualquer parte libertada da Palestina".&lt;br /&gt;- 22 de novembro de 1974: A Assembleia Geral da ONU reconhece o direito dos palestinos à autodeterminação e à independência e autoriza um status de observador para a OLP.&lt;br /&gt;- 6-9 de setembro de 1982: A Liga Árabe adota o plano de Fez, que retoma o apresentado em agosto de 1981 pelo príncipe herdeiro Fahd. O plano reconhece implicitamente Israel e prevê a criação de um Estado palestino e a retirada israelense de todos os territórios ocupados em 1967.&lt;br /&gt;- 15 de novembro de 1988: Proclamação em Argel do "Estado palestino independente", aceitação das resoluções 242 e 338 da ONU pedindo uma retirada israelense dos territórios ocupados em 1967 e uma solução negociada.&lt;br /&gt;- 13 de setembro de 1993: Após seis meses de negociações secretas em Oslo, Israel e a OLP se reconhecem mutuamente e assinam em Washington uma Declaração de princípios sobre uma autonomia palestina transitória de cinco anos. O primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin e o chefe da OLP Yasser Arafat apertam as mãos, um acontecimento histórico.&lt;br /&gt;- 1 de julho de 1994: Arafat cria em Gaza a Autoridade Palestina, da qual será eleito presidente em janeiro de 1996.&lt;br /&gt;- 12 de março de 2002: Resolução 1397 do Conselho de Segurança mencionando pela primeira vez o Estado palestino.&lt;br /&gt;- 30 de abril de 2003: Publicação do roteiro elaborado pelo Quarteto para o Oriente Médio (Estados Unidos, ONU, Rússia e UE), que prevê um Estado palestino até 2005. Os palestinos aceitam, Israel adota o plano em maio, mas faz 14 objeções.&lt;br /&gt;- 14 de junho de 2009: O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu aceita o princípio de um Estado palestino, embora sob condições draconianas.&lt;br /&gt;- 25 de agosto de 2009: O primeiro-ministro palestino Salam Fayyad apresenta um programa de ação de dois anos para lançar as bases de um Estado palestino.&lt;br /&gt;- 8 de outubro de 2010: Durante uma reunião árabe em Sirte (Líbia), o presidente palestino Mahmud Abbas apresenta uma série de alternativas às negociações de paz bloqueadas, entre as quais o pedido de adesão à ONU de um Estado palestino nas fronteiras de 1967.&lt;br /&gt;- 26 de junho de 2011: Mahmud Abbas anuncia a decisão de solicitar em setembro à ONU "o status de membro com plenos direitos para o Estado da Palestina".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Israel e palestinos se armam para conter reações à fala de Abbas na ONU&lt;br /&gt;DA BBC BRASIL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma semana antes do discurso do presidente palestino Mahmoud Abbas na ONU, no qual deverá pedir o reconhecimento internacional do Estado palestino, o Exército israelense e as forças de segurança da Autoridade Palestina intensificam os preparativos para diversos possíveis cenários de violência e aumentam seus arsenais de armas não letais.&lt;br /&gt;Analistas locais dizem que não se pode prever o que vai acontecer nos territórios palestinos após a fala de Abbas na Assembleia Geral da ONU, mas não descartam a possibilidade de grandes manifestações de civis palestinos, que podem entrar em choque com as tropas e os colonos israelenses.&lt;br /&gt;O Exército israelense vem se preparando, há meses, para a eclosão de protestos logo depois do discurso de Abbas.&lt;br /&gt;Para isso, as tropas israelenses na Cisjordânia se armaram com grandes quantidades de armas não letais, especiais para a dispersão de manifestações.&lt;br /&gt;Israel também desenvolveu novos tipos de armas de dispersão de manifestantes, duas delas chamadas de "gambá" e "o grito".&lt;br /&gt;A primeira consiste em uma substância química com um forte cheiro de cadáveres em avançado estado de putrefação. A substância é misturada com água e lançada de canhões de água contra manifestantes.&lt;br /&gt;O cheiro fica impregnado na pele e nas roupas das pessoas atingidas e demora dias para passar.&lt;br /&gt;A arma denominada "o grito" consiste de aparelhos sonoros que emitem um ruído considerado insuportável para os ouvidos humanos, que faz com que as pessoas queiram se afastar o mais rápido possível da fonte do barulho.&lt;br /&gt;Tanto o "grito" como o "gambá" já foram utilizados contra manifestantes na Cisjordânia, que protestam semanalmente contra a construção da barreira israelense nas aldeias de Bilin e Nahalin.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CHOQUES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o jornal israelense Haaretz, as forças de segurança da Autoridade Palestina recorreram a empresas israelenses e também encomendaram armas não letais, que serão utilizadas para conter possíveis choques entre manifestantes palestinos e as tropas ou os colonos israelenses na Cisjordânia.&lt;br /&gt;O governo de Israel autorizou a entrega, à Autoridade Palestina, de balas de metal revestidas com borracha, granadas de efeito moral e gás lacrimogêneo. O objetivo é que a polícia palestina tente impedir que manifestantes se aproximem dos principais pontos de atrito com Israel, como os assentamentos, os pontos de controle militares e o muro israelense na Cisjordânia.&lt;br /&gt;As forças de segurança dos dois lados também manifestaram preocupação com eventuais atos de provocação por parte de colonos israelenses contra palestinos na Cisjordânia, o que poderia "atear fogo à região inteira".&lt;br /&gt;Alguns desses grupos, formados por terceiras e quartas gerações de colonos, têm praticado atos dirigidos contra civis palestinos, ativistas de esquerda israelenses ou mesmo contra as tropas israelenses na Cisjordânia.&lt;br /&gt;Nas últimas semanas, grupos cometeram atos de vandalismo em duas mesquitas palestinas na Cisjordânia e na entrada do apartamento de uma das líderes do movimento pacifista israelense Paz Agora, em Jerusalém.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-7822862866031306867?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/7822862866031306867/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=7822862866031306867&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/7822862866031306867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/7822862866031306867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/09/palestina-lancamento-da-campanha-por.html' title='PALESTINA: lançamento da Campanha por boicotea a Israel e outras notícias'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-2653515438839051056</id><published>2011-09-02T20:54:00.001-03:00</published><updated>2011-09-02T20:56:29.527-03:00</updated><title type='text'>MANIFESTO PELO BOICOTE AO APARTHEID DE ISRAEL</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Há seis anos foi lançada por diversas organizações da sociedade civil palestina a campanha de BDS (boicotes, desinvestimento e sanções) a empresas, produtos e serviços que financiam o apartheid israelense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ano, a iniciativa prioriza o embargo militar integral a Israel, até que se cumpram as reivindicações fundamentais dos palestinos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) o fim imediato da ocupação militar e colonização de terras árabes, e a derrubada do muro do apartheid, que vem sendo construído na Cisjordânia desde 2002, dividindo terras, famílias e impedindo os palestinos do direito elementar de ir e vir;&lt;br /&gt;2) o reconhecimento dos direitos dos cidadãos palestinos à autodeterminação, à soberania e à igualdade;&lt;br /&gt;3) o respeito, proteção e promoção do direito de retorno dos refugiados palestinos às suas terras e propriedades, das quais vêm sendo expulsos desde 1948, quando foi criado unilateralmente o Estado de Israel, até os dias atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas medidas logicamente teriam que vir acompanhadas da libertação dos milhares de presos políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob esse mote, o comitê palestino por BDS realizou recentemente em território ocupado um ato público em frente à representação diplomática brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principal campanha internacional de solidariedade ao povo palestino e contra qualquer forma de discriminação naquelas terras, a campanha do BDS redundou em conquistas importantes, como o rompimento de contratos milionários com empresas que atuam na construção do muro, de assentamentos ilegais ou de outros aparatos que sustentam a segregação na Palestina. Envolvida em ações do gênero em Jerusalém, a multinacional francesa Veolia teve prejuízo de bilhões de dólares como resultado dessa campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra prova do seu sucesso e viabilidade foi a decisão do Governo da Noruega de desinvestir em companhias israelenses que detinham no currículo essas práticas colonialistas. Ainda como parte dessa iniciativa, em 2010, sindicatos de portuários da Califórnia, Suécia, Índia e África do Sul promoveram um dia de protesto no qual se recusaram a descarregar navios comerciais israelenses ou com cargas provenientes daquele destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No campo acadêmico, a Universidade de Johanesburgo suspendeu acordo de cooperação e intercâmbio com a Universidade Ben Gurion, por sua cumplicidade na violação de direitos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O êxito dessa campanha é comprovado ainda pela ação do Knesset (Parlamento israelense) de aprovar neste mês uma lei que criminaliza ativistas e organizações em favor dos boicotes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de esse movimento vir se expandindo em todo o globo, no Brasil ainda é preciso avançar bastante. Algumas ações vão inclusive na contramão dessa corrente, como a adesão do Brasil ao TLC (Tratado de Livre Comércio) Mercosul-Israel e negociações comerciais bilaterais com a potência ocupante, incluindo a assinatura de acordos militares e de tecnologia bélica. Amplo estudo promovido pela organização Stop the Wall denuncia que o TLC inclui a venda em território brasileiro de produtos e serviços feitos em assentamentos israelenses ilegais na Cisjordânia, bem como de tecnologias de defesa e segurança, as quais têm sido usadas nos ataques contra os civis palestinos. O tratado, portanto, transforma o Brasil em porta de entrada da indústria armamentista de Israel na América Latina., A tecnologia de defesa tem sido um dos focos dos negócios bilaterais entre os governos de Israel e do Brasil. Inclusive já se tem conhecimento de visitas de grupos israelenses visando atuar na segurança durante a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda na contracorrente, a cidade de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, passou a abrigar instalações da empresa israelense Elbit Systems, que atua na área de tecnologia militar e é especialista em construção de veículos não tripulados, os quais foram amplamente usados nos ataques aos palestinos de Gaza em final de 2008 e início de 2009. Uma das 12 companhias envolvidas na construção do muro do apartheid, a Elbit já assinou contratos no Brasil, inclusive com as Forças Armadas e com a Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a USP (Universidade de São Paulo) e a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal) têm firmado acordos de cooperação e intercâmbio com instituições israelenses, sobretudo nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organização Stop the Wall alertou, em relatório, que essas iniciativas garantem que as guerras, ocupação e colonização israelenses continuem a gerar lucros. E enfatizou: “Esses laços militares põem em questão o compromisso do governo brasileiro em apoiar os direitos humanos, a paz e a criação de um Estado palestino e parecem contradizer as atuais alianças brasileiras e interesses na região. É preocupante que o Brasil entregue o dinheiro dos impostos dos seus cidadãos às empresas de armamento israelenses. O Brasil não pode conciliar a cumplicidade com as graves violações da lei internacional por parte de Israel e as aspirações a potência mundial emergente, defensora do respeito à lei internacional e aos direitos humanos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perante esse cenário e atendendo a pleito da sociedade civil palestina, exigimos que o governo brasileiro e suas instituições, bem como empresas públicas e privadas nacionais e/ou instaladas neste País, imponham embargo militar e econômico a Israel, através do rompimento de acordos, contratos e suspensão na aquisição de produtos e serviços, os quais financiam cotidianamente a violação dos direitos humanos do povo palestino e a ocupação de suas terras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Revindicamos que o governo brasileiro:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) rompa unilateralmente com o Tratado de Livre Comércio Israel-Mercosul;&lt;br /&gt;b) retire imediatamente o posto das Forças Armadas Brasileiras em Israel;&lt;br /&gt;c) cancele todos os contratos das Forças Armadas com empresas israelenses;&lt;br /&gt;d) exclua as empresas israelenses de participar de quaisquer concorrências públicas;&lt;br /&gt;e) vete a instalação de empresas israelenses em território nacional ou mesmo a aquisição de empresas nacionais por capitais israelenses;&lt;br /&gt;f) exclua as empresas israelenses de contratos para a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ASSINAM:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frente em Defesa do Povo Palestino - São Paulo&lt;br /&gt;Comitê Catarinense de Solidariedade ao Povo Palestino&lt;br /&gt;Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Frente Palestina da USP – Universidade de São Paulo&lt;br /&gt;Comitê Democrático Palestino do Brasil&lt;br /&gt;Comitê Autônomo de Solidariedade ao Povo Palestino – Mogi das Cruzes&lt;br /&gt;CLP – Comitê pela Libertação da Palestina&lt;br /&gt;Sociedade Árabe-palestina de Corumbá&lt;br /&gt;Centro Cultural Árabe-palestino do Rio Grande do Sul&lt;br /&gt;Comitê Pró-Haiti&lt;br /&gt;Sociedade Árabe-palestina de Brasília&lt;br /&gt;Comitê de Solidariedade ao Povo Sírio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP)&lt;br /&gt;Georges Bourdoukan – jornalista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anel – Assembleia Nacional dos Estudantes – Livre&lt;br /&gt;Apropuc-SP – Associação dos Professores da PUC-SP&lt;br /&gt;Associação Islâmica de São Paulo&lt;br /&gt;Cebrapaz – Centro Brasileiro de Solidariedade e Luta pela Paz&lt;br /&gt;Centro de Memória e Resistência do Povo de Mauá e Região&lt;br /&gt;Ciranda Internacional da Informação Independente&lt;br /&gt;Coletivo de Mulheres Ana Montenegro&lt;br /&gt;Coletivo Libertário Trinca&lt;br /&gt;CSP-Conlutas – Central Sindical e Popular-Coordenação Nacional de Lutas&lt;br /&gt;CUT – Central Única dos Trabalhadores&lt;br /&gt;DCE-USP – Diretório Central dos Estudantes da Universidade de São Paulo&lt;br /&gt;Marcha Mundial das Mulheres&lt;br /&gt;Movimento Mulheres em Luta&lt;br /&gt;Movimento Mulheres pela P@z&lt;br /&gt;Mopat – Movimento Palestina para Tod@s&lt;br /&gt;MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra&lt;br /&gt;MTST – Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Teto&lt;br /&gt;Oposição Bancária de Mogi das Cruzes e Região&lt;br /&gt;PCB – Partido Comunista Brasileiro&lt;br /&gt;PSTU – Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado&lt;br /&gt;Rede Bolivariana&lt;br /&gt;Rede para Difusão da Cultura Árabe-brasileira Samba do Ventre&lt;br /&gt;Revolutas&lt;br /&gt;União dos Estudantes Muçulmanos do Brasil&lt;br /&gt;UJC – União da Juventude Comunista&lt;br /&gt;UNI – União Nacional das Entidades Islâmicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E-mail para contato: &lt;a href="mailto:frentepalestina@yahoo.com.br"&gt;frentepalestina@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-2653515438839051056?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/2653515438839051056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=2653515438839051056&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2653515438839051056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2653515438839051056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/09/manifesto-pelo-boicote-ao-apartheid-de.html' title='MANIFESTO PELO BOICOTE AO APARTHEID DE ISRAEL'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-1551474502976984263</id><published>2011-08-29T19:03:00.003-03:00</published><updated>2011-08-29T19:15:27.102-03:00</updated><title type='text'>AMEAÇAS DE MORTE A JORNALISTAS (Adivinha porque os jornalistas da Globo não sofrem a mesma ameaça)</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Notícia extraída de &lt;a href="http://resistir.info/"&gt;http://resistir.info/&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jornalistas Mahdi Darius Nazemroaya e Thierry Meyssan estão sob ameaça de morte em Tripoli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro é investigador do &lt;a href="http://www.globalresearch.ca/" target="_new"&gt;Centre for Research on Globalization&lt;/a&gt; e o segundo presidente do &lt;a href="http://www.voltairenet.org/Tripoli-le-Reseau-Voltaire-s" target="_new"&gt;Réseau Voltaire&lt;/a&gt; e da conferência Axis for Peace.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos encontram-se sitiados no Hotel Rixos, em torno do qual decorrem combates. Há informações de que teria sido dada a ordem de abatê-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinco Estados ofereceram protecção diplomática aos dois jornalistas, mas os combates em torno do hotel impedem-nos de sair e várias destas embaixadas estão cercadas a fim de tornar o seu acesso impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Résau Voltaire apela a pressões sobre os governos envolvidos no sentido de garantir as vidas destes jornalistas e que se faça circular esta informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.voltairenet.org/Le-Reseau-Voltaire-denonce-la" target="_new"&gt;Novos desenvolvimentos&lt;/a&gt; : Os jornalistas foram retirados do H. Rixos pela Cruz Vermelha Internacional, que os transportou para outro hotel enquanto aguardam o barco que deverá evacuá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No novo hotel, já sem a protecção da Cruz Vermelha, têm recebido ameaças dos "rebeldes".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29/Agosto/2011/16h00 GMT – Os jornalistas em perigo na Líbia chegaram ao porto de La Valetta, em Malta. São eles: Thierry Meyssan, Mahdi Darius Nazemroaya, Mathieu Ozanon, Julien Teil, Lizzie Phelan (Press TV, britânica), a equipe da TeleSur, Walter E. Fauntroy, antigo membro do Congresso dos EUA e ex-assistente de Martin Luther King.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pequeno barco em que abandonaram a Líbia, concebido para 12 pessoas, transportou 52 refugiados e mais a tripulação. A viagem demorou 36 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À partida, a lista dos passageiros foi objecto de intensas negociações e teve de ser validada pelas diferentes autoridades que agora controlam Tripoli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o último momento os jornalistas do Réseau Voltaire temeram não poder embarcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último instante uma pessoa, de nome desconhecido, foi arrancada do barco pelos "rebeldes".&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-1551474502976984263?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/1551474502976984263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=1551474502976984263&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/1551474502976984263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/1551474502976984263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/08/ameacas-de-morte-jornalistas-adivinha.html' title='AMEAÇAS DE MORTE A JORNALISTAS (Adivinha porque os jornalistas da Globo não sofrem a mesma ameaça)'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-2728060968702088598</id><published>2011-08-28T19:30:00.000-03:00</published><updated>2011-08-28T19:31:48.231-03:00</updated><title type='text'>Sete pontos acerca da Líbia</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Domenico Losurdo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doravante mesmo os cegos podem ver e compreender o que está a acontecer na Líbia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O que se passa é uma guerra promovida e desencadeada pela NATO. Esta verdade acaba por se revelar até mesmo nos órgãos de "informação" burgueses. No La Stampa de 25 de Agosto, Lucia Annunziata escreve: é uma guerra "inteiramente externa, ou seja, feita pelas forças da NATO"; foi "o sistema ocidental que promoveu a guerra contra Kadafi". Uma peça do International Herald Tribune de 24 de Agosto mostra-nos "rebeldes" que se regozijam, mas eles estão comodamente instalados num avião que traz o emblema da NATO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Trata-se de uma guerra preparada desde há muito tempo. O Sunday Mirror de 20 de Março revelou que "três semanas" antes da resolução da ONU já estavam em acção na Líbia "centenas" de soldados britânicos, enquadrados num dos corpos militares mais refinados e mais temidos do mundo (SAS). Revelações ou admissões análogas podem ser lidas no International Herald Tribune de 31 de Março, a propósito da presença de "pequenos grupos da CIA" e de uma "ampla força ocidental a actuar na sombra", sempre "antes do desencadeamento das hostilidades a 19 de Março".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Esta guerra nada tem a ver com a protecção dos direitos humanos. No artigo já citado, Lucia Annunziata observa com angústia: "A NATO que alcançou a vitória não é a mesma entidade que lançou a guerra". Nesse intervalo de tempo, o Ocidente enfraqueceu-se gravemente com a crise económica; conseguirá ele manter o controle de um continente que, cada vez mais frequentemente, percebe o apelo das "nações não ocidentais" e em particular da China? Igualmente, este mesmo diário que apresenta o artigo de Annunziata, La Stampa, em 26 de Agosto publica uma manchete a toda a largura da página: "Nova Líbia, desafio Itália-França". Para aqueles que ainda não tivessem compreendido de que tipo de desafio se trata, o editorial de Paolo Paroni (Duelo finalmente de negócios) esclarece: depois do início da operação bélica, caracterizada pelo frenético activismo de Sarkozy, "compreendeu-se subitamente que a guerra contra o coronel ia transformar-se num conflito de outro tipo: guerra económica, com um novo adversário: a Itália obviamente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Desejada por motivos abjectos, a guerra é conduzida de modo criminoso. Limito-me apenas a alguns pormenores tomados de um diário acima de qualquer suspeita. O International Herald Tribune de 26 de Agosto, num artigo de K. Fahim e R. Gladstone, relata: "Num acampamento no centro de Tripoli foram encontrados os corpos crivados de balas de mais de 30 combatente pró Kadafi. Pelo menos dois deles estavam atados com algemas de plástico e isto permite pensar que sofreram uma execução. Dentre estes mortos, cinco foram encontrados num hospital de campo; um estava numa ambulância, estendido numa maca e amarrado por um cinturão e tendo ainda uma transfusão intravenosa no braço".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Bárbara como todas as guerras coloniais, a guerra actual contra a Líbia demonstra como o imperialismo se torna cada vez mais bárbaro. No passado, foram inumeráveis as tentativas da CIA de assassinar Fidel Castro, mas estas tentativas eram efectuadas em segredo, com um sentimento de que se não é por vergonha é pelo menos de temer possíveis reacções da opinião pública internacional. Hoje, em contrapartida, assassinar Kadafi ou outros chefes de Estado não apreciados no Ocidente é um direito abertamente proclamado. O Corriere della Sera de 26 de Agosto de 2011 titula triunfalmente: "Caça a Kadafi e seus filhos, casa por casa". Enquanto escrevo, os Tornado britânicos, aproveitando também a colaboração e informações fornecidas pela França, são utilizados para bombardear Syrte e exterminar toda a família de Kadafi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Não menos bárbara que a guerra foi a campanha de desinformação. Sem o menor sentimento de pudor, a NATO martelou sistematicamente a mentira segundo a qual suas operações guerreiras não visavam senão a protecção dos civis! E a imprensa, a "livre" imprensa ocidental? Ela, em certo momento, publicou com ostentação a "notícia" segundo a qual Kadafi enchia seus soldados de viagra de modo a que eles pudessem mais facilmente cometer violações em massa. Como esta "notícia" caiu rapidamente no ridículo, surge então uma outra "nova" segundo a qual os soldados líbios atiram sobre as crianças. Nenhuma prova é fornecida, não se encontra nenhuma referência a datas e lugares determinados, nenhuma remessa a tal ou tal fonte: o importante é criminalizar o inimigo a liquidar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Mussolini no seu tempo apresentava a agressão fascista contra a Etiópia como uma campanha para libertar este país da chaga da escravidão; hoje a NATO apresenta a sua agressão contra a Líbia como uma campanha para a difusão da democracia. No seu tempo Mussolini não cessava de trovejar contra o imperador etíope Hailé Sélassié chamando-o "Negus dos negreiros"; hoje a NATO exprime seu desprezo por Kadafi chamando-o "ditador". Assim como a natureza belicista do imperialismo não muda, também as suas técnicas de manipulação revelam elementos significativos de continuidade. Para clarificar quem hoje realmente exerce a ditadura a nível planetário, ao invés de citar Marx ou Lénine quero citar Emmanuel Kant. Num texto de 1798 (O conflito das faculdades), ele escreve: "O que é um monarca absoluto? Aquele que, quando comanda: 'a guerra deve fazer-se', a guerra seguia-se efectivamente". Argumentando deste modo, Kant tomava como alvo em particular a Inglaterra do seu tempo, sem se deixar enganar pela forma "liberal" daquele país. É uma lição de que devemos tirar proveito: os "monarcas absolutos" da nossa época, os tiranos e ditadores planetários da nossa época têm assento em Washington, em Bruxelas e nas mais importantes capitais ocidentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agosto/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O original encontra-se em &lt;a href="http://domenicolosurdo.blogspot.com/"&gt;http://domenicolosurdo.blogspot.com/&lt;/a&gt; ; a versão em francês em&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.legrandsoir.info/sept-points-sur-la-libye.html"&gt;http://www.legrandsoir.info/sept-points-sur-la-libye.html&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este artigo encontra-se em &lt;a href="http://resistir.info/"&gt;http://resistir.info/&lt;/a&gt; .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-2728060968702088598?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/2728060968702088598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=2728060968702088598&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2728060968702088598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2728060968702088598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/08/sete-pontos-acerca-da-libia.html' title='Sete pontos acerca da Líbia'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-3198736076457407639</id><published>2011-08-25T20:16:00.000-03:00</published><updated>2011-08-25T20:17:59.555-03:00</updated><title type='text'>Lutar pela libertação do povo palestino, contra o Estado terrorista de Israel e o imperialismo</title><content type='html'>A luta pela libertação palestina é uma das grandes causas da humanidade. Há mais de 60 anos o povo palestino vem sendo oprimido e massacrado por Israel, cão de guarda dos interesses imperialistas na região. Hoje a situação no Oriente Médio estabelece uma nova situação para essa luta, especialmente no Egito, onde uma rebelião popular derrubou Mubarak, principal aliado de Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) decidiu solicitar na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em setembro, o reconhecimento do Estado da Palestina como membro da organização, tendo como referência as fronteiras anteriores à Guerra dos Seis Dias de 1967.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, foi lançado um manifesto "Estado da Palestina já!", que conta com o apoio de inúmeras entidades e movimentos. Nós nos sentimos na obrigação de explicitar nossa posição e justificar porque não assinamos o referido manifesto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditamos que esse debate não foi aprofundado e amadurecido como deveria. E esse fato se reflete no próprio manifesto, que mostra ambiguidade em algumas passagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo no caso da ONU reconhecer o Estado palestino como membro, isso significará não a criação de fato de um Estado palestino, mas apenas o seu reconhecimento nominal. Daí para a conquista de um Estado palestino livre, democrático e soberano, há uma enorme distância, que dificilmente será vencida por meios diplomáticos. A própria ONU até hoje tem se limitado a condenar formalmente alguns dos crimes cometidos por Israel, sem, contudo, adotar qualquer sanção ou medida visando proteger o povo palestino das sucessivas agressões israelenses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um caso típico e exemplar é a construção do Muro da Vergonha e dos assentamentos israelenses, condenados pela ONU, mas que prosseguem, sem que seja tomada qualquer medida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, é preciso deixar claro que não se trata de um "conflito" a ser mediado e solucionado através de negociações. A nossa luta e a luta do povo palestino são pela liberdade, pelo direito à autodeterminação, pela restauração de seus direitos básicos, como o direito dos palestinos expulsos pelos israelenses em 1948 de retornarem aos seus lares e retomarem as propriedades usurpadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é possível falar de paz justa enquanto permanecer um Estado fundamentado na doutrina sionista, financiado e armado ostensivamente pelo imperialismo estadunidense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O simples reconhecimento formal do Estado palestino como membro da ONU não garantirá nenhuma dessas premissas fundamentais e inegociáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta pela libertação do povo palestino passa pela luta contra o imperialismo e o Estado terrorista de Israel, pela solidariedade às lutas dos povos árabes. Não é possível apoiar o povo palestino e reconhecer a legitimidade do Estado sionista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Campanhas como a de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) a empresas, produtos e serviços que financiam o apartheid israelense têm conseguido vitórias importantes em escala mundial. No Brasil, essa também começou. E uma das principais lutas é exigir que o governo brasileiro revogue os vários acordos militares feitos com Israel. É inadmissível que o nosso país compre armas que têm sido usadas para massacrar o povo palestino e permitir que empresas militares israelenses se estabeleçam livremente no território nacional. Da mesma maneira, não podemos admitir a manutenção do Acordo de Livre Comércio entre o Mercosul e Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta da OLP está gerando, sim, um fato político importante, com grande impacto internacional. Sinal disso é a declaração de Israel de que poderia reabrir as negociações e rediscutir a proposta de um Estado palestino com base nas fronteiras pré-1967. Contudo, se isso é válido como expediente tático, visando isolar politicamente Israel, considerá-lo como o principal foco da luta pela libertação palestina seria um erro grave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer ilusão nesse sentido pode levar a resultados desastrosos. Basta lembramos dos Acordos de Oslo, cujas consequências são claras e vivas ainda hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por essas razões, não assinamos o manifesto. Porém, sabemos que este é um momento crucial em que mais do que nunca é preciso manter a unidade do povo palestino em torno do objetivo maior que é a libertação do povo palestino, ainda que existam diferenças significativas quanto aos rumos a serem tomados. Pois sabemos que a unidade pressupõe a diversidade de opiniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.palestinalivre.org/node/2159"&gt;http://www.palestinalivre.org/node/2159&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Movimento Palestina para Tod@s (MOP@T)&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-3198736076457407639?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/3198736076457407639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=3198736076457407639&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3198736076457407639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3198736076457407639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/08/lutar-pela-libertacao-do-povo-palestino.html' title='Lutar pela libertação do povo palestino, contra o Estado terrorista de Israel e o imperialismo'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-6185985741260406809</id><published>2011-08-23T08:29:00.001-03:00</published><updated>2011-08-23T08:32:21.668-03:00</updated><title type='text'>Manifesto da Frente de Defesa do Povo Palestino</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-IVMzRFcszYk/TlOPYCqqVwI/AAAAAAAAAXA/GAH0RYYxEcU/s1600/11990691.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 134px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644012401220802306" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-IVMzRFcszYk/TlOPYCqqVwI/AAAAAAAAAXA/GAH0RYYxEcU/s400/11990691.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-6185985741260406809?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/6185985741260406809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=6185985741260406809&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6185985741260406809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6185985741260406809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/08/manifesto-da-frente-de-defesa-do-povo.html' title='Manifesto da Frente de Defesa do Povo Palestino'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-IVMzRFcszYk/TlOPYCqqVwI/AAAAAAAAAXA/GAH0RYYxEcU/s72-c/11990691.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-6361999410248976687</id><published>2011-08-09T21:31:00.004-03:00</published><updated>2011-08-09T21:41:24.080-03:00</updated><title type='text'>Depois de 63 anos, a ONU começa a denunciar os crimes de Israel contra o povo palestino</title><content type='html'>ONU Brasil&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.onu.org.br/palestinos-estao-sendo-forcados-a-deixar-cisjordania-alerta-onu/"&gt;http://www.onu.org.br/palestinos-estao-sendo-forcados-a-deixar-cisjordania-alerta-onu/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palestinos estão sendo forçados a deixar Cisjordânia, alerta ONU&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) lançou nesta segunda-feira (01/08) o relatório “Deslocamento e Insegurança na Área C da Cisjordânia”. O documento aponta que medidas aplicadas por autoridades israelenses estão forçando palestinos a deixar a chamada Área C – que corresponde a 60% do território da Cisjordânia e é controlada por Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o relatório, as regras de zoneamento tornam praticamente impossível para os palestinos obter licenças de construção. Outras imposições incluem a construção de barreiras, redução da renda, demolição de casas e difícil acesso a serviços como educação e abastecimento de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Este padrão de deslocamento, juntamente com as atuais atividades de assentamento, minam as possibilidades das comunidades palestinas manterem sua presença na Área C, e geram preocupações sobre mudanças demográficas e na composição étnica da área”, disse o Coordenador Humanitário da ONU para o Território Palestino Ocupado, Ramesh Rajasingham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O OCHA pediu ao governo israelense que acabe com os deslocamentos e desapropriações de palestinos no território ocupado – incluindo o fim imediato da demolição de propriedades palestinas – até que eles tenham um acesso justo e não discriminatório ao regime de planejamento e zoneamento.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-6361999410248976687?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/6361999410248976687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=6361999410248976687&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6361999410248976687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6361999410248976687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/08/depois-de-63-anos-onu-comeca-denunciar.html' title='Depois de 63 anos, a ONU começa a denunciar os crimes de Israel contra o povo palestino'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-1190409513242363259</id><published>2011-08-05T13:37:00.000-03:00</published><updated>2011-08-05T13:38:50.677-03:00</updated><title type='text'>A VERDADEIRA HISTÓRIA DO SIONISMO</title><content type='html'>"A liderança sionista colaborou com os piores perseguidores dos judeus durante o século XIX e o século XX, incluindo os nazistas"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stylianos Tsirakis* - Revista Teoria &amp;amp; Debate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ralph Schoenman foi diretor-executivo da Fundação pela Paz Bertrand Russel, papel através do qual conduziu negociações com inúmeros chefes de Estado. Foi também fundador e diretor da Campanha de Solidariedade ao Vietnã e diretor do Comitê "Quem Matou Kennedy?". Tem sido co-diretor do Movimento de Solidariedade de Trabalhadores e Artistas Americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;T &amp;amp; D - Em seu livro The Hidden History of Zionism (A História Oculta do Sionismo), você descreve quatro mitos sobre a história do sionismo. Nós gostaríamos que você explicasse um pouco seu livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Schoenman - O meu trabalho na Fundação Bertrand Russel foi importante por me dar a chance de documentar fatos da formação do Estado sionista de Israel. Em cursos e palestras que proferi em mais de uma centena de universidades americanas e européias, pude constatar que as pessoas não sabiam, não tinham conhecimento da história do movimento sionista, dos seus objetivos e de vários fatos. Nessas ocasiões, deparei com concepções equivocadas sobre a natureza do Estado de Israel e foi isso que impulsionou o meu trabalho de escrever o livro, The Hidden History of Zionism, no qual eu abordo o que chamo de os quatro mitos que têm moldado a consciência nos Estados Unidos e na Europa sobre o sionismo e o Estado de Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;T &amp;amp; D - Quais são esses quatro mitos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Schoenman - O primeiro mito é o da "terra sem povo para um povo sem terra". Os primeiros teóricos sionistas, como Theodor Herzl e outros, apresentaram para o mundo a Palestina como uma terra vazia, visitada ocasionalmente por beduínos nômades; simplesmente, uma terra vazia, esperando para ser tomada, ocupada. E os judeus eram um povo sem terra, que se originaram historicamente na Palestina; portanto, os judeus deveriam ocupar essa terra. Desde o começo, os primeiros núcleos de colonos, promovidos pelo movimento sionista, foram caracterizados pela remoção, pela expulsão armada da população palestina nativa do local onde essa população vivia e onde essa população trabalhava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;T &amp;amp; D - Quais os outros três mitos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Schoenman - O segundo mito que o livro pretende discutir é o mito da democracia israelense. A propaganda sionista, desde o início da formação do Estado de Israel, tem insistido em caracterizar Israel como um Estado democrático no estilo ocidental, cercado por países árabes feudais, atrasados e autoritários. Apresentam então Israel como um bastião dos direitos democráticos no Oriente Médio. Nada poderia estar mais longe da verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre a divisão da Palestina e a formação do Estado de Israel, num período de seis meses, brigadas armadas israelenses ocuparam 75% da terra palestina e expulsaram mais de 800 mil palestinos, de um total de 950 mil. Eles os expulsaram através de sucessivos massacres. Várias cidades foram arrasadas, forçando assim a população palestina a refugiar-se nos países vizinhos, em campos de concentração e de refugiados. Naquele tempo, no período da formação do Estado de Israel, havia 475 cidades e vilas palestinas, que caíram sob o controle israelita. Dessas 475 cidades e vilas, 385 foram simplesmente arrasadas, deixadas em escombros, no chão, apagadas do mapa. Nas 90 cidades e vilas remanescentes, os judeus confiscaram toda a terra, sem nenhuma indenização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o Estado de Israel e seus organismos governamentais, tais como o da Organização da Terra, controlam cerca de 95% da terra palestina. Pela legislação existente em Israel, é necessário provar, por critérios religiosos ortodoxos judeus, a ascendência judaica por linhagem materna até a quarta geração, para poder possuir terra, trabalhar na terra ou mesmo sublocar terra. Como eu digo sempre, nas palestras em que apresento meus pontos de vista, em qualquer país do mundo (seja Brasil, EUA, onde for), se fosse necessário preencher requisitos parecidos com esses, ninguém duvidaria do caráter racista de tal Estado; seria notória a existência de um regime fascista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Suprema Corte em Israel tem ratificado que Israel é o Estado do povo judeu e que, para participar da vida política israelense, organizar um partido político, por exemplo, ou ter uma organização política, ou mesmo um clube público, é necessário afirmar que se aceita o caráter exclusivamente judeu do Estado de Israel. É um Estado colonial racista, no qual os direitos são limitados à população colonizadora, na base de critérios raciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro mito do qual falo em meu livro é aquele criado para justificativa da política de Israel, que se diz baseada em critérios de segurança nacional. A verdade é que Israel é a quarta potência militar do mundo. Desde 1948, os EUA deram a Israel US$ 92 bilhões em ajuda direta. A magnitude dessa soma pode ser avaliada quando observamos que a população israelense variou entre 2 a 3 milhões nesse período. Se o governo americano dá algum dinheiro para países como Taiwan, Brasil, Argentina, e a aplicação desse dinheiro tiver alguma relação com fins militares, a condição é que as compras desse material têm que ser feitas dos EUA. Mas há uma exceção: as compras de material bélico podem ser feitas também de Israel. Israel é tratado pelos EUA como parte de seu território, em todos os assuntos comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que motivaria uma potência imperialista a subsidiar tanto um Estado colonial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que Israel não pode mesmo existir sem a ajuda americana, sem os US$ 10 bilhões anuais. Israel é, portanto, a extensão do imperialismo na região do Oriente Médio. Israel é o instrumento através do qual a revolução árabe é mantida sob controle. É, portanto, o instrumento através do qual as ricas reservas do Oriente Médio são mantidas sob o controle do imperialismo americano. É também um meio através do qual os regimes sanguinários dos países árabes são mantidos no governo, graças ao clima de tensão gerado por uma possível invasão israelense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quarto mito a que me refiro no livro, que tem influenciado a opinião pública mundial, refere-se à origem do sionismo, à origem do Estado de Israel. O sionismo tem sido apresentado como o legado moral do holocausto, das vítimas do holocausto. O movimento sionista tem como que se "alimentado" da mortandade coletiva dos 6 milhões de vítimas da exterminação nazista na Europa. Esta é uma terrível e selvagem ironia. A verdade é bem o oposto disso. A liderança sionista colaborou com os piores perseguidores dos judeus durante o século XIX e o século XX, incluindo os nazistas. Quando alguém tenta explicar isso para as pessoas, elas geralmente ficam chocadas, e perguntam: o que poderia motivar tal colaboração? Os judeus foram perseguidos e oprimidos por séculos na Europa e, como todo povo oprimido, foram empurrados, impelidos a desafiar o establishment, o status quo. Os judeus eram críticos, eram dissidentes. Eles foram impelidos a questionar a ordem que os perseguia. Então, o melhor das mentes da inteligência judia foi impelido para movimentos que lutavam por mudanças sociais, ameaçando os governos estabelecidos. Os sionistas exploraram esse fato a ponto de dizer para vários governos reacionários, como o dos mares na Rússia, que o movimento sionista iria ajudá-los a remover esses judeus de seus países. O movimento sionista fez o mesmo apelo ao kaiser na Alemanha, obtendo dele dinheiro e armas. Eles se reivindicavam como a melhor garantia dos interesses imperialistas no Oriente Médio, inclusive para os fascistas e os nazistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;T &amp;amp; D - Como se deu essa colaboração dos sionistas com os nazistas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Schoenman - Em 1941, o partido político de Itzhak Shamir (conhecido hoje como Likud) concluiu um pacto militar com o 3.º Reich alemão. O acordo consistia em lutar ao lado dos nazistas e fundar um Estado autoritário colonial, sob a direção do 3.º Reich. Outro aspecto da colaboração entre os sionistas e governos e Estados perseguidores dos judeus é o fato de que o movimento sionista lutou ativamente para mudar as leis de imigração nos EUA, na Inglaterra e em outros países, tornando mais difícil a emigração de judeus perseguidos na Europa para esses países. Os sionistas sabiam que, podendo, os judeus perseguidos na Europa tentariam emigrar para os EUA, para a Grã- Bretanha, para o Canadá. Eles não eram sionistas, não tinham interesse em emigrar para uma terra remota como a Palestina. Em 1944, o movimento sionista refez um novo acordo com Adolf Eichmann. David Ben Gurion, do movimento sionista, mandou um enviado, de nome Rudolph Kastner, para se encontrar com Eichmann na Hungria e concluir um acordo pelo qual os sionistas concordaram em manter silêncio sobre os planos de exterminação de 800 mil judeus húngaros e mesmo evitar resistências, em troca de ter 600 líderes sionistas libertados do controle nazista e enviados para a Palestina. Portanto, o mito de que o sionismo e o Estado de Israel são o legado moral do holocausto tem um particular aspecto irônico, porque o que o movimento sionista fez, quando os judeus na Europa tinham a sua existência ameaçada, foi fazer acordos, e colaborar com os nazistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Stylianos Tsirakis é arquiteto. Revista Teoria&amp;amp;Debate nº 5&lt;br /&gt;&lt;a href="http://blogdobourdoukan.blogspot.com/"&gt;http://blogdobourdoukan.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-1190409513242363259?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/1190409513242363259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=1190409513242363259&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/1190409513242363259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/1190409513242363259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/08/verdadeira-historia-do-sionismo.html' title='A VERDADEIRA HISTÓRIA DO SIONISMO'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-3884185392118905946</id><published>2011-08-04T18:57:00.002-03:00</published><updated>2011-08-04T19:00:09.565-03:00</updated><title type='text'>Palestinos avançam com passos firmes para pedir adesão à ONU</title><content type='html'>04 de agosto de 2011 • 13h00 • atualizado às 13h05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os palestinos descartaram renunciar a sua intenção de pedir em setembro a adesão de um Estado palestino à Organização das Nações Unidas (ONU), apesar de uma recente proposta israelense de retomar as negociações. "O trem palestino vai partir rumo a Nova York", afirmou à AFP na noite de quarta-feira o negociador palestino Saeb Erakat, no início de uma reunião do comitê árabe sobre a gestão palestina na ONU, em Doha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Erakat minimizou as recentes informações de que Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, estaria disposto a retomar as negociações de paz com base nas fronteiras de 1967, como pediu de maneira solene, em maio, o presidente norte-americano Barack Obama.&lt;br /&gt;"São boatos vindos do gabinete de Netanyahu, que definimos como manobras e um simples ato de relações públicas", justificou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na terça-feira, uma autoridade israelense indicara que seu país estaria pronto para retomar as negociações.&lt;br /&gt;"A ideia é que os palestinos renunciem ao seu projeto de agir unilateralmente na ONU", explicou ele, destacando os esforços para "elaborar um plano para que seja possível a retomada das negociações", iniciadas há várias semanas pelos Estados Unidos com o apoio do Quarteto para o Oriente Médio (Estados Unidos, Rússia, União Europeia e ONU).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A direção palestina, no entanto, teria muito a perder com a opinião pública caso renuncie na última hora a este projeto ao qual muito se dedicou, consideram analistas.&lt;br /&gt;"Seria um golpe duro", observou Hani al Masri, um especialista em assuntos da Palestina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com ele, "Israel teme a iniciativa dos palestinos, uma vez que acredita que a ONU poderia dar a eles o que Israel se nega a dar pelas vias da negociação", justifica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abertura atribuída a Netanyahu "tem como único objetivo demover o projeto palestino de se ir a ONU", afirmou por sua vez Ahmad Majdalani, membro do Comitê Executivo da Organização para Liberação da Palestina (OLP), muito cético em relação a vontade do primeiro-ministro israelense de regressar à mesa de negociações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Netanyahu interveio recentemente para anular um encontro previsto entre Shimon Peres, chefe de Estado israelense, e Mahmud Abbas, presidente da Autoridade Palestina. A reunião deveria ser o marco do reinício do processo de paz, acredita Majdalani.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há vários meses Abbas repete que sua decisão de levar à ONU o pedido de adesão de um Estado com base nas fronteiras de 1967, ou seja, a totalidade da Cisjordânia, Jerusalém Oriental e a Faixa de Gaza, não é "uma manobra", mas sim um meio de retomar as negociações com um maior aparato.&lt;br /&gt;"Seria errado pensar que indo à ONU os palestinos buscariam apenas pontos para melhorar sua posição nas negociações", afirmou Majdalani.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As negociações entre Israel e Palestina, brevemente retomadas em setembro de 2010 sob os olhares de Washington, estão estagnadas há dez meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de tanta determinação, Erakat mostra-se evasivo quanto a data do envio do pedido de adesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Temos tempo", justificou, assegurando que o expediente "estaria pronto para ser apresentado antes da reunião da Assembleia Geral da ONU".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-3884185392118905946?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/3884185392118905946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=3884185392118905946&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3884185392118905946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3884185392118905946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/08/palestinos-avancam-com-passos-firmes.html' title='Palestinos avançam com passos firmes para pedir adesão à ONU'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-6061842971119964157</id><published>2011-07-13T18:39:00.000-03:00</published><updated>2011-07-13T18:41:43.522-03:00</updated><title type='text'>Parlamento de Israel aprova proibição de boicote a colônias</title><content type='html'>11 de julho de 2011 • 18h27 • atualizado às 19h03&lt;br /&gt;O Parlamento de Israel aprovou nesta segunda-feira uma lei que criminaliza a campanha pelo boicote a instituições e empresas localizadas em assentamentos construídos nos territórios palestinos ocupados.&lt;br /&gt;A lei, apresentada pelo partido governista Likud, obteve o apoio de 47 dos 120 membros do Parlamento; 38 deputados votaram contra e 35 se abstiveram ou se ausentaram do recinto durante a votação.&lt;br /&gt;Os partidos de direita, extrema-direita e religiosos votaram em favor de lei, enquanto os partidos de centro, de esquerda e representantes da população árabe-israelense votaram contra.&lt;br /&gt;De acordo com a nova lei, "aquele que prejudicar o Estado de Israel por intermédio de boicote estará sujeito a pagar indenização e sofrerá restrições a seu direito de participar de licitações públicas".&lt;br /&gt;O autor do projeto, deputado Zeev Elkin, afirmou que Israel "chegou ao absurdo de que muitos dos que convocam o boicote vêm de dentro", em referência a grupos pacifistas israelenses que apoiam o boicote aos assentamentos, como parte do protesto contra a ocupação dos territorios palestinos.&lt;br /&gt;A lei estabelece que "aqueles que se sentirem prejudicados pelo boicote poderão processar os responsáveis e exigir indenização".&lt;br /&gt;Liberdade de expressão&lt;br /&gt;De acordo com a lei, os supostos prejudicados não terão que provar que sofreram danos nem demonstrar a extensão do prejuízo. Não haverá limite ao valor que poderão exigir como indenização, e ONGs que defendem o boicote poderão perder seu direito à isenção de impostos.&lt;br /&gt;A lei não visa o consumidor individual, mas sim grupos ou instituições que exortam ao boicote.&lt;br /&gt;A deputada Zahava Galon, do partido social-democrata Meretz, anunciou que apoia o boicote aos produtos fabricados nos assentamentos e declarou que a lei representa "repressão explicita à liberdade de expressão".&lt;br /&gt;O assessor jurídico do Parlamento, o advogado Eyal Inon, disse que a nova lei está "à beira de ser inconstitucional, ou mais que isso".&lt;br /&gt;Israel não tem uma Constituição, mas possui algumas leis de caráter constitucional, entre elas a lei básica de dignidade e liberdade da pessoa. Segundo Inon, ao afetar a liberdade de expressão, a lei antiboicote estaria contradizendo a lei básica.&lt;br /&gt;No entanto, o procurador-geral da Justiça, Yehuda Weinstein, aprovou a formulação da lei e concordou que ela fosse levada à votação do Parlamento.&lt;br /&gt;A nova legislação tem o apoio do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu. O ministro das Finanças, Yuval Steinitz, negou que haja violação da liberdade de expressão. "Democracia não significa um grupo derrubar um outro com o poder econômico", disse.&lt;br /&gt;Boicote&lt;br /&gt;Para o veterano pacifista Uri Avnery, "esta é a lei mais draconiana na história de Israel".&lt;br /&gt;Em entrevista ao jornal Haaretz, Avnery, 87 anos, afirmou que a lei "deixa claro que não é Israel que manda nos colonos, mas sim os colonos que mandam em Israel".&lt;br /&gt;O grupo liderado por Avnery, Gush Shalom (Bloco da Paz), foi o primeiro em Israel a fazer campanha pelo boicote aos produtos dos assentamentos e divulga, há mais de dez anos, listas de itens fabricados nessas colônias, pedindo ao público que não os compre.&lt;br /&gt;O boicote é um tema polêmico em Israel e envolve não apenas o debate entre a esquerda e a direita, mas também controvérsias dentro da própria esquerda.&lt;br /&gt;A maioria dos esquerdistas israelenses defende o boicote aos assentamentos, inclusive nos âmbitos econômico e cultural.&lt;br /&gt;Uma minoria defende o boicote ainda mais amplo, a todas as instituições identificadas com o Estado, inclusive instituições academicas, científicas, artísticas e empresas comerciais.&lt;br /&gt;Esse grupo, denominado BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções), equipara a situação atual em Israel com a situação que vigorava na África do Sul na época do apartheid.&lt;br /&gt;Segundo o BDS, "a única maneira de terminar com o apartheid israelense contra os palestinos é por intermédio do boicote internacional, da mesma maneira como o mundo boicotou a África do Sul".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-6061842971119964157?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/6061842971119964157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=6061842971119964157&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6061842971119964157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6061842971119964157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/07/parlamento-de-israel-aprova-proibicao.html' title='Parlamento de Israel aprova proibição de boicote a colônias'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' 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reunião do Quarteto para a Paz no Oriente Médio (EUA, Rússia, ONU e UE), que estudará em Washington as possibilidades de lançar uma nova iniciativa de paz para o Oriente Médio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espera-se que o assessor legal da Knesset, Eyal Yinon, torne pública hoje sua opinião sobre a proposta legislativa, que considera poder violar o direito à liberdade de expressão e o direito a protestar, informa o jornal israelense Haaretz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte dos partidos que formam a coalizão de governo mostrou seu apoio à iniciativa, proposta pelo deputado Zeev Elkin, do direitista Likud, que não terá os votos da oposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grupo de intelectuais israelenses, entre os quais se encontra o reputado escritor Amós Oz, enviou uma carta a vários legisladores pedindo sua oposição à "lei do boicote", ao considerar que "os assentamentos estão fora das fronteiras do Estado de Israel e, portanto, são ilegais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-4537610050678855557?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/4537610050678855557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=4537610050678855557&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/4537610050678855557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/4537610050678855557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/07/parlamento-israelense-debate-lei-que.html' title='Parlamento israelense debate lei que proibirá boicote a colônias'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-8258225398795501245</id><published>2011-07-09T23:31:00.000-03:00</published><updated>2011-07-09T23:34:08.359-03:00</updated><title type='text'>Israel prende 124 ativistas pró-palestinos dos EUA e da Europa</title><content type='html'>Militantes de diferentes países pretendiam participar de atos em solidariedade aos palestinos.&lt;br /&gt;09 de julho de 2011 12h 24&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A policia de Israel prendeu 124 ativistas europeus e americanos, que desembarcaram no aeroporto internacional do país, com o objetivo de viajar à Cisjordânia para participar de atos de solidariedade com os palestinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ativistas - 76 mulheres e 38 homens - da França, Holanda, Espanha, EUA, Bélgica e Bulgária, foram detidos imediatamente após desembarcarem no Aeroporto Ben Gurion e, depois de serem interrogados, foram transferidos para diversas prisões onde deverão aguardar a deportação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os ativistas seu plano original era participar de um programa chamado "Bem-vindos à Palestina", organizado por grupos europeus e palestinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os participantes, o principal é o Movimento de Solidariedade Internacional, fundado há dez anos, que costuma enviar ativistas para a Cisjordânia, para participar de diversos tipos de atividades, inclusive manifestações contra a ocupação israelense e de auxilio a agricultores palestinos na colheita anual de azeitonas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro da Segurança Interna de Israel, Itzhak Aharonovitz, utilizou o termo ''hooligans'', que significa arruaceiros em inglês e é normalmente relacionado a atos de vandalismo cometidos por torcedores de futebol, para qualificar os ativistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;'Lista negra'&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos ativistas detidos em Israel, cerca de 200 participantes foram barrados em diversos aeroportos europeus, pelas próprias companhias aéreas, depois que receberam uma "lista negra" de Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As autoridades israelenses informaram as companhias aéreas que não permitiriam a entrada dos passageiros listados e que as empresas teriam que arcar com as despesas de deportação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o primeiro ministro israelense, Binyamin Netanyahu, os ativistas poderiam "perturbar a ordem pública".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A representante da Autoridade Palestina junto à União Europeia, Laila Shahid, condenou os países europeus e as companhias aéreas, que, segundo ela , "obedeceram a decisão de Israel de colocar cidadãos europeus em listas negras".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ninguém sabe em que se baseiam essas listas, nem que crimes essas pessoas cometeram, exceto tentar manifestar solidariedade", afirmou a representante palestina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site israelense Ynet cita um porta-voz da policia alemã dizendo que "se um passageiro tem um passaporte válido e uma passagem, não há base para impedi-lo de embarcar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o porta-voz da Swiss Air, companhia aérea suíça, afirmou que segundo o regulamento da Organização Internacional de Aviação Civil "se um país informa a companhia aérea que a entrada de um indivíduo será barrada, essa pessoa não terá permissão para embarcar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ativistas que foram barrados na Europa anunciaram que pretendem processar as companhias aéreas e denunciaram o que chamaram de "cumplicidade" das empresas com Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o jornal Haaretz, companhias aéreas que deverão transportar os ativistas presos em Israel disseram que não será fácil encontrar lugar nos aviões para eles, pois esta época do ano é de alta estação e todos os voos para a Europa estão lotados. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-8258225398795501245?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/8258225398795501245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=8258225398795501245&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/8258225398795501245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/8258225398795501245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/07/israel-prende-124-ativistas-pro.html' title='Israel prende 124 ativistas pró-palestinos dos EUA e da Europa'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-2904570385858441243</id><published>2011-07-08T19:51:00.001-03:00</published><updated>2011-07-08T19:52:29.797-03:00</updated><title type='text'>Viajantes que iam a Gaza se revoltam ao serem retidos Paris</title><content type='html'>08 de julho de 2011 • 09h13 • atualizado às 09h33&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproximadamente 50 viajantes simpatizantes da causa palestina que pretendiam voar a Tel Aviv para depois chegar a Gaza protestaram nesta sexta-feira no aeroporto Roissy Charles de Gaulle de Paris depois que tiveram o embarque negado, e se queixaram do tratamento que receberam aos meios de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os passageiros, que não tiveram permissão para entrar nos aviões por figurarem em uma lista de "indesejados" elaborada pelas autoridades israelenses, tentaram impedir nesta manhã o acesso dos demais viajantes a um voo da companhia alemã Lufthansa com destino a Israel.&lt;br /&gt;"Tenho um passaporte legal, comprei minha passagem, por que não me deixam passar?", reclamava uma das afetadas à emissora de rádio "France Info", em um clima de forte tensão entre os ativistas e os outros passageiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É inadmissível, pelo menos nos deixem ir a Tel Aviv", afirmava um jovem, que denunciou a conivência das autoridades francesas e das companhias aéreas com Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro passageiro com acesso negado acrescentou: "Temos o passaporte em dia, não somos terroristas, não temos antecedentes criminais, isso é intolerável".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma situação ocorreu uma hora mais tarde com um segundo voo da companhia italiana Alitalia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma das medidas que Israel adotou nos últimos dias para impedir a chegada de ativistas pró-palestinos ao país, coincidindo com a tentativa de organização da pequena frota humanitária à Gaza, que pretende chegar ao território palestino para levar ajuda e protestar pelo bloqueio israelense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma parte dos ativistas tenta chegar a Tel Aviv pelo ar, de onde pretendem se deslocar a Gaza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel enviou uma lista às companhias aéreas na qual figuram mais de 300 pessoas às quais não vai deixar entrar no país e ameaçou as companhias aéreas afirmando que assumiriam os custos caso fosse necessário repatriá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dos militantes declararam que querem apresentar uma denúncia por discriminação por opinião política&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-2904570385858441243?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/2904570385858441243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=2904570385858441243&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2904570385858441243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2904570385858441243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/07/viajantes-que-iam-gaza-se-revoltam-ao.html' title='Viajantes que iam a Gaza se revoltam ao serem retidos Paris'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-2472956915537348106</id><published>2011-07-08T19:47:00.000-03:00</published><updated>2011-07-08T19:49:04.409-03:00</updated><title type='text'>Palestinos pedem a Brasil e ONU boicote às armas de Israel</title><content type='html'>08 de julho de 2011 • 09h09 • atualizado às 09h29&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Representantes do movimento palestino Boicote, Desinvestimento e Sanções a Israel (BDS) entregaram cartas nesta sexta-feira ao consulado do Brasil e à sede da ONU na cidade de Ramala (Cisjordânia) com um pedido para que os Governos ponham fim ao comércio de armas com Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os jovens e a sociedade civil pedem ao Governo brasileiro e à ONU que ponham fim a suas relações militares com Israel em todos os níveis, porque este comércio provoca violações dos direitos humanos dos palestinos", disse à Agência Efe o palestino Ibrahim Yousef, coordenador do Comitê Nacional do BDS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este ativista indicou que o Brasil é um dos cinco principais importadores de armas israelenses, um comércio que mantém o desenvolvimento da indústria militar do Estado judaico e que, a seu entender, "é contrário à própria Constituição brasileira".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O movimento BDS agrupa mais de 100 organismos não-governamentais, sindicatos e organizações civis palestinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Faz tempo que é necessário um boicote militar absoluto a Israel. Trata-se de um passo crucial para acabar com o uso da força criminosa e ilegal contra o povo palestino e outros povos e Estados na região e representa uma medida efetiva e não violenta para pressionar Israel a cumprir suas obrigações sob o direito internacional", diz o texto da carta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-2472956915537348106?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/2472956915537348106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=2472956915537348106&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2472956915537348106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2472956915537348106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/07/palestinos-pedem-brasil-e-onu-boicote.html' title='Palestinos pedem a Brasil e ONU boicote às armas de Israel'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-158077163453911123</id><published>2011-07-06T21:09:00.002-03:00</published><updated>2011-07-06T21:12:26.139-03:00</updated><title type='text'>Israel ameaça ativistas que planejam chegar por via aérea</title><content type='html'>Guila Flint&lt;br /&gt;Da BBC Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, afirmou que as forças de segurança do país vão barrar ativistas europeus e americanos pró-Palestina que deverão chegar nesta sexta-feira ao aeroporto de Ben Gurion, nos arredores de Tel Aviv, a caminho da Cisjordânia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Netanyahu se reuniu nesta quarta-feira com ministros e comandantes da polícia no Aeroporto Internacional de Israel para coordenar as medidas que serão tomadas contra o que chamou de "flotilha aérea".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os organizadores esperam que cerca de 700 de ativistas cheguem a Israel em voos comerciais para passar uma semana na Cisjordânia, onde devem participar de atos de solidariedade à criação de um Estado Palestino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A viagem ocorre na mesma semana que os organizadores de uma flotilha para Gaza - que partiria da Grécia com cerca de dez barcos e 500 ativistas - admitiram o fracasso da iniciativa, que tinha o objetivo de furar o bloqueio israelense e atracar no porto do território palestino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Provocadores''&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro da Segurança Interna, Itzhak Aharonovitz, declarou que Israel "vai expulsar os arruaceiros que chegarem ao aeroporto Ben Gurion".&lt;br /&gt;"Recomendo aos provocadores que não venham", disse. "Quero deixar claro que, como Estado soberano e democrático, não permitiremos propaganda, incitamento e manifestações ilegais, seja no aeroporto ou em qualquer outro lugar."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, os organizadores da viagem coletiva à Cisjordânia afirmam que seu objetivo é visitar os territórios palestinos e que não têm intenção de fazer manifestações no aeroporto israelense.&lt;br /&gt;Tom Innes, porta-voz do grupo britânico que fará parte da visita, disse ao site israelense Ynet que não vê "razão alguma para que não me permitam ir a Belém".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele também afirmou que, desta vez, os ativistas não pretendem mentir às autoridades israelenses no aeroporto e que "dirão claramente que o objetivo da viagem é visitar a Palestina".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;''Histeria''&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes oficiais disseram ao Ynet que as autoridades israelenses estão em um estado de "histeria" diante da chegada dos ativistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a imprensa local, nesta sexta-feira a segurança do aeroporto será reforçada de maneira significativa, com grande número de policiais e de agentes à paisana. As autoridades aeroportuárias também afirmaram que pretendem instruir aviões que chegarem da Europa a aterrissar em um terminal separado e que todos os passageiros serão interrogados e revistados.&lt;br /&gt;De acordo com o ministro Aharonovitz, "os arruaceiros serão imediatamente expulsos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elza Rafbach, uma das organizadoras do grupo americano que participará da visita à Cisjordânia, disse que "chamar os ativistas de arruaceiros é ridículo, pois a maioria deles tem entre 50 e 60 anos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra organizadora da visita, Lubna Massarwa, disse ao jornal Haaretz que não há "relação nenhuma" entre a flotilha para Gaza e o ato de solidariedade na Cisjordânia que, segundo ela, vem sendo planejado há mais de um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A flotilha, considerada pelo governo israelense um ato de provocação para ajudar o Hamas (grupo palestino que controla Gaza), foi barrada pelas autoridades gregas e não conseguiu zarpar.&lt;br /&gt;Acredita-se que o governo israelense exerceu pressões políticas sobre a Grécia para que impedisse a saída dos barcos de seus portos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-158077163453911123?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/158077163453911123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=158077163453911123&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/158077163453911123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/158077163453911123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/07/israel-ameaca-ativistas-que-planejam.html' title='Israel ameaça ativistas que planejam chegar por via aérea'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-1261802894325718788</id><published>2011-07-06T21:06:00.001-03:00</published><updated>2011-07-06T21:08:43.956-03:00</updated><title type='text'>Israel prepara-se para chegada de ativistas pró-palestinos</title><content type='html'>Comentários&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel prepara-se para receber na próxima sexta-feira centenas de ativistas pró-palestinos que declararão na chegada ao aeroporto de Ben Gurion (perto de Tel Aviv) que vêm visitar "os territórios palestinos" e podem ser deportados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao invés de disfarçar os motivos da visita (como fazem habitualmente as pessoas para evitar que as autoridades migratórias israelenses os impeçam a entrada), desta vez os ativistas dirão na fronteira que vêm à região para participar de atividades não violentas contra a ocupação israelense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"São esperados entre 600 e 800 pessoas. Talvez Israel deixe-os entrar ou talvez os mande de volta, mas esperamos que entrem porque a visita é uma atividade pacífica", declarou à Efe Mazin Qumsiyeh, da organização "Rede para a Justiça na Palestina", organizadora do evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta e outras 20 ONGs palestinas convocaram os ativistas a chegar à região até 8 de julho para participar do programa "Bem-vindos à Palestina", que consistirá em uma semana de atividades culturais e políticas que os levará, entre outras, as cidades de Ramala, Belém, Hebron, Jerusalém e as comunidades palestinas do Vale do Jordão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo israelense considera o plano "uma provocação" e encarregou o ministro da Segurança Pública, Yitzhak Aharonovitch, que coordene a resposta dos diferentes organismos migratórios e de segurança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-1261802894325718788?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/1261802894325718788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=1261802894325718788&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/1261802894325718788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/1261802894325718788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/07/israel-prepara-se-para-chegada-de.html' title='Israel prepara-se para chegada de ativistas pró-palestinos'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-2209272456107062024</id><published>2011-07-03T12:44:00.000-03:00</published><updated>2011-07-03T12:46:00.789-03:00</updated><title type='text'>Grécia intercepta ativistas dos EUA rumo a Gaza</title><content type='html'>01 de julho de 2011 18h 57&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RENEE MALTEZOU E ORI LEWIS - REUTERS&lt;br /&gt;A Grécia impediu na sexta-feira que um barco com ativistas dos EUA zarpasse para aderir a uma flotilha que planeja furar o bloqueio marítimo israelense à Faixa de Gaza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pequeno grupo de embarcações com ativistas dos EUA, França e Canadá deveria ter partido há uma semana, mas houve repetidos adiamentos motivados por suspeitas de sabotagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último empecilho, a Guarda Costeira grega interceptou um barco que havia acabado de zarpar de Perama, localidade próxima a Pireus, em direção ao mar aberto, segundo um dos ativistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estamos logo aqui, a duas milhas de Pireus", disse a ativista norte-americana Ann Wright, a bordo da embarcação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Fomos parados pela Guarda Costeira. O barco deles manobrou na nossa frente, e eles estão agora conversando com o capitão. Querem que a gente volte", disse ela à Reuters por telefone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horas depois, a embarcação começou a regressar em direção à costa, segundo um agente da Guarda Costeira que pediu anonimato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wright disse que o primeiro destino do barco seria a ilha grega de Creta. As autoridades gregas haviam anunciado horas antes que barcos com destino a Gaza - o que envolve o trânsito por águas internacionais - estavam proibidos de deixar os portos gregos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas outro ativista disse que a interceptação foi ilegal, e que o incidente não deterá o restante da flotilha, que pretende zarpar nos próximos dias. "A interceptação nos afeta, mas acreditamos que seja ilegal e não-razoável", disse Vangelis Pissias à Reuters. "Estamos determinados a continuar. Como eles podem fazer isso?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel diz que o bloqueio à Faixa de Gaza se destina a impedir o tráfico de armas para o território, que é governado pelo grupo islâmico Hamas. Os palestinos dizem que se trata de uma punição coletiva e ilegal aos seus 1,5 milhão de habitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo israelense pediu aos governos estrangeiros que não permitam a viagem do comboio marítimo, e na quinta-feira o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu agradeceu aos aliados, inclusive a Grécia, por barrar os ativistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma porta-voz dos ativistas disse que a flotilha irá zarpar da Grécia até meados da semana que vem. A intenção original era que o grupo reunisse 15 barcos, mas agora só nove estão disponíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel considera a viagem uma provocação, mas nega que tenha sabotado um barco irlandês e um barco sueco que relataram danos a seus motores depois de atracar em um porto grego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pouco mais de um ano, nove ativistas morreram na invasão de fuzileiros navais israelenses a uma flotilha semelhante que tentava chegar à Faixa de Gaza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-2209272456107062024?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/2209272456107062024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=2209272456107062024&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2209272456107062024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2209272456107062024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/07/grecia-intercepta-ativistas-dos-eua.html' title='Grécia intercepta ativistas dos EUA rumo a Gaza'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-1220533980436691163</id><published>2011-06-29T00:07:00.000-03:00</published><updated>2011-06-29T00:09:20.398-03:00</updated><title type='text'>Barco de ajuda a Gaza responde ao governo Obama</title><content type='html'>24/6/2011, Countercurrents – &lt;a href="http://www.countercurrents.org/aoh240611.htm"&gt;http://www.countercurrents.org/aoh240611.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenas, 24/6/2011 – Os ativistas pacifistas norte-americanos que se preparam para partir levando mensagem de solidariedade ao povo de Gaza a bordo do barco de bandeira norte-americana “A Audácia da Esperança” [título de livro de Obama] manifestaram profundo desapontamento, depois de ‘alerta’ emitido pelo Departamento de Estado dos EUA no dia 22/6/2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de escrever ao governo de Israel, exigindo livre passagem para um barco que conduz cidadãos norte-americanos desarmados com ajuda humanitária aos palestinos, o governo dos EUA pressiona seus próprios cidadãos para que não empreendam movimento legal que livremente decidiram empreender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na 4ª-feira, o departamento de Estado emitiu um “alerta de viagem” dirigido a cidadãos norte-americanos que planejem participar da Flotilha de Liberdade para Gaza. O documento aconselha os cidadãos norte-americanos a não viajar para Gaza por qualquer meio, por terra, mar ou ar, “considerando que em tentativas anteriores de entrar em Gaza por mar, os barcos foram impedidos por comandos israelenses, ação que resultou em mortos e feridos, além de prisão e deportação de cidadãos dos EUA.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pelos termos do documentos, conclui-se que o Departamento de Estado entende que os atos de violência previsíveis de Israel contra manifestantes desarmados seriam eventos tão naturalmente previsíveis quanto maremotos ou tempestades” disse Hagit Borer, professora de Linguística da Universidade Southern California e passageira do barco norte-americano. “É atitude espantosa, vinda de governo que garante a Israel bilhões de dólares em ajuda militar e usa rotineiramente seu poder de veto para impedir que o governo de Israel seja censurado pelo Conselho de Segurança da ONU, pela prática de crime de ocupação ilegal de terras palestinas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os passageiros do barco norte-americano observam que o Departamento de Estado tem o dever legal de proteger os cidadãos, sempre que viagem ao exterior. "Até hoje, os funcionários do governo dos EUA falharam sempre que se tratou de impedir que autoridades israelenses nos atacassem fisicamente” – disse Robert Naiman, diretor político da organização Just Foreign Policy, outro passageiro do barco para Gaza. “É claro que o Departamento de Estado deveria manifestar-se contra quem nos ameaça, em vez de tentar impedir que nós viajemos. É terrivelmente decepcionante constatar que não fazem o que devem fazer.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir, o texto da carta que os passageiros do barco “A Audácia da Esperança” enviaram, dia 14 de junho, ao presidente Obama, à secretária de Estado Hilary Clinton e a outras autoridades. Ainda não receberam resposta.&lt;br /&gt;+++++++++++++++++++++++&lt;br /&gt;14 de junho de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhor Presidente&lt;br /&gt;Casa Branca&lt;br /&gt;1600 Pennsylvania Avenue NW, Washington, DC 20500&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhor Presidente Obama:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevemos para informar-lhe que 50 norte-americanos desarmados partirão nos próximos dias em barco sob bandeira dos EUA, que batizamos “A Audácia da Esperança”, e que integrará mais uma Flotilha da Paz rumo a Gaza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa manifestação pacífica fará pressão contra o bloqueio de Israel a Gaza, que já é, de fato, campo de prisioneiros no qual Israel mantém aprisionados 1,6 milhão de civis, a maioria dos quais com menos de 16 anos. O bloqueio israelense reduziu à miséria a população de Gaza, privou os palestinos de Gaza de itens básicos de sobrevivência e de materiais de construção para reconstruir as casas que o exército israelense destruiu no ataque de 2008-9; continua a impedir que os doentes e deficientes físicos encontrem socorro médico; e impede que estudantes já contemplados com bolsas de estudos ausentem-se de Gaza para estudar. Em Gaza, 45% da população em idade de trabalhar está desempregada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de 10 passageiros, 5 tripulantes e 10 jornalistas, nosso barco leva também milhares de cartas de solidariedade, apoio e amizade reunidas em todos os EUA e endereçadas aos homens, mulheres e crianças de Gaza. Não temos a bordo nenhum tipo de arma. Não levamos a bordo nenhum produto comercial a ser entregue em Gaza. A nossa, é missão da sociedade civil dos EUA, dirigida à sociedade civil de Gaza. Não somos grupo partidário nem temos qualquer ligação com governo ou grupo de opinião. Nossa ação é ação não violenta, de solidariedade humana e de apoio ao povo palestino de Gaza, para ajudá-los a defender seus direitos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na honrada tradição de ativismo não violento da sociedade norte-americana, que sempre se ergueu em manifestações pacíficas contra a injustiça, viajaremos a Gaza com a esperança de que nossa viagem prove ao povo de Gaza que não estão sós. Nossa viagem visa também a chamar a atenção dos EUA e do mundo para o castigo coletivo, moral e legalmente indefensável, que Israel impõe, em Gaza, a civis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sr. Presidente, o senhor com certeza já sabe que o bloqueio contra Gaza é insustentável. E seu governo já várias vezes manifestou apoio a manifestações pacíficas ao longo dessa “Primavera Árabe”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como cidadãos dos EUA, esperamos que nosso país e seu governo se empenhem para assegurar livre passagem para os barcos da Flotilha da Paz até Gaza. Contamos também com que nosso país apoiará nosso clamor, de caráter humanitário, para que o bloqueio israelense contra Gaza seja imediatamente levantado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tanto, é preciso que o governo dos EUA notifique Israel, em termos claros, de que não deve impedir pela força que a nova Flotilha da Paz – à qual se integrou nosso barco “A Audácia da Esperança” – chegue a Gaza. É o que nós, que estaremos a bordo desse barco – engenheiros, pedreiros, bombeiros, advogados, trabalhadores sociais, aposentados, sobreviventes do Holocausto, funcionários públicos aposentados – esperamos de nosso presidente e do governo que ajudamos a eleger.&lt;br /&gt;Nosso barco partirá do leste do Mediterrâneo na última semana de junho. Agradecemos desde já suas providências, para proteger nossas vidas e nos assegurar livre trânsito por mar até Gaza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenciosamente,&lt;br /&gt;Norte-americanos a bordo do barco “A Audácia da Esperança”, de bandeira norte-americana: Nic Abramson, Johnny Barber, Medea Benjamin, Greta Berlin, Hagit Borer, Regina Carey, Gale Courey Toensing, Erin DeRamus, Linda Durham, Debra Ellis, Hedy Epstein, Steve Fake, Ridgely Fuller, Megan Horan,Kathy Kelly, Kit Kittredge, Libor Koznar, Melissa Lane, G. Kaleo Larson, Richard Levy, Richard Lopez, Ken Mayers, Ray McGovern, Gail Miller, Carol Murry, Robert Naiman, Henry Norr, Ann Petter, Gabe Schivone, Kathy Sheetz, Max Suchan, Brad Taylor, Len Tsou, Alice Walker, Paki Wieland, Ann Wright.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cc:&lt;br /&gt;Sr. Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU&lt;br /&gt;Sra. Hillary Clinton, secretária de Estado dos EUA&lt;br /&gt;Sr. Jeffrey Feltman, secretário de Estado (assistente) dos EUA&lt;br /&gt;Sra. Susan E. Rice, representante permanente dos EUA na ONU&lt;br /&gt;Sr. James B. Cunningham, embaixador dos EUA em Israel (e outros)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-1220533980436691163?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/1220533980436691163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=1220533980436691163&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/1220533980436691163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/1220533980436691163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/06/barco-de-ajuda-gaza-responde-ao-governo.html' title='Barco de ajuda a Gaza responde ao governo Obama'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-7867834959391637058</id><published>2011-06-20T19:55:00.002-03:00</published><updated>2011-06-20T20:03:50.722-03:00</updated><title type='text'>Israel reprime e prepara ataque à flotilha</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-vTECG-LCURQ/Tf_RlN6H7RI/AAAAAAAAAW4/INTbtG01kPg/s1600/israel-palestinarepres.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 265px; FLOAT: right; HEIGHT: 197px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5620441297300483346" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-vTECG-LCURQ/Tf_RlN6H7RI/AAAAAAAAAW4/INTbtG01kPg/s400/israel-palestinarepres.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;By&lt;br /&gt;Caue Seigne Ameni&lt;br /&gt;– 17 de junho de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais isolado, governo de Telaviv amplia ataques a palestinos e endurece contra 1500 pacifistas de todo o mundo, que chegarão a Gaza no final do mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Prensa Latina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forças militares de Israel irromperam hoje em várias localidades da Cisjordânia ocupada e prenderam residentes palestinos, coincidindo com a aprovação de uma polêmica lei sobre prisioneiros e ameaças contra uma flotilha humanitária. Efetivos do Exército de ocupação e da polícia entraram usando a força em Issawiya, um povoado de Jerusalém Leste, e revistaram moradias palestinas, danificando pertences de seus moradores.&lt;br /&gt;Ativistas palestinos denunciaram que os militares também atacaram duas casas na aldeia Husan, situada ao oeste da cidade cisjordana de Belém, e destruíram o mobiliário.&lt;br /&gt;Outros abusos da polícia israelense foram constatados em distritos da aldeia Al-Shawawra, ao leste de Belém, mas se ignoram os detalhes.&lt;br /&gt;O jornal The Jerusalem Post, por sua vez, informou que militares israelenses prenderam nesta quinta-feira em sua casa de Kfar Surif, ao norte de Hebrón, Samir Qadi, deputado palestino filiado ao Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) na Faixa de Gaza.&lt;br /&gt;Qadi esteve encarcerado em Israel de 2006 a 2009 ao ser preso durante uma onda repressiva e de detenções praticada depois da captura do soldado Gilad Shalit por um comando islamista na fronteira de Gaza.&lt;br /&gt;A detenção de Qadi ocorreu após a aprovação, ontem à noite no parlamento israelense (Knesset), de uma lei que permitirá que os chamados prisioneiros de segurança (termo usado para cidadãos árabes considerados perigosos) sejam devolvidos a prisão sem julgamento prévio.&lt;br /&gt;Dita normativa proposta pelo político Danny Danon, pertencente ao direitista partido Likud (no poder), busca impedir que os presos palestinos retomem algum tipo de atividade política quando forem libertos como parte de uma troca de prisioneiros.&lt;br /&gt;O exército de Israel, por outro lado, recebeu “instruções claras” de impedir qualquer violação de seu bloqueio marítimo a Gaza e elevou a preparação militar e o alerta depois do anúncio de que uma flotilha com ajuda humanitária chegará ao território no final deste mês.&lt;br /&gt;A respeito, as forças navais realizaram ontem exercícios militares para frustrar o acesso à costa da Faixa pela chamada Flotilha da Liberdade 2, em tributo a uma interceptada com brutalidade por Israel em maio de 2010, quando morreram nove pessoas.&lt;br /&gt;O gesto solidário com os palestinos será protagonizado por mais de 1.500 pacifistas de diferentes nacionalidades dispostos a furar o cerco naval e terrestre imposto a Gaza desde junho de 2006 e intensificado um ano depois.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-7867834959391637058?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/7867834959391637058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=7867834959391637058&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/7867834959391637058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/7867834959391637058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/06/israel-reprime-e-prepara-ataque.html' title='Israel reprime e prepara ataque à flotilha'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-vTECG-LCURQ/Tf_RlN6H7RI/AAAAAAAAAW4/INTbtG01kPg/s72-c/israel-palestinarepres.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-5493047391844679424</id><published>2011-06-06T20:46:00.002-03:00</published><updated>2011-06-06T21:19:44.507-03:00</updated><title type='text'>Freedom for Palestine - Liberdade para a Palestina</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-31b19dea48b136a8" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v2.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D31b19dea48b136a8%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330375002%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DBFD6858A4887EE7DC2F5B4EFC2564895F010B42.79EFFE9C65F1D0C34E3CC9F65B80680E2DCEBADF%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D31b19dea48b136a8%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DdzGnx-hAT-UTg9Tn3fYCif0xhsk&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v2.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D31b19dea48b136a8%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330375002%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DBFD6858A4887EE7DC2F5B4EFC2564895F010B42.79EFFE9C65F1D0C34E3CC9F65B80680E2DCEBADF%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D31b19dea48b136a8%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DdzGnx-hAT-UTg9Tn3fYCif0xhsk&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-5493047391844679424?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/5493047391844679424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=5493047391844679424&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/5493047391844679424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/5493047391844679424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/06/freedom-for-palestine-liberdade-para.html' title='Freedom for Palestine - Liberdade para a Palestina'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-5232994040290482097</id><published>2011-06-04T15:31:00.001-03:00</published><updated>2011-06-04T15:35:50.370-03:00</updated><title type='text'>44 anos de ocupação violenta</title><content type='html'>English and Arabic versions bellow&lt;br /&gt;Fotos: &lt;a href="https://www.facebook.com/media/set/?set=a.196952857017799.49534.100001092593499&amp;amp;l=f526fd1df6"&gt;https://www.facebook.com/media/set/?set=a.196952857017799.49534.100001092593499&amp;amp;l=f526fd1df6&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas pessoas feridas, incluindo um repórter, e várias sufocadas na manifestação contra o muro e a ocupação realizada nesta sexta-feira na vila de Bil’in, Palestina. A manifestação rememorou os 44 anos da Naksa&lt;br /&gt;Bil'in, Ramallah, 3/6/2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas pessoas ficaram feridas em consequência de asfixia grave causada pelas bombas de gás, de composição química nova e desconhecida, nos confrontos entre ativistas desarmados e o exército sionista.&lt;br /&gt;À manifestação, convocada pelo Comitê Popular Contra o Muro e a Ocupação de Bil’in, compareceram moradores da vila e numerosos pacifistas de Israel, do Brasil e de outras partes do mundo.&lt;br /&gt;Carregávamos bandeiras da Palestina, fotos de presos políticos palestinos e banners amarelos com a imagem do líder Marwan Barghouti. Marchamos pelas ruas de Bil’in repetindo palavras de ordem contra o muro e a ocupação, em árabe e em inglês, clamando pela unidade de todos, confirmando a necessidade de divulgação da resistência do povo palestino, exigindo a soltura de todos os presos políticos e liberdade para a Palestina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos até o muro, onde o exército sionista de ocupação já nos esperava. Os soldados montaram um posto de controle perto do portão oeste do muro, enquanto outros posicionavam-se ao longo do muro, juntamente com o caminhão-tanque carregado de água química. À medida que nos aproximávamos da cerca, o exército atirava bombas sonoras, balas de metal emborrachado e bombas de gás. O caminhão-tanque jogava a água química, afastando muitos manifestantes. Bombas e canisters (cilindros de metal cheios de gás) vinham de todas as direções, encurralando-nos. Uma bomba atingiu o jornalista Khaled Sabarneh, 42, da televisão iraniana. Joseph Issa Abu Rahma, 41, teve severas dificuldades respiratórias e houve vários casos de asfixia, atendidos pelos paramédicos. As bombas também atingiram as áreas próximas ao muro, cheias de oliveiras, e provocaram fogo em alguns pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Moradores Contra o Muro e a Ocupação de Bil'in convidam os palestinos locais e da Diáspora a participar das atividades do 44o. aniversário da Naksa [a ocupação provocada pela Guerra dos Seis Dias, de 1967], na Cisjordânia, na Faixa de Gaza, no front palestino das fronteiras, nas capitais árabes e de outras partes do mundo, a fim de confirmar a adesão ao direito de retorno, ao fim da ocupação, ao estabelecimento do Estado palestino independente e soberano com capital em Jerusalém. Esses são os objetivos pelos quais vêm lutando, há 63 anos, os palestinos, a população árabe e internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comitê Popular Contra o Muro e a Ocupação de Bil'in&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;44 years of violent occupation&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Two persons injured, including a reporter, and dozens deeply suffocated in the demonstration against the wall and the 44 years of occupation&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bil'in, Ramallah, 3/6/2011. Two citizens were injured as a result of severe asphyxia caused by the heavy tear gas in the clashes that took place in the village of Bil'in on this Friday.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To the demonstration, called by the Popular Committee Against the Wall in Bil'in, came village people along with dozens of peace activists, Israelis and foreigners in solidarity. People held Palestinian flags, said slogans and marked the 10th anniversary of the martyrdom of the brother of Jerusalem, Faisal Husseini, and pictures of martyrs in the Israelian jails, and Abo Rahma, and yellow banners with pictures of the leader Marwan Barghouti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The demonstrators walked on village streets singing national slogans, calling for unity, confirming the need for a resounding Palestinian resistance, asking the release of all prisoners and freedom for Palestine.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The activists walked towards the wall, where the military force of occupation were waiting. There were a “checkpoint” with soldiers near the gate of the western side of the wall. A large number of soldiers deployed on the route of the wall, and the skank truck sprayed water mixed with chemicals. As the demonstrators transit towards the wall, the army fired sound bombs, rubber-coated metal bullets and tear gas. The truck sprayed protestors with chemical water. Bombs ans canisters were throwed to all directions and one of them injuried the journalist Khaled Sabarneh (42 year), Iranian television reporter. Joseph Issa Abu Rahma (41 year) had severe difficulty in breathing, and there were dozens of cases of suffocation. The bombs burned the areas adjacent to the wall, planted with olive trees.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;People Against the Wall from Bil'in invite all the sons of our Palestine and the Diaspora to participate in the activities of the 44th anniversary of the Naksa [the 6 Days War occupation, 1967] in West Bank and Gaza Strip, at the Palestinian front on the borders, and in Arab and foreigner capitals, to confirm our adherence to the right of return, the end of the occupation, the establishment of an independent Palestinian state with its capital in Jerusalem. Those are the issues for which Palestinian-Arab-international people have been fighted along all those 63 years.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Popular Committee Against the Wall and the Occupation from Bil'in&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;أهالي بلعين يحيون ذكرى النكسة ال 44&lt;br /&gt;إصابة مواطنين بجروح بينهم صحفي والعشرات بالاختناق الشديد في المسيرة الاسبوعية&lt;br /&gt;3/6/2011&lt;br /&gt;بلعين- رام الله: إصابة مواطنين بجروح والعشرات بحالات الاختناق الشديد نتيجة استنشاقهم للغاز المسيل للدموع جراء المواجهات التي جرت في قرية بلعين إلى جانب نشطاء سلام ومتضامنين أجانب، اثر قمع قوات الاحتلال الإسرائيلي للمسيرة الاسبوعية المناهضة للجدار والاستيطان في قرية بلعين، إحياء لذكرى النكسة ال44.&lt;br /&gt;وشارك في المسيرة التي دعت إليها اللجنة الشعبية لمقاومة الجدار والاستيطان في بلعين، أهالي قرية بلعين، إلى جانب العشرات من نشطاء سلام إسرائيليين ومتضامنين أجانب.&lt;br /&gt;ورفع المشاركون الأعلام الفلسطينية، وشعارات تحيي الذكرى العاشرة لاستشهاد قائد المقاومة الشعبية ابن القدس الأخ فيصل الحسيني، وصور الشهيدين جواهر وباسم أبورحمة، ورايات صفراء عليها صور القائد النائب مروان البرغوثي.&lt;br /&gt;وجاب المتظاهرون شوارع القرية وهم يرددون الهتافات الوطنية، الداعية إلى الوحدة، المؤكدة على ضرورة التمسك بالثوابت الفلسطينية، ومقاومة الاحتلال وإطلاق سراح جميع الأسرى، والحرية لفلسطين.&lt;br /&gt;وتوجهت المسيرة نحو الجدار، حيث كانت قوة عسكرية من جيش الاحتلال الإسرائيلي قد عملوا حاجز بشري من الجنود بالقرب بوابة الجدار من الجهة الغربية من الجدار، وعدد كبير من الجنود منتشرين على مسار الجدار، وسيارة كبيرة لرش المتظاهرين بالمياه العادمة النتنة الممزوجة بالمواد الكيماوية الممزوجة باللون الازرق، وعند محاولة المتظاهرين العبور نحو الجدار ، قام الجيش بإطلاق قنابل الصوت والرصاص المعدني المغلف بالمطاط والقنابل الغازية ، ورش المتظاهرين بالمياه العادمة النتنة الممزوجة بالمواد الكيماوية ، نحوهم من جميع الاتجاهات، مما أدى إصابة الصحفي خالد صبارنة (42 عام) مراسل التلفزيون الإيراني بقنبلة غازية بالرجل، ويوسف عيسى أبو رحمة (41عام) باختناق شديد، والعشرات بحالات الاختناق والتقي الشديدين، وحرق مساحات محاذية للجدار مزروعة بأشجار الزيتون.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ودعت اللجنة الشعبية لمقاومة الجدار والاستيطان في بلعين جميع أبناء شعبنا الفلسطيني في الوطن والشتات إلى المشاركة في فعاليات الذكرى الـ44 للنكسة، وخاصة الفعاليات المركزية في الضفة الغربية وقطاع غزة وفي الداخل الفلسطيني وعلى الحدود مع فلسطين التاريخية والعواصم العربية والأجنبية، للتأكيد على تمسكنا بحق العودة، والتأكيد على أن قضية اللاجئين هي قضية فلسطينية عربية دولية، والمطالبة بإنهاء الاحتلال وإقامة الدولة الفلسطينية المستقلة وعاصمتها القدس الشريف.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;لمزيد من المعل&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-5232994040290482097?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/5232994040290482097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=5232994040290482097&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/5232994040290482097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/5232994040290482097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/06/44-anos-de-ocupacao-violenta.html' title='44 anos de ocupação violenta'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-6206179090046777103</id><published>2011-05-28T19:16:00.002-03:00</published><updated>2011-05-28T19:22:55.610-03:00</updated><title type='text'>Israel após 63 anos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;por Abdel Latif Hasan Abdel Latif&lt;br /&gt;médico palestino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 15 de maio último, Israel completou 63 anos.&lt;br /&gt;Aparentemente, há muitos motivos para comemorar.&lt;br /&gt;Nas ruínas da Palestina plural, engendrada ao longo de milhares de anos, pela mistura e encontro de povos, os sionistas criaram seu singular Estado exclusivamente judeu. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Após limpeza étnica e genocídio contra os nativos daquela Terra, sobraram poucos palestinos em Israel. São tratados como estrangeiros e cidadãos de terceira categoria dentro de sua própria pátria. Vivem ameaçados de expulsão a qualquer hora. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Os palestinos nos territórios ocupados em 1967 vivem em bantustões, guetos e campos de prisioneiros, controlados por Israel. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O resto dos palestinos, que vivem nos miseráveis campos de refugiados nos países vizinhos, são problema criado pelos judeus, mas a ser resolvido pelos árabes, conforme apologia sionista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após 63 anos, os palestinos não representam de fato uma ameaça real para o Estado Judeu, pelo menos a curto prazo. Por que então não há comemoração em Israel? &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;É verdade que o processo de paz entre árabes e israelenses está paralisado. Mas isso não deveria causar maiores preocupações para Israel, porque quando as negociações retornarem, a chamada comunidade internacional se submeteria novamente à posição israelense, resumida a seguir.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A paz na região significa a segurança absoluta do Estado judeu e rendição árabe, mesmo quando essa alegada segurança significa negar o direito básico dos palestinos e árabes em geral e violar o Direito Internacional.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A segurança de Israel é uma constante imutável da política americana e européia em geral. Todos os presidentes americanos e líderes europeus, antes de mencionar paz, justiça, Deus ou qualquer outro assunto, lembram de seu compromisso inabalável com a segurança e futuro do Estado Judeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É inimaginável alguém no mundo perguntar por que um Estado rico e armado até os dentes, com todo seu arsenal nuclear e potência financeira mundial, necessita de garantias internacionais para sua segurança, enquanto os palestinos, miseráveis, expulsos da sua terra, massacrados, presos em guetos e campos, não merecem ao menos o mesmo tratamento, ou pelo menos terem mencionados seus anseios em relação a sua segurança e seu futuro? &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Por que tentar responder essas perguntas, se é Israel quem controla os governos americanos, independentemente de quem ocupa a Casa Branca, como declarou o então primeiro ministro Israel Sharon?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que então não comemorar? &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Os sionistas criaram o Estado mais potente no Oriente Médio, capaz de enfrentar todos os países árabes juntos. Recebe apoio político incondicional de seu patrocinador e servo americano, além da mais do que generosa ajuda financeira, que ultrapassa os 3 bilhões de dólares anuais, fora das doações das comunidades judaicas ao redor do mundo. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Israel, apesar de tudo o que fez e está fazendo, continua sendo tratado como parte da civilização ocidental, goza de impunidade total, apesar de seus crimes contra os palestinos e vizinhos árabes e desrespeito ao Direito internacional em relação a vários países, inclusive Estados Unidos, Argentina, Itália, Rússia etc. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Os crimes de guerra e os crimes contra a humanidade deixam de ser crimes, se praticados por Israel. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Nenhum país no mundo desrespeitou e viola de forma sistêmica e intencional as leis e resoluções internacionais, como faz Israel, sem ser punido sequer uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo que se auto-proclama civilizado adotou novos conceitos em relação a Israel: massacrar crianças árabes é ato de auto-defesa; campos de concentração para palestinos em Gaza e Cisjordânia são Estado palestino; negar os direitos básicos dos palestinos a um Estado livre e independente é garantia de segurança para Israel; discriminação contra os não judeus em Israel é necessário para manter o caráter judaico do Estado; ter lei de retorno de dois mil anos a judeus e negar o direito dos palestinos expulsos desde 1948 a retornar é essência do Estado judeu; “democracia” que exclui uma significativa parte da população (os não judeus) é “democracia” etc&lt;br /&gt;O Ocidente, hipócrita e não totalmente redimido de seu passado colonialista, não apenas aceita e defende essas distorções e anomalias, mas exigem que os palestinos e árabes devem se submeter a elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após 63 anos, não há comemorações em Israel e não poderia ser diferente. Um Estado projetado, construído e mantido com princípios racistas, no século XX e nesse início do século XXI, não apenas enfrenta as sombras do passado e presente criminosos, como também as incertezas de seu futuro. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Questões como cidadania, nacionalidade, quem é judeu, relação com os palestinos “cidadãos” do Estado judeu e palestinos em geral, a relação de Israel com seus vizinhos árabes, aceitar ou não um Estado Palestino, os refugiados, as fronteiras indefinidas, Constituição inexistente e muitas outras questões não podem ser ignoradas por muito tempo.&lt;br /&gt;A resposta sionista a todas essas questões é simples: construir o maior gueto de todos os tempos. A espada e a muralha de aço são as únicas respostas que os sionistas apresentam. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Os sionistas nada aprenderam dos sábios judeus não sionistas. Aquele que mata com espada, com espada morrerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel é um projeto colonialista inacabado. Suas vítimas estão vivas e determinadas a viver e corrigir a injustiça histórica cometida contra o povo palestino e sua pátria. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Os milhões massacrados, destinados a serem esquecidos, estão batendo às portas da Palestina.&lt;br /&gt;As casas palestinas, historicamente, tinham janelas olhando para o céu e portas sempre abertas.&lt;br /&gt;Os muros não fazem parte da paisagem palestina. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;É uma questão de tempo para os verdadeiros donos do espaço e tempo palestinos devolverem à Palestina sua verdadeira essência: terra de todas as religiões e todos os profetas, terra livre para homens livres!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palestina livre!&lt;br /&gt;Viva a Intifada! Resitência até a vitória!&lt;br /&gt;Comitê Catarinense de Solidariedade ao Povo Palestino&lt;br /&gt;"Um beduíno sozinho não vence a imensidão do deserto, é preciso ir em caravana"&lt;br /&gt;www.vivapalestina.com.br&lt;br /&gt;www.palestinalivre.org&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-6206179090046777103?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/6206179090046777103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=6206179090046777103&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6206179090046777103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6206179090046777103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/05/israel-apos-63-anos.html' title='Israel após 63 anos'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-3925370222362234503</id><published>2011-05-16T01:08:00.001-03:00</published><updated>2011-05-16T01:10:14.306-03:00</updated><title type='text'>Retrato fiel da brutal intervenção sionista no cotidiano dos palestinos, em sua própria terra</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Mensagem recebida por e-mail no dia 1º de Maio, mas, infelizmente, sempre atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O horizonte é amplo, as oliveiras floridíssimas anunciam colheita farta, nespereiras e tamareiras estão carregadas, flores surgem por todo canto, até entre as pedras das montanhas. Tudo aqui tem tanta beleza, tanta vida, que a gente até esquece que a Palestina está sob a brutal ocupação sionista. A paisagem ajuda a recompor a vida, sob pressão as 24 horas do dia. Um passeio mais longo, porém, mostra a tragédia, a Nakba palestina. Cidades bloqueadas por muros e cercas eletrificadas, com rolos e rolos de um arame de farpas grossas e cortantes impedindo o acesso da população a sua própria terra. Torres altas de ferro e de cimento com câmeras para vigiar cada movimento, cada expressão, cada detalhe da vida privada, a fim de subjugá-la ao olhar militar. É insuportável. Mas os palestinos resistem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As casas palestinas acompanham a topografia dos montes e o que a Natureza colocou neles. As colônias israelenses rasgam o topo das montanhas, movimentam e tiram terra, arrancam oliveiras. E ainda por cima erguem muros altos ao redor das casas, e cercas eletrificadas sobre os muros, e câmeras de alta sensibilidade, e milícias. Tudo isso contra quem? Um povo pacífico e desarmado? O sionismo criou a militarização da vida. Inventou o mito da insegurança constante para, "por razões de segurança", confiscar as terras palestinas. E destruir o ambiente de um país que sempre o respeitou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que terras eles confiscam? As agriculturáveis. As que têm poços e aquíferos. Controlam a água, racionada para os palestinos, livre para os israelenses. Por isso, você reconhece uma casa palestina logo: ela tem caixas d'água pretas no telhado. As israelenses não precisam armazenar o líquido, que flui para elas o dia inteiro. Água roubada aos palestinos. A aldeia de Bourin, por exemplo -- o nome, em árabe antigo, significa "três fontes" -- foi cercada por três colônias israelenses ilegalmente construídas em território palestino. A água de Bourin, roubada por Israel, vai para as colônias -- Itamar, Breka e Yitzhar --, que abrigam inclusive criminosos. Esses colonos atacam os palestinos com frequência. Sem nenhum motivo. Movidos pelo ódio que guardam no coração e que os sionistas insuflam o tempo todo, com sua retórica de "povo escolhido" e sua propaganda que distorce fatos e história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de Bourin, vemos caminhões e carros dando meia-volta em plena estrada Ramallah-Nablus. Mais à frente, colonos atiram pedras nos veículos. Melhor voltar do que se arriscar a ter a lataria amassada, um vidro quebrado, o rosto ferido, o crânio machucado. Seguimos para Nablus por uma rota alternativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Construída sobre sete colinas, Nablus tem igreja, mesquita e sinagoga. Os hebreus mais antigos, palestinos, moram ali, na cidade agroindustrial que produz alumínio, sabão, móveis, doces. E pedras, explorando e destruindo os belos montes de rocha branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso destino inicial é Tullkarm, onde nos aguarda o governador Talal Dwekat e o prefeito. Aqui na Palestina, as cidades são administradas por um governador (indicado pelo governo, ao qual representa), um prefeito (eleito pela população, e que a representa) e um conselho legislativo. Em missão diplomática, fomos escoltados da entrada da cidade ao palácio do governo pela polícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No carro em que eu viajava, além do motorista, estavam Ibrahim Alzeben, embaixador da Palestina no Brasil -- que me convidou para o passeio -- e sua sobrinha Fida Ibrahim, kwaitiana que vive no Canadá desde menina, onde trabalha como financial planner. No outro veículo seguiam Lígia Maria Scherer, embaixadora do Brasil junto à Autoridade Nacional Palestina, seu chefe de gabinete e a ex-senadora Serys Slhessarenko (PT).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive os 15 minutos de glória que Andy Warhol previu como direito de cada um. Descemos dos carros sob lentes de fotógrafos e de cinegrafistas, com jornalistas ao redor. Ganhei faixa palestina e medalha por trabalhar pela liberdade da Palestina, homenagem que não é para mim, pessoal, mas que recebi como simbólica, extensiva a todos os ativistas, palestinos ou não, vivos e mortos, ligados à causa palestina -- que é a causa da defesa de nossa humanidade contra os valores financeiros e militares da dominação sionista. Me agradeceram por informar ao Brasil o que acontece de fato na Palestina. Não é preciso. Faço pelo prazer que tenho pela causa. Sou feliz assim, e isso me basta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vãos 15 minutos. Diante do quadro apresentado pelo governador, só se pode ter mais disposição para a batalha. Dwekat resumiu a tragédia provocada pelos sionistas: deportação de militantes estrangeiros, colonização (sob o eufemismo "assentamentos"); o roubo diário das terras palestinas; os ataques diários dos colonos judeus aos palestinos; a perda das terras agrícolas numa região em que a agricultura era a atividade econômica principal, provocando o desemprego e a miséria de milhares de camponeses; o confisco, até agora, de 39 mil donuns (cada donum corresponde a mil metros quadrados) para a construção do muro do apartheid. O muro, por sinal, é o responsável pelos 21% de desemprego de Tullkarm, o mais alto de West Bank. A cidade é vizinha de Israel e, como desde 2002 muito pouca gente pode ir até lá -- o Estado sionista concede hoje apenas 10% dos vistos que concedia dez anos atrás [para entrar em Israel, os palestinos precisam de uma licença, um visto, especial] --, a perda dos empregos foi ainda mais brutal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há mais. As patrulhas do exército israelense entram ali a qualquer momento, afetando a vida da população e os órgãos de segurança locais. Sem contar as barreiras militares israelenses, que seguram estudantes e doentes por até 24 horas nos postos de controle (checkpoints) montados por Israel em solo palestino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fábricas poluidoras, proibidas em Israel, foram para Tullkarm, em terras confiscadas. Os resíduos tóxicos produzidos por elas afetam o sistema respiratório e provocam câncer. Depois de instaladas, essas indústrias receberam permissão (de Israel) para trabalhar 24 horas por dia. Interessante é saber que, quando o vento sopra para Israel ou para as colônias israelenses ilegalmente construídas na cidade, as fábricas, por acordo assinado com o governo israelense, param de funcionar, para não levar resíduos aos habitantes judeus. Quando o vento vai para a Palestina, porém, elas continuam funcionando -- é o apartheid tóxico, contribuição sionista para o sofrimento do ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os habitantes palestinos precisam manter janelas fechadas à noite, para não respirar os gases tóxicos. Estivemos perto das fábricas. Mal dá para aguentar o cheiro, e vê-se um pó esbranquiçado cobrindo tudo. As fábricas produzem coisas como fertilizantes e inseticidas. Faça uma ideia dos venenos respirados pelos palestinos de Tullkarm. Agora adivinhem para onde vai o lixo tóxico... Acertou: para a Palestina. Tudo isso desde 1992.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos 7 mil presos políticos palestinos encarcerados em Israel, 500 são da cidade. Crianças também são presas ou assassinadas pelos sionistas. Quando chove, as águas são represadas pelo muro e alagam as plantações. Israel impôs a Tullkam uma barreira tarifária, controlando tudo que entra e sai da cidade. Com isso, os administradores palestinos ficam sem saber o que chegou ou o que saiu e não conseguem cobrar impostos de maneira correta, o que também afeta a economia local, enfraquecendo-a. Sem contar o fato de que muitas vezes os sionistas enviam para Tullkam produtos vencidos, que não podem ser comercializados nem utilizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer mais? Quando a internet ajudar. Não prometo o dia porque o acesso aqui consegue ser pior do que o da Telefônica. Mas o Abdullah já pediu novos equipamentos, que devem ser instalados hoje ou na segunda-feira. Tomara que resolvam, porque a brincadeira sai cara: 200 sekels, cerca de 90 dólares. Para os padrões palestinos, uma fortuna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços a todas e a todos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baby&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos da sexta-feira, da manifestação e em casa: &lt;a href="http://www.facebook.com/photo.php?pid=460128&amp;amp;l=e0e6720c08&amp;amp;id=100001092593499"&gt;http://www.facebook.com/photo.php?pid=460128&amp;amp;l=e0e6720c08&amp;amp;id=100001092593499&lt;/a&gt; [Filmei a manifestação, mas a filmagem não ficou boa. Não consegui fugir das bombas e manter a câmara no foco ao mesmo tempo. Vou editar, salvando o que for possível, e depois coloco no you tube.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotos A caminho de Qalqilya: &lt;a href="http://www.facebook.com/media/set/fbx/?set=a.189133744466377.46702.100001092593499&amp;amp;l=69cd416536"&gt;http://www.facebook.com/media/set/fbx/?set=a.189133744466377.46702.100001092593499&amp;amp;l=69cd416536&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-3925370222362234503?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/3925370222362234503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=3925370222362234503&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3925370222362234503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3925370222362234503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/05/retrato-fiel-da-brutal-intervencao.html' title='Retrato fiel da brutal intervenção sionista no cotidiano dos palestinos, em sua própria terra'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-6983225350795414939</id><published>2011-04-21T17:37:00.006-03:00</published><updated>2011-04-21T18:32:58.781-03:00</updated><title type='text'>Islamofobia - vamos descontstruir essa mentalidade</title><content type='html'>Assista esse vídeo e fique à vontade para divulgá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="494" height="386" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-e2a411ba575a4f87" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v11.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3De2a411ba575a4f87%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330375002%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D218A05FBCBE32909A643EC17CA3AEAEA182787CF.A1136CCBA6BFD35C54FFDE72230513311C9BCF5%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3De2a411ba575a4f87%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D-4NrOSYY3G2Askiqvji_dqoIXYE&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="494" height="386" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v11.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3De2a411ba575a4f87%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330375002%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D218A05FBCBE32909A643EC17CA3AEAEA182787CF.A1136CCBA6BFD35C54FFDE72230513311C9BCF5%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3De2a411ba575a4f87%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D-4NrOSYY3G2Askiqvji_dqoIXYE&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-6983225350795414939?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/6983225350795414939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=6983225350795414939&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6983225350795414939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6983225350795414939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/04/islamofobia-vamos-descontstruir-essa.html' title='Islamofobia - vamos descontstruir essa mentalidade'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-3850964341124571671</id><published>2011-04-09T20:58:00.005-03:00</published><updated>2011-04-10T00:12:51.435-03:00</updated><title type='text'>Convocada a Terceira Intifada do Povo Palestino com a Marcha dos Milhões à Palestina.</title><content type='html'>OS DIREITOS DO POVO PALESTINO SÃO INALIENÁVEIS E DEVEMOS DEFENDÊ-LOS COM TODA FORÇA. O QUE A MÍDIA CÚMPLICE DOS CRIMES SIONISTAS CONTRA OS PALESTINOS CHAMAM DE "REAÇÃO" É, EM VERDADE, A TENTATIVA DO ESTADO SIONISTA DE EXPULSAR OU EXTERMINAR TODO O POVO PALESTINO PARA ACUPAR TODAS AS TERRAS DO MILENAR TERRITÓRIO PALESTINO. VIVA A INTIFADA PALESTINA ! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liberdade Palestina &lt;br /&gt;------------------------------------------------------------------------- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamal Harfoush &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«O que está acontecendo na Palestina, não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética. Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico.» Gandhi &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito isto, está marcada para o dia 15 de maio de 2011, a Terceira Intifada e a Marcha dos Milhões à Palestina. Milhões de Refugiados Palestinos estão se organizando ao redor do mundo, na própria terra que nos foi roubada e nas fronteiras, para iniciarem a maior Intifada (revolta) da história da humanidade contra a fundação terrorista de Israel na Palestina, em busca de seus direitos que foram violados pela fundação de Israel, no dia 15 de maio de 1947. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta vez, as mídias corruptas e compradas para mentir a nosso respeito, não conseguirão esconder as violações e manipularem a verdadeira história do Povo Palestino, como sempre fizeram. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a sua fundação, os judeus-sionistas, que não são os judeus palestinos, são os internacionais, de outras terras, não pararam de violar os direitos do povo palestino e ainda continuam matando pessoas indefesas, expulsando famílias de suas próprias casas e dentro do seu próprio país e, descaradamente, roubando suas terras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os palestinos nunca aceitaram a fundação de Israel, sempre lutaram contra a sua existência dentro do território palestino. A Palestina é a nossa terra, é o nosso solo sagrado. Nosso povo apelou a todas as entidades internacionais, para reaver seus direitos e obtiveram milhares de resoluções da ONU, favoráveis ao Povo Palestino, que sistematicamente condenam os atos terroristas praticados pelos fundadores de israel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das resoluções imposta pela ONU a Israel é a 194, que afirma aos palestinos refugiados, o direito incontestável de retornarem a sua terra que lhes foi tomada a força. A resolução nunca foi respeitada ou mesmo cumprida pelos israelenses, tanto que nunca permitiram que os palestinos retornassem ao seu próprio país do qual foram expulsos pelos judeus de outros países que, acordados pelas Nações Unidas, invadiram e tomaram o nosso solo amado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para piorar a nossa subsistência, o estado terrorista denominado de Israel, conta com o apoio de governantes corruptos, como são os EUA, do regime nefasto da Jordânia e que nesta questão, sempre bloqueou os caminhos para impedir que os palestinos retornassem à sua pátria, garantindo, assim, a segurança dos terroristas israelenses que lhes pagam com o dinheiro que recebem do sionismo internacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrando que, a Jordânia tem fronteira com a Palestina, e lá vivem milhares de palestinos refugiados, que aguardam o retorno a Palestina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos também nos esquecer do governante corrupto do Egito, Hosni Mubarak, hoje, destronado, mas que sempre garantiu também a tranquilidade e a segurança dos israelenses na fronteira do lado do Egito, em troca, recebendo milhões e milhões de dólares dos Estados Unidos e de todo mundo sionista internacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda existem mais governantes corruptos no mundo árabe, mas o povo de cada país começou a derrubá-los um a um para abrir os caminhos de retorno à Palestina onde está instalado um estado religioso ilegal, ocupando os espaços físicos do povo nativo palestino, constituído por árabes palestinos, por judeus palestinos e como diz a Constituição Palestina, liberdade religiosa para todos os povos que habitam o seu território, embora a religião oficial seja o islamismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Revolução dos árabes tem vários objetivos claros, um deles é derrubar os regimes corruptos, abrir os países para o desenvolvimento sustentável, modernizar-se sem prejudicar a própria história, mostrar ao mundo a sua capacidade intelectual tão prejudicada ao longo dos anos pelos invasores ocidentais que lutam para destruir a nossa cultura milenar, passando a ideia de que sejamos primitivos, tudo com a intenção de nos intimidar e de roubar nossas riquezas nacionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os movimentos acontecem para limpar seus países dos falsos patriotas, para afastar os traidores, para afastar os exploradores e o principal, por uma questão de honra e justiça, abrir suas fronteiras para resolver a questão Palestina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem Israel, as guerras, as mortes, os prejuízos humanos, tudo desaparecerá e nossas crianças e jovens poderão sonhar com um país, com países livres da ingerência internacional e buscaremos o nosso futuro com alegria e muita satisfação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, até o mês de maio, muitos caminhos se abrirão para que a Marcha dos Milhões ultrapasse a fronteira e adentre na Palestina, ou seja, os palestinos refugiados irão retornar em uma Marcha histórica e pacífica à sua pátria assaltada e hoje gerenciada pelos sionistas-israelenses. É um direito nosso e garantido por todos os códigos de ética e apoiado por centenas de resoluções da ONU. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Terceira Intifada Palestina, contará com apoio de todos os árabes e simpatizantes do mundo que entrarão junto com os palestinos, na Marcha dos Milhões, pela fronteira do Egito que foi aberta com a queda do regime corrupto pró-Israel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também, passarão pela fronteira da Jordânia, assim que os movimentos terminem de derrubar o regime corrupto do Rei, e, ainda, milhões irão marchar a partir das fronteiras do Líbano e da Síria, rumo a Terra Santa Palestina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organização dos jovens conta com milhões de apoiadores que estão se organizando em comissões para garantir o sucesso da sua realização. Essas comissões encontram-se nos países Árabes, no mundo e no espaço virtual.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-3850964341124571671?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/3850964341124571671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=3850964341124571671&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3850964341124571671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3850964341124571671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/04/convocada-terceira-intifada-do-povo.html' title='Convocada a Terceira Intifada do Povo Palestino com a Marcha dos Milhões à Palestina.'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-8973057617064295612</id><published>2011-03-22T20:14:00.003-03:00</published><updated>2011-03-22T20:17:57.287-03:00</updated><title type='text'>Assaltantes de petróleo iniciam ataque aéreo - "Ajuda humanitária” mata civis na Líbia</title><content type='html'>Mísseis dos EUA, França e Reino Unido explodem hospital, pontes e casas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A operação “Odisséia do Amanhecer” assassinou, em três dias consecutivos de ataques, mais de 100 civis e feriu centenas – inclusive crianças e mulheres; atingiu hospital, ônibus e casas; devastou estradas, pontes, aeroportos civis e até uma aldeia de pescadores; e incendiou um oleoduto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A residência de Kadafi no bairro de Bab el Azizia, na capital, que Reagan bombardeou em 1986, voltou a ser destruída 25 anos depois por míssil disparado de submarino inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de Trípoli, já foram bombardeadas Benghazi, Zuwarah, Sirta, Tarhuna, Misrata, Maamura, Jmeil, Sebha e outras cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: A Hora do Povo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-8973057617064295612?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/8973057617064295612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=8973057617064295612&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/8973057617064295612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/8973057617064295612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/03/assaltantes-de-petroleo-iniciam-ataque.html' title='Assaltantes de petróleo iniciam ataque aéreo - &quot;Ajuda humanitária” mata civis na Líbia'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-2138444115068479242</id><published>2011-03-08T17:19:00.002-03:00</published><updated>2011-03-08T17:23:26.187-03:00</updated><title type='text'>Isso não merece um Tribunal Penal Internacional?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Bombas sionistas propagam o câncer e más formações em Gaza &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dias atrás, a Assembléia Geral da ONU expulsou a Líbia do Conselho de Direitos Humanos, enquanto os antecedentes da Líbia foram enviados ao Tribunal Penal Internacional (TPI) por crimes de guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão da ONU se baseia em "suposições" e “presunções", porque não havia nenhuma evidência de mortos como foi falado, até então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja aqui os dois pesos da chamada comunidade internacional, quando se trata de analisar o que torna uma das engrenagens mais simbólicas do Imperialismo - o sionismo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O número de pacientes com câncer e má formação tem aumentado em Gaza, devido ao uso de urânio empobrecido pelo exército israelita, durante o violento ataque ao pobre enclave durante dois anos, segundo fontes médicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a guerra, os casos de câncer aumentaram mais de 30% em Gaza, informou o correspondente da PressTV esta semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Temos visto um aumento acentuado em pacientes com câncer de sangue e outras doenças. Muitos pacientes vêm de áreas que foram atacadas por aviões israelenses que usaram armas químicas proibidas", disse o oncologista Mohammed Atteya.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Hospital Shifa, o maior provedor de cuidados de saúde na Faixa de Gaza, tem presenciado recentemente um forte aumento no número de pacientes com câncer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os médicos afirmam que a maioria dos pacientes de câncer reside em áreas que foram fortemente bombardeadas durante a ofensiva de Israel sobre Gaza, no inverno de 2008-2009.&lt;br /&gt;O ataque israelense matou 1.400 palestinos e deixou milhares de feridos; a maioria das vítimas era civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele momento, os médicos noruegueses, voluntários em hospitais de Gaza, afirmaram que algumas vítimas tinham traços de urânio empobrecido em seus corpos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os danos ambientais e a poluição é outro subproduto infeliz da guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As medições do pós-guerra indicam que áreas no enclave são mil vezes mais radioativas do que os níveis normais, e os casos de câncer e má formação começaram a surgir diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O número de pacientes com câncer tem aumentado significativamente. Israel usou urânio empobrecido, fósforo branco contra a cidade, que se tornou um campo de testes para essas armas proibidas", disse o especialista ambiental Zekra Ajour.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um denominador comum entre pacientes com câncer é que eles vivem em áreas que foram fortemente bombardeadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a maioria das armas da mais alta tecnologia contém urânio empobrecido e outros metais pesados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resíduo de uma arma com urânio empobrecido pode ser espalhado pelo vento, infectando os residentes nas proximidades e contaminando a cadeia alimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com médicos especialistas e ambientalistas, a população e o meio ambiente da Faixa de Gaza sofreram graves conseqüências do uso de armas proibidas internacionalmente por Israel durante a guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;agência de notícias anarquistas-ana&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-2138444115068479242?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/2138444115068479242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=2138444115068479242&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2138444115068479242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2138444115068479242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/03/isso-nao-merece-um-tribunal-penal.html' title='Isso não merece um Tribunal Penal Internacional?'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-6123548289910678903</id><published>2011-02-28T19:15:00.002-03:00</published><updated>2011-02-28T19:18:42.832-03:00</updated><title type='text'>Questionamentos a serem feitos sobre acontecimentos atuais na Líbia</title><content type='html'>De todas as lutas que agora decorrem no Norte de África e no Médio Oriente, a mais difícil de deslindar é aquela na Líbia.&lt;br /&gt;Qual é o carácter da oposição ao regime Kadafi, a qual consta que agora controla a cidade de Bengazi, no Leste do país?&lt;br /&gt;Será apenas coincidência que a rebelião tenha começado em Bengazi, a qual é a norte dos mais ricos campos petrolíferos da Líbia bem como próxima da maior parte dos seus oleodutos e gasodutos, refinarias e o seu porto de gás natural liquefeito (GNL)? Haverá um plano de partição do país?&lt;br /&gt;Qual é o risco de intervenção militar imperialista, a qual apresenta grave perigo para o povo de toda a região?&lt;br /&gt;A Líbia não é como o Egipto. Seu líder, Moamar Kadafi, não tem sido um fantoche imperialista como Hosni Mubarak. Durante muitos anos, Kadafi esteve aliado a países e movimentos que combatiam o imperialismo. Ao tomar o poder em 1969 através de um golpe militar, ele nacionalizou o petróleo da Líbia e utilizou grande parte do dinheiro para desenvolver a economia líbia. As condições de vida do povo melhoraram radicalmente.&lt;br /&gt;Por isso, os imperialistas estavam determinados a deitar a Líbia abaixo. Os EUA em 1986 realmente lançaram ataques aéreos a Trípoli e Bengazi que mataram 60 pessoas, incluindo a menina filha de Kadafi – o que raramente é mencionado pelos media corporativos. Foram impostas sanções devastadoras tanto pelos EUA como pela ONU a fim de arruinar a economia líbia.&lt;br /&gt;Depois de os EUA invadirem o Iraque em 2003 e arrasarem grande parte de Bagdad com uma campanha de bombardeamento que o Pentágono exultantemente chamou "pavor e choque", Kadafi tentou evitar a ameaça de outra agressão à Líbia fazendo grandes concessões políticas e económicas ao imperialismo. Ele abriu a economia a bancos e corporações estrangeiras; concordou com exigências do FMI quanto ao "ajustamento estrutural", privatizando muitas empresas estatais e cortando subsídios do estado a necessidades como alimentos e combustível.&lt;br /&gt;O povo líbio está a sofrer dos mesmos preços elevados e desemprego que estão na base das rebeliões em outros lados e que decorre da crise económica capitalista mundial.&lt;br /&gt;Não pode haver dúvida de que a luta que varre o mundo árabe pela liberdade política e a justiça económica também tocou um ponto sensível na Líbia. Não há dúvida de que o descontentamento com o regime Kadafi está a motivar uma secção significativa da população.&lt;br /&gt;Contudo, é importante para gente progressista saber que muitas das pessoas que estão a ser promovidas no Ocidente como líderes da oposição são há muito agente do imperialismo. A BBC mostrou em 22 de Fevereiro filmes de multidões em Bengazi deitando abaixo a bandeira verde da república e substituindo-a pela bandeira do antigo rei Idris – que foi um fantoche dos EUA e do imperialismo britânico.&lt;br /&gt;Os media ocidentais baseiam grande parte das suas reportagens sobre supostos factos fornecidos pelos grupo exilado Frente Nacional para a Salvação da Líbia (National Front for the Salvation of Libya), a qual foi treinada e financiada pela CIA estado-unidense. Pesquise no Google o nome da frente mais CIA e encontrará centenas de referências.&lt;br /&gt;O Wall Street Journal de 23 de Fevereiro escreveu em editorial que "Os EUA e a Europa deveriam ajudar os líbios a derrubarem o regime Kadafi". Não há qualquer conversar nas salas das administrações ou nos corredores de Washington acerca de intervir para ajudar o povo do Kuwait ou da Arábia Saudita ou do Bahrain a derrubarem seus governantes ditatoriais. Mesmo com todos os falsos elogios às lutas de massas que agora sacodem a região, isso seria impensável. Em relação ao Egipto e à Tunísia, o imperialismo está a mover todas as alavancas que podem para tirar as massas das ruas.&lt;br /&gt;Tão pouco houve qualquer conversa de intervenção dos EUA para ajudar o povo palestino de Gaza quando milhares morrerem por serem bloqueados, bombardeados e invadidos por Israel. Exactamente o oposto. Os EUA intervieram para impedir a condenação do estado colonizador sionista.&lt;br /&gt;O interesse do imperialismo na Líbia não é difícil de descobrir. Em 22 de Fevereiro a Bloomberg. com escreveu: se bem que a Líbia seja o terceiro maior produtor de petróleo da África, é o país do continente que tem as maiores reservas provadas — 44,3 mil milhões de barris. É um país com uma população relativamente pequena mas com potencial para produzir enormes lucros para as companhias de petróleo gigantes. É assim que os super ricos a encaram e o que está por trás da sua apregoada preocupação com os direitos democráticos do povo da Líbia.&lt;br /&gt;Obterem concessões de Kadafi não é suficiente para os barões imperialistas do petróleo. Eles querem um governo sob a sua dominação total, tudo do bom e do melhor. Eles nunca esqueceram Kadafi por derrubar a monarquia e nacionalizar o petróleo. Fidel Castro, em Cuba, na sua coluna "Reflexões" regista o apetite do imperialismo por petróleo e adverte que os EUA estão a lançar as bases para a intervenção militar na Líbia.&lt;br /&gt;Nos EUA, algumas forças tentam mobilizar uma campanha a nível de rua promovendo uma tal intervenção estado-unidense. Deveríamos opor-nos a isto totalmente e recordar a qualquer pessoa bem intencionada os milhões de mortos e deslocados pela intervenção dos EUA no Iraque.&lt;br /&gt;As pessoas progressistas têm simpatia com o que encaram como um movimento popular na Líbia. Podemos ajudar tal movimento principalmente pelo apoio às suas exigências justas mas rejeitando uma intervenção imperialista, seja qual for a forma que assuma. É o povo da Líbia que deve decidir o seu futuro.&lt;br /&gt;Articles copyright 1995-2011 Workers World. Verbatim copying and distribution of this entire article is permitted in any medium without royalty provided this notice is preserved.&lt;br /&gt;Ver também: Faut-il intervenir militairement en Libye ? , de Alain Gresh&lt;br /&gt;O original encontra-se em &lt;a href="http://www.workers.org/2011/editorials/libya_0303/"&gt;http://www.workers.org/2011/editorials/libya_0303/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este artigo encontra-se em &lt;a href="http://resistir.info/africa/libia_23fev11.html"&gt;http://resistir.info/africa/libia_23fev11.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-6123548289910678903?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/6123548289910678903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=6123548289910678903&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6123548289910678903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6123548289910678903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/02/questionamentos-serem-feitos-sobre.html' title='Questionamentos a serem feitos sobre acontecimentos atuais na Líbia'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-2047299550074231215</id><published>2011-02-15T23:37:00.003-02:00</published><updated>2011-02-15T23:49:25.638-02:00</updated><title type='text'>Gilberto Gil, não arruine a luta palestina pela liberdade: Cancele seu show em Israel</title><content type='html'>O grupo do BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções) pede para fazer circular a carta e dizer que eles estão disponíveis para contato com a mídia brasileira a respeito da carta, claro, se for o caso de conseguirmos maior divulgação do movimento de boicote que está batalhando para que Gil cancele seu show em Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://boycottisrael.info/content/gilberto-gil-dont-undermine-palestinian-struggle-freedom-cancel-show-israel"&gt;http://boycottisrael.info/content/gilberto-gil-dont-undermine-palestinian-struggle-freedom-cancel-show-israel&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gilberto Gil, Don't Undermine the Palestinian Struggle for Freedom: Cancel Show in Israel!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;February 3, 2011&lt;br /&gt;Dear Gilberto Gil,&lt;br /&gt;We are members of a group of over 200 Israeli citizens who support the Palestinian-led cultural boycott of Israel. As an artist who was himself imprisoned and exiled by a military regime in your country, we heard with dismay about your scheduled April 14 concert in Tel-Aviv. The Palestinian Call [1] for Boycott, Divestment and Sanctions (BDS) was issued in 2005 by over 170 Palestinian civil society organizations in order to counter racism and such oppressive mechanisms as mass unlawful expulsion and imprisonment. We are aware that you visited Israel in the past. It is not much due to the act itself but due to its current context that we urge you now to heed the Palestinian Call and cancel your scheduled performance in Israel. By doing so you will stand by a globally growing, human rights-based and non-violent civil society Palestinian initiative.&lt;br /&gt;The BDS Call is the most unitary Palestinian political initiative today. It represents people of all sections who used to live in historic Palestine: Palestinians living under military siege and occupation in the West Bank and the Gaza Strip; Palestinian citizens of Israel, who were subjected to a military regime until 1966 and since then have been facing an apartheid-like systematic racist discrimination by Israel; and Palestinian refugees who were looted and expelled by Israel in 1948 and live with their descendants in refugee camps in Gaza and the West Bank or in exile (some of whom live in Israel). Rather than falsely addressing the colonial conflict in Israel\Palestine in terms of a mere territorial dispute, and refraining to prescribe solutions, the BDS Call is focused on international law and on the rights of the Palestinian people and individuals, which should be the basis for any just and peaceful solution.&lt;br /&gt;The BDS Call is inspired by similar campaigns launched by the indigenous people of South Africa in order to overthrow apartheid there, a struggle in which cultural boycotts played a crucial role in raising global attention to the oppression of the South-Africans. The Call is endorsed by almost the entire community [2] of Palestinian cultural workers and many international supporters. It also inspires and is endorsed by unarmed popular struggle activists such as Bil'in's Abdallah Abu Rahmah who is held for over a year now in an Israeli military prison for the vague accusations of “incitement” and “organizing illegal demonstrations”. Abu Rahmah's imprisonment sparked wide international condemnation: Amnesty international labeled him a prisoner of conscience [3] and the EU repeatedly condemned [4] his persecution. In a letter from prison he encourages his supporters: “you amplified our popular demonstrations in Palestine with international boycott campaigns and international legal actions under universal jurisdiction” [5].&lt;br /&gt;Another human rights activist held in an Israeli prison and recently sentenced to 9 years is Ameer Makhoul. Makhoul is a Palestinian Arab citizen of Israel and General Director of Ittijah, an umbrella organization for about 80 civil society NGOs, which was established by Palestinian citizens of Israel and is one of the signatories of the 2005 BDS Call. Makhoul was brutally arrested by the Israeli Shabak, tortured and denied his legal rights, among them meeting his lawyers. His case was also media gagged at the same time. In his letter from prison he states [6]:&lt;br /&gt;“Based on my experience and on the findings regarding 7,000 Palestinian prisoners in Israeli jails, the Shabak having no evidence does not mean the end of the game. They have their secret weapon, which is the so-called 'secret evidence.' They present it to the judges, but neither me nor my lawyers are allowed to know what it is about. The Israeli system will never blame the state or the Shabak, but will blame their Palestinian victims.“&lt;br /&gt;Makhoul was convicted of making contact with 'a foreign agent', a term so vague in the Israeli security lexicon, as he himself explains: “Israel will never allow its court to declare me as innocent. On the other hand, every Palestinian refugee of Arab friend or partner in the Arab world is potentially considered a so-called 'foreign agent.'”Amnesty International condemned Makhoul's persecution as well. [7]&lt;br /&gt;In order to end such injustices and their inequality-rooted causes, many international artists recently cancelled their scheduled performance in Israel. Some of them and many others explicitly pledged support for the cultural boycott. Here are some of the names and petition lists of such artists: Carlos Santana, Gil Scott Heron, Elvis Costello, Devendra Banhart, Dave Randall [8] and Maxi Jazz of Faithless, Vanessa Paradis, Robert Del Naja of Massive Attack[9], 200 Irish artists [10], 500 Montreal artists [11], the international alliance Artists against Apartheid [12], South-African Artists Against Apartheid [13] and Creative Workers Union of South Africa.&lt;br /&gt;In honor of your anti-racist and human rights legacy, we hope you will add your name to this important and growing international effort.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sincerely,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ayala Shani&lt;br /&gt;Liad Kantorowicz&lt;br /&gt;Ronnie Barkan&lt;br /&gt;Shir Hever&lt;br /&gt;Ofer Neiman&lt;br /&gt;Ronnen Ben-Arie&lt;br /&gt;Ohal Grietzer&lt;br /&gt;Dorothy Naor&lt;br /&gt;Yael Oren Kahn&lt;br /&gt;Renen Raz&lt;br /&gt;Rachel Giora&lt;br /&gt;Neta Golan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On behalf of&lt;br /&gt;Boycott! Supporting the Palestinian BDS Call from within&lt;br /&gt;&lt;a href="http://boycottisrael.info/"&gt;http://boycottisrael.info&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[1] &lt;a href="http://bdsmovement.net/?q=node/52"&gt;http://bdsmovement.net/?q=node/52&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;[2] &lt;a href="http://www.pacbi.org/etemplate.php?id=315"&gt;http://www.pacbi.org/etemplate.php?id=315&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;[3] &lt;a href="http://www.popularstruggle.org/content/amnesty-international-labels-abdallah-abu-rahmah-prisoner-conscience"&gt;http://www.popularstruggle.org/content/amnesty-international-labels-abdallah-abu-rahmah-prisoner-conscience&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;[4] &lt;a href="http://www.popularstruggle.org/content/eu-condemns-persecution-bilins-abdallah-abu-rahmah-second-time"&gt;http://www.popularstruggle.org/content/eu-condemns-persecution-bilins-abdallah-abu-rahmah-second-time&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;[5] &lt;a href="http://www.popularstruggle.org/content/letter-ofer-prison"&gt;http://www.popularstruggle.org/content/letter-ofer-prison&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;[6] &lt;a href="http://electronicintifada.net/v2/article11644.shtml"&gt;http://electronicintifada.net/v2/article11644.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;[7] &lt;a href="http://www.amnesty.org/en/news-and-updates/palestinian-human-rights-activist-jailed-israel-2011-01-30"&gt;http://www.amnesty.org/en/news-and-updates/palestinian-human-rights-activist-jailed-israel-2011-01-30&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;[8] Dave Randall (Faithless) on 5fm: I support &lt;a href="http://www.southafricanartistsagainstapartheid.com/"&gt;www.southafricanartistsagainstapartheid.com&lt;/a&gt; : &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=XpE5AjsBiqw"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=XpE5AjsBiqw&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;[9] &lt;a href="http://www.newstatesman.com/music/2010/09/israel-interview-boycott-naja"&gt;http://www.newstatesman.com/music/2010/09/israel-interview-boycott-naja&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;[10] &lt;a href="http://www.ipsc.ie/pledge"&gt;http://www.ipsc.ie/pledge&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;[11] &lt;a href="http://www.tadamon.ca/post/5824"&gt;http://www.tadamon.ca/post/5824&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;[12] &lt;a href="http://www.artistsagainstapartheid.org/?page_id=552"&gt;http://www.artistsagainstapartheid.org/?page_id=552&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;[13] &lt;a href="http://www.southafricanartistsagainstapartheid.com/2010/11/declaration.html"&gt;http://www.southafricanartistsagainstapartheid.com/2010/11/declaration.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-2047299550074231215?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/2047299550074231215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=2047299550074231215&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2047299550074231215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2047299550074231215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/02/gilberto-gil-nao-arruine-luta-palestina.html' title='Gilberto Gil, não arruine a luta palestina pela liberdade: Cancele seu show em Israel'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-6565248039669249661</id><published>2011-02-13T23:46:00.000-02:00</published><updated>2011-02-13T23:46:50.655-02:00</updated><title type='text'>Extraditar um refugiado ao país onde é perseguido é abrir um precedente perigoso que pôe em risco qualquer refugiado em solo brasileiro</title><content type='html'>Aqui vai a convocação do Comitê Battisti Livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;favor passar adiante,convidar as organizações e pessoas. Obrigada. Lúcia Skromov&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fortalecer a campanha pela imediata liberdade de Cesare Battisti!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase quatro anos se passaram e Cesare Battisti continua preso no Brasil desde que foi capturado no Rio de Janeiro em março de 2007 através de uma operação orquestrada pelos governos italiano, francês e a Polícia Federal brasileira. A prisão preventiva mantém-se graças às pressões que o governo de Silvio Berlusconi exerce sobre Brasília para que o ex-militante da organização Proletários Armados pelo Comunismo (PAC) seja extraditado a fim de cumprir prisão perpétua nas masmorras italianas, sendo seis meses com a privação da luz solar. Toda espécie de arbitrariedades políticas e jurídicas foi realizada para condenar Cesare Battisti por quatro assassinatos que não cometeu. No Brasil não é diferente: Lula negou a extradição do escritor italiano, mas devolveu ao Supremo Tribunal Federal a possibilidade de apreciação de sua decisão baseada no Tratado Brasil-Itália celebrado em 1989.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conservador STF, através de seu presidente Cezar Peluso e do relator Gilmar Mendes, declararam que “tudo será considerado a seu tempo”, sinalizando que arquitetarão novo malabarismo jurídico para prolongar a agonia de Cesare Battisti na penitenciária federal da Papuda, no DF. Com o agravamento das denúncias de pedofilia contra o primeiro-ministro Berlusconi, a classe dominante italiana e o setor mais conservador da sociedade intensificam a caçada ao escritor como forma de desviar o foco da opinião pública dos escândalos em que se encontra envolvido. A perseguição ao ex-ativista é, antes de mais nada, um troféu na guerra deflagrada pelos setores reacionários italianos e brasileiros no combate àqueles que se levantaram contra o regime de exploração lançando mão da ação direta como forma de realizar justiça social. Com isso, os que clamam pela extradição de Cesare Battisti buscam puni-lo exemplarmente como forma de atemorizar os lutadores do presente e do futuro contra qualquer possibilidade de revolta contra as diferentes formas de opressão, super exploração e a retirada de direitos sociais da classe trabalhadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias entidades, movimentos sociais, organizações políticas, coletivos, ativistas ligados aos direitos humanos e às reivindicações democráticas tiveram a iniciativa de conformar comitês em várias regiões do país a fim de lutar contra a extradição de Cesare Battisti, e exigir seja do STF ou do Poder Executivo sua imediata liberdade e concessão de asilo político no Brasil. Afinal, é de comum compreensão que esta perseguição pode-se voltar contra qualquer um de nós que ouse lutar por melhores condições de vida através da livre organização social. Apenas uma mudança na correlação de forças poderá acabar com a “fuga sem fim” do escritor italiano. Vários debates e manifestações foram realizados no Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Mas estes foram apenas os primeiros passos de uma longa jornada de lutas até alcançarmos nosso objetivo. Para os próximos dias, convocamos aqueles ativistas, organizações, movimentos e entidades sindicais que ainda não aderiram à campanha internacionalista a ingressar ativamente nestas atividades, conforme calendário a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Manifestação com concentração no MASP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(na sequência caminharemos até o Consulado Italiano, na Av. Paulista)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 de fevereiro, sexta-feira, às 17 horas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Plenária ampliada com entidades, movimentos e representações políticas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19 de fevereiro, sábado, às 15:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaço Mané Garrincha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rua Silveira Martins, 131, sala 11.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Saída da caravana a Brasília&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22 de fevereiro, terça-feira, 16 horas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ato político em Brasília e visita a Cesare Battisti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23 de fevereiro, quarta-feira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liberdade de Cesare Battisti depende exclusivamente de nossa capacidade de luta! Junte-se a nós!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comitê Battisti Livre - SP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-6565248039669249661?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/6565248039669249661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=6565248039669249661&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6565248039669249661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/6565248039669249661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/02/extraditar-um-refugiado-ao-pais-onde-e.html' title='Extraditar um refugiado ao país onde é perseguido é abrir um precedente perigoso que pôe em risco qualquer refugiado em solo brasileiro'/><author><name>Mauro Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13273183024087653411</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_l67McEedyms/TEnJMexTkII/AAAAAAAAANU/pwZPn6Stxj8/S220/de+maos+dadas4.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-3715975064140459651</id><published>2011-02-11T00:17:00.001-02:00</published><updated>2011-02-11T00:23:43.521-02:00</updated><title type='text'>Israel envia a Mubarak armas para dispersar multidões</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://parallaksismundo.blogspot.com/2011/02/israel-envia-mubarak-armas-para_10.html"&gt;http://parallaksismundo.blogspot.com/2011/02/israel-envia-mubarak-armas-para_10.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os sionistas dão mais uma prova de que desrespeitam a soberania dos povos vizinhos e seu direito de escolher como querem viver. Agora querem reprimir as manifestações da população egípcia contra o regime de Mubarak, na tentativa de mantê-lo no poder.&lt;br /&gt;A Rede Internacional para os Direitos e o Desenvolvimento afirmou que apoio logístico israelense foi enviado ao presidente do Egito, Hosni Mubarak, para ajudar seu regime a enfrentar as manifestações públicas exigindo sua deposição. Segundo relatórios da organização não-governamental, três aviões israelenses aterrissaram no Aeroporto Internacional do Cairo no sábado, carregando equipamentos perigosos para dispersar multidões e reprimi-las.&lt;br /&gt;O comunicado da Rede Internacional afirma que as forças de segurança egípcias receberam a carga completa de três aviões israelenses que carregavam uma quantidade abundante de gás internacionalmente proibido para dispersar multidões. Se as notícias forem precisas, indicam que o regime egípcio está se preparando para o pior em defesa da sua posição, apesar do naufrágio país no caos.&lt;br /&gt;No domingo, 30 de janeiro, o primeiro-ministro sionista Benjamin Netanyahu dirigiu-se aos ministros do governo israelense em uma declaração pública dizendo: "Nossos esforços visam a manutenção continuada da estabilidade e da segurança na região ... e devo lembrar que a paz entre Israel e Egito durou mais de três décadas ... atualmente trabalhamos para garantir a continuidade dessas relações ... Estamos acompanhando o desenrolar dos acontecimentos no Egito e na região em alerta ..."&lt;br /&gt;O primeiro-ministro sionista pediu aos ministros do governo israelense que se abstenham de fazer quaisquer declarações adicionais para a mídia.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-3715975064140459651?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/3715975064140459651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=3715975064140459651&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3715975064140459651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3715975064140459651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/02/israel-envia-mubarak-armas-para.html' title='Israel envia a Mubarak armas para dispersar multidões'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-1373953999769924473</id><published>2011-02-10T23:49:00.005-02:00</published><updated>2011-02-11T00:01:17.761-02:00</updated><title type='text'>Israel bombardeou a Faixa de Gaza, de Novo</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-u9mGMYU9rcs/TVSXDhikWtI/AAAAAAAAAWA/BvruRhRHFpM/s1600/pic.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 386px; FLOAT: left; HEIGHT: 251px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572244725762906834" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-u9mGMYU9rcs/TVSXDhikWtI/AAAAAAAAAWA/BvruRhRHFpM/s400/pic.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Os sionistas continuam a aterrorizar a população de Gaza e a deixá-la cada vez mais desamparada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nesta quarta-feira, 9 de fevereiro, aviões israelenses realizaram uma série de ataques aéreos na Faixa de Gaza e destruíram um armazém onde era guardado material médico. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os ataques começaram pouco depois da meia-noite e acertaram vários pontos da faixa costeira, de Jabaliya, no norte, até a fronteira de Rafah com o Egito, ao sul.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Incêndios devastaram o armazém até as primeiras horas da manhã, apesar do trabalho de bombeiros e voluntários, que ainda tentaram salvar suprimentos médicos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma oficina de carpintaria vizinha ao armazém também foi afetada pelos bombardeios. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O porta-voz dos Serviços de Emergência, Abu Adham, afirmou que oito civis foram feridos pelas bombas israelenses, incluindo duas crianças e três mulheres. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As vítimas foram levadas para o hospital Kamal Adwan, no norte de Gaza. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Abu Adham salientou que já existe uma grave escassez de remédios e suprimentos médicos no território palestino, em consequência do bloqueio israelense. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em sua avaliação, o ataque aéreo alvejou a armazém na tentativa de subjugar ainda mais a população civil. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os caças-bombardeiros F-16 israelenses também dispararam dois mísseis em um aterro vazio no sudeste da cidade de Gaza. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ali não foram registradas vítimas com ferimentos físicos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dois homens ficaram feridos no sul da Faixa de Gaza.&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-UzzZOggkbqI/TVSXbVuwM0I/AAAAAAAAAWI/mEl_dnTUoj8/s1600/pic2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 334px; FLOAT: right; HEIGHT: 244px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572245134909649730" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-UzzZOggkbqI/TVSXbVuwM0I/AAAAAAAAAWI/mEl_dnTUoj8/s400/pic2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esse ataque é parte da limpeza étnica que os sionistas praticam contra os palestinos, uma vez que dificulta e interdita o tratamento de doentes, causando sofrimento físico e psicológico, incapacitação e morte.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-1373953999769924473?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/1373953999769924473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=1373953999769924473&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/1373953999769924473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/1373953999769924473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/02/israel-bombardeou-faixa-de-gaza-de-novo.html' title='Israel bombardeou a Faixa de Gaza, de Novo'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-u9mGMYU9rcs/TVSXDhikWtI/AAAAAAAAAWA/BvruRhRHFpM/s72-c/pic.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-4090599693600809111</id><published>2011-02-07T19:10:00.001-02:00</published><updated>2011-02-07T19:13:18.502-02:00</updated><title type='text'>Carta ao Gilberto Gil para aderir ao Boicote Cultural a Israel</title><content type='html'>3 de Fevereiro de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querido Gilberto Gil,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como admiradores de longa data da sua música e cientes de seu compromisso com a liberdade e justiça social, e como ativistas ficamos surpresos e incomodados ao saber que você pretende fazer um show em Israel em abril.&lt;br /&gt;Como parte do chamado da sociedade civil palestina em 2005 para o Boicote, o Desinvestimento e Sanções (BDS) e inspirado pelo boicote cultural ao apartheid na África do Sul, o povo palestino pede a artistas internacionais a se juntarem ao movimento BDS cancelando shows e eventos em Israel, que só servem para igualar o ocupante ao ocupado e, portanto, promover a continuação da injustiça. Em outubro do ano passado o Sul Africano Desmond Tutu, consagrado com o Prêmio Nobel da Paz por sua luta contra o Apartheid, apelou a ópera de seu país a cancelar a apresentação agendada em Israel. Um show em Israel enfraquece a chamada para o BDS até que Israel cumpra os requisitos básicos do direito internacional, pondo fim à ocupação militar, à tomada de terras  e construção de novas colônias nos territórios palestinos, respeitando os direitos humanos e os direitos dos refugiados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A participação em um show em Israel não é um ato neutro, desprovido de qualquer mensagem política. Como disse o falecido Howard Zinn: você não pode ser neutro em um trem em movimento. Ao participar de um evento em Israel, você estará apoiando a campanha israelense para encobrir violações do direito internacional e projetar uma imagem falsa de normalidade. Qualquer afirmação que você deseje fazer através da sua participação neste evento seria ofuscada pelo fato de que você está atravessando um piquete internacional estabelecido pela grande maioria das organizações da sociedade civil na Palestina. Na verdade, uma mensagem de paz justa atingiria muito mais pessoas, incluindo israelenses, se você cancelar a sua participação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a guerra de Israel contra Gaza em dezembro de 2008 e janeiro de 2009, que deixou 1.400 palestinos mortos e conduziu o relatório Goldstone a declarar que Israel cometeu crimes de guerra, muitos artistas internacionais se recusaram a tocar em um país que se coloca acima dos direitos humantos e do direito internacional. Após o ataque de Israel a um navio de ajuda humanitária com destino a Gaza em maio do ano passado, o número de artistas cresceu. Elvis Costello, Gil Scott Heron, Carlos Santana, Roger Waters, Devendra Banhart, e os Pixies são apenas alguns dos artistas que se recusaram a realizar shows em Israel no ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedimos-lhe para se juntar à lista crescente de artistas que tem respeitado o pedido de boicote.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante as últimas décadas, a partir do movimento dos Direitos Civis nos EUA até os movimentos anti-guerra em todo o mundo, quando os nossos governos não conseguem deter as pessoas responsáveis por graves violações dos direitos humanos, nós temos a responsabilidade de fazê-lo.  O Sul Africano Desmond Tutu disse que "se o apartheid na África do Sul terminou, esta ocupação também terminará, mas a força moral e a pressão internacional terão de ser tão determinadas quanto". A chamada palestina para o BDS chega a partir da sociedade civil palestina até a sociedade civil em todo o mundo, incluindo Israel, para aderir a este movimento de libertação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficaremos felizes em discutir isso mais a fundo com você, e apoiá-lo no quer for necessário. Nós estamos simplesmente pedindo que você faça isso de uma maneira a não prejudicar o crescimento global liderado pelo movimento BDS da causa palestina. Com todo o respeito por seu legado de resistência na ditadura militar brasileira, pela liberdade e contra o racismo no mundo nós te convidamos a participar dessa luta por justiça e cancelar seu show em Israel no mês de abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com grande respeito,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;FRENTE EM DEFESA DO POVO PALESTINO&lt;br /&gt;Abib - Associação Beneficente Islâmica do Brasil&lt;br /&gt;Apta - Associação para Prevenção e Tratamento da Aids&lt;br /&gt;Associação Islâmica de São Paulo&lt;br /&gt;Casa da América Latina&lt;br /&gt;Comitê de Solidariedade aos Povos Árabes&lt;br /&gt;Conlutas - Coordenação Nacional de Lutas&lt;br /&gt;Elac - Encontro Latino Americano e Caribenho de Trabalhadores&lt;br /&gt;ICArabe - Instituto da Cultura Árabe&lt;br /&gt;Intersindical&lt;br /&gt;Jornal Al Baian&lt;br /&gt;Juventude Novos Palmares&lt;br /&gt;Liga da Juventude Islâmica&lt;br /&gt;Mopat - Movimento Palestina para Todos&lt;br /&gt;PCB - Partido Comunista Brasileiro&lt;br /&gt;PSTU - Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado&lt;br /&gt;Revolutas&lt;br /&gt;SBM - Sociedade Beneficente Muçulmana&lt;br /&gt;Sociedade Palestina de São Paulo&lt;br /&gt;Ujaal - União da Juventude Árabe para a América Latina&lt;br /&gt;UNI - União Nacional de Entidades Islâmicas&lt;br /&gt;Uemb - União dos Estudantes Muçulmanos do Brasil&lt;br /&gt;DCE da USP - Universidade de São Paulo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Adalah-NY: The New York Campaign for the Boycott of Israel&lt;br /&gt;Americans Against Apartheid UK&lt;br /&gt;Arab Cultural Forum&lt;br /&gt;Artists Against Apartheid UK&lt;br /&gt;Association of Al-Quds Bank for Culture and Information&lt;br /&gt;BDS Platform in the Netherlands&lt;br /&gt;Birthright Unplugged&lt;br /&gt;Boston BDS&lt;br /&gt;BOYCOTT! Supporting the Palestinian BDS Call from Within (Israel)&lt;br /&gt;British Committee for the Universities of Palestine (BRICUP)&lt;br /&gt;Cafe Intifada&lt;br /&gt;Canadian Arab Federation&lt;br /&gt;Coalition Against Israeli Apartheid (CAIA), Toronto&lt;br /&gt;Davis Committee for Palestinian Rights&lt;br /&gt;Don’t Buy Into Apartheid&lt;br /&gt;Don’t Play Apartheid Israel (DPAI)&lt;br /&gt;Educators for Peace and Justice (Toronto)&lt;br /&gt;Fredericton Palestine Solidarity (New Brunswick)&lt;br /&gt;Independent Jewish Voices (Canada)&lt;br /&gt;International Jewish Anti-Zionist Network (IJAN)&lt;br /&gt;International Solidarity Movement (ISM)&lt;br /&gt;Ireland Palestine Solidarity Campaign&lt;br /&gt;Jews for Boycotting Israeli Goods (J-BIG)&lt;br /&gt;Jews Say No!&lt;br /&gt;Los Angeles Palestine Labor Solidarity Committee&lt;br /&gt;Not in Our Name: Jews Opposing Zionism&lt;br /&gt;One Democratic State Group&lt;br /&gt;Palestine Solidarity Committee-Seattle&lt;br /&gt;Palestine Solidarity Group-Chicago&lt;br /&gt;Palestinian Students Campaign for the Academic Boycott of Israel (Gaza)&lt;br /&gt;Queers Against Israeli Apartheid (QuAIA), Toronto&lt;br /&gt;Queers Undermining Israeli Terrorism (QUIT)&lt;br /&gt;Sheffield Palestine Solidarity Campaign (UK)&lt;br /&gt;Students Against Israeli Apartheid Carleton&lt;br /&gt;Tadamon! Montreal&lt;br /&gt;University Teachers’ Association in Palestine&lt;br /&gt;US Campaign for the Academic and Cultural Boycott of Israel&lt;br /&gt;US Campaign to End the Israeli Occupation&lt;br /&gt;WESPAC Foundation&lt;br /&gt;Women in Solidarity with Palestine (WSP), Toronto&lt;br /&gt;Women of a Certain Age&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-4090599693600809111?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/4090599693600809111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=4090599693600809111&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/4090599693600809111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/4090599693600809111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/02/carta-ao-gilberto-gil-para-aderir-ao.html' title='Carta ao Gilberto Gil para aderir ao Boicote Cultural a Israel'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-5319238025844530271</id><published>2011-02-01T21:30:00.007-02:00</published><updated>2011-02-01T22:22:33.159-02:00</updated><title type='text'>Refugiados Palestinos - O Brasil recebeu... mas não ACOLHEU</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/TUifib_exzI/AAAAAAAAAVk/YKXIRhILYng/s1600/Acampados%2Bdo%2Bacnur.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 317px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568876353222002482" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/TUifib_exzI/AAAAAAAAAVk/YKXIRhILYng/s400/Acampados%2Bdo%2Bacnur.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Segue os principais tópicos que justificam afirmar que os palestinos trazidos do campo de refugiados de Ruweished (Jordânia) foram ABANDONADOS no Brasil, por AUSENCIA DE UMA POLÍTICA ESPECÍFICA brasileira para receber reassentados palestinos, vítimas de perseguição mortal quando os Estados Unidos invadiu o Iraque, onde esses nossos irmãos palestinos se encontravam reassentados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, os tópicos listados abaixo são CONSTATAÇÕES FACTUAIS que DETERMINARAM o abandono dos reassentados palestinos no Brasil e a impossibilidade de UNIDADE POLÍTICA entre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Foram trazidos no Programa de Reassentamento Solidário, em três grupos, separados, entre setembro e outubro de 2007 e reassentados em estados distantes entre si: Mogi das Cruzes/SP e Venâncio Aires/RS;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- O programa se mostrou totalmente equivocado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Prazo do programa de apenas dois anos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Foram instalados em casas alugadas, ao invés de o governo lhes disponibilizar casas que começassem a pagar, com subsídio governamental, somente após um nível satisfatório de adaptação e integração social, em condições de trabalhar, resolver problemas burocráticos como qualquer brasileiro e livres da condição de hiposuficiência;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5- Ausência de assistência especial aos idosos e deficientes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6- Aulas de português sem metodologia e apenas seis horas por semana, que tinham ainda que conciliar com a necessidade de trabalhar ou optar por uma das duas coisas, por insuficiência do auxílio subsistência pago pela ACNUR-Brasil;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7- Ausência de acompanhamento (visitas às famílias) permanente e avaliação periódica durante o processo de adaptação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8- Despreparo para o trato com refugiados por parte dos funcionários contratados pelas ONGs responsáveis pelo acompanhamento local;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9- Inobservância quanto aos direitos estabelecidos no Estatuto do Refugiado, por parte da própria ACNUR-Brasil e das ONGs católicas gestores do programa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10- Ausência de assistência de intéprete;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11- Ausência de assistência jurídica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12- Ausência de assistência psicológica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13- Ausência de assistência odontológica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14- Assistência médica quase nula por falta de intérprete - causa principal de algumas das mortes ocorridas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15- Ausência de auxílio funeral. Sete já faleceram, sendo cinco dos reassentados em Mogi das Cruzes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16- Ausência de orientações quanto aos seus direitos e deveres;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17- Atraso na expedição de seus documentos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18- Ausência de preparação aos agentes públicos para o atendimento aos refugiados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19- Modelo de gestão tripartite (CONARE, ACNUR-Brasil e ONGs católicas), sem especificação de responsabilidades, civil e criminal;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resta a suspeita de que tenha sido até proposital criar essa situação, pela forma como foi elaborado o programa de reassentamento no Brasil, dos palestinos de Ruweished.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/TUiga48E5-I/AAAAAAAAAVs/b3BPsUWjVrY/s1600/FugadosFuncionriosdoACNUR001_.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 295px; FLOAT: left; HEIGHT: 252px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568877323065026530" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/TUiga48E5-I/AAAAAAAAAVs/b3BPsUWjVrY/s400/FugadosFuncionriosdoACNUR001_.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Ao lado, foto do sr. Hamdan,&lt;br /&gt;um dos 7 já falecidos. Faleceu&lt;br /&gt;em 19/10/2009, em Brasília,&lt;br /&gt;onde permaneceu acampado,&lt;br /&gt;juntamente com outros palestinos.&lt;br /&gt;Determinado, lutou até o fim,&lt;br /&gt;sem esmorecer, na defesa dos&lt;br /&gt;direitos dos palestinos reassentados&lt;br /&gt;no Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-5319238025844530271?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/5319238025844530271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=5319238025844530271&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/5319238025844530271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/5319238025844530271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/02/refugiados-palestinos-o-brasil-recebeu.html' title='Refugiados Palestinos - O Brasil recebeu... mas não ACOLHEU'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/TUifib_exzI/AAAAAAAAAVk/YKXIRhILYng/s72-c/Acampados%2Bdo%2Bacnur.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-3736763338713714104</id><published>2011-01-31T19:09:00.002-02:00</published><updated>2011-01-31T19:16:57.141-02:00</updated><title type='text'>“Ditadores" não ditam ordens. Eles as obedecem.</title><content type='html'>De todos os artigos que li até agora, a análise que segue abaixo, de Michel Chossudovsky é a mais elucidadativa sobre o que realmente está por trás das últimas manifestações no Egito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Michel Chossudovsky&lt;br /&gt;O regime Mubarak pode entrar em colapso em consequência do vasto movimento de protesto em escala nacional. Quais as perspectivas para o Egito e para o mundo árabe?&lt;br /&gt;"Ditadores" não ditam ordens. Eles as obedecem. Isso é verdade tanto na Tunísia como na Argélia e no Egito.&lt;br /&gt;Ditadores são sempre fantoches políticos. Os ditadores não decidem.&lt;br /&gt;O presidente Hosni Mubarak foi o fiel servidor dos interesses econômicos ocidentais e assim era Ben Ali.&lt;br /&gt;O governo nacional é o objeto do movimento de protesto. O objetivo é remover o fantoche em lugar do mestre do fantoche. Os slogans no Egito são "Abaixo Mubarak, abaixo o regime". Não há cartazes antiamericanos... A influência avassaladora e destrutiva dos EUA no Egito e em todo o Oriente Médio permanece oculta. As potências estrangeiras que operam nos bastidores estão protegidas do movimento de protesto.&lt;br /&gt;Nenhuma mudança política significativa se verificará a menos que a questão da interferência estrangeira seja tratada de modo explícito pelo movimento de protesto.&lt;br /&gt;A Embaixada dos EUA no Cairo é uma entidade política importante, sempre ofuscando o governo nacional, e não é alvo do movimento de protesto. No Egito, em 1991, foi imposto um devastador programa do FMI na altura da Guerra do Golfo. Ele foi negociado em troca da anulação da multimilionária dívida militar do Egito para com os EUA, bem como de sua participação na guerra. A resultante desregulamentação dos preços dos alimentos, a privatização geral e medidas de austeridade maciças levaram ao empobrecimento da população egípcia e à desestabilização da sua economia.&lt;br /&gt;O Egito era louvado como um "aluno modelo" do FMI. O papel do governo de Ben Ali na Tunísia foi impor os remédios econômicos mortais do FMI, os quais, num período de mais de vinte anos, serviram para desestabilizar a economia nacional e empobrecer a população tunisiana. Ao longo dos últimos 23 anos, a política econômica e social na Tunísia foi ditada pelo Consenso de Washington.&lt;br /&gt;Tanto Hosni Mubarak como Ben Ali permaneceram no poder porque seus governos obedeceram e aplicaram efetivamente os diktats do FMI. De Pinochet e Videla a Baby Doc, Ben Ali e Mubarak, os ditadores têm sido instalados por Washington. Historicamente, na América Latina, os ditadores eram nomeados por meio de uma série de golpes militares patrocinados pelos EUA. Hoje eles são nomeados por intermédio de "eleições livres e justas" sob a supervisão da comunidade internacional.&lt;br /&gt;Nossa mensagem ao movimento de protesto: as decisões reais são tomadas em Washington DC, no Departamento de Estados dos EUA, no Pentágono, em Langley, sede da CIA, na H Street NW, as sedes do Bando Mundial e do FMI. O relacionamento do "ditador" com interesses estrangeiros deve ser considerado. Derrubar fantoches políticos, sim, mas não esquecer de mirar os "ditadores reais".&lt;br /&gt;O movimento de protesto deveria centrar-se na poltrona real da autoridade política; deveria ter como alvo a Embaixada dos EUA, a delegação da União Europeia, as missões nacionais do FMI e do Banco Mundial.&lt;br /&gt;Uma mudança política significativa só pode ser assegurada se a agenda de política econômica neoliberal for jogada fora.&lt;br /&gt;Substituição de regime&lt;br /&gt;Se o movimento de protesto deixar de tratar o papel das potências estrangeiras, incluindo pressões exercidas por "investidores", credores externos e instituições financeiras internacionais, o objetivo da soberania nacional não será alcançado. Nesse caso, ocorrerá um processo estreito de "substituição de regime", o qual assegura continuidade política.&lt;br /&gt;"Ditadores" são postos e depostos. Quando eles estão politicamente desacreditados e já não servem aos interesses dos seus patrocinadores estadunidenses, são substituídos por um novo líder, muitas vezes recrutado dentro das fileiras da oposição política.&lt;br /&gt;Na Tunísia, a administração Obama já se posicionou. Ela pretende desempenhar um papel-chave no "programa de democratização" (isto é, manutenção das chamadas “eleições justas”). Ela também pretende utilizar a crise política como um meio de enfraquecer o papel da França e consolidar a sua posição no norte da África:&lt;br /&gt;"Os Estados Unidos, que foram rápidos em avaliar a vaga de protesto nas ruas da Tunísia, procuram pressionar em seu proveito, a fim de promover reformas democráticas no país e outras mais além.&lt;br /&gt;O alto enviado dos EUA para o Médio Oriente, Jeffrey Feltman, foi o primeiro responsável estrangeiro a chegar ao país depois de o presidente Zine El Abidine Ben Ali ser derrubado em 14 de janeiro e suavemente apelou a reformas. Ele disse na terça-feira que só eleições livres e justas fortaleceram e dariam credibilidade à liderança sob ataque do estado norte-africano.&lt;br /&gt;"Espero utilizar o exemplo tunisiano em conversas com outros governos árabes”, acrescentou o secretário de Estado Feltman.&lt;br /&gt;Ele foi despachado para o país norte-africano a fim de oferecer ajuda dos EUA na turbulenta transição de poder e encontrar-se com ministros e figuras da sociedade civil tunisiana.&lt;br /&gt;Feltman viaja para Paris na quarta-feira a fim de discutir a crise com líderes da França, promovendo a impressão de que os EUA conduz o apoio internacional a uma nova Tunísia, em detrimento da antiga potência colonial, a França.&lt;br /&gt;Países ocidentais apoiaram por longo tempo a derrubada liderança da Tunísia, encarando-a como um baluarte contra militantes islâmicos na região norte-africana. Em 2006, o então secretário da Defesa dos EUA, Donald Rumsfeld, falando em Túnis, louvou a evolução do país. A secretária de Estado Hillary Clinton, agilmente, interveio com um discurso em Doha a 13 de janeiro, advertindo líderes árabes para permitirem a seus cidadãos maiores liberdades ou [sofreriam] o risco de extremistas explorarem a situação.&lt;br /&gt;"Não há dúvida de que os Estados Unidos procuram posicionar-se muito rapidamente do lado bom..." (AFP: US helping shape outcome of Tunisian).&lt;br /&gt;Será que Washington terá êxito em nomear um novo regime fantoche?&lt;br /&gt;Isso depende muito da capacidade do movimento de protesto de tratar o papel insidioso dos EUA nos assuntos internos do país. Os poderes avassaladores do império não são mencionados. Numa ironia amarga, o presidente Obama exprimiu o seu apoio ao movimento de protesto.&lt;br /&gt;Muitas pessoas dentro do movimento de protesto são levadas a acreditar que o presidente Obama está comprometido com a democracia e os direitos humanos e é apoiador da resolução da oposição de destronar o ditador, o qual foi instalado pelos EUA.&lt;br /&gt;Cooptação de líderes da oposição&lt;br /&gt;A cooptação dos líderes dos principais partidos da oposição, de organizações da sociedade civil, na previsão do colapso de um governo fantoche autoritário faz parte dos desígnios de Washington, aplicados em diferentes regiões do mundo. O processo de cooptação é implementado e financiado pelos EUA com base em fundações incluindo o National Endowment for Democracy (NED) e o Freedom House (FH). Tanto o FH como o NED têm ligações ao Congresso dos EUA, ao Council on Foreign Relations (CFR) e ao establishment de negócios estadunidense. Tanto o NED como o FH são conhecidos por terem laços com a CIA.&lt;br /&gt;O NED está envolvido ativamente na Tunísia, no Egito e na Argélia. A Freedom House apoia várias organizações da sociedade civil no Egito.&lt;br /&gt;"O NED foi estabelecido pela administração Reagan depois de o papel da CIA nos financiamentos encobertos para derrubar governos estrangeiros ter sido trazido à luz, levando ao descrédito de partidos, movimentos, revistas, livros, jornais e indivíduos que receberam financiamento da CIA. ... Como uma fundação bipartidária, com participação dos dois principais partidos, bem como da AFL-CIO e da US Chamber of Commerce, o NED assumiu o comando do financiamento de movimentos para derrubar governos estrangeiros, mas abertamente e sob a rubrica da "promoção da democracia". (Stephen Gowans, January 2011. "What's left")&lt;br /&gt;Embora os EUA tenham apoiado o governo Mubarak durante os últimos trinta anos, fundações dos EUA com laços no Departamento de Estado e no Pentágono apoiaram ativamente a oposição política, incluindo o movimento da sociedade civil. Segundo a Freedom House: "A sociedade civil egípcia é tanto vibrante como constrangida. Há centenas de organizações não governamentais dedicadas a expandir direitos civis e políticos no país, operando num ambiente altamente regulado". (Freedom House Press Releases).&lt;br /&gt;Numa ironia amarga, Washington apoia a ditadura Mubarak, incluindo suas atrocidades, enquanto também apoia e financia seus detratores, através das atividades do FH, NED, dentre outras.&lt;br /&gt;O esforço da Freedom House para envolver uma nova geração de advogados proporcionou resultados tangíveis e o programa New Generation, no Egito, ganhou proeminência tanto em nível local como internacional. Membros visitantes egípcios de todos os grupos da sociedade civil receberam [em maio de 2008] atenção sem precedentes e reconhecimento, incluindo reuniões em Washington com o secretário de Estado, o conselheiro de Segurança Nacional e membros eminentes do Congresso. Nas palavras de Condoleezza Rice, eles representam a "esperança para o futuro do Egito". (http://www.freedomhouse.org/template.cfm?page=66&amp;amp;program=84)&lt;br /&gt;Política dupla: conversar com "ditadores", misturar-se com "dissidentes"&lt;br /&gt;Sob os auspícios da Freedom House, em maio de 2008 dissidentes egípcios e oponentes de Hosni Mubarak foram recebidos por Condoleezza Rice no Departamento de Estado e no Congresso dos EUA.&lt;br /&gt;Em maio de 2009, Hillary Clinton encontrou-se com uma delegação de dissidentes egípcios, visitando Washington sob os auspícios da Freedom House. Foram reuniões de alto nível. Esses grupos de oposição, que desempenham um papel importante no movimento de protesto, estão destinados a servir aos interesses dos EUA. Os EUA são apresentados como um modelo de liberdade e de justiça. O convite de dissidentes para o Departamento de Estado e o Congresso dos EUA pretende instilar um sentimento de compromisso e lealdade a valores democráticos estadunidenses.&lt;br /&gt;Os mestres dos fantoches apoiam o movimento de protesto contra os seus próprios fantoches. Chama-se a isso "alavancagem política", "fabricação de dissidentes". O apoio a ditadores, bem como a oponentes do ditador, é um meio de controlar a oposição política.&lt;br /&gt;Essas ações, por parte da Freedom House e do National Edowment for Democracy, por conta das administrações Bush e Obama, asseguram que a oposição da sociedade civil financiada pelos EUA não dirigirá suas energias contra os mestres do fantoche por trás do regime Mubarak, nomeadamente o governo dos EUA.&lt;br /&gt;Essas organizações da sociedade civil financiadas pelos EUA atuam como um "cavalo de Troia" incorporado dentro do movimento de protesto. Elas protegem os interesses dos mestres do fantoche. Asseguram que o movimento de protesto das bases não considerará a questão mais vasta da interferência estrangeira nos assuntos internos de Estados soberanos.&lt;br /&gt;Facebook, Twitter e blogueiros apoiados e financiados por Washington&lt;br /&gt;Em relação ao movimento de protesto no Egito, vários grupos da sociedade civil financiados por fundações com sede nos EUA têm dirigido o protesto com o Twitter e o Facebook:&lt;br /&gt;"Ativistas do movimento Kifaya (Basta) do Egito – uma coligação de opositores ao governo – e o Movimento da Juventude 6 de Abril organizaram os protestos nas redes sociais dos sítios web do Facebook e Twitter". (Ver Voice of America, Egypt Rocked by Deadly Anti-Government Protests). O movimento Kifaya, que organizou uma das primeiras ações dirigidas contra o regime Mubarak em 2004, é apoiado pelo International Center for Non-Violent Conflict, com sede nos EUA, ligado à Freedom House. Por sua vez, a Freedom House está  envolvida na promoção e no treino do Facebook e de blogs Twitter no Oriente Médio e no norte da África.&lt;br /&gt;Os assistidos pela Freedom House adquiriram qualificações em mobilização cívica, liderança e planejamento estratégico, e se beneficiam de oportunidades em rede através da interação com doadores, organizações internacionais e a mídia baseados em Washington. Depois de retornarem ao Egito, os assistidos receberam pequenas subvenções para implementar iniciativas inovadoras, como advogar a reforma política no Facebook e em mensagens SMS. (http://www.freedomhouse.org/template.cfm?page=66&amp;amp;program=84)&lt;br /&gt; De 27 de fevereiro a 13 de março [2010], a Freedom House hospedou 11 blogueiros do Oriente Médio e do norte da África [de diferentes organizações da sociedade civil] para um Advanced New Media Study Tour de duas semanas em Washington, DC. O Study Tour deu aos blogueiros treino em segurança digital, feitura de vídeos digitais, desenvolvimento de mensagens e mapeamento digital. Também participaram de uma reunião no Senado e encontraram-se com responsáveis de alto nível na USAID, no Departamento de Estado e no Congresso, bem como com a mídia internacional, incluindo a Al-Jazeera e o Washington Post [jornal dirigido por sionistas]. (http://www.freedomhouse.org/template.cfm?page=115&amp;amp;program=84&amp;amp;item=87)&lt;br /&gt;Pode-se facilmente perceber a importância concedida pela administração dos EUA a esse programa de treino de blogueiros, complementado com reuniões no Senado, no Congresso, no Departamento de Estado etc.&lt;br /&gt;O papel do movimento no Facebook e no Twitter como expressão de dissidência deve ser cuidadosamente avaliado à luz de ligações de várias organizações da sociedade civil à Freedom House, à National Endowment for Democracy e ao Departamento de Estado dos EUA.&lt;br /&gt;A Fraternidade Muçulmana&lt;br /&gt;A Fraternidade Muçulmana constitui o maior segmento da oposição ao presidente Mubarak. Segundo informações, a Fraternidade Muçulmana domina o movimento de protesto.&lt;br /&gt;Apesar de haver uma proibição constitucional de partidos políticos religiosos, membros eleitos ao parlamento egípcio como "independentes" constituem o maior bloco parlamentar.&lt;br /&gt;A Fraternidade, contudo, não constitui uma ameaça direta aos interesses econômicos e estratégicos de Washington na região. Agências de inteligência ocidentais têm uma longa história de colaboração com a Fraternidade. O apoio britânico à Fraternidade, instrumentado pelo Serviço Secreto Britânico, remonta à década de 1940. A partir da década de 1950, segundo o antigo responsável de inteligência, William Baer, "A CIA [canalizou] apoio à Fraternidade Muçulmana devido à louvável capacidade da Fraternidade para derrubar Nasser". (1954-1970: CIA and the Muslim Brotherhood Ally to Oppose&lt;br /&gt;Egyptian President Nasser)&lt;br /&gt;Essas ligações encobertas da CIA foram mantidas na era pós-Nasser.&lt;br /&gt;Notas conclusivas&lt;br /&gt;A remoção de Hosni Mubarak está há vários anos nos planos da política externa dos EUA.&lt;br /&gt;A substituição de regime serve para assegurar continuidade, ao mesmo tempo que proporciona a ilusão de que se verificou uma mudança política significativa.&lt;br /&gt;A agenda de Washington para o Egito tem sido "sequestrar o movimento de protesto" e substituir o presidente Hosni Mubarak por um novo fantoche complacente na chefia do Estado.&lt;br /&gt;O objetivo de Washington é sustentar os interesses de potências estrangeiras e defender a agenda econômica neoliberal que serviu para empobrecer a população egípcia.&lt;br /&gt;Do ponto de vista de Washington, a substituição de regime não exige mais a instalação de um regime militar autoritário, como no auge do imperialismo estadunidense. Ele pode ser implementado pela cooptação de partidos políticos, incluindo a esquerda, financiamento de grupos da sociedade civil, infiltração no movimento de protesto e manipulação de eleições nacionais.&lt;br /&gt;Em relação ao movimento de protesto no Egito, o presidente Obama declarou, num vídeo de 28 de janeiro difundido no Youtube: "O governo não deveria recorrer à violência".&lt;br /&gt;A questão mais fundamental é: qual a fonte daquela violência?&lt;br /&gt;O Egito é o maior receptor de ajuda militar dos EUA. Os militares egípcios são considerados a base de poder do regime Mubarak.&lt;br /&gt;As políticas estadunidenses impostas ao Egito e ao mundo árabe durante mais de vinte anos, a par de reformas de "mercado livre" e da militarização do Oriente Médio, são a causa e a raiz da violência de Estado.&lt;br /&gt;A intenção dos EUA é utilizar o movimento de protesto para instalar um novo regime.&lt;br /&gt;O Movimento Popular deveria redirecionar suas energias: identificar o relacionamento entre os EUA e "o ditador". Destronar o fantoche político dos EUA mas não esquecer o alvo dos "ditadores reais".&lt;br /&gt;Desviar o processo de mudança de regime.&lt;br /&gt;Desmantelar as reformas neoliberais.&lt;br /&gt;Fechar as bases militares dos EUA no Egito e no mundo árabe.&lt;br /&gt;Estabelecer um governo realmente soberano.&lt;br /&gt;The CRG grants permission to cross-post original Global Research articles on community internet sites as long as the text &amp;amp; title are not modified. The source and the author's copyright must be displayed. For publication of Global Research articles in print or other forms including commercial internet sites, contact: crgeditor@yahoo.com&lt;br /&gt;© Copyright Michel Chossudovsky, Global Research, 2011&lt;br /&gt;O original encontra-se em www.globalresearch.ca/index.php?&lt;br /&gt;context=va&amp;amp;aid=22993.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-3736763338713714104?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/3736763338713714104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=3736763338713714104&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3736763338713714104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3736763338713714104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/01/ditadores-nao-ditam-ordens-eles-as.html' title='“Ditadores&quot; não ditam ordens. Eles as obedecem.'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-2335180408662661551</id><published>2011-01-16T16:27:00.003-02:00</published><updated>2011-01-16T16:33:07.583-02:00</updated><title type='text'>Yehuda Shaul, ex-oficial israelense, fala a jornalista francesa</title><content type='html'>“Criamos um monstro: a ocupação” Catherine Schwaab (jornalista do Paris Match) — 12/1/2011 Nesta entrevista ao Paris Match do ex-oficial do Tsahal (exército israelense) Yehuda Shaul, ex-oficial do exército israelita com 28 anos, e autor de Breaking the Silence [Quebrando o silêncio], fica claro que a política dos parceiros Israel–EUA não só não resolve o problema, como se assenta numa série de crimes contra a humanidade exercidos sobre os palestinos.&lt;br /&gt;A mentira e o terrorismo de Estado pode durar mais de seis décadas, como acontece na Palestina, mas não durarão para sempre…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Catherine Schwaab (CS): O seu livro é uma bomba pelas suas revelações: que efeito concreto espera?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yehuda Shaul (YS): Espero poder enfim suscitar uma verdadeira discussão séria em Israel pois, desta vez, os nossos testemunhos são numerosos, verificados, incontestáveis: são 180 e tiramos deles uma análise, o que é novo. Pensa que a opinião pública ignora o que significa a ocupação militar dos territórios palestinos? O público tem clichês na cabeça que incitam à aprovação cega. Por exemplo, em hebreu, a política israelita nos territórios ocupados resume-se a quatro termos que não se pode contestar: «sikkul» (a prevenção do terrorismo), «afradah» (a separação entre a população israelita e a população palestina), «mirkam hayyim» (o «fabrico» da existência palestina) e «akhifat hok» (a aplicação das leis nos territórios ocupados). Na realidade, sob esses nomes em código escondem-se terríveis desvios que vão do sadismo à anarquia e rejeitam os mais elementares direitos da pessoa. Isso vai até aos assassinatos de indivíduos inocentes que se calcula serem terroristas. E não falo das prisões arbitrárias e dos assédios de toda a espécie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CS: Qual é o objetivo disso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;YS: Está claramente definido: é o de mostrar a presença permanente do exército, de produzir o sentimento de ser-se perseguido, controlado, em suma, trata-se de impor o medo a todos na sociedade palestina. Opera-se de maneira irracional, imprevisível, criando um sentimento de insegurança que quebra a rotina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CS: A ocupação dos territórios não será necessária para evitar «surpresas» terroristas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;YS: Não! A ocupação sistemática não se justifica, pois ela abrange uma série de interdições e de entraves inadmissíveis. Queremos discutir sobre isso agora. Nem no seio do exército nem no seio da sociedade civil ou política se quer enfrentar a verdade. E essa verdade é que nós criamos um monstro: a ocupação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CS: Pode esperar-se que discussões sérias sobre a paz melhorem a situação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;YS: Não, tentar acabar com o conflito é uma coisa, acabar com a ocupação é outra. Estamos todos de acordo para procurar a paz, mas esquecemos a ocupação. Ora, é preciso começar por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CS: Os seus testemunhos revelam a incrível impunidade de que se beneficiam os colonos, verdadeiros assistentes militares: eles brutalizam os vizinhos palestinos, levam os seus filhos à agressividade e ao ódio aos árabes…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;YS: Certamente, mas não são eles o problema. É o mecanismo de ocupação que lhes deu esse poder desmedido. Eu, quando era militar em Hebron, não podia deter um colono que estivesse a infringir abertamente a lei sob os meus olhos. Eles fazem parte desse sistema imoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CS: Pensa encontrar um apoio na opinião israelita?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;YS: Por enquanto, somos minoritários mas otimistas! Temos de sê-lo, pois vivemos tempos sombrios, a opinião israelita é apática, as pessoas estão fartas. E o preço a pagar por esta ocupação não é pesado. É a razão por que não há vontade política. Em contrapartida, o preço moral é enorme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CS: É a primeira vez que são feitas tais revelações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;YS: Não, há um ano, tínhamos contado as pilhagens na faixa de Gaza e tínhamos sido atacados por todos os lados: pelo exército, pela sociedade civil e a sociedade política. Netanyahu acusou-nos de termos «ousado quebrar o silêncio». Mas que silêncio? É um silêncio vergonhoso sobre um escândalo estrondoso! Eles fizeram tudo para nos desacreditar. Saiu-lhes mal, pois nós somos todos antigos oficiais que vivemos esses acontecimentos terríveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CS: Precisamente, muitos soldados e oficiais que se expressam parecem traumatizados pelo que tiveram de fazer. Um sofrimento que permanece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;YS: Sim… Enfim, não nos enganemos: as vítimas, são os palestinos que aguentam esse controle. Hei de sempre recordar a resposta de um comandante do exército durante uma discussão televisiva em 2004. Tínhamos organizado uma exposição de fotografias com um vídeo de testemunhos. Ele disse-me: «Concordo com o que vocês mostram, mas é assim, temos de aceitá-lo, isso chama-se crescer, tornar-se adulto». Fiquei sem palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CS: Algumas pessoas pensam que Israel tem interesse em manter o conflito e que os palestinos nunca terão as suas terras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;YS: É falso. É impossível erradicar uma população de 3,5 milhões de habitantes. O problema não está em dar-lhes uma terra, mas na obsessão de querer controlá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CS: Serão as jovens gerações dos 20-30 anos mais permeáveis a seu ponto de vista?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;YS: Nem toda a minha geração está de acordo comigo, mas ninguém pode dizer que minto. Somos todos ex-membros do exército nacional, pagamos o preço, ganhamos o direito de falar. É preciso que os espíritos mudem a partir de dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CS: Você é judeu ortodoxo e tem um discurso estranhamente aberto. A sua fé ajuda-o neste combate?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;YS: Nem por isso… Mas eu sei o que significa ser judeu religioso: não ficar silencioso perante o que está mal. E quero trazer uma solução, não um problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão em português deste texto foi publicada em: &lt;a href="http://www.egaliteetreconciliation.fr/"&gt;http://www.egaliteetreconciliation.fr/&lt;/a&gt; Fonte: ODiario.info&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-2335180408662661551?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/2335180408662661551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=2335180408662661551&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2335180408662661551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2335180408662661551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/01/yehuda-shaul-ex-oficial-israelense-fala.html' title='Yehuda Shaul, ex-oficial israelense, fala a jornalista francesa'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-2956384897949257643</id><published>2011-01-15T17:25:00.002-02:00</published><updated>2011-01-15T17:32:56.493-02:00</updated><title type='text'>Caro Egberto Gismonti, às vezes a música não pode estar separada da política</title><content type='html'>Abaixo a tradução do email do Ofer (e mais abaixo o email original em inglês), um ativista israelense do grupo BFW- Call from Within (Chamada desde dentro) que apóia o BDS (Boicote Desinvestimento e Sanções) e que escreveu a carta abaixo para o Egberto Gismonti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro Egberto Gismonti,&lt;br /&gt;Somos um grupo de cidadãos israelenses que apóiam a campanha de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) contra as políticas de Israel de ocupação, de racismo e de apartheid. Além disso, muitos de nós são ativistas veteranos que têm adotado essa posição depois de anos de tentativa de pôr fim a estas políticas por outros meios.&lt;br /&gt;Estamos entre os seus fãs. Em nossa opinião, a sua música reflete a natureza misteriosa e encantadora da natureza virgem do Brasil, bem como a diversidade musical de seus povos indígenas, em particular. Por respeito à sua personalidade e suas realizações, nós gostaríamos que você soubesse que a sua visita planejada para Israel será um ato político, assim como uma decisão de não se apresentar em Israel. Acreditamos também que essa visita servirá para legitimar as políticas de Israel, que certamente você não apóia. Algumas das razões para esta nossa opinião seguem.&lt;br /&gt;Os artistas internacionais que estão vindo se apresentar em Israel estão envolvidos com o governo de Israel e são utilizados como ferramentas de propaganda. Um desses grupos é Artists 4 Israel, em cujo blogroll você pode ler um endosso público entusiástico (&lt;a href="http://artists4israel.blogspot.com/2010/12/dear-vanessa-paradis-johnny-depp-karl.html"&gt;http://artists4israel.blogspot.com/2010/12/dear-vanessa-paradis-johnny-depp-karl.html&lt;/a&gt;) enviado para Johnny Depp, Vanessa Paradis e três outras celebridades, que estão agendadas para visitar Israel em breve. Este grupo bem financiado, talvez o principal movimento contra-BDS, o projeto Hasbara (de defesa) em Israel, também defende o projeto ilegal e violento de assentamento (&lt;a href="http://www.friendsofariel.org/sslarticlenav.php?id=155"&gt;http://www.friendsofariel.org/sslarticlenav.php?id=155&lt;/a&gt; ) em consonância com as políticas oficiais israelenses. Há também outras maneiras em que os artistas que se apresentam em Israel estão associados com as políticas israelenses. Por exemplo, quando Elton John se apresentou aqui no ano passado, bandeiras israelenses foram balançadas por membros do público.&lt;br /&gt;De acordo com nossa experiência, quando os artistas vêm para tocar em lugares mainstreans israelenses, eles ajudam os líderes a mascarar os problemas. As coisas continuam como sempre, e não há necessidade de questionamentos ou reforma.&lt;br /&gt;Israelenses já ouviram mensagens (sinceras e benevolentes) de paz de muitos artistas que vieram se apresentar aqui. O grande músico, Paul McCartney insistiu em se apresentar pela paz. No entanto, mesmo o grande Beatle não fez nenhum impacto com suas palavras, porque suas ações toleraram e apoiaram as políticas de nossas lideranças.&lt;br /&gt;Em contraste com isso, a ação corajosa de se recusar a participar de uma democracia de fachada ainda pode inspirar muitas pessoas que já admiram sua música: A maioria dos cidadãos de Israel apoiou a atroz "Operação Cast Lead" (&lt;a href="http://www.jpost.com/Israel/Article.aspx?id=127132"&gt;http://www.jpost.com/Israel/Article.aspx?id=127132&lt;/a&gt; ), em que bombas de fósforo foram lançadas sobre áreas densamente povoadas, centenas de crianças foram mortas e milhares de casas foram demolidas. Quando o cancelamento de Elvis Costello e Gil Scott-Heron foram anunciados, os israelenses foram obrigados a analisar o porquê do cancelamento. Mais tarde, depois do ataque mortal de Israel à flotilha da liberdade (o esforço internacional para levar ajuda e atenção a Gaza), os Pixies também cancelaram sua apresentação em Israel. Novamente, artigos e programas de televisão debateram a decisão e os efeitos dos ataques injustificados de Israel contra Gaza e contra os ativistas. No entanto, sem lembretes constantes, a sociedade israelense tende a voltar rapidamente para sua rotina de "business as usual".&lt;br /&gt;Em vista disso, estamos pedindo a você para se juntar ao crescente grupo de músicos e escritores que se recusam a participar de eventos que perpetuam a impunidade do nosso governo, e se abstenha de se apresentar em Israel, até que as suas políticas de ocupação de racismo e de apartheid sejam invertidas .&lt;br /&gt;Teremos prazer em responder a quaisquer perguntas ou comentários que os membros da banda possam ter.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Atenciosamente,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ronnen Ben-Arie&lt;br /&gt;Shir Hever&lt;br /&gt;Eytan Lerner&lt;br /&gt;Em nome da&lt;br /&gt;BOICOTE! Apoiando a chamada palestina para o BDS, Call From Within (ativistas israelenses para o BDS)&lt;br /&gt;email : &lt;a href="mailto:xboycott.israelx@gmail.com"&gt;xboycott.israelx@gmail.com&lt;/a&gt;web: &lt;a href="http://www.boycottisrael.info7/"&gt;www.boycottisrael.info7&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-2956384897949257643?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/2956384897949257643/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=2956384897949257643&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2956384897949257643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2956384897949257643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/01/caro-egberto-gismonti-as-vezes-musica.html' title='Caro Egberto Gismonti, às vezes a música não pode estar separada da política'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-4900171498204860206</id><published>2011-01-11T00:08:00.002-02:00</published><updated>2011-01-11T00:17:15.616-02:00</updated><title type='text'>Carta aberta vinda da Gaza sitiada: Dois anos após o massacre, uma exigência de justiça</title><content type='html'>Gaza sitiada, Palestina — Nós os palestinos da Faixa Sitiada de Gaza, neste dia, dois anos após o ataque genocida de Israel às nossas famílias, nossas casas, estradas, fábricas e escolas, estamos a dizer: basta de inação, chega de discussão, chega de esperar – este é o momento para responsabilizar Israel pelos seus crimes permanentes contra nós. Em 27 de Dezembro de 2008, Israel principiou um bombardeamento indiscriminado da Faixa de Gaza. O assalto perdurou durante 22 dias, matando 1417 palestinos, 352 dos quais crianças, segundo importantes Organizações de Direitos Humanos. Durante estarrecedoras 528 horas, as forças de ocupação de Israel lançaram a partir dos seus F15s e F16 fornecidos pelos EUA e dos seus tanques Merkava, munições internacionalmente proibidas de fósforo branco, além de bombardear e invadir o pequeno enclave costeiro palestino que é o lar de 1,5 milhão de pessoas, das quais 800 mil são crianças e mais de 80 por cento refugiados registados pela ONU. Cerca de 5300 estão permanentemente lesionados.&lt;br /&gt;Esta devastação excedeu em selvageria todos os massacres sofridos anteriormente por Gaza, tais como as 21 crianças mortas em Jabalia em Março de 2008 ou os 19 civis mortos quando abrigados nas suas casas no Massacre de Bei Hanoun de 2006. A carnificina excedeu mesmo os ataques de Novembro de 1956 nos quais tropas israelenses agruparam e mataram 275 palestinos na cidade sulista de Khan Younis e mais 111 em Rafah.&lt;br /&gt;Desde o massacre de Gaza de 2009, cidadãos do mundo tomaram a responsabilidade de pressionar Israel a cumprir com o direito internacional, através de uma estratégia de boicote, desinvestimento e sanções (BDS). Tal como no movimento BDS global que foi tão efetivo para terminar o regime do apartheid sul-africano, instamos as pessoas com consciência a aderirem ao apelo ao BDS feito em 2005 por mais de 170 organizações palestinas. Tal como na África do Sul, o desequilíbrio de poder e representação nesta luta pode ser contra-balançado por um poderoso movimento internacional de solidariedade com o BDS, obrigando decisores políticos israelenses a prestar contas, algo que a comunidade governante internacional tem reiteradamente fracassado em fazer. Analogamente, esforços civis criativos tais como os navios Free Gaza que romperam o sítio cinco vezes, a Marcha pela Libertação de Gaza, a Frota pela Liberdade Gaza e muitos comboios por terra nunca devem cessar a sua ruptura do cerco, destacando a desumanidade de manter 1,5 milhão de habitantes de Gaza numa prisão ao ar livre.&lt;br /&gt;Já se passaram dois anos desde os mais graves actos genocidas de Israel, que deveriam ter desfeito quaisquer dúvidas sobre a dimensão brutal dos planos de Israel para os palestinos. O assalto naval assassino a ativistas internacionais a bordo da Frota da Libertação de Gaza, no Mar Mediterrâneo, mostrou ao mundo o pouco valor que Israel atribui desde há muito à vida palestina. O mundo agora sabe, mas dois anos depois nada mudou para os palestinos.&lt;br /&gt;O Relatório Goldstone veio e foi: apesar de listar uma por uma as contravenções do direito internacional, apesar dos "crimes de guerra" israelenses e dos "possíveis crimes contra a humanidade", de a União Europeia, as Nações Unidas, Cruz Vermelha e todas as principais Organizações de Direitos Humanos apelaram a uma finalização do sítio medieval, ele continua sem pausa. Em 11 de Novembro de 2010 o responsável da UNRWA [Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados Palestinos], John Ging, disse: "Não tem havido mudança material para o povo aqui no terreno em termos do seu status, da dependência da ajuda, da ausência de qualquer recuperação ou reconstrução, nenhuma economia... O alívio, como foi descrito, tem sido nada mais do que um alívio político da pressão sobre Israel e o Egipto".&lt;br /&gt;Em 2 de Dezembro, 22 organizações internacionais incluindo a Amnistia, Oxfam, Save the Children, Christian Aid e Medical Aid for Palestinians produziu o relatório "Esperanças frustradas, continuação do bloqueio de Gaza" ("Dashed Hopes, Continuation of the Gaza Blockade") apelando à acção internacional para forçar Israel e levantar incondicionalmente o bloqueio, afirmando que os palestinos de Gaza sob o sítio israelense continuam a viver nas mesmas condições devastadoras. A apenas uma semana o Human Rights Watch publicou um relatório amplo, "Separados e desiguais" ("Separate and Unequal) que denunciou as políticas israelenses como apartheid, reflectindo sentimentos semelhantes de ativista anti-apartheid sul-africanos.&lt;br /&gt;Nós palestinos de Gaza queremos viver em liberdade para encontrar amigos ou familiares palestinos de Tulkarem, Jerusalém ou Nazaré, queremos ter o direito de viajar e nos movimentarmos livremente. Queremos viver sem o medo de outra campanha de bombardeamento que deixe centenas dos nossos filhos mortos e muitos mais feridos ou com cancros devidos à contaminação do fósforo branco e da guerra química de Israel. Queremos viver sem as humilhações nos postos de controle israelenses ou a indignidade de não prover as nossas famílias devido ao desemprego provocado pelo controle econômico e o sítio ilegal. Estamos a apelar a um fim ao racismo em que se apoia toda esta opressão.&lt;br /&gt;Perguntamos: quando os países do mundo atuarão de acordo com a premissa básica de que os povos deveriam ser tratados igualmente, sem importar a sua origem, etnicidade ou cor – será tão absurdo pretender que uma criança palestina mereça os mesmos direitos humanos tal como qualquer outro ser humanos? Será você capaz de olhar em retrospectiva e dizer que esteve do lado certo da história ou terá alinhado com o opressor?&lt;br /&gt;Nós, portanto, apelamos à comunidade internacional para assumir a sua responsabilidade de proteger o povo palestino da odiosa agressão israelense, terminando imediatamente o sítio com plena compensação pela destruição das nossas vidas e infraestruturas por esta política explícita de punição colectiva. Não há nada que justifique as políticas intencionais de selvageria, incluindo o corte de acesso ao abastecimento de água e eletricidade a 1,5 milhão de pessoas. A conspiração internacional de silêncio quanto à guerra genocida que está a ter lugar contra mais de 1,5 milhão de civis em Gaza indica cumplicidade nestes crimes de guerra.&lt;br /&gt;Também apelamos a todos os grupos de solidariedade com a Palestina e todas as organizações internacionais da sociedade civil a exigirem:&lt;br /&gt;* Fim ao sítio que tem sido imposto ao povo palestino na Cisjordânia e na Faixa de Gaza em resultado do seu exercício de escolha democrática.* A protecção de vivas e propriedade civis, como estipulado no Direito Humanitário Internacional e na Lei Internacional dos Direitos Humanos, assim como na Quarta Convenção de Genebra.* A imediata libertação de todos os prisioneiros políticos.* Que aos refugiados palestinos na Faixa de Gaza seja imediatamente providenciado apoio financeiro e material para enfrentar as imensas adversidades que estão a experimentar.* Fim da ocupação, ao apartheid e a outros crimes de guerra.* Reparações imediatas e compensação por toda a destruição executada pelas forças de ocupação de Israel na Faixa de Gaza.&lt;br /&gt;Boicote, Desinvestimento e Sanção, adira aos muitos sindicatos, universidades, super-mercados, artistas e escritores internacionais que se recusam a ter relações com a Israel do Apartheid. Falar alto e claro pela Palestina, por Gaza e, crucialmente, ATUAR. O momento é este.&lt;br /&gt;Gaza Sitiada, Palestina&lt;br /&gt;27 de Dezembro de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lista de signatários:&lt;br /&gt;General Union for Public Services Workers&lt;br /&gt;General Union for Health Services Workers&lt;br /&gt;University Teachers' Association&lt;br /&gt;Palestinian Congregation for Lawyers&lt;br /&gt;General Union for Petrochemical and Gas Workers&lt;br /&gt;General Union for Agricultural Workers&lt;br /&gt;Union of Women's Work Committees&lt;br /&gt;Union of Synergies—Women Unit&lt;br /&gt;The One Democratic State Group&lt;br /&gt;Arab Cultural Forum&lt;br /&gt;Palestinian Students' Campaign for the Academic Boycott of Israel&lt;br /&gt;Association of Al-Quds Bank for Culture and Info&lt;br /&gt;Palestine Sailing Federation&lt;br /&gt;Palestinian Association for Fishing and Maritime&lt;br /&gt;Palestinian Network of Non-Governmental Organizations&lt;br /&gt;Palestinian Women Committees&lt;br /&gt;Progressive Students' UnionMedical Relief Society&lt;br /&gt;The General Society for Rehabilitation&lt;br /&gt;General Union of Palestinian Women&lt;br /&gt;Afaq Jadeeda Cultural Centre for Women and Children&lt;br /&gt;Deir Al-Balah Cultural Centre for Women and Children&lt;br /&gt;Maghazi Cultural Centre for Children&lt;br /&gt;Al-Sahel Centre for Women and Youth&lt;br /&gt;Ghassan Kanfani Kindergartens&lt;br /&gt;Rachel Corrie Centre, Rafah&lt;br /&gt;Rafah Olympia City Sisters&lt;br /&gt;Al Awda Centre, RafahAl Awda Hospital, Jabaliya Camp&lt;br /&gt;Ajyal Association, Gaza&lt;br /&gt;General Union of Palestinian Syndicates&lt;br /&gt;Al Karmel Centre, Nuseirat&lt;br /&gt;Local Initiative, Beit Hanoun&lt;br /&gt;Union of Health Work Committees&lt;br /&gt;Red Crescent Society Gaza Strip&lt;br /&gt;Beit Lahiya Cultural Centre&lt;br /&gt;Al Awda Centre, Rafah&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O original encontra-se em &lt;a href="http://www.countercurrents.org/0l271210.htm"&gt;http://www.countercurrents.org/0l271210.htm&lt;/a&gt; e em &lt;a href="http://resistir.info/"&gt;http://resistir.info&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-4900171498204860206?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/4900171498204860206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=4900171498204860206&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/4900171498204860206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/4900171498204860206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/01/carta-aberta-vinda-da-gaza-sitiada-dois.html' title='Carta aberta vinda da Gaza sitiada: Dois anos após o massacre, uma exigência de justiça'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-3825233829260851285</id><published>2011-01-06T10:06:00.004-02:00</published><updated>2011-01-06T10:19:07.992-02:00</updated><title type='text'>Ex oficiais israelenses admitem atrcidades sistemáticas contra palestinos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/TSWy16Ha0CI/AAAAAAAAAVM/5OZo3h6hSbQ/s1600/ex-soldats-Tsahal_articlephoto.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 400px; height: 232px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/TSWy16Ha0CI/AAAAAAAAAVM/5OZo3h6hSbQ/s400/ex-soldats-Tsahal_articlephoto.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5559045954261930018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;strong&gt;Granadas para provocar o medo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;“Aparecemos de repente numa aldeia  palestiniana, às 3h da madrugada, e começamos a lançar granadas de  aturdimento nas ruas. Para nada, para provocar o medo. Víamos as pessoas  acordarem desvairadas… Diziam-nos que isso punha em fuga eventuais  terroristas. Balelas… Fazíamos isso todas as noites, rotativamente. Uma  rotina. Diziam-nos: ‘Bela operação’. Nós não compreendíamos porquê.”&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h1&gt;Criámos um monstro: a ocupação&lt;/h1&gt;&lt;em&gt;Pela primeira vez, ex-oficiais do  exército israelita dão a cara para denunciar os crimes de Israel em  Gaza. Eis uma entrevista de Yehuda Shaul, fundador da ONG Breaking the  Silence e autor do livro do mesmo nome. Seguem-se algumas declarações de  outros ex-oficiais na mesma organização.&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Por ex-oficiais israelitas, entrevista de Catherine Schwaab&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yehuda Shaul, 28 anos, ex-oficial do exército israelita, é autor de &lt;em&gt;Breaking the Silence&lt;/em&gt;  [Quebrar o silêncio], um livro acontecimento que será publicado em  Janeiro, onde os combatentes do Tsahal [o exército israelita] contam o  seu intolerável comportamento nos territórios ocupados em Gaza. Uma  entrevista de Catherine Schwaab publicada na revista francesa &lt;em&gt;Paris Match&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Catherine Schwaab [CS]&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;O seu livro é uma bomba pelas suas revelações: que efeito concreto espera?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Yehuda Shaul [YS]&lt;/strong&gt;:  Espero poder enfim suscitar uma verdadeira discussão séria em Israel  pois, desta vez, os nossos testemunhos são numerosos, verificados,  incontestáveis: são 180 e tiramos deles uma análise, o que é novo.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;CS&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Pensa que a opinião pública ignora o que significa a ocupação militar dos territórios palestinianos?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;YS&lt;/strong&gt;: O público tem  clichés na cabeça que incitam à aprovação cega. Por exemplo, em hebreu, a  política israelita nos territórios ocupados resume-se a quatro termos  que não se pode contestar: “sikkul” (a prevenção do terrorismo),  “afradah” (a separação entre a população israelita e a população  palestiniana), “mirkam hayyim” (o “fabrico” da existência palestiniana) e  “akhifat hok” (a aplicação das leis nos territórios ocupados). Na  realidade, sob esses nomes de código escondem-se terríveis desvios que  vão do sadismo à anarquia e rejeitam os mais elementares direitos da  pessoa. Isso vai até aos assassinatos de indivíduos inocentes que se  calcula serem terroristas. E não falo das prisões arbitrárias e dos  assédios de toda a espécie.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;CS&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Qual é o objectivo disso?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;YS&lt;/strong&gt;: Está claramente definido: é o de mostrar a presença  permanente do exército, de produzir o sentimento de ser-se perseguido,  controlado, em suma, trata-se de impor o medo a todos na sociedade  palestiniana. Opera-se de maneira irracional, imprevisível, criando um  sentimento de insegurança que quebra a rotina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;CS&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;A ocupação dos territórios não será necessária para evitar «surpresas» terroristas?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;YS&lt;/strong&gt;: Não! A ocupação  sistemática não se justifica, pois ela abrange uma série de interdições e  de entraves inadmissíveis. Queremos discutir sobre isso agora. Nem no  seio do exército nem no seio da sociedade civil ou política se quer  enfrentar a verdade. E essa verdade, é que nós criámos um monstro: a  ocupação.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;CS&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Pode esperar-se que discussões sérias sobre a paz melhorem a situação?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;YS&lt;/strong&gt;: Não, tentar acabar  com o conflito é uma coisa, acabar com a ocupação é outra. Estamos todos  de acordo para procurar a paz, mas esquecemos a ocupação. Ora, é  preciso começar por aí.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;CS&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Os vossos  testemunhos revelam a incrível impunidade de que beneficiam os colonos,  verdadeiros assistentes militares: eles brutalizam os vizinhos  palestinianos, levam os seus filhos à agressividade e ao ódio dos  árabes…&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;YS&lt;/strong&gt;: Certamente, mas não  são eles o problema. É o mecanismo de ocupação que lhes deu esse poder  desmedido. Eu, quando era militar em Hebron, não podia deter um colono  que estivesse a infringir abertamente a lei sob os meus olhos. Eles  fazem parte desse sistema imoral.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;CS&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Pensa encontrar um apoio na opinião israelita?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;YS&lt;/strong&gt;: Por enquanto, somos  minoritários mas optimistas! Temos de sê-lo, pois vivemos tempos  sombrios, a opinião israelita é apática, as pessoas estão fartas. E o  preço a pagar por esta ocupação não é pesado. É a razão por que não há  vontade política. Em contrapartida, o preço moral é enorme.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;CS&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;É a primeira vez que são feitas tais revelações?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;YS&lt;/strong&gt;: Não, há um ano,  tínhamos contado as pilhagens na faixa de Gaza e tínhamos sido atacados  por todos os lados: pelo exército, pela sociedade civil e a sociedade  política. Netanyahu acusou-nos de termos «ousado quebrar o silêncio».  Mas que silêncio? É um silêncio vergonhoso sobre um escândalo  estrondoso! Eles fizeram tudo para nos desacreditar. Saiu-lhes mal, pois  nós somos todos antigos oficiais que vivemos esses acontecimentos  terríveis.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;CS&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Precisamente,  muitos soldados e oficiais que se expressam parecem traumatizados pelo  que tiveram de fazer. Um sofrimento que permanece.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;YS&lt;/strong&gt;: Sim… Enfim, não nos  enganemos: as vítimas, são os palestinianos que aguentam esse controlo.  Hei-de sempre recordar a resposta de um comandante do exército durante  uma discussão televisiva em 2004. Tínhamos organizado uma exposição de  fotografias com um vídeo de testemunhos. Ele disse-me: «Concordo com o  que vocês mostram, mas é assim, temos de aceitá-lo, isso chama-se  crescer, tornar-se adulto». Fiquei sem palavras.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;CS&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Algumas pessoas pensam que Israel tem interesse em manter o conflito e que os palestinianos nunca terão as suas terras.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;YS&lt;/strong&gt;: É falso. É  impossível erradicar uma população de 3,5 milhões de habitantes. O  problema não está em dar-lhes uma terra, mas na obsessão de querer  controlá-los.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;CS&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Serão as jovens gerações dos 20-30 anos mais permeáveis ao vosso ponto de vista?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;YS&lt;/strong&gt;: Nem toda a minha  geração está de acordo comigo, mas ninguém pode dizer que minto. Somos  todos ex-membros do exército nacional, pagámos o preço, ganhámos o  direito de falar. É preciso que os espíritos mudem a partir de dentro.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;CS&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Você é judeu ortodoxo e tem um discurso estranhamente aberto. A sua fé ajuda-o neste combate?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;YS&lt;/strong&gt;: Nem por isso… Mas  eu sei o que significa ser judeu religioso: não ficar silencioso perante  o que está mal. E quero trazer uma solução, não um problema.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Declarações de 4 ex-oficiais, extraídas do livro &lt;/em&gt;Breaking the Silence&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Granadas para provocar o medo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Aparecemos de repente numa aldeia  palestiniana, às 3h da madrugada, e começamos a lançar granadas de  aturdimento nas ruas. Para nada, para provocar o medo. Víamos as pessoas  acordarem desvairadas… Diziam-nos que isso punha em fuga eventuais  terroristas. Balelas… Fazíamos isso todas as noites, rotativamente. Uma  rotina. Diziam-nos: ‘Bela operação’. Nós não compreendíamos porquê.”&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Roubar um hospital&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Uma noite, recebemos ordens para entrar  à força numa clínica de Hebron que pertence ao Hamas. Confiscámos o  equipamento: computadores, telefones, impressoras, outras coisas, ao  todo um valor de milhares de sheleks [moeda de Israel = 0,21 euros, 0,47  reais]. E porquê? Atingir o Hamas financeiramente, mesmo antes das  eleições para o Parlamento palestiniano, para eles as perderem. O  governo israelita anunciara oficialmente que não iria tentar influenciar  essas eleições…”&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;“Matámos um tipo por pura ignorância”&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Não sabíamos que, durante o ramadão, os  fiéis saem à rua às 4 horas da manhã para acordar as pessoas, para que  se alimentem antes do nascer do dia. Identificamos um tipo numa alameda  que segura algo nas mãos, gritamos-lhe ‘alto!’. Então, se o ‘suspeito’  não pára imediatamente, o regulamento exige que se faça o aviso. ‘Páre  ou atiro’, depois atiramos para o ar, a seguir para as pernas, etc.  Matámo-lo, ponto final. E por pura ignorância dos ritos locais.”&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Camponeses em pranto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;“As nossas escavadoras levantam uma  barreira de separação mesmo no meio de um campo de figueiras  palestiniano. O camponês chega lavado em lágrimas: ‘Plantei este pomar  durante dez anos, esperei dez anos que ele desse frutos, colhi-os  durante um ano apenas e agora arrancam-mo pela raiz!’ Não há hipótese de  replantar. Só há compensações a partir de 41% de terra confiscada. Se  for só 40%, não levas nada. O pior é que amanhã, se calhar, eles vão  decidir parar a construção da barreira.”&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Devolver os galões [distintivos], voltar a ser soldado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Instalamos pontos de controlo surpresa.  Em qualquer lado, nunca se sabe claramente. E de repente prendemos toda  a gente, controlamos todos os documentos. Ali estão mulheres, crianças,  velhos, durante horas, por vezes à torreira do sol. Prendemos  inocentes, pessoas que querem ir trabalhar, procurar alimentos, não são  terroristas… Tive de o fazer durante cinco meses, oito horas por dia,  isso deitou-me abaixo. Então decidi devolver os galões de comandante.”&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;“A nossa missão: incomodar, assediar”&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Estamos em Hebron. Como os terroristas  são residentes locais e a nossa missão é entravar a actividade  terrorista, a via operacional é esquadrinhar a cidade, entrar em casas  abandonadas, ou em casas habitadas escolhidas ao acaso – não há serviço  de informações para nos orientar –, revistá-las, saqueá-las… e nada  encontrar. Nem armas nem terroristas. Os habitantes acabaram por se  habituar. Andam irritados, depressivos, mas habituados porque é assim há  anos. Fazer sofrer a população civil, fazer das suas vidas um inferno, e  saber que isso não serve para nada. Dá um tal sentimento de  inutilidade.”&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;“As punições colectivas”&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Os meus actos mais imorais? Fazer  explodir casas de suspeitos terroristas, prender centenas de pessoas em  massa, olhos vendados, pés e mãos atados, levá-los em camiões  [caminhões]; entrar nas casas e expulsar brutalmente as famílias; às  vezes voltávamos lá para fazer explodir a casa; nunca sabíamos porquê  essa casa e não outra, nem quais suspeitos prender. Por vezes davam-nos  ordem para destruir, com o bulldozer ou com explosivos, a entrada da  aldeia, à guisa de punição colectiva por terem albergado terroristas.”&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;“Proteger colonos agressivos”&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Chegamos subitamente ao distrito de  Naplouse para garantir a segurança dos colonos. Descobrimos que eles  decidiram atacar Huwara, a aldeia vizinha, palestiniana. Estão armados,  atiram pedras, com o apoio de um grupo de judeus ortodoxos franceses que  filmam, tiram fotografias. Resultado: ficamos entalados entre árabes  surpreendidos, aterrorizados, e a nossa obrigação de proteger os  colonos. Um oficial tenta fazer recuar os colonos para as suas terras, é  agredido, há tiroteio, o oficial retira-se. Não sabemos o que mais  fazer: sustê-los, proteger os palestinianos, proteger-nos a nós, uma  cena absurda e demente. Acabámos por conseguir que os agressores  voltassem para casa. Uma dezena de árabes ficaram feridos.”&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Assassinar um homem desarmado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Estamos de vigia numa casa cujos  ocupantes expulsámos, suspeita-se da presença de terroristas, estamos de  vigia, são 2 horas da manhã. Um dos nossos atiradores localiza um tipo  que caminha em cima de um telhado. Eu olho com os binóculos, tem 25 ou  26 anos, não está armado. Damos a informação por rádio ao comandante e  este intima-nos: ‘É um vigia deles. Abatam-no.’ O atirador obedece. Eu  chamo a isso um assassinato. Tínhamos meios de o prender. E não foi um  caso único, são às dezenas.”         (Texto retirado de &lt;a href="http://passapalavra.info/?p=34030"&gt;Passa Palavra&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;&lt;em&gt;Versão original da entrevista (em francês)&lt;a href="http://www.parismatch.com/Actu-Match/Monde/Actu/Tsahal-Israel-Yehuda-Shaul-occupation-palestiniens-232833/"&gt; &lt;/a&gt;&lt;a title="http://www.parismatch.com/Actu-Match/Monde/Actu/Tsahal-Israel-Yehuda-Shaul-occupation-palestiniens-232833/" rel="nofollow" href="http://www.parismatch.com/Actu-Match/Monde/Actu/Tsahal-Israel-Yehuda-Shaul-occupation-palestiniens-232833/" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.parismatch.com/Actu-Match/Monde/Actu/Tsahal-Israel-Yehuda-Shaul-occupation-palestiniens-232833/"&gt;.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Versão original (em francês) das declarações dos 4 oficiais extraídas do livro,&lt;a href="http://www.parismatch.com/Actu-Match/Monde/Actu/Ex-combattants-de-Tsahal-ils-refusent-maintenant-de-se-taire-et-parlent-232874/"&gt; &lt;/a&gt;&lt;a title="http://www.parismatch.com/Actu-Match/Monde/Actu/Ex-combattants-de-Tsahal-ils-refusent-maintenant-de-se-taire-et-parlent-232874/" rel="nofollow" href="http://www.parismatch.com/Actu-Match/Monde/Actu/Ex-combattants-de-Tsahal-ils-refusent-maintenant-de-se-taire-et-parlent-232874/" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.parismatch.com/Actu-Match/Monde/Actu/Ex-combattants-de-Tsahal-ils-refusent-maintenant-de-se-taire-et-parlent-232874/"&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-3825233829260851285?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/3825233829260851285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=3825233829260851285&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3825233829260851285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3825233829260851285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2011/01/ex-oficiais-israelenses-admitem.html' title='Ex oficiais israelenses admitem atrcidades sistemáticas contra palestinos'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/TSWy16Ha0CI/AAAAAAAAAVM/5OZo3h6hSbQ/s72-c/ex-soldats-Tsahal_articlephoto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-2366411101808267119</id><published>2010-12-31T12:52:00.004-02:00</published><updated>2010-12-31T13:06:37.621-02:00</updated><title type='text'>O reconhecimento do Estado Palestino pelo Brasil é bom, mas falta o Brasil romper a cooperação econômica com Israel</title><content type='html'>Não basta o governo brasileiro reconhecer o Estado Palestino, é preciso mais que isso, é preciso que o Brasil participe do boicote e desinvestimento internacional a produtos e serviços israelenses, especialmente na área militar.&lt;br /&gt;Abaixo, alguns links com noticias sobre as empresas israelenses de segurança e possiveis acordos com o Brasil. Temos que evitar estes acordos, onde usam gaza e cisjoradania de laboratório. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jdia.com.br/pagina.php?pg=exibir_not&amp;amp;idnoticia=28680"&gt;http://www.jdia.com.br/pagina.php?pg=exibir_not&amp;amp;idnoticia=28680&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,brasil-deve-minimizar-riscos-de-violencia-antes-da-copa-diz-ministro-jorge-felix,645050,0.htm"&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,brasil-deve-minimizar-riscos-de-violencia-antes-da-copa-diz-ministro-jorge-felix,645050,0.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://correiodobrasil.com.br/israel-oferece-tecnologia-de-seguranca-ao-brasil/188687/"&gt;http://correiodobrasil.com.br/israel-oferece-tecnologia-de-seguranca-ao-brasil/188687/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cambici.com.br/index.asp?p=23"&gt;http://www.cambici.com.br/index.asp?p=23&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.firs.org.br/noticias/cooperacao-israel-brasil-inicia-curso-para-bombeiros-.aspx"&gt;http://www.firs.org.br/noticias/cooperacao-israel-brasil-inicia-curso-para-bombeiros-.aspx&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cbmerj.rj.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=670:governo-do-estado-em-acao-sistema-de-seguranca-israelense-e-implementado-no-rio-de-janeiro&amp;amp;catid=33:noticias-da-subsedec&amp;amp;Itemid=43"&gt;http://www.cbmerj.rj.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=670:governo-do-estado-em-acao-sistema-de-seguranca-israelense-e-implementado-no-rio-de-janeiro&amp;amp;catid=33:noticias-da-subsedec&amp;amp;Itemid=43&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/tempo-real/setor-de-seguranca-de-israel-quer-investir-no-brasil-para-2014.html"&gt;http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/tempo-real/setor-de-seguranca-de-israel-quer-investir-no-brasil-para-2014.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-2366411101808267119?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/2366411101808267119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=2366411101808267119&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2366411101808267119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2366411101808267119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2010/12/o-reconhecimento-do-estado-palestino.html' title='O reconhecimento do Estado Palestino pelo Brasil é bom, mas falta o Brasil romper a cooperação econômica com Israel'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-7952021150910498039</id><published>2010-12-22T23:06:00.002-02:00</published><updated>2010-12-22T23:57:20.699-02:00</updated><title type='text'>Clip gravado com Ghazi Shahin</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-94af09d6d1110394" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v15.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D94af09d6d1110394%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330375002%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7F9140A16C9686EF1B52224BFE8ED6524989C548.1B504B65F054C8BC5365B02DCF1AB60AEF3A3489%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D94af09d6d1110394%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DcTx4UG6cJ526bMWydvk7PPq9taM&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v15.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D94af09d6d1110394%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330375002%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7F9140A16C9686EF1B52224BFE8ED6524989C548.1B504B65F054C8BC5365B02DCF1AB60AEF3A3489%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D94af09d6d1110394%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DcTx4UG6cJ526bMWydvk7PPq9taM&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse vídeo é um pequeno presente que fazemos ao sr. Ghazi Khamel Shahin, cantor palestino de grande expressão em todo o mundo àrabe. Desde outubro de 2007 vive no Brasil a espera de um dia poder voltar para a sua querida Palestina, finalmente livre da criminosa invasão sionista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neste vídeo clip, gravado na cidade de Paranapiacaba/SP, uma de suas músicas "Darib almarrata" - tradução "Caminho da estação"&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-7952021150910498039?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/7952021150910498039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=7952021150910498039&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/7952021150910498039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/7952021150910498039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2010/12/clip-gravado-com-ghazi-shahin.html' title='Clip gravado com Ghazi Shahin'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-2698565559027130497</id><published>2010-12-08T00:57:00.002-02:00</published><updated>2010-12-08T01:00:50.284-02:00</updated><title type='text'>Carta do MOPAT ao Presidente Lula</title><content type='html'>Exmo. Sr. Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva  &lt;br /&gt;Como movimento popular independente que atua no Brasil em defesa dos direitos elementares do povo palestino, consideramos louvável a iniciativa de reconhecimento do Estado palestino – somando-se a mais de cem países e à própria ONU (Organização das Nações Unidas), que desde sempre condenou a ocupação ilegal de territórios por Israel em 1967.&lt;br /&gt;A importância de o Brasil tomar a dianteira se torna evidente quando vemos que outros países do continente têm seguido seus passos.&lt;br /&gt;Considerando seu papel enquanto liderança na região, contudo, não podemos deixar de expressar preocupação com ações governamentais que são contraditórias ao gesto simbólico.&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que reconhece o Estado palestino, o Governo brasileiro se configura num dos principais parceiros comerciais da potência ocupante, o que lhe assegura vantagens competitivas e propicia que continue sua política de segregação.&lt;br /&gt;Em 2008, segundo informações constantes do site da Embaixada de Israel no Brasil, esse comércio bilateral movimentou valor superior a US$ 1,5 bilhão.&lt;br /&gt;Além de ratificar o Tratado de Livre Comércio Israel-Mercosul, o Brasil tem firmado acordos de cooperação tecnológica e militares com aquele destino.&lt;br /&gt;Tais, sustentam a situação atual em que direitos humanos fundamentais dos palestinos são violados cotidianamente.&lt;br /&gt;Nessa linha, a Polícia Federal adquiriu dois VANTs (veículos aéreos não tripulados) israelenses para monitoramento da fronteira e prevê a compra de pelo menos outros dez até final de 2014, integrando investimentos da ordem de R$ 655 milhões.&lt;br /&gt;Não é demais alertar que aeronaves do gênero foram utilizadas nos recentes ataques a Gaza, em dezembro de 2008 e janeiro de 2009, que culminaram na morte de cerca de 1.400 pessoas, incluindo mulheres e crianças, e na demolição de dezenas de casas.&lt;br /&gt;Vários outros acordos têm sido sinalizados tendo em vista a realização neste país da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas em 2016. Desde 2005, o Brasil assumiu a quarta posição entre os importadores de armas de Israel no mundo.&lt;br /&gt;Ampliaram-se ainda os mercados e o número de empresas em diversos setores estratégicos, como telecomunicações e agronegócio.&lt;br /&gt;O que vai na contramão do chamado da sociedade civil palestina por boicotes, sanções e desinvestimentos ao Estado ocupante até que esse cumpra as leis internacionais e sejam garantidos os direitos inalienáveis do povo palestino.&lt;br /&gt;Para que o louvável gesto do Governo brasileiro não se dilua no tempo, entendemos como crucial que se atrele a ações concretas que pressionem pelo fim da ocupação sionista, a mais longa da era contemporânea.&lt;br /&gt;Assim, deve vir conjugado com a ruptura imediata desses acordos e o desinvestimento em tecnologias que sustentam a opressão, segregação e usurpação de territórios.&lt;br /&gt;Aproveitando a sinalização positiva dada por esse Governo, ao final de seu mandato, reivindicamos que lidere esse movimento por justiça e direitos humanos.&lt;br /&gt;Iniciativas do gênero abalaram a estrutura do apartheid na África do Sul e obrigaram ao reconhecimento dos direitos da população negra naquele país, no ano de 1990.&lt;br /&gt;Certos de que o Brasil pode fazer a diferença no caso palestino,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;agradecemos e subscrevemo-nos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Movimento Palestina para &lt;a href="mailto:Tod@s"&gt;Tod@s&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-2698565559027130497?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/2698565559027130497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=2698565559027130497&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2698565559027130497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/2698565559027130497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2010/12/carta-do-mopat-ao-presidente-lula.html' title='Carta do MOPAT ao Presidente Lula'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-4699834016987217808</id><published>2010-11-28T13:12:00.003-02:00</published><updated>2010-11-28T13:47:37.039-02:00</updated><title type='text'>Programação no Brasil das atividades da Semana de Solidariedade ao Povo Palestino</title><content type='html'>Camaradas&lt;br /&gt;São 63 anos de opressão sobre o povo palestino, realizado violentamente pelo Estado Nazi-Sionista de Israel! E você? Você é a voz do Povo Palestino!! Faça a diferença! Participe das atividades da Semana Palestina na sua cidade e nos ajude a construir a Palestina Livre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Semana de Solidariedade ao Povo Palestino no Brasil Programação abaixo:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;FLORIANÓPOLIS/SC&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dia: 29 de novembro de 2010&lt;/strong&gt; - segunda-feira&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Horário: 16:30h&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; Sala 331 - Centro de Filosofias e Ciências Humanas - CFH- UFSC - Trindade - Florianópolis&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade:&lt;/strong&gt; Cinedebate com o filme: VALSA COM BASHIR trailer: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ak_2NWhr_g4"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=Ak_2NWhr_g4&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Organização:&lt;/strong&gt; UJC - &lt;a href="mailto:ujcpcbsc@googlegroups.com"&gt;ujcpcbsc@googlegroups.com&lt;/a&gt; e &lt;a href="mailto:carobellag@gmail.com"&gt;carobellag@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-----------------------------------------------------------------------&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dia: 30 de novembro de 2010&lt;/strong&gt; - terça-feira&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Horário: 19h &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Local&lt;/strong&gt;: Câmara de Vereadores - Plenário do Centro Legislativo Municipal - Rua Anita Garibaldi, 35 - Centro&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade&lt;/strong&gt;: Sessão Solene e Ato político com convidados e autoridades&lt;br /&gt;Lei 34/40 PMF – 1990 - 29 de novembro - Dia Municipal de Solidariedade ao Povo Palestino em Florianópolis Lei nº 13850 - 2006 - Dia Estadual de Solidariedade ao Povo Palestino em Santa Catarina&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Organização&lt;/strong&gt;: Comitê Catarinense de Solidariedade ao Povo Palestino - &lt;a href="mailto:comitepalestinasc@yahoo.com.br"&gt;comitepalestinasc@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-----------------------------------------------------------------------&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FOZ DO IGUAÇU – PR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dia&lt;/strong&gt;:&lt;strong&gt; 29 de novembro de 2010&lt;/strong&gt; - segunda-feira Horário: 18h&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; Câmara dos Vereadores de Foz do Iguaçu&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade:&lt;/strong&gt; Ato de Solidariedade ao Povo Palestino. O encontro vai reunir autoridades políticas, religiosas e civis de Foz do Iguaçu e Ciudad Del Este. Em Foz, a cidade abriga centenas de palestinos, maioria possui família ou amigos no território oprimido. Estará presente o representante dos países da Liga Árabe no Brasil, embaixador Bachar Yagui.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Organização:&lt;/strong&gt; Sociedade Árabe Palestina Brasileira de Foz do Iguaçu&lt;br /&gt;contato Jihad Ali 045 99151819&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;----------------------------------------------------------------------&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SÃO PAULO/SP&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dia: 29 de novembro de 2010&lt;/strong&gt; – segunda-feira&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Horário:&lt;/strong&gt; 14h&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; sala 263 do prédio da Letras - USP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exibição do documentário:&lt;/strong&gt; Palestina Espera (Palestine is waiting, EUA-Palestina, 2001, cor, 10 min -documentário) Direção: Annemarie Kattan Jacir Há mais de 5 milhões de refugiados palestinos, muitas vezes indesejados, vivendo em condições-limite em todo o mundo. &lt;strong&gt;Participação:&lt;/strong&gt; Maren Mantovani Analista política, diretora de Relações Internacionais da Campanha Palestina contra o Muro do Apartheid e Representante para a América Latina do Comitê Nacional Palestino por Boicotes, Sanções e Desinvestimento (BNC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dia: 29 de novembro de 2010&lt;/strong&gt; - segunda-feira&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Horário:&lt;/strong&gt; 19h Local: Auditório Franco Montoro - Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo - Av. Pedro Álvares Cabral, 201&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade:&lt;/strong&gt; Ato político com convidados e autoridades, exibição de curta-metragem e poesias árabes. Participação de representante do movimento Stop the Wall.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Organização:&lt;/strong&gt; Frente em Defesa do Povo Palestino &lt;a href="mailto:frentepalestina@yahoo.com.br"&gt;frentepalestina@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dia: 4 de dezembro de 2010&lt;/strong&gt; - sábado&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Horário:&lt;/strong&gt; 16h&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; Matilha Cultural - Rua Rego Freitas, 542&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade:&lt;/strong&gt; Exibição dos filmes: Ponto de Encontro (Encounter Point) - Direção: Júlia Bacha e Ronit Avni. Documentário, 85 min, 2008 e Nós e os Outros (Selves and Others, A Portrait of Edward Said) - Direção: Emmanuele Hamon. Documentário, 54 min, 2003.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Haverá debate&lt;/strong&gt; com a participação de companheiros que participaram do Fórum Mundial da Educação na Palestina&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Realização:&lt;/strong&gt; Núcleo de Estudos Edward Said - Instituto da Cultura Árabe, Oboré e Matilha &lt;strong&gt;Apoio:&lt;/strong&gt; Frente em Defesa do Povo Palestino &lt;a href="mailto:contato@icarabe.org"&gt;contato@icarabe.org&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-----------------------------------------------------------------------&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Campinas/SP&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dia: 29 de novembro de 2010&lt;/strong&gt; – segunda-feira&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Locais e atividades:&lt;/strong&gt; Câmara Municipal de Campinas – homenagem à data Parque da Paz e Memorial Yasser Arafat – visitação pública Colóquio – Mostra Afro-brasileira – Secretaria Municipal de Educação Realização: Instituto Jerusalém do Brasil &lt;a href="mailto:institutojerusalembr@terra.com.br"&gt;institutojerusalembr@terra.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;------------------------------------------------------------------------&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PORTO ALEGRE/RS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dia: 29 de novembro de 2010&lt;/strong&gt; - segunda-feira&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Horário: 19h Local:&lt;/strong&gt; Plenarinho da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul – Praça Mal. Deodoro, 101 – Centro – Porto Alegre&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade&lt;/strong&gt;: Sessão com convidados, Embaixada da Autoridade Palestina na República Federativa do Brasil e Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) &lt;strong&gt;Organização:&lt;/strong&gt; Comitê Gaúcho de Solidariedade ao Povo Palestino &lt;a href="mailto:comitepalestinars@gmail.com"&gt;comitepalestinars@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;------------------------------------------------------------------------&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RIO DE JANEIRO/RJ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dia: 29 de novembro de 2010&lt;/strong&gt; - segunda-feira Horário: 18h&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; IFCS-UFRJ (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal do Rio de Janeiro) - Largo de São Francisco&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade:&lt;/strong&gt; Ato político em defesa do povo palestino. Lançamento da Campanha Mundial de BDS – Boicote, Desinvestimento e Sanções contra Israel e da Campanha de Boicote Acadêmico e Cultural. Exposição do livro “Impressões de uma brasileira na Palestina”&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Organização:&lt;/strong&gt; Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino, &lt;a href="mailto:vivaintifada@gmail.com"&gt;vivaintifada@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;----------------------------------------------------------------------&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AÇÃO MIDIÁTICA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Divulgação do balanço da maratona na Semana contra o muro e das atividades do dia 29 de novembro&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coordenação&lt;/strong&gt;: Ciranda Internacional da Informação Independente e Movimento Palestina para &lt;a href="mailto:Tod@s"&gt;Tod@s&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.ciranda.net/"&gt;http://www.ciranda.net/&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.palestinalivre.org/"&gt;http://www.palestinalivre.org/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua presença é fundamental! Queremos convidar a todos os partidos, sindicatos, movimentos sociais e populares, além dos companheiros e companheiras para prestar um dia de solidariedade ao perseguido povo palestino que há 63 anos resiste heroicamente ante todas as arbitrariedades (bombas, humilhações, perseguições políticas, torturas legalizadas...) cometidas pelo Estado terrorista de Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29 de novembro é dia de Manifestação de Solidariedade Internacional com o Povo Palestino, realizadas simultaneamente em várias capitais do mundo.&lt;br /&gt;Nesta data o território histórico da Palestina foi arbitrariamente dividido, favorecendo a criação do Estado de Israel.&lt;br /&gt;Território onde havia uma sociedade construída por árabes, e que a partir daí passaram a ser vítimas da limpeza étnica promovida pelas milícias sionistas.&lt;br /&gt;No ano de 1948, quase a totalidade das terras palestinas (cerca de 94%) foram tomadas militarmente pelo Estado de Israel.&lt;br /&gt;Hoje mais de seis milhões de palestinos vivem em campos de refugiados espalhadas pelos países árabe e no mundo.&lt;br /&gt;Ainda hoje, Israel controla 65% da Cisjordânia e 40% da Faixa de Gaza, com seu exército e sua força paramilitar (os colonos) implementando um regime de terror cujos métodos de crueldade se assemelham aos dos nazistas alemães.&lt;br /&gt;Até quando ficaremos indiferentes aos veículos militares e tratores invadindo bairros e destruindo casas onde moram os palestinos? Até quando vamos permitir a construção de outros “muros da vergonha” como o que Israel está construindo dentro do território da palestina ocupada, transformando-a num verdadeiro campo de concentração, vigiado sistematicamente, usurpando terras e destruindo a teia social palestina?&lt;br /&gt;É preciso somar forças e nos solidarizarmos com a heróica luta do povo palestino que teimosamente insiste em dizer não a essas arbitrariedades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário e urgente dizer que “terrorismo” não é resistir (usando quaisquer formas de luta) ao Estado terrorista de Israel. Terrorismo é impedir um povo de desfrutar de sua própria terra, é impedir a existência de uma pátria livre do colonialismo e do imperialismo. Terrorismo é matar crianças com bombas e mísseis disparados de helicópteros e aviões nos bairros onde vive a população civil palestina. Terrorismo é barrar uma mãe grávida num posto policial ou do exército, impedindo que a mesma tenha a atenção necessária na hora do nascimento de seu filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VENHA CONHECER MELHOR A HISTÓRIA DESSA LUTA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palestina livre!&lt;br /&gt;Viva a Intifada!&lt;br /&gt;Resitência até a vitória!&lt;br /&gt;Comitê Catarinense de Solidariedade ao Povo Palestino&lt;br /&gt;"Um beduíno sozinho não vence a imensidão do deserto, é preciso ir em caravana"&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.vivapalestina.com.br/"&gt;http://www.vivapalestina.com.br/&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.palestinalivre.org/"&gt;http://www.palestinalivre.org/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-4699834016987217808?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/4699834016987217808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=4699834016987217808&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/4699834016987217808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/4699834016987217808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2010/11/programacao-no-brasil-das-atividades-da.html' title='Programação no Brasil das atividades da Semana de Solidariedade ao Povo Palestino'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-96111765970530841</id><published>2010-11-27T17:49:00.003-02:00</published><updated>2010-11-27T17:54:00.965-02:00</updated><title type='text'>Uma história na Palestina 3</title><content type='html'>por Rafiqa Salam&lt;br /&gt;Palestina, novembro de 2010&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:comitepalestinasc@yahoo.com.br"&gt;comitepalestinasc@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todas as cidades que conheci, teve uma que, particularmente, mexeu muito comigo. É um sentimento estranho, nunca tinha estado lá, e agora eu pisava num lugar que não existia, mas já existiu. Esse paradoxo eu só vivi por um instante, na verdade por um dia que parecia, pelo seu peso, ter mais do que 24 horas. O que dizer dos sentimentos dos palestinos que vivem cotidianamente esse paradoxo!&lt;br /&gt;Vivem num país que existe, mas o mundo já o tirou do mapa! Fazem seus afazeres diários, como qualquer povo, amam, tem suas famílias, trabalham, comercializam, mas têm que segurar nas mãos uma cédula que traz a bandeira do país invasor... Parece difícil entender por que não ter uma moeda com as lindas cores preta, branca, verde e vermelha da bandeira Palestina? Impossível mesmo é aceitar que eu pisava num lugar que era uma cidade viva e agora é um descampado. Um lugar que tem a existência do hoje calcada na eliminação do ontem.... Que, para se consolidar, teve que expulsar, desalojar e arrancar famílias de suas casas, mas não de suas raízes históricas!&lt;br /&gt;Ando por terras que querem que eu enxergue um Parque Nacional , autopistas perfeitas, áreas de lavouras e assentamentos judaicos, querem que eu veja o Estado de Israel! Mas só consigo ver o bater dos corações palestinos, como uma cadência, animadora, anunciando o retorno.... Vejo ali a Palestina livre... Mas meu devaneio é quebrado pela voz do motorista, chamando para voltar, temos hora para entrar e sair!&lt;br /&gt;Temos que sair da Palestina de 1948, passar pelo checkpoint e entrar no que restou da Palestina pós-1967, complicado de entender, imagina de ver!! Aliás, como entender a ocupação sionista de Israel? O único país no mundo que se denomina Estado, oficialmente, inclusive no nome: Estado de Israel. Um nome que agrega ação: é um Estado que sempre está em mudança de estado – e não estou fazendo trocadilho.&lt;br /&gt;Avanços na expansão territorial: Israel tem suas fronteiras em constante movimento! Não tem uma Constituição! Não tem nenhuma lei que descreve a sua área físico-geográfica, pois ela é proporcionalmente elástica à sua força de ocupação... Ocupa áreas da Palestina, Síria, Líbano... Já ocupou Egito, Jordânia e até águas internacionais!! A cidade que mexeu comigo, até 1948, se chamava Qaqun.&lt;br /&gt;Uma linda aldeia, com campos de terras férteis, plantações, casas simples que eram o lar de 2 mil pessoas, tão perto do Mar Mediterrâneo, a apenas 8km de distância. E saber que foi justo por essas águas que os grupos terroristas judeus como Haganah e Stern expulsaram à força e com violência brutal os nativos, palestinos que até hoje sonham com o regresso a sua terra natal! Um sonho impedido pelo pesadelo de não poderem pisarem onde eu estava.&lt;br /&gt;Depois de viverem como refugiados em cidades próximas como Tulkarem, Nablus e terras mais longínquas, mas não mais tranquilas, como Síria, Líbano, Kuwait e Jordânia, achei que fotos, pedras e terra poderiam ser compartilhados com aqueles que dali nunca saíram. Então, bem longe dali, vi o amor, que transcende a tudo, se materializar.&lt;br /&gt;Vi um palestino que nasceu em Qaqun e, aos 13 anos, juntamente com sua família, foi forçado a sair e abandonar sua casa e terras. Ele, que está impedido de pisar onde nasceu, abriu um lindo sorriso e beijou a sua terra! A terra de Qaqun agora em suas mãos! Sua filha lhe presenteou com a terra de Qaqun! Mãos calejadas, apertando as mãos de sua filha, que trouxe para ele mais do que alegria, trouxe o retorno a sua terra natal! Senti em meu coração que fui abençoada por essa linda cena, revigorada, desejo também ser testemunha da Palestina livre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palestina livre! Viva a Intifada! Resitência até a vitória!Comitê Catarinense de Solidariedade ao Povo Palestino"Um beduíno sozinho não vence a imensidão do deserto, é preciso ir em caravana"&lt;a href="http://www.vivapalestina.com.br/"&gt;http://www.vivapalestina.com.br/&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.palestinalivre.org/"&gt;http://www.palestinalivre.org/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-96111765970530841?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/96111765970530841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=96111765970530841&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/96111765970530841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/96111765970530841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2010/11/uma-historia-na-palestina-3.html' title='Uma história na Palestina 3'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-8304593159312552711</id><published>2010-11-21T20:46:00.001-02:00</published><updated>2010-11-21T20:50:34.204-02:00</updated><title type='text'>Atividades em solidariedade ao povo palestino</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/TOmhfzu-hxI/AAAAAAAAAVA/UM2um8zDmng/s1600/Semana%2BPalestina%2BBR.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 463px; FLOAT: left; HEIGHT: 606px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542138384291366674" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/TOmhfzu-hxI/AAAAAAAAAVA/UM2um8zDmng/s400/Semana%2BPalestina%2BBR.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-8304593159312552711?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/8304593159312552711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=8304593159312552711&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/8304593159312552711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/8304593159312552711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2010/11/atividades-em-solidariedade-ao-povo.html' title='Atividades em solidariedade ao povo palestino'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/TOmhfzu-hxI/AAAAAAAAAVA/UM2um8zDmng/s72-c/Semana%2BPalestina%2BBR.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-3087757581233316118</id><published>2010-11-20T21:06:00.003-02:00</published><updated>2010-11-20T21:24:28.533-02:00</updated><title type='text'>Resposta ao embaixador israelelense</title><content type='html'>Públicado no espaço TENDÊNCIAS/DEBATES da edição de 19/11/2010, a magistral e didática resposta que reproduzo na íntegra abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Israel não respeita direitos do povo palestino &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;ARLENE CLEMESHA e BERNADETTE SIQUEIRA ABRÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_____________________&lt;br /&gt;Israel tem em seus presídios&lt;br /&gt;mais de 6.000 civis palestinos&lt;br /&gt;(incluindo crianças), a maioria&lt;br /&gt;deles sem acusação formal ou&lt;br /&gt;mesmo processo judicial&lt;br /&gt;_____________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em artigo nesta Folha ("Direitos humanos em mãos erradas", "Tendências/Debates", 10/10), o embaixador israelense queixou-se do Conselho de Direitos Humanos (CDH) da ONU, em que relatórios têm sido aprovados, denunciando graves violações de direitos humanos por parte do governo israelense nos territórios palestinos ocupados da Cisjordânia e da faixa de Gaza.&lt;br /&gt;De fato, apenas nos primeiros seis meses de 2010, foram registradas na Cisjordânia a demolição de 223 edifícios e a expulsão de 338 palestinos de suas casas.Quinhentas e cinco barreiras violam o direito de ir e vir, impedindo o acesso da população a escolas, a locais de trabalho e a hospitais, para procedimentos vitais como diálise, cirurgias do coração e cuidado neonatal intensivo.&lt;br /&gt;Seguindo a lógica de anexar o máximo de terras com o mínimo de palestinos, o trajeto tortuoso do muro enclausurou Belém e Qalqilia, expulsou 50 mil palestinos de Jerusalém Oriental e anexou 10% das terras mais férteis da Cisjordânia. As colônias israelenses, também ilegais, expandem-se a todo vapor sobre territórios palestinos.&lt;br /&gt;A justificativa de Israel para a violação de direitos humanos -zelar pela "segurança" de seus cidadãos- não se sustenta, sendo tais atos a própria origem da revolta palestina.&lt;br /&gt;Os "mísseis" citados pelo artigo do embaixador são armas de fabricação caseira, usadas em desespero por um povo sem Estado, que sofre a mais longa ocupação militar da história moderna, submetido a bombardeios, a incursões militares, a assassinatos dirigidos e a toques de recolher.&lt;br /&gt;O artigo também cita um prisioneiro militar israelense, omitindo o fato de que Israel tem em seus presídios mais de 6.000 civis palestinos (incluindo crianças), a maioria deles sem acusação formal, processo judicial ou direito de defesa.&lt;br /&gt;Alega-se que Israel estaria sendo alvo de injustiças por parte do CDH em consequência do relatório do juiz Richard Goldstone sobre os crimes de guerra cometidos durante o bombardeio que massacrou 1.397 pessoas em Gaza (incluindo 320 crianças e 109 mulheres).&lt;br /&gt;Assim, deturpa-se o caráter heroico da flotilha de ativistas humanitários do mundo todo, incluindo israelenses e uma mulher sobrevivente do Holocausto, que arriscaram suas vidas para quebrar o bloqueio ilegal a Gaza.&lt;br /&gt;O objetivo da flotilha era chamar a atenção do mundo para o problema? Sim. Era e continuará sendo uma provocação? Apenas se considerarmos o termo um desafio aberto, para que a humanidade impeça a continuidade do cerco a Gaza, onde 80% da população sofre de má nutrição crônica, as crianças apresentam estresse e distúrbios psicológicos causados pelos ataques, pelo sofrimento e pelas constantes bombas sonoras lançadas por Israel sobre a pequena faixa costeira.&lt;br /&gt;O mesmo governo israelense que se queixa do CDH emitiu, no dia 10/ 10, um projeto de lei que, se aprovado, exigirá de todo não judeu de Israel um juramento de "lealdade ao caráter judeu do Estado".&lt;br /&gt;Cerca de 20% da população, de origem palestina cristã, muçulmana ou outra, terá de aceitar o caráter judeu do Estado de Israel ou emigrar, aumentando o número de refugiados, que ultrapassa 9 milhões. As consequências disso, para a Palestina e para o mundo, não valem um debate no Conselho de Direitos Humanos da ONU?&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARLENE CLEMESHA&lt;/strong&gt;, professora de história árabe na USP e diretora do Centro de Estudos Árabes da mesma universidade, é representante da sociedade civil do Brasil no Comitê da ONU pelos Direitos do Povo Palestino.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BERNADETTE SIQUEIRA ABRÃO&lt;/strong&gt;, jornalista, formada em filosofia pela USP, é pesquisadora da questão palestina, ativista de direitos humanos e autora, entre outros livros, de "História da Filosofia" editora Moderna).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-3087757581233316118?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/3087757581233316118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=3087757581233316118&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3087757581233316118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/3087757581233316118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2010/11/resposta-ao-embaixador-israelelense.html' title='Resposta ao embaixador israelelense'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-1229966797404439428</id><published>2010-11-19T00:51:00.002-02:00</published><updated>2010-11-19T01:02:47.924-02:00</updated><title type='text'>SEMANA PALESTINA NO BRASIL</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Atividades em solidariedade ao povo palestino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Acompanhando calendário global, organizações da sociedade civil brasileira, juntamente com a comunidade árabe-palestina no País, realizam a Semana de Solidariedade ao Povo Palestino. Atividades centrais ocorrerão em vários estados no dia 29 de novembro próximo (confira agenda abaixo). A data marca o Dia Internacional de Solidariedade ao Povo Palestino – conforme resolução da ONU (Organização das Nações Unidas) nº 32/40 de 1977. Anualmente, em todo o mundo, ocorrem inúmeras manifestações no período. No Brasil, é também lei em várias localidades. Em 29 de novembro de 1947, portanto há 63 anos, em Assembleia-Geral da ONU , foi aprovada a Resolução nº 181, que decidiu pela partilha do território da Palestina histórica para o estabelecimento de um estado judeu e um árabe, sem qualquer consulta aos habitantes locais. Como consequência, o Estado de Israel foi implementado em 15 de maio de 1948 e o da Palestina não foi assegurado, culminando na nakba (catástrofe), em que foram expulsos mais de 700 mil palestinos de suas casas e centenas de vilas foram destruídas. O resultado é a ocupação mais longa do período contemporâneo, que tem sido aprofundada, ao arrepio das leis e convenções internacionais. Uma das maiores injustiças de que se tem notícia. Consequentemente, todos os direitos inalienáveis do povo palestino têm sido desrespeitados, como à autodeterminação, à saúde, à educação, a transitar livremente. Um muro em construção desde 2002, que corta a Cisjordânia ao meio – projetado para ter 720 metros de extensão e 9 metros de altura –, e centenas de checkpoints e assentamentos sionistas, além de estradas exclusivas proibidas a palestinos, são símbolos do apartheid que se configura no território ocupado. Em Gaza, o lugar mais densamente povoado do mundo, com 1,5 milhão de pessoas que se espremem em cerca de 360km2, um bloqueio criminoso tem feito com que grasse a fome e a miséria, numa punição coletiva que deveria ser ainda mais impensável em pleno século XXI. O território palestino, mediante esses aparatos, é mantido sob a forma de bantustões à la África do Sul. É hoje impossível, por exemplo, ir da Cisjordânia a Gaza. Diante da barbárie, realizar atividades em 29 de novembro faz-se urgente. É uma forma de o mundo levantar suas vozes e clamar pelo fim imediato da ocupação na Palestina. A semana de solidariedade pretende contribuir para dar visibilidade a essa questão e lembrar que, dia após dia, famílias são separadas, plantações são destruídas, crianças são impedidas de ir à escola e mães, de dar à luz com dignidade. Mais do que isso: soma-se às iniciativas em que a comunidade internacional é chamada à responsabilidade pela drástica situação na Palestina e cobrada a dar continuidade a ações concretas que pressionem e levem à mudança dessa realidade. Participe! É por direitos humanos e justiça!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Semana de Solidariedade ao Povo Palestino no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FLORIANÓPOLIS/SC&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dia: 30 de novembro de 2010 - terça-feira Horário: 19h Local: Câmara de Vereadores - Plenário do Centro Legislativo Municipal - Rua Anita Garibaldi, 35 - Centro Atividade: Sessão solene e Ato político com convidados e autoridades Lei 34/40 PMF – 1990 - 29 de novembro - Dia Municipal de Solidariedade ao Povo Palestino em Florianópolis Lei nº 13850 - 2006 - Dia Estadual de Solidariedade ao Povo Palestino em Santa Catarina Organização: Comitê Catarinense de Solidariedade ao Povo Palestino &lt;a href="mailto:comitepalestinasc@yahoo.com.br"&gt;comitepalestinasc@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BALNEÁRIO CAMBORIÚ/SC&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Semana de Difusão da Cultura Árabe-Palestina 22 a 29 de novembro de 2010 Dia: 24 - quarta-feira Horário: 19h Local: Biblioteca Pública Municipal Machado de Assis - 3º Avenida, esquina com Rua 2.500 Atividade: cerimônia de abertura do evento com a presença de amigos, convidados e autoridades. Entrega de certificados de participação no concurso escolar "Paz para a Palestina". Exibição do filme: "Palestina - A história de uma terra" (Simone Bitton) Dia: 25 - quinta-feira Horário: 9h Local: Auditório BI 4 - Curso de Relações Internacionais – Univali - Campus Balneário Camboriú Tema: Palestina: história, cultura, religião e atualidades Palestrantes: Fairuz Saleh Bujaa - advogada, integrante do Grupo Palestino Terra / Miriam Ramoniga - advogada, mestre em Direito e professora de Direito Internacional / Saleh Bujja - palestino (80 anos) residente no Brasil há 60 anos / Queila Martins - coordenadora do curso de Relações Internacionais da Univali / Márcia Sarubbi - professora do curso de Direito e Relações Internacionais da Univali Dia: 25 - quinta-feira Horário: 17h Local: Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú Atividade: Acompanhamento da votação da legislação municipal que institui o "Dia 29 de novembro como o Dia de Solidariedade ao Povo Palestino no município de Balneário Camboriú - SC" Dia: 26 - sexta-feira Horário: 20h Local: Restaurante Pharol - Av. Atlântica - Barra Sul, 5.740 Atividade: Jantar árabe - comidas típicas da gastronomia árabe, músicas, apresentações de danças folclóricas Dia: 27 - sábado Horário: 18h Local: Livraria Nobel - Av. Alvim Bauer, 250, sl. 04 – Centro Atividade: Cultura e lazer, exposição de livros, sugestão de roteiros de viagem, apresentações de dança do ventre e degustação de pastas e doces árabes Organização: Instituto Amigos da Cultura &lt;a href="mailto:ramoniga@hotmail.com"&gt;ramoniga@hotmail.com&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.amigosdaculturasc.com/"&gt;http://www.amigosdaculturasc.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SÃO PAULO/SP &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Semana do Povo Palestino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dia: 29 de novembro de 2010 - segunda-feira Horário: 19h Local: Auditório Franco Montoro - Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo - Av. Pedro Álvares Cabral, 201 Atividade: Ato político com convidados e autoridades, exibição de curta-metragem e poesias árabes. Participação de representante do movimento Stop the Wall. Organização: Frente em Defesa do Povo Palestino &lt;a href="mailto:frentepalestina@yahoo.com.br"&gt;frentepalestina@yahoo.com.br&lt;/a&gt; Dia: 4 de dezembro de 2010 - sábado Horário: 16h Local: Matilha Cultural - Rua Rego Freitas, 542 Atividade: Exibição dos filmes: Ponto de Encontro (Encounter Point) - Direção: Júlia Bacha e Ronit Avni. Documentário, 85 min, 2008 e Nós e os Outros (Selves and Others, A Portrait of Edward Said) - Direção: Emmanuele Hamon. Documentário, 54 min, 2003. Haverá debate com a participação de companheiros que participaram do Fórum Mundial da Educação na Palestina Realização: Núcleo de Estudos Edward Said - Instituto da Cultura Árabe, Oboré e Matilha Apoio: Frente em Defesa do Povo Palestino &lt;a href="mailto:contato@icarabe.org"&gt;contato@icarabe.org&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RIO DE JANEIRO/RJ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dia: 29 de novembro de 2010 - segunda-feira Horário: a partir das 17:30 hs Local: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas -IFCS - UFRJ - Largo de São Francisco - Rio de Janeiro /RJ Atividade: Ato Político em defesa do povo palestino. Lançamento da Campanha Mundial de BDS – Boicote, Desinvestimento e Sanções contra Israel e da Campanha de Boicote Acadêmico e Cultural. Lançamento do livro "Impressões de uma brasileira na Palestina" Organização: Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino &lt;a href="mailto:vivaintifada@gmail.com"&gt;vivaintifada@gmail.com&lt;/a&gt; BELO HORIZONTE/MG Dia: 26 de novembro de 2010 - sexta-feira Horário: 9h30 Local: Auditório do Instituto de Ciências Exatas - Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG Atividade: Seminário de Solidariedade Internacional. Palestrante: Jadallah Safa - Comitê Democrático Palestino Coordenação: UJC e Casa da América Latina &lt;a href="http://www.seminariodesolidariedadeinternacional.blogspot.com/"&gt;http://www.seminariodesolidariedadeinternacional.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AÇÃO MIDIÁTICA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Divulgação do balanço da maratona na Semana contra o muro e cobertura das atividades do dia 29 de novembro Coordenação: Ciranda Internacional da Informação Independente e Movimento Palestina para &lt;a href="mailto:Tod@s"&gt;Tod@s&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.ciranda.net/"&gt;http://www.ciranda.net/&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.palestinalivre.org/"&gt;http://www.palestinalivre.org/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Dizemo-lhes Cantem pela terra que permanece!&lt;br /&gt;Rebelem-se! Ensinem nossa história sombria aos filhos&lt;br /&gt;A fim de que nosso sangue&lt;br /&gt;Permaneça na bandeira dos criminosos&lt;br /&gt;Como sinal de catástrofe.”&lt;br /&gt;(CHAMADA DA TUMBA Mahmud Darwish)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8386240318613222816-1229966797404439428?l=liberdadepalestina.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/feeds/1229966797404439428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8386240318613222816&amp;postID=1229966797404439428&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/1229966797404439428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8386240318613222816/posts/default/1229966797404439428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://liberdadepalestina.blogspot.com/2010/11/semana-palestina-no-brasil.html' title='SEMANA PALESTINA NO BRASIL'/><author><name>Palestina livre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14810787867241681826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/SbLK-SRdkdI/AAAAAAAAAIE/KRaNPw-siek/S220/stop+israel+c%C3%B3pia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8386240318613222816.post-2362154032158154963</id><published>2010-11-19T00:23:00.003-02:00</published><updated>2010-11-19T00:45:28.960-02:00</updated><title type='text'>Eventos da Semana internacional de solidariedade ao povo palestino</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/TOXf_Z1-ptI/AAAAAAAAAU4/Q6I_D6BNEYo/s1600/icarabe_matilha.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 488px; FLOAT: left; HEIGHT: 231px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541081196911306450" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ZC0d3oo-f0Y/TOXf_Z1-ptI/AAAAAAAAAU4/Q6I_D6BNEYo/s400/icarabe_matilha.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Caros amigos,&lt;br /&gt;De 29/11 a 04/12 acontece, em todo o mundo, a Semana do Povo Palestino. &lt;p&gt;O Centro Edward Said de Direitos Humanos, núcleo do Instituto da Cultura&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Árabe, do qual faço parte, realizará atividades na Matilha Cultural, espaço na Rego Freitas, próximo ao metrô República.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Nos dias 03, 04 e 05/12 haverá a exibição de dois filmes, alternadamente, e no sábado, dia 04, um debate.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Segue uma breve descrição e o banner criado pelo pessoal do Matilha Cultural. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em breve teremos o convite eletrônico do ICArabe, para ampla divulgação, que enviarei a todos vocês. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Conto com a presença de todos.&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;Sâmia.&lt;br /&gt;&lt;br /
